Notas iniciais
Heeeeeeeey, baby! Hoje é SÁBADO Eu queria agradecer aos 7 comentários do capítulo anterior, e queria dar um recadinho para os leitores fantasmas: APAREÇAM! Anyway, é agora que as coisas começam a ficar mais perigosas... ~Enjoy It~

Bloodstream

James sorri, e levanta o braço esquerdo, tornando visível um buquê de rosas vermelhas em sua mão.

– Eu estava passando por aqui e, bem, resolvi fazer uma visita. — diz, sorrindo galante.

A minha expressão de surpresa devia estar totalmente visível.

– Oh, ahm, — murmuro, pegando o buquê. — que gentileza a sua, James.

Sorrio sem graça para ele, que sorri mais ainda.

– Que nada, Clary, você merece muito mais. — diz, tocando minha mão.

Suspiro, olhando para nossas mãos, e sorrio amarelo para ele.

– Ahm... James, eu acho que estamos indo rápido demais. — sou direta.

Ele pisca algumas vezes, e torna a sorrir.

– Oh, desculpe. — diz, tirando a mão da minha. — Eu estou mesmo indo rápido demais.

Ele solta uma risadinha sem graça, e leva a mão a nuca.

– Mas, quem sabe se sairmos mais vezes, talvez... — murmuro, totalmente sem graça.

Ele olha para mim, e sorri de canto, totalmente envergonhado.

– Ah, sim, claro. — diz.

Sorrio e me levanto.

– Bem, tenho que arranjar um vaso para colocar as flores. — digo, sorrindo.

Ele sorri, e me segue pelo corredor.

– É, eu achei mesmo que fosse gostar. — escuto sua voz atrás de mim.

Sorrio.

– Eu amei, James, são lindas. — digo.

Passamos pela sala de Jace, e aproveito para dar uma olhada, já que sua porta estava aberta. Ele estava sentado em sua poltrona, falando ao celular, e quando passei, ele me seguiu com os olhos, estreitando os olhos ao ver James.

– É aqui. — digo, ao chegarmos em frente ao depósito.

James para ao meu lado, e abro a porta.

– Srtª.Fray. — escuto, e viro para o lado.

Jace Wayland estava parado em frente a sua porta, encarando a mim e a James.

– Oh, sim, Sr.Wayland? — pergunto, sorrindo.

Ele olha de James, para as flores em minhas mãos.

– Que eu saiba não está no seu horário de intervalo. — diz, me olhando.

Fico rubra.

– Ahm, é... — balbucio. — Eu só vim pegar um vaso para colocar as flores...

Ele mantêm o olhar firme.

– Certo, — diz. — depois venha até a minha sala.

Engulo em seco.

– Claro. — murmuro.

Ele volta a entrar em sua sala, e James olha para mim, com um sorriso culpado.

– Espero não ter lhe metido em alguma encrenca, Clary. — diz.

– Não, imagina. — digo, sorrindo calmamente.

Depois de achar um vaso no depósito, coloco as flores dentro do mesmo, coloco-as em cima de minha mesa.

– Bem, até mais. — diz, James, se aproximando de mim.

– Até, James. — digo, sorrindo.

Ele se aproxima mais de mim, e achei que fosse me dar um beijo na bochecha, mas para minha total surpresa, ele me deu um beijo rápido nos lábios.

– Até. — diz, se virando, e indo em direção ao elevador.

Toco meus lábios, e sorrio inconscientemente. Escuto alguém praguejar, e olho para o lado, vendo Jace me observando.

– Precisamos conversar. — diz.

Engulo em seco, assentindo. Entramos em sua sala, e ele se senta em sua poltrona, e eu me sento em um sofá em L, que ficava um pouco mais ao canto da sala.

– Sim, Sr.Wayland. — digo.

Ele fica me observando por um tempo, com a mão no queixo, e o dedo indicador acariciava os lábios.

– Tem uma regra básica que eu quero que saiba. — diz.

– E qual seria? — pergunto, arqueando a sobrancelha.

– Nada de convidados e/ou namorados no horário habitual de trabalho. — diz.

Respiro fundo, e pisco algumas vezes, mantendo o olhar firme no seu.

– Me desculpe, eu não sabia desta regra, — digo, e ele assente. — e mesmo que soubesse, James apareceu de surpresa, não planejamos nada.

Ele arqueia a sobrancelha.

– Entendo. — murmura. — Só queria que ficasse claro.

– Sei. — murmuro. — Era só isso?

Ele assente, e me levanto, abrindo a porta, e o olho por cima do ombro.

– E a propósito, ele não é meu namorado. — digo, e fecho a porta atrás de mim.

~X~

Depois de um dia cansativo de trabalho, eu estava largada em cima do meu sofá, olhando o News. Um cara havia matado cinco pessoas dentro de um circo na noite passada, entre uma delas estava o palhaço principal.

