Snow Sanshoku

1 Neve, meu mundo, meu sol!


Notas iniciais
Dedico Snow Sanshoke para Camila, uma grande amiga, que deste que postei minha primeira história vem me acompanhando e pedindo por mais e mais. E isso me deixa muito contente! Milinha, eu, embora tenha sumido assim do nada, não esqueci do seu aniversário! Como presente escrevi está fanfic para ti! Happy Briday !! Espero que goste!

Snow

A neve, mundo monocromático e meu sol!

Milo,

Para termos chance no futuro, eu tinha que fazer as pazes com o passado.E para isso eu precisava de tempo.Espero estar melhor em um ano, e estar sentado com você saboreando um bom vinho e escutando The Smiths.

Mas se não estou, não é porque não o amo, porque eu o amo.E não é porque eu não sinto sua falta, porque eu já sinto.Isso só significa que ainda não estou melhor,

e que essa história não acabou ainda.

Com amor, Kamus.

Embrulhei a carta fazendo uma bola nas mãos, amassado-a aos poucos. Ler as palavras contidas no papel me deixava irritado. Irônico, pois as palavras ali foram escritas por mim mesmo. A carta já se encontrava bastante amassada, isso devido a várias vezes que ameacei de jogá-la fora, mas nunca tive a coragem. Assim como também jamais tive a coragem de enviá-la ao seu destino.

Ver os flocos cair da abobade celeste noturna. Ver os pontinhos brancos se misturarem em uma cor dupla, uma cor monocromática. Um negro perto de um branco.

Solidão e melancolia são isso. E é isso que eu sinto, em meu peito, coração!

O branco perto; perto de mais do negro e as cores se misturam em uma só e de tudo apenas uma nasce; o preto. O lado escuro da vida e mesmo que esteja nessa imensidão branca e imaculada à única coisa que vejo é preto.

Houve uma fase na minha vida em que vi tudo preto e branco, também cheguei a ver as coisas coloridas. Os lados pink's da vida, como muitos dizem: a vida é multicolorida!

O inverno vem e junto dele vem à neve branca, fofa e bela. As folhas não estão mais na rua a voar de encontro ao meu rosto, os galhos já não soltam mais folhas para que elas possam voar de encontro a mim.

Sinto-me só, mas porque só?

Eu não sei, não entendo bem essa dor de perda e solidão.

Nessa época em que neva, seguro a sua mão congelada.

Konayuki ga mau kono kisetsu ni kajikan da kimi no te wo nigiri

E prometo a você que te farei feliz com minhas próprias mãos

boku wa kimi ni yakusoku suru yo boku no te de kimi wo shiawase ni suru to

O frio vem a mim, eu paro e olho o céu e lá está ela, a cair com todo seu esplendor. Os vários pontinhos brancos caem no meu rosto, sinto o frio desses pontinhos que logo se transformam em água que escorrem pela minha face. Sinto tudo isso, nos mínimos detalhes. A sensação de sentir o gelo derreter-se na minha pele quente e se transformar em segundos em água.

Quente... Agora eu me lembro, foi você. Deixas-te meu corpo quente, com suas palavras doces e toques repletos de volúpias. Teus beijos apaixonados e aquela frase...

_Maldita frase! – rogo baixinho.

O vento ressoa, parece gritar e o que escuto é teu nome. E me pergunto por que teu nome?Com tantos outros nomes, justo o seu?

Elevo minha mão no ar como se alguém a segurasse. Tomei esse habito de erguer minha mão no ar, e passar a andar como se alguém a segurasse. Então, viro meu rosto para dizer algo e vejo que não há ninguém ali, é apenas a minha imaginação.

Delírio.

Vejo pegadas na neve, estão aos poucos se desfazendo, as marcas antes feitas, a trilha deixada por alguém se desfaz ao poucos.

