Notas iniciais
Desculpem a demora pessoas, meu computador não quer colaborar :/ Bom aí vai um novo cap. Até as notas finais >

Assim que acordei, desci para a sala comunal. Não havia ninguém então saí pelo retrato da mulher gorda porque pelo jeito ja havia passado a hora do café da manhã.

Eu estava na sala de Defesa 30min. antes da aula começar. Estava lendo um exemplar de Quem é você, Alasca? (Adaptado por bruxos,para bruxos) e quando havia apenas acabado de ler a sinopse na orelha do livro, entrou um garoto de óculos, cabelo bagunçado e que me pareceu muito tímido. Desses nerds atrapalhados. Pareceu-me que ele estava me procurando, pois ele veio em minha direção e disse:

–E-este livro é muito bom — disse isso e tirou da mochila um exemplar de Quem é você, Alasca para humanos.

– Como sabe se é bom, se o que está em suas mãos é um exemplar de trouxas e não de bruxos ?

– É-é que eu já li os dois — disse ele arrumando os óculos. Eu estava sentada no chão de modo que para falar comigo ele tinha que olhar para baixo.

O fato é que, naquela semana todos queriam falar comigo pelo ato de heroísmo. Pra mim não foi nada e só o que eu queria fazer era ler o meu livro ao invés de ficar jogando conversa fora com um nerd bitolado!Então, eu voltei a ler. Parece que ele percebeu que eu não 'tava afim de conversar porque ele foi até a primeira carteira da sala e se sentou lá. Acho que fiquei com pena por meio que tê-lo ignorado então fechei o livro e fui falar com ele.

– Desculpe. Prazer — eu disse estendendo-lhe a mão — meu nome é Tyle, qual é o seu ?

– Marco — disse ele pegando a minha mão.

– E então, você gosta de livros trouxas ? — Perguntei

– An, gosto. Na verdade livros bruxos também são muito bons.mas prefiro livros trouxas.

– Ah.

Ficamos sem assunto e quando o silêncio ficou incômodo ele o quebrou :

– É.. Tyle.. hã... como você fez aquilo ??

Então os alunos começaram a entrar na sala e não respondi à Marco. E quando a aula acabou saí correndo para pegar minha vassoura, havia teste para o quadribol.

Saindo novamente pelo retrato da mulher gorda vi um leopardo meio que projectado. Ou não, ja havia lido sobre aquilo... era um Patrono, feitiço muito difícil de realizar por sinal. Então o segui, queria saber quem era o bruxo extraordinário que o havia conjurado. Segui-o até um corredor em que ele dissolveu no ar, de repente um braço atravessou a parede e me puxou. Era Marco:

– C-como você fez isso?? Foi você que conjurou o leopardo ?? Não, espera... Essa é a ....

– A Sala Precisa?? É, é sim. E fui eu quem conjurou o Patrono.

– Meu Merlim, quem te ensinou ?? É uma magia avançada pra nossa idade.

– Os livros me ensinaram. Mas não foi pra isso que eu te trouxe aqui, quero que me diga como fez aquilo?? Passei a noite INTEIRA na biblioteca e não descobri nada! — Disse ele meio que irritado e pra piorar eu disse:

– Então vai ficar sem descobrir — dito isso ele me prendeu contra a parede, cada braço de um lado do meu corpo.

– Mas eu posso te obrigar... — Disse ele com um olhar malicioso e eu comecei a rir. — Ah fala sério Tyle, me conta ?!

– Okay, sou meio bruxa e meio deusa, satisfeito ??

– Okay esquentadinha. Também queria te agradecer. É que você foi a única pessoa que ja fez algo por mim, ou que ligou pro fato de eu existir e estar morrendo. Obrigado.

Fiquei meio sentida com isso então o abracei e sussurrei "De nada" em seu ouvido. Ficamos ali por alguns segundos e quando nos afastamos eu disse:

– Ah meu Merlim, tenho teste de quadribol. Espero que não seja tarde de mais.

– Ah me desculpe eu não sabia.. Pelo jeito ja é tarde demais, já são 2:30 p.m.

– Ah esquece, 'to com fome vamos até o salão principal comigo??

Ele apenas assentiu e fez aparecer uma porta na sala e então saímos. Nos sentamos juntos no salão principal pois Marco também é da Corvinal, conversamos o café inteiro e adivinha ? Temos milhares de coisa em comum. Deu o horário da minha aula de Poções e Marco foi para a aula de Herbologia. Não nos vimos mais até de noite quando entrei na sala comunal e ele estava de frente da lareira no meu lugar favorito.

– Roubou meu lugar! — Disse eu sentando no braço da poltrona.

– Bom, quando você não está aqui, é o MEU lugar — disse ele fechando o livro que estava lendo.

– O que você 'tá lendo? — Perguntei tirando a mão dele de cima do livro. — Cidades de Papel?? A meu Deus é o livro que eu quero ler!!

– Você é fanática por esse escritor não é ??

– É.. mais ou menos rs — Disse eu olhando para a lareira.

– Podíamos ler juntos.. Se você quiser é claro- Disse ele meio inseguro com a minha resposta.

– Okay, pode ser. Mas não hoje, estou cansada. Amanhã a esta hora ??

– Certo, também ja estou subindo. Até amanhã.

– Até. — Dei um beijo em sua bochecha e subi para meu dormitório.

A partir daquele dia começamos a ler Cidades de Papel, mas não só de noite. Líamos no café da manhã, no almoço e na janta. Durante o jogo entre Grifinória e Corvinal, ficávamos na sala comunal. Durante os passeios à Hogsmeade, comprávamos vários doces e íamos à casa dos gritos. Terminamos o livro duas semanas após aquele dia na sala comunal. Estávamos cada vez mais próximos, então, decidi contar à ele o que estava sentindo...

Notas finais
Não ficou tão grande, porque como eu disse o pc não quer colaborar mas... O que vocês acham que Tyle vai dizer a Marco ?? Mereço rewiew's ?? Bjo até o próximo cap.