So Cold
6 Palavras // Matt
Notas iniciais
Leiam e comentem , estou ansiosa para saber o que acharam :b
Como sempre,
Kiss ♥
Anteriormente em So Cold:
–Não precisam contar-me tudo… Só não mintam pra mim. Mentir não. — disse eu e percebi que uma lagrima rolava pela minha cara.
Ultimamente é só isso que faço: chorar. Porque estou a chorar? Estou tão cansada de chorar. E o meu interior respondeu-me " já não cabe mais dor aqui. Já está a transbordar, pelos olhos." Eu olhei para todos, à espera.
Atualmente em So Cold:
-Alexia... — avisou a Allison e eu abanei a cabeça em negação.
-Ninguém vai mesmo dizer?! Não é? — exclamei eu e ninguém me respondeu.
Virei as costas e comecei a andar para as escadas, mas o Gerard disse:
-Mas posso te ensinar umas coisas, é divertido. — eu virei-me e olhei-o desconfiada.
-Ela não está preparada! — exclamou o Chris e o Gerard abanou a cabeça negativamente.
Eu corri para o meu quarto, trancando-me até ser hora de ir para a festa da Lydia.
Quando me tinha acabado de vestir, bateram à porta e eu sussurrei um "já vai". Acabei de passar lápis, e fui até à porta, abrindo-a.
-Podemos falar, filha? — perguntou a Victoria e eu neguei, com a cabeça — Por favor.
-Lamento, mas não posso agora. — respondi eu, e fui buscar a prenda e a minha mala. E tirei de lá as chaves do meu carro.
-Não vais com a Allison? — perguntou ela, espantada.
-Ainda tenho carro, não preciso. — respondi , e acenei , saindo do quarto.
Passei por todos na sala e saí de casa, caminhando até ao carro. Entrei e arranquei até casa da Lydia.
Quando cheguei peguei nas minhas coisas, e saí do carro. Caminhei até à porta e bati. Foi aberta por uma Lydia sorridente.
-Parabéns! — exclamei eu, sorridente e abracei-a. Dei-lhe o presente e entrei — Espero que gostes.
Ela desembrulhou e abriu a boca assim que viu, beijou a mala de marca e abraçou-a. Era é sem duvida maluca.
-Oh meu deus! — exclamou ela e eu sorri largamente — Tão obrigada , amiga. Obrigada, obrigada.
-Não tens de quê, tinha a certeza que ias amar. — respondi, sorrindo convencida.
Nós rimos. E fomos para o jardim, ela deixou-me lá e foi para a porta, atender as pessoas.
Rapidamente chegou o Scott, Stiles e Allison com o Matt. Os dois rapazes caminharam até mim, depois de algum tempo.
-Olá, querida. — saudou-me Stiles e eu rolei os olhos.
-Olá Stiles e Scott. — saudei de volta.
-Oi Alexia. — disse Scott e eu sorri.
Começou a chegar muita mais gente e eu resolvi ir beber o ponche da Lydia, que me implorou para beber.
E depois, fui caminhar até o sitio mais longe do jardim, mas dei de caras com os meus pais. Espera... meus pais...mortos...
Cheguei mais perto, devagar e neguei com a cabeça.
-É tão idiota achares que alguém realmente se importa, que alguém te ama, e que algum dia alguém vai te ajudar. — disse a minha mãe e olhou-me com pena. Eu arregalei os olhos e senti os meus olhos marejados.
- Para de te enganar, Alexia! — gritou o meu pai e eu recuei , com medo — Não tens ninguém.
- Nunca tiveste, nem nunca terás! — exclamou a minha mãe. Eu estava a chorar. O tipo de choro que é silencioso e secreto. O tipo de choro que só eu percebia, ali.
-Mas dessa maneira, que estás agora, assim acabada... — explicou o meu pai, sorrindo — ... morta por dentro, se desaparecesses ninguém iria sentir a tua falta, Alexia. — e eu recuei mais, mas eles desapareceram e eu comecei a olhar à volta, quando bati em alguém.
-Alexia? — perguntou o Stiles.
-Deixa-me! — exclamei — Tenho de ir, há algo errado! — e corri para fora da casa, entrando rapidamente no carro.
