So Far Away
13 Sweet Nothing.
Notas iniciais
Bem, mais um cap.
Olha, eu queria Agradecer DEMAIS a Night Angel pela RECOMENDAÇÃO, nossa é linda, MARAVILHOSA super DIVA.
Eu amei muito, saiba que me deixou muito... maravilhada com ela sua linda. Me fez muito bem mesmo, isso só deixa a amostra o quanto vocês estão curtindo a temporada.
E, OBRIGADO aos comentários, tem leitora que sumiu mesmo, mas obrigado mesmo as que estão comentando.
SUAS LINDAS
E antes que eu me esqueça, a musica do cap é do Calvin Harris com a Florence Welch, eu AMO essa musica e acho que ela tem tudo a ver.
Link ( http://www.youtube.com/watch?v=17ozSeGw-fY)
E antes que eu me esqueça mais uma vez. Peço que deem uma olhada nessa maravilhosa fic, bem, quem gosta do Tony é Claro.
Link: http://fanfiction.com.br/historia/391432/Depois_Do_Whisky/
Mas não me abandonem em!
Bejuss.~lhe fazendo biquinho.
Ele viu assim que a mesma saiu do quarto, Natasha já havia ido embora.
–Vai sair?-perguntou olhando Mary que deu um pequeno sorriso de lado e assentiu.
–Vou procurar apartamentos, marquei 3 encontros com corretores.-falou distraída olhando dentro da bolsa, procurando algo o qual ela não sabia, talvez apenas quisesse não fazer contato visual com o arqueiro, pois ela sentia que ele mexia com ela de alguma forma.
–Posso ir com você?-perguntou, e a mulher o olhou um pouco surpresa.-Quero ver aonde minha irmã irá morar, já que ela insiste na ideia.-concluiu levantando e andando em direção a Marie.
–Se quiser, mas temos apenas 20 minutos para chegarmos á 15 quarteirões daqui.-deu um passo para trás, Clint estava próximo demais.
–Okay, só irei me vestir decentemente.-deu um pequeno sorriso para a mulher que ficou ainda paralisada o olhando andar até o quarto dele.
–Esse homem ainda vai me ferrar.-disse consigo mesma, mas mesmo dentro do quarto Clint pode ouvir e deu um sorriso, pelo menos o sentimento era reciproco, pensou, mas ele ainda tinha que descobrir se aquilo não passava de desejo.
Quando saiu do quarto encontrou a mesma que já o esperava na porta, andou até ela que parecia distraída e falou em seu ouvido.
–Estou pronto.-ela se arrepiou e o olhou de imediato.-Podemos ir.-deu o seu sorriso mais safado.
–É... Vamos.-ela ainda estava desnorteada. Desceram até o estacionamento mas não encontraram o carro de Clint.
–Andressa pegou o carro.-ele riu e subiu até a portaria junto a mulher, pediram para Joey chamar um táxi e esperam pelo mesmo. Algumas gotas começavam a cair do céu, o dia estava nublado, e pelo visto agora se tornava chuvoso, Marie sentiu o cheiro de terra molhada e deu um pequeno sorriso, o cheiro a lembrava do Rio de Janeiro, ela já tinha um pouco de saudades da cidade, apesar do pouquíssimo tempo que estava em NY. Sentiu a mão de Clint a acorda dos pensamentos de como ela estava com saudades da cidade maravilhosa, ele a segurava pela cintura a incentivando a andar, quando ela olhou para frente percebeu que era por causa que o táxi já havia chegado.
–Desculpe.-disse sorrindo tímida e logo correu para o veiculo estacionado em frente a calçada, Clint foi logo atrás sorrindo. Em menos de 5 segundos que estiveram na chuva, já estavam quase encharcados, a chuva havia apertado e eles nem haviam se dado conta. Depois de informar o endereço do primeiro apartamento para o motorista, eles ficaram calado o percurso todo. Clint sabia que causava alguma coisa na mulher sentada ao seu lado, e não intendia o porque, mas ela também o fazia sentir algo diferente. Ele queria saber mais sobre a vida dela, saber o porque aqueles olhos azuis lindos carregavam um traço de dor profunda.-Chegamos.-ela falou parecendo animada, quando ia pagar a conta Clint o fez primeiro.Viu ela retorcer os lábios, e que lábios pensou.
