Notas iniciais
Quando menos esperamos os verdadeiros amigos tiram suas mascaras... As vezes nos inimigos são mais amigos, do que aqueles que dizem ser nossos melhores amigos.

Na floresta...

Os dois pilares caminham e logo podem vê a entrada da caverna, mesmo estando coberta por ramos. Ambos soltam um longo suspiro de alivio, e o cansaço pode ser visto em seus corpos suados.

– Finalmente, nossa nunca andei tanto assim. – Entil (pilar) pronuncia ofegante, apontando-se as mãos nos joelhos dobrados.

– Na verdade nunca andamos. Para onde iriamos andar? – Lobivam (pilar) retruca ironicamente, fitando seu parceiro ofegante. – De fato, pernas são cansativas, mas úteis. — Ele afirma dando longos passos em direção ao seu destino. Entil levanta consertando eretamente sua posição, dando um suspiro profundo acompanha Lobivam.

Chegando à entrada da caverna, ambos admiram os ramos sobre ela, que quase a esconde completamente.

– Vamos! – Lobivam ordena. — Logo a noite cairá. – Afirma ele olhando para o Céu já escurecendo.

Entil (pilar) concorda com a cabeça gesticulando. Ambos entram na caverna.

No castelo...

Stella vasculha alguns objetos procurando um tipo de amuleto. Enquanto Weliv mapeia o planeta em busca de vestígio de Sletty, e os novos inimigos.

Ele com os olhos avermelhados, seu corpo destruído emocionalmente, com a pele pálida observa algo poderoso em um ponto do planeta. Vira-se e fita Stella que o observa fixamente. Ela abaixar a cabeça e continua a vasculha os objetos amontoados.

–Acho que encontrei algo! – Weliv, afirma com a voz áspera. – Deve ser Sletty, pois a frequência acumulada de força é extremamente grande. – Ele torna a olha ao pequeno painel digital posicionado em uma mesa alta, cujo material revestindo-a é cristal.

Stella deixa oque está fazendo e se aproxima de seu parceiro.

–Não pode ser! – arregalando os olhos, Stella se apavora. – Parece que os planos irão mudar agora. – Diz ela fitando Weliv que está com uma expressão de duvida.

– De que está falando rainha? – olhando nos olhos dela, de repente como se a ficha caísse ele arregala os olhos. – Não! Você... — Antes que termine de expressa seu medo e desespero, ele caí.

Stella continua observando-o friamente, dando um suspiro levanta a cabeça e olha para o painel, onde está escrito DC158 e um ponto vermelho indicando alerta máxima. Stella sorrir, e volta a olhar Weliv no chão, ela se aproxima e segura de seu queixo, esperar alguns segundos e suga o nada, de repente o corpo do rapaz se desintegra transformando em um vento que entra na boca da rainha.

Acabou, não resta nada de Weliv, agora ele faz parte de Stella. Ela sugou a vida e o corpo dele.

Logo Stella se retirar da sala, que possui pouca luz, com armazenamentos enraizados nas paredes, onde portas pequenas escondem vários tipos de amuletos mágicos ou objetos de ancestrais, como a espada do rei. A parede lisa, pintada de um cinza-claro, o tento de madeira e o piso branco, nela possui uma mesa de madeira com um painel digital, uma mesa de escritório envernizada e bem detalhada, também possui uma grande janela com cortinas cor de vinho, de frente para a porta de metal toda branca.

Conforme Stella retira-se da sala o ponto vermelho acompanha o ritmo, ou seja, ele está localizando algo poderoso dentro do castelo, Weliv estava tão atordoado com os últimos acontecidos que não percebeu que Stella é o ponto vermelho.

A noite está próxima, um guarda entra na sala dos objetos e visualiza que o alarme do Ser foi ativado e desligado.

– Como isso é possível? Deve ter acontecido algo de errado, o Ser não pode está livre. – ele observa o painel e logo o desliga. — Se essa gerigonça dê defeito novamente poderá ocorrer algo catastrófico. — após desligar o alarme silencioso da fuga o Ser, se retira da sala rapidamente, a procura da rainha para avisar do acontecido.