No caminho onde se acumula a neve continuam as pegadas de duas pessoas

Konayuki ga furitsumoru michi ni futatsu no ashiato ga tsuzuiteku

A canção que me cantas deste quando nos conhecemos vai diminuindo em minha mente, na medida em que ando. Como um rádio que aos poucos vai perdendo o seu volume, vai ficando baixo; baixinho até que não mais se escute.

A neve refletida pela luz do luar colore este mundo com o silêncio e a cada momento em que piscávamos, ficávamos admirando tal paisagem apenas eu e você. Só nos dois... E foi em uma noite assim, como está nessa noite, em que você me olhou profundamente e me sussurrou:

_Eu te amo, mas tudo bem. – sorriu.

Fiquei um tanto confuso, aturdido. Levantei-me aflito e passei a fita-lo de forma solene. Mas confesso que meu coração se acelerou, estava feliz, eu acho. E então, como um conto de fadas você levantou e beijou meus lábios frios e trêmulos. Sua saliva quente, tua língua a brincar com a minha, exigindo espaço e resposta a teu ato ousado. Separei-me de ti e o repeli, a falta de ar junto com a golfada de ar frio em meu rosto me deixou zonzo. Você, me vendo um tanto debilitado me amparou me puxando para mias próximo de teu corpo aconchegante.

Naquele momento você elevou meu rosto e disse em um sussurro, para que apenas eu escutasse.

_Desejo que nunca mais nos separemos, vamos aproximar os nossos corações.

Levou minha mão até teu peito e eu a espalmei sentindo o palpitar de seus batimentos, e eram como uma doce sinfonia. Acalmei-me e fechei meus olhos naquele instante.

Meu maior erro!Entregar-me a ti dessa maneira. O momento foi como um conto de fadas, você me acariciando os fios rubros, tocando minha pele alva com o dedo e murmurando coisas boas em meu ouvido. Relaxei ao ver meu coração bater rápido e descompassado, como um bobo apaixonado.

Um verdadeiro idiota apaixonado.

E a neve ali ainda caindo em nossos espessos casacos de couro, seus fios loiros cobertos pela neve branca e o luar no céu. Ao abrir meus olhos eu vi, eu pensei:

“Eu sei que você vai embora pela manhã, quando acordar. Deixe-me com alguma prova de que isso não foi um sonho.”

E você sorriu. Um sorriso sincero, feliz. Pena que minhas palavras, meus gestos, o momento, tudo e nada, não eram sinceros como você foi.

_Não seja frio comigo! Por favor, não me faça de babaca... – pediu manhoso.

Levantei meu olhar e tentei murmurar algo. Delicadamente tocas-te meus lábios pedindo por silêncio. E o dei, os fechei e permitir que fizesse o que queria, desejava-se. E você fez...

_É tão difícil para você aceitar tudo isso? É tão difícil dizer o que sente por mim? Por favor, diga-me, eu quero escutar. – afastou-se deixando um espaço entre os nossos corpos antes unidos. Estendeu a mão no ar e sorriu sedutor.

_E-eu... – murmurei receoso.

Eu nunca quis amar você, mas tudo bem. Afinal, eu sempre soube que eu te abandonaria de qualquer modo. Pois quando eu te vejo, eu me vejo.

Talvez esse seja um castigo justo para aqueles que não possuem coração: só perceber isso quando não se pode mais voltar atrás.

_Porque é difícil... – murmurei virando de costas, olhando o vago, o nada.

Neste momento me senti frustrado, fútil um perfeito idiota a mercê de ti. E eu não entendo o porquê, não vejo argumentos. E quando eu me virei para vê-lo novamente, você me olhava inexpressivo.

_Porque gostar de alguém é complicado? – comentei solene e indiferente. Empurrei uma mecha de meu cabelo e a coloquei para trás da orelha.

_Dizem que teu coração é como as geleiras... – ouvi tu me dizer, bagunçava os fios de seu cabelo. – É frio, sem sentimentos e não tem amor por alguém. Mas acho que não é assim, eu não te vejo assim...

_O que ...