E enquanto conduzi, as lágrimas tapavam-me a visão, dificultando a condução. Mas consegui chegar a casa, inteira mais ou menos.
Saí do carro, aos tropeços, como se estivesse bêbada, e é talvez eu estivesse, e entrei em casa. Subi para o andar de cima, e quando ía a passar perto do quarto da Allison , ouvi vozes e entrei. Vi o meu pai agarrado à minha mãe com uma faca e ela disse:
-Tem de ser agora, ajuda-me. — e ele agarrou na faca com as mãos dela e espetou-lhe na barriga e eu gritei extremamente alto.
O meu pai virou a cabeça , chorando e eu corri até à minha mãe, que ele deitava na cama da Allison.
-Não, não, não, não, pai, NÃO! Porque o fizeste? — perguntei eu a gritar , enquanto abanava a cabeça .
Ajoelhei-me perto dela e dei-lhe a mão.
Pov. Autora
Naquele momento os olhos da mais pequena brilharam intensamente, um azul brilhante e iluminante que iluminou todo o quarto escuro e gritou de desespero. Salvou a mãe, que se encontra mesmo perto da morte, salvou-a com apenas um toque. Mas mais do que isso, ela curou a parte lobisomem da mãe, reduzindo a transformação e colocando a mãe extremamente humana e acelerou a recuperação a ferida na barriga.
Alexia nem se apercebeu do que fez, nem do olhar que tinha.
O pai olhava tudo emocionado, mas com medo, não sabia que a menina podia curar um lobisomem da sua própria maldição, ele apenas sabia que ela podia dar força a um. Mas afinal pode, mas só aqueles que estão ainda em transformação, como a Victoria.
É verdade ela tem um dom, um dom bom. Mas que também pode ser usado para o mal.
Pov. Alexia
Ela abriu os olhos e inspirou fundo, sentando-se.
-Mãe, mãe, por favor... — sussurrei eu e ela olhou-me a sorrir — Pai, chame uma ambulância, rápido!
Ele retirou-se e foi chamar uma ambulância , do telemóvel , que chegou imediatamente.
Os paramédicos levaram-na para o Hospital e nós fomos no carro atrás, sem trocar uma palavra. Ele ligou para a Allison durante o caminho.
Chegamos e ficamos na sala de espera, quando chegou uma Allison lavada em lagrimas e correu até nós.
-Ela está bem?!!! Diz-me que sim, por favor... — gritou ela e eu abracei-a com força e ficamos as duas a chorar, quando sentimos o pai abraçar as duas.
-Ela vai ficar bem... — sussurrei-lhe eu, quando nos larga-mos e ela começou a rir e a chorar ao mesmo tempo, assim como eu.
-Que aconteceu, pai? — perguntou ela e eu baixei a cabeça.
-Falamos em casa, melhor. — respondeu ele e assentimos.
Ficamos lá até mais tarde, mas quando acordei de manha já não estavam lá e eu tinha uma mensagem no telemóvel, da Allison "Temos de ficar em casa o dia todo. Coisas sobre a mãe para tratar. Fica aí. — Allison", depois de ler apenas rolei os olhos e fui comer algo na maquina, depois voltei para o banco e fiquei lá até à noite.
Algo tempo depois da 00:00 , uma senhora veio ter comigo.
-Alexia? — perguntou ela e eu assenti. — Melissa McCall, o Scott falou-me bastante de ti.
-Prazer — disse eu apertando-lhe a mão.
-Lamento pela tua mãe , querida. — pediu ela e eu sorri tristemente.
-Ela vai ficar bem . — respondi e ela assentiu.
-É pedir muito, mas podes levar-me até á delegacia, estou sem carro. — pediu ela e eu olhei para o quarto da minha mãe. — Sei que é pedir muito, mas...
-Tudo bem, eu levo-a Senhora McCall, deixe-me só deixar bilhete no guiché. — respondi e ela entregou-me uma folha, junto com uma caneta onde escrevi " Vou levar a mãe do Scott até ele, na delegacia, venho logo que puder x — Alexia" e deixei no guiché com outra senhora, para entregar no caso de alguém me procurar.
