So I Love You?
5 Capítulo 5
-Vocês podem nos dar licença? — Justin disse pros seguranças, que saíram e nos deixaram a sós.
-Antes de você disser qualquer coisa, eu quero te pedir desculpas, eu fui uma idiota, eu devia ter de escutado, você não fez nada de errado, me perdoa por favor, eu fui tola, eu não durmo a noites, e eu vou entender se você não quiser voltar comigo, mas só diz que me entende por favor...
-Ei, — ele me interrompeu e deu um passo pra frente – qual garoto seria tão idiota a ponto de não quere voltar com você? E eu te entendo sim, eu também passei noites em claro, eu fui o tolo Selena é uma pessoa esperta eu devia ter imaginado, eu jamais quis te magoar de novo, você não sabe o quanto doeu ver as tuas lágrimas, você não sabe o quanto sonhei com o seu abraço. Eu preciso ouvir de você que está tudo bem.
Corri pros braços dele e o abracei, foi a melhor sensação de todas, saber que ele também me queria de volta, ficamos abraçados ali, tinha certeza de que assim como eu ele poderia passar o resto da vida daquele jeito.
-Justin nos temos que ir – Kenny apareceu atrás da porta e se retirou rapidamente assim que viu que tinha atrapalhado o momento.
Justin e eu nos “soltamos”, e fomos lá pra fora de mãos dadas. Justin viu Cait no corredor e a cumprimentou, o único problema disso tudo, é que eu não sou rica igual a ele, e necessito do diploma da faculdade, e eu vou ter que voltar pro Canadá.
O hotel só estava reservado pra 3 dias, e esses 3 dias ‘venceriam’ amanhã, a turnê dele tinha que ser tão longa quer dizer 2 meses, depois um intervalo de 1 mês e ai mais dois meses, durante dois anos, ou teria que ficar rica e ir com ele pra todo lugar, ou eu sei lá.
Justin me convenceu a deixar Cait sozinha no hotel e ir junto com ele, meu vôo seria as seis da tarde, por isso tive que acordar cedo.
-Ei dorminhoca levanta, o nosso tempo é curto – Justin jogou o travesseiro na minha cara.
-Que horas são? – perguntei com voz de sono, mais sem me levantar
-Nove horas – ele disse rindo
-Ah Justin, ta de madrugada, por favor, néh.
-Nada disso. Levanta – ele me puxou e caímos os dois no chão.
-Ah Justin agora eu vou ter que levantar pra deita de novo. – peguei o travesseiro e ele me puxou pela cintura.
-Deixa eu fica assim abraçado com você só mais um pouquinho?
-Não – me soltei e bati com o travesseiro na cara dele – você me acordou.
-Ah então é guerra? – ele pegou o travesseiro dele e bateu em mim.
-É guerra sim.
Parecíamos duas crianças ali brincando e rindo, mas no fundo os dois estão triste, até porque não sabíamos quando nos veríamos de novo, mais mesmo assim não deixamos de aproveitar o nosso tempo. Depois da nossa guerra ter acabado Justin pegou o telefone e pediu pra que levassem qualquer coisa pra gente comer, era arriscado descer, tanto pra mim quanto pra ele, as meninas já me conheciam algum de nós poderia morrer, tem muitas meninas que se hospedaram no hotel só pra tentar ver ele.
Passamos o dia todo lá, mais mesmo assim foi divertido aquele lugar era enorme e eu Justin estávamos sozinhos, assistimos TV fizemos mais umas guerras de almofadas, rimos fizemos até um twitcam, só que como tudo que é bom dura pouco ou melhor muito pouco, eu tive que ir embora.
Justin fez questão de me levar até o aeroporto tivemos que fazer uma “fuga” pelos fundos pra podermos sair. Fomos conversando o caminho inteiro.
-Você promete que vai tentar vir? – ele me perguntava isso a cada 5 minutos.
-É lógico que eu prometo.
-Tá bom, e se você não conseguir pagar a passagem eu pago pra você.
-Não, eu vou pagar todas as minhas passagens.
-Não vai não. – ele adorava me irritar com esse tipo de coisa.
Chegamos ao aeroporto.
-É então é isso. – ele disse.
-É, é isso.
-A gente tem que se ver o mais rápido possível – dissemos ao mesmo tempo, e depois rimos.
-Vem aqui – ele me puxou pela cintura e me beijou. – eu te amo, não esquece.
-Não vou esquecer, e vê se não esquece que eu também te amo.
-Só que eu te amo mais – dissemos juntos de novo e novamente rimos.
Ele me abraçou mais uma vez, e então ouvimos
-Última chamada para o vôo 651 para o Canadá.
Olhei pra cima, (ainda abraçada com ele) e nos beijamos de novo. Nos soltamos, e eu fui olhei várias vezes pra trás e ele continuava ali, me olhando, entrei no avião Cait já estava lá me esperando.
-E ai? Vocês dois sozinhos? Aconteceu? – ela me perguntou com um sorriso malicioso.
-CAIT, não, nos dois não nos preocupamos com isso ok?
-Ah e vocês fizeram o que? Guerra de travesseiro?
-É.
-Ah meu Deus, eu não acredito que te trouxe aqui e vocês fizeram guerra de travesseiro. Ainda bem que Chaz pensa igual a mim.
-Espero você e o Chaz? Vocês?
-É a gente...
-Ai meu Deus, e como eu ainda não sabia disso?
-Você tava entrando em depressão, não era hora de falar.
-É verdade, mais vocês estão namorando?
-Não ele vai pedir pros meus pais ainda e pro Chris ainda. – ela se virou pra mim. – e o Justin já falou com os seus pais?
-Ainda não, mais vai falar.
Fomos conversando a viagem inteira, ela disse que era bom ter a velha amiga feliz e boba de volta. Chegamos ao Canadá de manhã, Justin me mandou uma foto assim que acordou o cabelo estava bagunçado, o rosto amassado. Junto com a foto veio uma mensagem. “Bom Dia minha linda, vou pro Brasil hoje a tarde, já vou aproveitar e pedir pros seus pais permissão pra ficarmos juntos.”
Ele não podia fazer isso sem mim, o meu pai não iria gostar ele é famoso agora, é mais difícil. “Justin não faz isso, tenho medo de que pode te acontecer.”
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