–Desculpe, sou um cavalheiro.-respondeu sorrindo e logo a viu sorrir também.
–Tudo bem, por agora passa, mas o próximo quem paga sou eu.-ela disse saindo rapidamente do carro e correndo para a calçada coberta pois a chuva só havia aumentado.
...
–Já disse que não temos mais nada para conversar um com o outro.- Ela falou seca. Tony sentiu como se alguém lhe acertasse um soco no rosto. Olhou para ela que desviou o olhar olhando em volta do quarto, a cidade lá fora era castigada pela chuva que despencava sem pena, raios a todo minuto rasgavam o céu, mas isso não podia ser visto por eles.-Vá embora.
–Sabe que... acho que nem facadas, doeriam tanto quanto a forma que você está falando comigo.-deixou um pequeno sorriso escapar enquanto ficava de pé.
–Preferia levar facadas então?-cruzou os braços agarrando mais a toalha sobre o corpo que queimava por mágoa.-Ou queria que eu pedisse obrigado? Que eu agradece-se pelo o que você me fez passar durante esses seis meses?
–Eu não...
–Obrigado por ter me traído.-encarou os olhos castanhos de Tony.- É claro, porque isso me fortaleceu pra caralho.
–Você acha que foi fácil?-gritou com ela.-Acha mesmo que foi fácil? Ver o mal que te fiz, ver que você quase morreu por minha causa.-bateu no próprio peito.
–A então não foi fácil transar com ela? Não foi fácil fazer amor com a mulher que você sempre amou, e que fingiu querer esquecer?
–Você sabe que o que eu disse sempre foi verdade, eu quis recomeçar com você.- Olhou para ela que tinha as mãos na cabeça, parecia atordoada, ela respirava fundo, não queria perde o controle, o silêncio que veio a seguir foi tanto que eles podiam escutar as batidas dos corações um do outro.-Não foi fácil ficar longe de você esses meses.
E não havia mesmo. A cada dia que ele não a via, era como uma terrível eternidade, ele sempre soube-ra que ela estava no Brasil, tentou ir inúmeras vezes atrás dela, mas o jato sempre ficava lá a espera, enquanto ele se enfiava em qualquer bar e se embebedava até não lembrar de nada e acordar no dia seguinte com uma desconhecida ao lado. Ainda podia escutar os gritos de Pepper, as brigas, sempre a mesma pergunta "aonde você estava Tony?"
–Por favor.-ela andou até a porta a abrindo.-Tony, vá embora.-sentiu que a qualquer minuto poderia desabar em lágrimas. Ela lutava contra o nó que se formava na garganta.
–Andressa.-caminhando até ela, lhe segurou pelos braços, a fazendo ficar de frente para ele e soltar a porta, que se fechou, com o baque oco. Sentiu ela se encolher e tremer.-Eu não queria que as coisas acontecessem dessa maneira, eu não queria te magoar, acredita em mim, por favor, eu não queria que isso acontecesse, eu queria está ao seu lado, com o nosso filho.-Aquilo foi o bastante , ela não conseguiu segurar mais as lágrimas que vinha guardando dentro de si durante meses.
Ela não disse nada, até porque o bolo que se formou na garganta não deixava. Chorou violentamente enquanto escorregava para o chão frio. Tony abaixou até ela, ela queria levantar e sair dali o mais rápido que conseguisse, porém as pernas não obedeciam o corpo, ela não tinha forças. Não queria chorar, mas as lágrimas eram inevitáveis, era como se alguém lhe arrancasse o coração, lenta e dolorosamente.
–Por que, Tony? Por que você fez isso comigo, mesmo sabendo o que eu passei, mesmo sabendo dos meus medos?-olhou o mesmo segurando a blusa dele, ele passou as mãos sobre o rosto dela secando as lágrimas que não paravam de escorrer dos olhos.-Eu te amava tanto.-Agora a voz não passava de um sussurro. Ele a abraçou e se surpreendeu assim que sentiu ela o abraçar de volta, o segurando como um dia ela já havia feito, como se ele fosse seu único porto seguro.-Nosso bebê, nosso bebê.-repetiu as palavras de forma desconsolada. Tony deixou as lágrimas escaparem dos olhos e rolarem pelo rosto, lágrimas que ele prendia a tempo demais, lágrimas que ele sentia vergonha em derramar diante de qualquer outra pessoa, menos dela.