-Podemos? — perguntou ela e eu assenti.
Ela seguiu-me até ao carro e entramos. Indicou-me onde era a delegacia e chegamos.
-Podes ir, Alexia. — disse ela e eu neguei e disse:
-Não , eu vou consigo e depois trago-a, Senhora McCall. — ela sorriu e corrigiu:
-Melissa, por favor. — eu assenti e saímos do carro.
Tranquei-o e fomos até à porta, que a Melissa bateu. Esperamos um tempo até abrirem, e era o Matt com o Scott.
-Entrem, agora! — gritou o Matt e nós entramos, e notei que ele tinha uma arma apontada ao Scott.
-Oh meu deus, baixa isso, por favor. — pediu a Melissa e eu comecei a encostar-me a uma parede que dava para uma esquina, sob o olhar discreto do Scott.
-Posso disparar no seu filho. — avisou ele — Só dar mais um passo...
Eu consegui chegar à esquina enquanto ele estava distraído com a Melissa e corri , silenciosamente, até à zona das celas, mas estava muita gente morta pelo caminho. Eu estava desesperada, e ouvi alguém atrás de mim, então comecei a correr mais e entrei num sitio onde estava o pai do Stiles, acorrentado com algemas e o Stiles, junto com o Derek no chão.
Eu ía dizer algo, já que todos me olhavam com olhos arregalados, mas ouvimos um som de tiro e eu encostei-me à parede da esquina, para ele não me ver, o psicopata que beijou a minha irmã.
Quando vi que ele não vinha, desencostei-me da parede e cheguei-me mais para o meio da sal e vi uma criatura. Não uma qualquer , mas aquela criatura lagarto daquela noite. Arregalei os olhos e aquilo começou a andar na minha direção.
-ALEXIA! — gritou a voz, dele — ONDE ESTÁS?! — e aquilo já estava quase ao pé de mim, quando ele passou a esquina, juntamente com o Scott, ferido na barriga e a Melissa a implorar para salva-lo e viu-me, sorriu.
-Deixa-me salva-lo, ele precisa de um medico! — exclamou ela, novamente e ele empurrou-a para dentro da mesma cela do pai do Stiles .
-Não vê, que ele não precisa ser salvo? Ele cura-se, meu deus! — gritou ele, ironicamente.
O lagarto ouviu o gritar do Matt e correu até mim , empurrando-me contra a parede com foça , então gritei alto.
-Quero apresentar-te o Jackson, ex-namorado da Lydia, o meu Kanima. — apresentou ele e depois acrescentou — E Jackson, esta é a Alexia. -Eu estava em choque e tinha a cara molhada das lagrimas. — Larga-a. — e ele colocou-me no chão.
-Oh meu deus... — sussurrei eu e todos me olhavam alarmados.
-Vocês são um máximo a guardar segredos. Tu também não sabes, não é? — perguntou o Matt, rindo — Não importa. Fica aqui Jackson, eu e o Scott vamos ter uma conversa. — e eles saíram , deixando-me ali.
Devagar, passo-a-passo, cheguei-me até ao Stiles e ao Derek e ajoelhei-me, de olho no Kanima.
-Que têm? — perguntei a eles.
-Estamos paralisados, pelo liquido do Kanima. — explicou o Derek, tentando se mexer.
-Posso fazer algo? — perguntei a eles.
-Podes magoar-me, aleija-me. — pediu o Derek e eu arregalei os olhos.
-Uma faca dá? — perguntei , e o Stiles perguntou espantado:
-Tens uma faca no vestido? — e eu assenti.
-Despacha-te, sim dá. — apressou o Derek.
Tirei a faca da liga na perna, por baixo do vestido e eles arregalaram os olhos, rolei os meus, e baixei o vestido.
Cheguei até ao Derek e ele mandou:
-Espeta-me e tira, na perna, vá! — e eu levantei-a e espetei-a, lembrando-me da minha mãe por isso fechei os olhos, e depois tirei-a . Ele gritou.
-Desculpa. Mas para quê isto? Vocês são malucos, ó quê? — perguntei e recuei , vendo o Kanima seguir os meus passos. Então parei rapidamente.