Em sua estatura normal de 1,70, com os olhos cinzentos e cabelos curtos de cor castanha, usando um uniforme diferente de cor preta com um faixa azul-escuro no formato de X no seu peitoral parando em seu quadril, conectando ao cinto também azul-escuro. Sua calça sem muitos detalhes acompanhada com uma bota de couro que se encontra escondida debaixo do tecido escuro da vestimenta. Nas mãos apenas um bloco de papel e na outra uma caneta prateada, que não possui tinta para escrever, mas sim uma abertura larga onde projeta através da conectividade do dedo com o pequeno botão que se encontra na outra ponta, o que o utilizador estiver pensando em escrever.

Logo, o rapaz não muito velho aperta o botão e tudo oque acabou de vê é passado para o papel. O papel, não é comum, ele desaparece logo após a conclusão da caneta, indo parar nos arquivos da Biblioteca.

Na cidade...

– Agora vamos começar o resgate. — Anny, pronuncia animada.

Seu primo fita-a, seriamente e logo dá um sorriso debochado.

– Primeiro temos que encontra-la, querida Anny. – Afirma timidamente irônico.

Selno, serio olha para o lado vendo ambos os primos sorrindo escorados no carro.

– Ei! Mecham-se e venham aqui. – Selno, ordena indignado.

Ambos rapidamente se aproximam dele.

Os três se encontram na entrada da cidade, e á um pequeno problema, como entraram sem ser percebidos. Está claro que Anny e Nilton não possuem poderes, e Selno é apenas um feiticeiro não muito poderoso.

– Como vamos passar por aquilo? – Anny, pergunta preocupada, observando um grande portão que possui um escâner em todas suas laterais.

Em volta da cidade possui varias espessura flutuando com escâneres conectados ao solo. As possibilidades de entrar na cidade sem ser identificado e apenas teletransportando, mas apenas por no máximo 5 minutos, pois o piso possui encanes que são atualizados a cada minuto, horas ou ate dia, depende da configuração escolhida. Voando também pode ser identificado, logo após atravessar um limite de 20 km do chão, tem um escâner invisível formando um domo na cidade. Isso para não correr o risco de cidadãos de outra cidade se instale ali sem autorização, também para ter um controlo da natalidade e mortalidade da população.

– O jeito é entrar como turista. – afirma Selno. – Já que sou de outro planeta permitiram minha entrada, e vocês serão meus acompanhantes.

– Já está escuro, não vão aceitar que um estranho venha visitar a cidade durante a noite. – Nilton, afirma tristemente.

– Inventaremos uma historia convincente. — Anny, afirma confiante.

Nilto fita-a e seriamente repreende a menina.

– Sabe, eles tem detector de mentira. – Afirma.

–Deixe isso comigo eu tenho um feitiço que faram eles dormirem. – Selno afirma obstinado. – Depois é só colocar negativo no detector de mentira. – Ele para e pensa um pouco. – É claro se fosse tão fácil assim entrar, muitos teriam feito isso. – diz ao fita-a o portão.

–Acho que isso não iria funcionar, ainda mais no período de alerta que está o planeta. – Nilton, repreende o plano. – Vamos esperar o sol nascer, será menos dificultoso.

– Você pode ter razão. – Selno, diz ao virar e observa Anny quase dormindo.

– Sim ele pode, foi um dia cansativo. – Anny se virar indo direto para o carro. – Não sei vocês, mais eu vou dormir um pouco.

–Realmente ela está cansada. – Nilton afirma sorrindo. – Vamos amanhã será um longo dia.

Ambos vão em direção ao carro e entram, Selno retira-o da estrada e posiciona na floresta, para que não sejam localizados. Todos adormecer. Selno na frente junto com Nilton dormem sentados, e Anny toma conta do estofado de trás, relaxando o corpo e a mente.