Eles permaneceram ali, sentados no chão do minusculo dormitório da shield, agarrados um ao outro enquanto choravam. Tony podia sentir o corpo dela tremer em variações intensas, podia sentir a respiração dela contra o pescoço que estava molhado pelas lágrimas da mesma. Como era bom depois de todo esse tempo ter ela nos braços, mesmo que fosse apenas para reconforta-la.
Sentiu quando ela se afastou dele, ela não o olhou em nenhum minuto, não conseguia, secando os olhos com as costas da mão disse:
–Vá embora por favor.-se retesou assim que ele foi lhe tocar novamente.-Por favor.-sussurrou como em uma prece. Ele assentiu depois de lutar contra si mesmo, se levantou e saiu do dormitório calado e secando as lágrimas dos olhos.
Ela se encolheu no chão, abraçou os joelhos e ficou como uma bola, se encolheu até achar que a dor não chegaria até ela, até não poder sentir mais nada.
...
Esse era o terceiro apartamento que eles olhavam e parecia que seria esse, havia quatro quartos, todos com banheiros, dois deles tinham Closets , havia uma sala de jantar bem grande e a sala também era grande, havia lareira em todos os quartos e na sala quanto na de jantar havia também, as cores eram claras, mas mesmo assim Marie gostou. Havia uma enorme porta de vidro que deixava a amostra a sacada sendo castigada pela chuva, mas aquilo era perfeito, eles tinham que admitir.
–Sabe, já consigo visualizar tudo arrumado nessa sala.-Marie falou distante ainda observando o comodo. Clint riu e enfiou as mãos dentro do casaco molhado que vestia.
–Bem, eu achei esse o melhor do que os outros dois. Muito melhor.-Ele andou até a sala de jantar observando tudo.-Com certeza Andressa irá adorar.
–Espero mesmo que sim. Nem tive tempo de chama-la para ver, ela tem estado tão ocupada com a shield, mas acho que ela está bem lá, faz bem a ela sabe?
–Eu não concordo.-ele apareceu na sala novamente aonde viu Marie na porta da sacada olhando a chuva cair. Observando a cidade, os carros num longo engarrafamento causado pela chuva, ouvindo as buzinas incessantes, os gritos de alguns motoristas e até mesmo pedestres.
–Por quê?-virou-se para ele, um vento entrou pela porta que estava aberta e fez com que o cabelo negro e curto da mulher balançassem e a fizesse prender uma mecha atrás da orelha.
–Porque ele vai está lá, e eu não quero que as mesmas coisas aconteçam, como foi a alguns meses atrás. Ainda posso ouvir do choro dela, a forma que ela ficou depois que perdeu o bebê.
–Não é querendo que... Ela sabe o que está fazendo.-falou com firmeza encarando Clint.
–Era o que parecia quando ela se envolveu com ele, ela achou realmente que ele não iria fazer mal a ela, ela se entregou perdidamente para ele, eu via. Ela fez dele o mundo dela, um refugio, e o que ele fez?-deu um sorriso de puro sarcasmo encarando os olhos azuis de Marie.-Ele deu uma rasteira nela, puxou o tapete sem se importar com a queda que ela teria, sem se importar se as cicatrizes um dia iria cicatrizar.
–Não vamos pensar nisso agora.-andou até ele lhe tocando o ombro sem jeito, ela não sabia porque, mas Clint fazia seu coração disparar.-Esse apartamento é perfeito não é mesmo?
–É, é sim.-riu segurando as mãos da mulher.-Obrigado por está ao lado dela esses meses.
–Andressa é com um irmã para mim Clint, isso é o minimo que eu posso fazer por ela.-ele a encarou, parecia em busca de respostas sobre o passado da mulher.-Quem sabe um dia eu te conto?-perguntou divertida enquanto dava mais uma volta pelo apartamento, olhando mais uma vez os quartos principais.-Tá decidido, vai ser esse.-falou animada aparecendo novamente na sala.
...