Não querendo ser chata mas, bem feito pro palhaço. Odeio palhaços, tenho medo de palhaços. Bem feito por ter morrido.

– É, menos um palhaço no mundo. — comento.

Escuto a campainha, e me levanto, indo até a porta, e abrindo-a. Havia um homem com um terno preto, e sapatos sociais também pretos, seus cabelos castanho-acobreados caiam como cascatas em seus ombros, e seus olhos azuis me observavam com curiosidade.

Eu conheço esse homem.

– Clary, quanto tempo! — exclama o mesmo, e ao ouvir sua voz, gelo.

Sebastian Verlac estava parado na porta do meu apartamento, sorrindo como se fossemos velhos amigos.

'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'

– Sebastian. — murmuro surpresa e assustada, depois de alguns segundos de trauma.

– Você está mais linda do que eu me lembrava. — diz sorrindo e me olhando dos pés a cabeça, demorando um pouco em meus seios.

Coro violentamente, e sinto um arrepio passar por meu corpo.

– Obrigada. — resmungo. — E parece que você deixou os cabelos crescerem...

Ele sorri malicioso.

– Eu me lembro que uma ruiva havia me dito que gostava de homens com cabelo comprido. — murmura. — E então, não vai me convidar para entrar?

– Não. — respondo.

Empurro a porta para fecha-la, mas Sebastian coloca o pé, atrapalhando.

– Qual é, Clary? Esqueceu os bons modos? — pergunta, sorrindo canalhamente.

– Esqueci, agora retire o pé. — mando, tentando manter a calma.

Ele bufa, e me empurra, passando pela porta, e trancando-a.

– Mas... — resmungo, assustada.

– Vai ter que fazer muito mais do que isso se quiser me mandar embora. — diz, sorrindo maldosamente.

Engulo em seco.

– Sebastian, sai.da.minha.casa.agora. — mando, entredentes.

Ele arqueia a sobrancelha, franzindo o cenho.

– Na realidade isso é um apartamento. — diz, sorrindo.

– SAI DAQUI! — grito.

Ele levanta as mãos no ar, rindo.

– Wow, calminha ruiva, ninguém aqui quer se machucar. — diz, divertido.

Suspiro, e abro a porta do apartamento.

– Eu vou contar até três e você sai daqui, se não eu vou gritar. — digo, raivosa.

Ele franze o cenho, mas continua parado no mesmo lugar. Abro a boca para começar a gritar, mas em passos ágeis, Sebastian já está na minha frente, tapando a minha boca.

– Você não vai gritar, eu sei. — diz, semicerrando os olhos, ameaçadoramente.

Engulo em seco.

– Duvida? — minha voz sai abafada por causa de sua mão.

Ele me observa por alguns segundos, e tira a mão da minha boca, olhando para o lado, ao mesmo tempo em que suspirava, e balançava a cabeça negativamente.

– Clary, Clary, Clary... você não sabe com quem está se metendo. — diz, voltando a me olhar, com os olhos semicerrados.

Engulo em seco, minhas mãos estavam tremendo. Ele segura meu rosto, e lhe dou um tapa na mão. Ele arqueia a sobrancelha rindo, e assente.

– Amanhã cedo eu passarei aqui, iremos dar uma volta no parque. — diz, indo em direção a porta.

– Oh, que pena, eu adoraria ir, — começo, ironicamente. — mas eu tenho trabalho.

Ele se vira, me encarando, e arqueia a sobrancelha novamente.

– Sério? — diz, e assinto. — Hum, ótimo, quando você...

– Eu trabalho até a noite. — corto-o.

Ele sorri.

– Ótimo, eu te pego depois do trabalho. — diz, sorrindo malicioso.

– Você não sabe aonde eu trabalho. — digo, convicta.

Ele sorri, e olha para a escrivaninha perto da porta, e vai até ela, pegando um papel, e levantando-o para eu ver.

EMPRESA WAYLAND — NEGÓCIOS

Engulo em seco.

– Mas, quem disse que... — tento arranjar uma desculpa.

– Te pego as 22h, Clary, esteja lá. — diz, malicioso e ameaçadoramente.

Engulo em seco, e o vejo sair do apartamento, e fechar a porta com um sorriso de vitória.

Meu corpo inteiro estava tremendo, e minhas mãos estavam suadas.

Eu não tenho medo de homens em geral, eu tenho medo de Sebastian.

Notas finais
Uuuuuuuuuuuuuuuuuuuh, agora sim as coisas estão andando *U* Eaê galera, que famoso vocês acham que combina com o Sebastian? Coloquem nos comentários que eu irei ver o que melhor se encaixa *U* Anyway, gostaram? Espero que sim =D Quero reviews u.u Kisses