_As geleiras estão derretendo Kamus, depois de muito tempo elas estão derretendo. Derretem com o calor, o calor é quente e tudo que é frio derrete perante ele. E o calor vem do sol...

Observei-te, meu olhar diretamente em ti, franzi o cenho. Cruzei meus braços na altura do peito. Ele me evitou, evitou um olhar direto.

_Quer ser meu sol? – perguntei baixo.

E ele sorriu de um lado a outro, mostrando seu belo e sedutor sorriso.

_Quer que eu seja teu sol Kamus?

_Não me responda com uma pergunta Nicholas! – exclamei e mesmo antes que pudesse argumentar algo mais, ele se aproximou. Tão rápido e sutil.

_Posso ser teu sol Kamus? – tocou meu queixo e me fez olhar diretamente em seus olhos. Íris de um azul límpido e profundo.

A resposta veio... Veio tão depressa quanto minha mente havia formulado. Ele arregalou as íris e me soltou lentamente, meus olhos encheram-se de água. A neve caía em meu rosto e se transformava em gotas que rolavam junto a minhas lágrimas.

Ao menos minhas lágrimas não estavam mais na solidão. E isso chega a ser irônico.

_Eu sinto muito...

_Agora vejo, é realmente difícil para você não é? – perguntou baixo.

Não respondi, desviei o olhar que era direcionado a mim, me afastei olhando a neve. A paisagem antes bela, aos poucos perdia suas cores passando do colorido, ao preto e branco até ficar tudo preto.

_Me diga... – pediu rouco. – Me diga mesmo que seja em Chinês, Alemão, Italiano, Francês e o caralho a parte! Mas me diga...

_Não vai desistir não é mesmo?

_Queria ser a exceção, mas pelo visto não vou ser Kamus... – ele abriu os braços e sorriu. Um sorriso forçado.

Talvez eu saiba, em algum lugar, no fundo da minha alma que o amor nunca dura e nós temos que arranjar outros meios de seguirmos em frente sozinhos ou manter a cabeça erguida. Eu sempre vivi assim, mantendo uma distância confortável. E até agora eu jurei pra mim mesmo que eu era feliz com a solidão, porque nada disso nunca valeu o risco.

_Não vai ser. – respondi.

Deste esse dia, se passou exatamente um ano. Um ano de mentiras e de pensamentos vagos. Quando acordava simplesmente me sentia frustrado, no mundo da lua e vezes ou outras acima do stress. Lembro das palavras ditas pela sua boca, os lábios carnudos a dizer coisas doces a mim.

Durantes dias, semanas e meses o único nome que me vinha em mente era o seu! E depois de um ano, um longo ano venho no mesmo lugar em que você me deixou. Quando paro para apreciar o lugar novamente a maldita canção vem em minha mente.

Nessa época em que neva, seguro a sua mão congelada.

Konayuki ga mau kono kisetsu ni kajikan da kimi no te wo nigiri

E prometo a você que te farei feliz com minhas próprias mãos

boku wa kimi ni yakusoku suru yo boku no te de kimi wo shiawase ni suru to

No caminho onde se acumula a neve continuam as pegadas de duas pessoas

Konayuki ga furitsumoru michi ni futatsu no ashiato ga tsuzuiteku

Desejo que nunca mais nos separemos, vamos aproximar os nossos corações

mou nidoto hanareru kotonaku otagai no kokoro wo yorisowasete yukou

_Desejo que nunca mais nos separemos, vamos aproximar os nossos corações... – repito vagamente com tom rouco à letra da musica, tento canta-la, mas não consigo.

Por mais que me esforce eu não consigo me lembrar do final dessa melodia melancólica.

_Kamus...

_Diga...

_Vou voltar á Grécia! Mas quando eu voltar eu quero escutar, quero que me diga o que desejo escutar...

_Não posso prometer. Volte para Grécia. – respondo frio, vendo os pontos brancos caírem do céu negro.

_Não vai falar não é mesmo? Tudo bem, eu entrego meus pontos! – levantou os braços no céu. O vi suspirar forte e virar o corpo. – Adeus ...