Já era noite, quando ela finalmente tomou coragem para levantar, sentia os olhos pesar. Ainda estava nua, apenas com a toalha enrolada no corpo de depois do banho, se livrou do pano úmido e se vestiu rapidamente, estava com frio. Depois de calçar o tênis pegou óculos dentro da bolsa e saiu do dormitório. Caminhava em passos pesados e rápidos, nem mesmo percebeu quando bateu de frente com Jason.
–Está cego droga?-ela resmungou olhando para frente e dando de cara com Jason.-A, só podia ser você.-disse e voltou a andar.
–Seu humor hoje não está dos melhores não é mesmo?-ele riu andando atrás da mulher.
–Pare de me seguir droga, o que você quer Jason, por que não me deixa em paz?-Gritou virando de frente ao homem que ficou assustado.
–Me desculpa, mas o Fury pediu para que eu lhe informasse que ele espera por você na sala dele.-ele disse rapidamente.
–Desculpa e obrigado Jason.-deu um meio sorriso e voltou a andar, só que agora ia para a sala de Fury.
...
–Bem, champagne sempre é bom. Está gelado já?-Marie perguntou a Clint que voltava da cozinha.
Naquela tarde depois de sair do ultimo apartamento, Clint e Marie haviam passado em um mercado, tanto para comprar coisas que eles estavam precisando, quanto para comprar um champagne, queriam comemorar a compra do apartamento, no dia seguinte Marie iria acerta os últimos detalhes. Eles só esperavam a presença da morena para abrir a garrafa, queriam compartilhar o momento.
–Bem gelado.-sentou ao lado da mulher e pode escutar ela vibrar baixinho pela noticia da bebida gelada.-Quando acha que ela vai chegar?
–Não faço a minima ideia, tentei ligar para o celular dela, mas só deu desligado.-Cruzou os braços olhando para a TV desligada. Podia ver o reflexo dos dois refletidos na enorme tela plana, Clint coçou a cabeça de forma despreocupada e ela cruzou os braços.
–Sabe...-ele não terminou a frase, fazendo com que a mulher ficasse curiosa.
–O que?, o que você ia dizer?-a mulher virou de frente a ele, apoiando o cotovelo no sofá e apoiando a cabeça na mão.
–Nada, não era nada.-virou de frente para ela também.
–A aham, sei, não é nada demais. Clint, fique sabendo que quando começam a rase com "Sabe" é alguma coisa.-ele riram mais ainda, mas logo se calaram e ficaram se encarando, olhos verdes em olhos azuis, avaliando um ao outro, tentando ver no fundo da alma de cada um, mas aquilo não era possível, ainda.
Num ato, meio que sem pensar, Clint levou as mãos até o rosto de Marie, lhe acariciando com as costas da mão, ela fechou os olhos sentindo o toque do arqueiro, ela juntou a mão na dele e se aproximou mais, quando deu por si, as mão do mesmo estavam em sua cintura. Ela levou as mãos até a nuca do mesmo e aproximou o rosto dos dois, ela exitou durante alguns segundos, mas logo depois se rendeu aos lábios de Clint, macios e ágeis, ela pensou enquanto sentia a língua dele explorar a boca dela. Ela sentia o coração descompassado, assim como sentia o dele também. Ele não intendia o porque daquela mulher lhe causar aquele sentimento tão intenso.
A puxou para as pernas dele, a fazendo ficar de frente a ele, ele deu um sorriso entre o beijo, enfiou as mãos dentro da blusa da mulher e sentiu o corpo dela quente.
–Clint.-ela falou ofegante pelo beijo, o olhou, mas logo o beijou novamente, dando pequenas mordidas nos lábios do arqueiro.
–Ótimo.-eles escutaram a voz atrás deles, olharam rapidamente e viram Andressa. Marie levantou sem jeito de cima de Clint, mas já era tarde, Andressa entrava no quarto de hóspedes e se trancava lá.
–Andressa.-Clint tentou abrir a porta, mas foi em vão.-Andressa.-chamou mas mesmo assim ela não abriu.
–Andressa, por favor, abre a porta.-dessa vez quem pediu foi Marie, ela estava de braços cruzados e olhava para o chão, sinceramente, ser pega no flagra com o irmão da amiga não era uma coisa agradável.
–Não quero falar agora.-foi a única coisa que eles ouviram, e souberam que ela não iria abrir a porta.
Notas finais
Espero que intendam.
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