-Vou curar-me e isso vai extrair o veneno. — explicou o Derek e eu abanei a cabeça nem ligando ao que ele dizia. Estava a olhar para a Melissa , que estava do lado das grades, assustada como eu.
De repente as luzes apagaram-se e acenderam apenas as de emergência, pouquíssimas mesmo, e começaram a ouvir-se montes de tiros.
-BAIXEM-SE! — gritou alguém e eu baixei-me colocando-me de baixo de uma mesa, que encontrei no escuro, encolhida o suficiente para ninguém me ver.
Comecei a ouvir gritos e pareciam pessoas a lutar, junto com o Kanima e tudo e vi a Allison, com o Chris mas rapidamente saíram para as traseiras.
Eu ouvi a Melissa a gritar:
-NÃO, NÃO! FILHO... — e olhei para ele, que estava com os olhos dourados e transformado em.... lobisomem? Não.
Eu encolhi-me mais , e chorava silenciosamente com a mão na boca para não gritar , mas algo se colocou na minha frente e baixou-se , o Matt.
Encolhi-me mais e ele puxou-me pelo pé, tirando-me debaixo da mesa, e fazendo-me gritar alto, mas parecia que ninguém me ouvia. Tudo ficou em camara lenta.
O Derek estava com os olhos vermelhos e também... transformado e o Stiles estava no chão a tentar salvar o pai, mas escondido e os nossos olhares cruzaram-se, ambos chorávamos e depois tudo foi muito rápido.
O Matt agarrou-me pelos cabelos e levantou-me , o Scott viu-me mas o Matt mandou o Kanima ir atrás dele e então puxou-me com força e levou-me para as traseiras, arrastando-me.
-Para! — gritei eu para ele, mas ele puxou com mais força e depois empurrou-me contra a parede.
-Sabes quando não se pode ter uma irmã, aproveita-se de outra. — disse ele , sombriamente. Eu tentava me soltar-me ele era forte.
-Estás enganado. — avisei eu e ele abanou a cabeça sorrindo, e começou a puxar-me pelos braços com força, em direção à parte detrás.
- Eles vão-me ajudar, eu sei que sim! — exclamei, ao mesmo tempo que gritava de dor. Ele olhou-me brevemente e riu maldosamente.
-É tão estupido, mas tão estupido achares que alguém se importa, que algum dia alguém vai te ajudar, mesmo. — disse ele, com amargura e eu lembrei-me das palavras dos meus pais da outra noite.
- Para de te enganar, Alexia! — gritou ele — Tu és parecida comigo. Ambos não temos ninguém. — a esta altura eu já chorava silenciosamente, tal como na outra noite.
Chegamos até às traseiras e ele largou-me , finalmente, e apontou-me a arma, eu recuei.
-E pessoas que não têm ninguém estão sempre prontas para morrer! — disse ele , abanando a cabeça em forma de gozo.
-É difícil quando sentes falta das pessoas, eu sei, acredita. Mas sabes, se sentes falta delas, quer dizer que foste sortudo. Quer dizer que tiveste alguém especial na tua vida, alguém que vale a pena sentir falta, Matt. — expliquei eu e ele riu alto.
-PORQUE DIZES ISSO!? — perguntou ele, a gritar — ESTÁS A CHORAR, CHORAS-TE A MORTE DOS TEUS PAIS! E LAMENTAS O FACTO DE NÃO TERES NINGUEM, PORQUE SABES QUE É VERDADE, ALEXIA! — eu tentei aproximar-me para tirar-lhe a pistola, enquanto eu chorava, mas ele apontou-a novamente e disparou, eu ouvi.
Olhei para mim, mas estava bem, não estava ferida e ele avisou:
-A próxima vai ser em ti. — eu ainda chorava. — Tu és tão diferente da Allison , na personalidade, digo. Tu neste momento não estás a pensar no facto de estares a morrer, estás a pensar no facto de eles lá dentro poderem estar a morrer. Mesmo não entendendo nada disto. — e fez um gesto com os dedos.
Eu ignoro o meu medo. Quando eu tomo decisões, eu finjo que ele não existe, é isso que faço. E é o que vou fazer.