_ Não vá, fique aqui ao me lado, seja meu sol... - pensei, abri meus lábios para dizer, mas o som não veio e às palavras ficaram mudas. O que ficou foi apenas eu, em uma imensidão branca; sozinho.

Hoje ao me recordar de tais fatos eu simplesmente deixo passar, tudo. As palavras ditas por você, minhas mentiras cínicas e vagas. Ao me encontrar no mesmo local de antes, no mesmo local de um ano atrás eu vejo que fora tudo vago e falso.

Tudo isto parece estranho e falso e eu não vou desperdiçar um minuto sem você. Meus ossos doem, minha pele está fria e eu estou ficando tão cansado e tão velho.

A raiva me corrói por dentro e eu não quero sentir esses pedaços e cortes, porque eu quero tanto abrir meus olhos, e não ver o meu conto de fadas.

_Você me disse que voltaria Milo... – murmurei sozinho, para mim mesmo, mas desta vez eu não segurei as lágrimas que antes eu guardei no fundo da alma, elas maldosamente saiam, fluindo pela minha psique.

_Você disse que voltava... – murmurei de novo e de novo, mais e mais vezes.

As pessoas que passavam ao me redor não ligavam de ver um estranho chorar, nesse mundinho cinzento que é hoje.

_Quero meu mundo colorido novamente, volte e seja meu sol Milo... – supliquei, colocando minha mão na boca. Os soluços iam aumentando, me sinto zonzo e com dores. A falta de ar também incomoda, mas eu não ligo.

Agora eu percebo o meu erro, no mundo da qual me trancafiei durante anos até o dia que você apareceu. No mundo que eu pensei ser real. A minha realidade. Justo eu que pensava ter um forte controle sobre a realidade.

_As geleiras derretem Kamus...

Ouvir essas palavras vindas de teus lábios, teu som, sentir teu cheiro único e másculo. Eu percebo hoje o que quis dizer com tais palavras ocultas em sua frase. Você descobriu o meu erro, minha fraqueza.

Para que as mãos que juntamos não se percam para que não possamos romper a ligação

Tsunaida te ga hagurenai you ni kono kizuna ga togirenai you ni

Eu prometo aqui mesmo que te farei feliz com minhas próprias mãos

boku wa koko de yakusoku suru yo boku no te de kimi wo shiawase ni suru to

Todas as mentiras ditas por você eram verdades, eu acreditei que em meu mundo monocromático, elas eram mentiras... Verdades falsas! Era no que eu acreditava, e hoje aqui no mesmo lugar onde nos conhecemos e nos separamos eu vejo os meus erros, os teus erros, os nossos erros.

Tuas mentiras, nossas mentiras e acima de tudo as minhas mentiras. Coisas que eu pensei saber, mas não sei. Palavras que acreditei não fazer parte do meu ser.

_Sinto tua falta... – murmúrio.

_Também senti tua falta ágape!

Escutar essa voz, porque sinto você, sua presença teu cheiro!Tua voz... Milo.

_Milo? – viro-me e te vejo.

Os fios loiros as íris azuis, de um azul que sempre amei. O perfil, o corpo viril, o cheiro másculo, o sorriso sincero e os lábios carnudos. Tudo!

_Quando perguntei por você... – desvia o olhar um tanto receoso. – O Hyoga me disse que você havia saído, e bem não tinha voltado. Já passa da meia noite, e bem... Eu fiquei preocupado com você. Imaginei que estaria aqui e acertei...

_Porque ficou preocupado?

_Oras... – vejo teu nervosismo.

Antes que possa dizer algo, um argumento, qualquer coisa que me impeça de dizer o que sinto vou até você, beijando teus lábios. A mesma textura com o mesmo calor, a língua ousada.

_Milo... – sussurro.

_Isso tudo é saudade? – pergunta me com um sorriso matreiro nos lábios.

