Smiles Amid Tears

16 Um mistério a menos.


Notas iniciais
eu sei que vcs vão gostar, tava devendo as "informações" desse cap a vocês :P
desfrutem!

[...]

– Aí cara, se lembra daquela parada que eu te contei? – perguntou Lucas a seu amigo.

– Lembro. E daí? –Daniel respondeu sem se importar muito.

– Você acha que eu tenho que contar a verdade pra Bella. Que o pai dela...

– Abre a porta Danieeeeel! – gritou Isabel de fora do apartamento dos garotos.

– Depois tu responde. Agora vai abrir a porta pra tua namorada histérica que tá gritando lá. Há, há. – o moreno de cabelos castanho riu enquanto dizia ao amigo.

– Calma, amor. – Daniel se encaminhou até a porta e abriu-a. Selou os lábios da namorada e ajudou a nova amiga, Bella, a entrar no apartamento. – Oi, Bella. Tudo bem? – ele a cumprimentou.

– Acho que sim, – ela sorriu de canto – e você tá bem?

– Estou sim, obrigado. Pode se sentar. – Daniel gesticulou para que ela sentasse no sofá da sala.

– Vamos sair, garotos? Nós quatro. Cinema. Lojas. Compras. Vocês dois carregando minhas sacolas. – ela lançou uma piscadinha e todos riram.

– Eu... eu... vou depois com a Bella... Vocês vão na frente lá a gente se encontra.

– Ah, mas... – Isabel tentou responder à ideia de Lucas, mas fora interrompida.

– Não tem problema, eu pego um táxi e vou lá. Vocês podem ir e ficam lá namorando até a gente chegar, certo? Agora tchau! – Lucas praticamente expulsou o casal do apartamento e fechou a porta na cara deles.

– Olha... eu, eu não quero mais ficar com você e... – Bella foi interrompida.

– Calma, não é isso... eu tenho que te contar uma coisa muito importante.

[...]

– Querida, você acha que aquele garoto idiota vai contar pra ela aquilo? – Peter questionou à esposa, preocupado com a filha.

– Amor, eu não sei. Não acho que ele seja capaz disso. Lucas sabe que isso pode machucar ela... mas eu realmente não sei... – a Sra. Piccoli respondeu ao marido, demonstrando a mesma preocupação do mesmo.

– Não confio naquele moleque. – Peter cerrou os punhos se lembrando do 'passado' de Lucas.

– Não fale assim dele. No fundo ele é um bom garoto. E não se esqueça de que ele é... – a mulher fora interrompida por alguém que batia à porta do quarto de hotel.

– Serviço de quarto. – uma senhora não muito velha trouxe um pacote com alguns itens de higiene e entregou à Madeline. – Obrigada, senhora.

– Obrigada, você, querida. – a morena sorriu ternamente e agradeceu à mulher. Ela fechou a porta e tornou a fala ao marido.

– Como eu dizia, você não deve se esquecer que Lucas é seu... – dessa vez foi o próprio marido que a interrompeu.

– Eu sei o que ele é de mim. Não me lembre disso. Não me orgulho de tê-lo como parente, nem de saber que nossa filha se acidentou por causa dele. – Peter falou enquanto fitava a parede do quarto e lembranças voltavam à sua mente.

– Querido, você sabe que não é culpa dele. – sua esposa retrucou, o que fez chamar a atenção do homem.

– É sim. Se ele não tivesse passado a noite com ela, Isabella não teria entrado naquele táxi.

– Eu discordo de você. Além disso você devia parar de odiar tanto Lucas.

– Fora todos aqueles motivos que você sabe, não me agrada nem um pouco saber que meu irmão dormiu com a minha filha.

– Peter, – Madeline olhou os olhos do marido. – eles são jovens. Tem quase a mesma idade. Também não acho certo eles terem ficado, mas – ela desviou o olhar. – não tem tanto problema nisso.

– Como não tem tanto problema nisso? – o homem falou um tanto estressado à esposa. Mas logo após abaixou seu tom de voz reconhecendo que não necessitava daquilo. – Você dormiria com seu tio? – ele perguntou um tanto indignado e irônico.

– Você escutou o que acabou de falar. – Madeline falou séria. – Ela não sabe disso. Ela não sabe que Lucas é seu irmão e nem que nós... – ela não conseguiu terminar a frase e uma lágrima escorreu pelo rosto da morena.

– Não fale isso. – Peter abraçou-a – Nós somos sim! Temos todos os motivos do mundo para sermos. Não repita mais isso. Só vai lhe fazer mal e não vai levar a nada lembrar disso.

– Tudo bem, querido. Mas uma hora ou outra ela terá que saber a verdade. Não é justo fazermos isso com nossa filha. – lágrimas sorrateiras insistiam em cair dos olhos da mulher.

– A hora certa chegará...

[...]

Notas finais
e então, estava certa?
haha'
beeeeeijos ♥