Olhei-o nos olhos e assenti. Corri na direção dele, apanhando-o desprevenido e surpreso, e mandei-o ao chão agarrando-me à pistola que disparou em diversas direções menos nas nossas, agradeci, e eu consegui mandar a pistola para longe.
Ele agarrou-me nos pulsos e virou-me no chão, ficando por cima.
-Má escolha! — exclamou ele e levantou-me do chão, e empurrou-me para o lado oposto, para o chão cheio de vidros e quando caí senti ser espetada em todo o corpo .
Gritei e de repente ouviu-se um barulho da porta dos fundos. O Matt correu na direção do portão, direção oposta e saíram de lá a Allison, o meu pai e o Stiles (mal coitado) e o pai dele e todos correram até mim.
Eu deixei de ver alguma coisa porque fechei os olhos, devido às dores e quando elas se intensificaram u gritei alto, em desespero.
-Oh meu deus, oh meu deus, oh meu deus, tanto sangue... — começou a dizer o Stiles desesperado.
-Pai, é minha culpa, minha culpa!- exclamou a Allison e eu dei outro grito de dor.
-Calma. — pediu ele e depois acrescentou para mim — Vou levantar-te está bem, Alexia? — eu apenas dei outro grito.
Ele pegou-me ao colo, tendo cuidado para não se espetar nos vidros e levou-me para o carro, juntamente com o Stiles e com a Allison.
Pov. Autora
Tinha sido demais para ela, e mesmo assim muito ela aguentou. Desde todas as palavras cruéis até à arma apontada mas a justiça já tinha sido feita, ele estava morto. E o Kanima, tinha outro mestre.
Iam em direção ao hospital veterinário, segundo o Stiles o mais perto, no carro do caçador e quando chegaram o Stiles foi chamar o Dr. Deaton para o ajudar a tirar a Alexia do carro.
Todos ajudaram e levaram-na para dentro, que ficou aos cuidados do Dr. , recomendado pelo Stilinski. Os restantes ficaram sentados nos bancos esperando.
O Stiles decide ir ligar para Scott, que atende no primeiro toque.
-Scott, meu... - saudou o rapaz e o outro respondeu:
-Stiles, a minha mãe não me quer ver... - Stiles apenas baixou a cabeça desolado.
-Temos problemas um bocadinho mais urgentes. — avisou ele Scott parou de falar. — A Alexia estava com o Matt, tinhas razão.
-Levou um tiro? — perguntou Scott, preocupado , mais do que queria aparentar, talvez pela razão de se preocupar com a rapariga e considera-la uma melhor amiga. Ou talvez pelo facto de conhece-la à pouco tempo e parecer que a conhece desde sempre.
-Não! — gritou Stiles e corrigiu — Cortou-se toda com vidro , espero que fique bem.
-Onde estão ? — perguntou o cocapitão da equipa de Lacrosse .
-Hospital veterinário. — respondeu Stiles.
-Levaste-a ao Deaton? - perguntou o Scott , alarmado.
-Ela vai saber de tudo na mesma. - respondeu ele, olhando para a familia dela, desolada.
-Tens razão, estou a ir para aí. - avisou Scott e Stiles desligou sorrindo.
Stiles voltou a sentar-se perto da familia de sua amiga, recentemente ferida e perguntou:
-Ela vai ficar bem, não vai? — Allison , que já sabia o que a irmã era olhou para o pai e de seguida respondeu:
-Sim, ela vai ficar bem. Deve curar-se logo que se tirar os vidros, visto que ficou com uns genes temporários de lobisomem.
Stiles não entendeu, mas sabia que teria uma explicação mais tarde.
A verdade é que ninguém entendia. Até o Dr. Deaton sabia o que ela era, logo que Scott falou nela, e todos os seres sobrenaturais conheciam a Lenda. Talvez não toda, mas conheciam.
Porque nunca ninguém esquece uma coisa interessante que ouviu, não uma lenda destas. Seja ela verdade ou mentira.
Notas finais
No próximo capitulo é provavelmente só explicações (para a Alexia, e sobre o que a Alexia é) tudo vai ser explicadíssimo. Não percam :b
Como sempre,
Kiss ♥
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