Eu nego, e ele vira o rosto olhando um ponto vago qualquer. E mais uma vez eu repelir aquele eu amo, não que eu seja estabanado. Mas sempre conseguir repelir as pessoas que estão ao meu redor.

_Se passou muito tempo e você ainda não mudou nada. Continua o mesmo de sempre. – comenta e eu o fito.

Entendo aonde ele deseja chegar, então sorrio.

_Se passou apenas um ano Milo Nicholas. Um ano não é muito tempo, para sua informação. Um ano passa rápido, como um susto.

Ele me olha solene e eu apenas encaixo meu rosto ao teu cangote, roçando meu nariz em teu pescoço.

_Kamus durante esse ano todo em que passei longe, eu andei pensando muito e me pergunto se é apenas eu.

_O que quer dizer? – arqueio a sobrancelha.

_Não dá para se amar alguém sozinho... – ele murmura. – Quando disse que ia voltar à Grécia eu também disse que voltaria para saber a sua resposta. E acho que chegou a hora, na primeira vez eu tentei forçar que falasse.

_Mas não deu muito certo... – comentei baixo.

_Você se trancafiou em seu mundinho quando estávamos juntos, eu não conseguia fazer, dizer nada.Eu te amo, mas não da para amar alguém sozinho.

Tsunaida te ga hagurenai you ni kono kizuna ga togirenai you ni

boku wa koko de yakusoku suru yo boku no te de kimi wo shiawase ni suru to

Cantei com a voz rouca e baixa, ele escutou e me empurrou para que pudesse fitar meus olhos.

_Por que está chorando? — pergunto.

_Felicidade talvez...

_Não quero perder um momento sequer sem ti Milo! – sussurro, antes de beija-o com sofreguidão e amor.

_Eu te amo...

_ T'aime ma chérie. – murmurei entre os beijos trocados.

_Obrigado...

_Pelo quê ?

_Por não desistir de mim.

_Eu te disse antes, lembra-se... – se aproxima mais perto, teu rosto perto do meu.

_Sim me lembro... – ergo meus olhos para ve-lo melhor. – Quer ser meu Sol ?

_Não tem medo de derreter ? – vejo teu olhar sapeca.

_Milo... – toco teu rosto e acaricio lentamente. – As geleiras derretem com o passar dos anos.

Vejo tua felicidade, nossos lábios se uninem em um só beijo, caloroso.Minha paixão e a tua paixão por mim.Meu coração se acelera tão rápido e com os segundos eu sinto a falta de ar.Nos separamos e vejo teus olhos limpidos e chorosos.

The End

Notas finais
Ok, antes de tudo: Eu peço desculpas a todos pelo meu sumiço, mas é que eu tenho bons motivos, acreditem não é desculpa. Primeira eu estava de luto, sim passei por uma fase de perda de alguém muito querida em minha vida, e não tinha a menor paciência para escrever, postar... Enfim, mexer no computador. Segundo, estou no terceiro ano do ensino médio e bem como toda boa garota eu estou fazendo pré-vestibular, ou seja, cursinho intensivo. Osso? Sim é, mas tenho que me esforçar muito para não decepcionar a mim mesmo e a mamãe. Então meu horário segue simples, escola na parte da manha e depois cursinho até o final da tarde e bem à noite eu faço meus deveres e ajudo minha mãe com os preparativos para a chegada de minha nova irmãzinha!Claro que isso não é todo dia, mas enfim, estou sem tempo e quando tenho tempo é apenas aos sábados e domingos! Ufffa! Mas calma lá, eu não esqueci do Nyah, pois amo escrever e adoro ler fanfics dos autores que gosto muito. Então a partir deste sábado eu só vou postar nos finais de semana e feriados. Então pessoas, era apenas isso mesmo, agradeço a compreensão. Então,Mila gostou do presente? Espero que sim e por falar em presente tenho outro para entregar! o// Biaaa-san! ( Ela vai me matar pela demora em postar .-. ) Obrigada a todos que leram a fanfic! Até a proxima!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!