Sletty 2° temporada
12 Improvável
Notas iniciais
Na cidade do castelo...
Turns consegue manter Weldano e Entil invisível mais seu poder não poderá aguenta por muito tempo.
– Todos intenderam o plano? – Turns pergunta pela ultima vez.
Weldano e Entil suspiram e respondem que sim. Eles caminham pela cidade cautelosamente, ate chegar próximo ao castelo.
– Aqui nos separemos. – Turns afirma confiante.
Turns divide a mecha do cabelo de Sletty em três, dando para cada um. Entil vai para a esquerda, Weldano para a direita e Turns para frente na direção do castelo, pois mesmo com os disfarces seriam facilmente reconhecidos pelos pilares ou por Stella.
Turns com o cabelo loiro das pontas repicadas comprido até ombro, isso só é possível, pois está com um aparelho pequeno no couro cabelo que permite que outras pessoas sintam e vejam o cabelo. Ele está usando uma roupa comum no planeta: uma camiseta regata com uma Naky de couro preto aberto na frente, longo ate perto dos joelhos (Naky é como um, sobretudo de manga comprida que não possui fechadura ou ao algo para mantê-lo fechado), uma calça preta com um bolso na perna esquerda e direita e usa uma bota preta de couro de dragão liso. Ele mantei suas duas espada invisível para não levantar suspeitas.
Entil está usando uma camiseta azul sem desenhos e uma calça jeans preta, acompanhada de uma bota preta cano curto com Cardoso apenas três entradas de cada lado, seu cabelo não foi preciso modificar, pois está grisalha e a pele um pouco envelhecida quase não dá para percebe.
Weldano está usando uma camiseta branca seguida de uma jaqueta vermelha escura e uma calça jeans rasgada nas partes da colcha, seu cabelo está rapado e seus olhos estão castanho-escuros, por causa do aparelho parecido com que Turns usa só que esse tem multiplica funções, como mudar a cor da pele, ele se localiza na nuca, é tão pequeno que as pessoas não veem mais se caso Stella olhasse para ele perceberia na hora.
Cada um vai para seu lado destinado. Turns em modo invisível passa pelo portão do fundo do castelo.
O portão é grande (daria para passar um gigante por ele), chega ate alguns metros para chegar o final do muro, mais acima de seu fim tem uma parede de concreto e aço se conectando com o grande muro.
Apenas alguns soldados protege a entrada do fundo, pois a maioria está nos treinamentos. Eles possuem armas grande de desmaterialização, um perigo para a população que não tem poderes mais quase inofensivos para aqueles que têm. Suas armaduras pretas aguentam tudo, ate mesmo os poderes de seus inimigos, por te sido feitas de couro de dragão e reforçadas com magia. Também possuem espadas para lutar contra aqueles que tem poderes, elas podem atravessar escudos mágicos e ate pode virar um, não tão forte, mas capaz de aquentar alguns impactos. Todos no planeta possuem asas isso não é magia! É apenas uma característica do planeta. Elas se escondem entre a pele, como se fosse alguém normal, sem marca ou vestígio que as asas estão lá e só aqueles que possuem treinamento adequado conseguiram fazer com que elas apareçam, por isso que apenas os soldados do castelos mostram suas asas. No começo é complicado, pois sentem uma dor insuportável, mais com o tempo isso não é sentido.
Turns caminha pelos corredores do castelo, ainda na forma invisível.
–Onde será que está o amuleto? Lembro-me das palavras do meu pai...
“Você encontrara o que precisar e saberá apenas o necessário... Procure no seu coração o improvável”.
– Um lugar improvável! – Turns para encostando na parede. – O amuleto, não é um objeto, isso seria obvio. Se ele não é um objeto o mais improvável é que seja um ser e mais improvável ainda é seja uma criança.
“Uma criança! Tem tantas... Provavelmente ela não estará com seus pais, pois isso... Pense Turns aonde uma criança não iria?”
Turns procurou em cada canto do castelo, nos lugares mais improváveis, até avista uma bela mulher parecida com sua mãe só que loir, é Stella. Ele sai do modo invisível, pois se Stella perceber que está tentando se esconder, terá problemas.
Stella usando sua roupa de treinamento se aproxima de Turns, sem perceber sua presença ate esparrar em seu ombro e deixa uma pequena faca cair.
– Desculpe-me... – Stella para olhando nos olhos de Turns, ela da um sorriso. — Finalmente isso vai ficar divertido.
–Oque grandiosa rainha?- Turns pergunta reverenciando logo em seguida.
Stella pega o punhal do chão e novamente dá um pequeno sorriso.
– Eu? Eu não disse nada... Com licença senhor Turns. — Stella toca no ombro dele e sair rumo ao seu quarto, pra se preparar para a refeição daqui meia hora.
Turns observa a rainha se distancia... Ele completamente sem intender que acabo de acontecer desconfia de que algo muito grande está preste a acontecer.
Turns contata Weldano e Entil utilizando um comunicador preto e muito pequeno que está preso na gola de sua camiseta.
– Encontraram algo? – Turns pergunta aflito.
– Nada ainda senhor – Weldano responde.
Entil não responde, deixando Turns preocupado.
– Entil você está ai? – Turns pergunta nervoso.
– Quer que eu o procure senhor? – Weldano pergunta sem apresenta qualquer emoção.
–Espere próximo ao portão do fundo, está na hora de sair daqui, algo estranho está acontecendo.
– Ok, estarei lá senhor.
Turns se vira dando de cara com Entil, mas não o que ele esperava encontrar.
– Ola Turns!
No acampamento...
Nilton e Anny chegam ao acampamento, cansados mais decididos a encontrar Sletty.
– Vamos rapto! – Anny grita para seu primo que corre quase caindo.
Ambos entram pelo outro lado do acampamento não por onde Sletty entrou pela primeira vez, a montanha é muito alta para eles.
Eles correm ate chegar à barraca de Selno.
–Chegamos... – Nilton suspira colocando as mãos nos joelhos e olhando para o chão.
Ambos entram na barraca, aflitos e quase suados.
Selno está sentado em uma cadeira de madeira envernizada, comendo algumas verduras e carne azul em um prato fundo e quadrado colocado em cima de uma mesa pequena e alta também de madeira.
– Chegaram em uma boa hora! Aceitam... — Selno diz abrindo a mão e mostrando as panelas do outro lado em cima de uma grande flutuante.
Nilton e Anny estão com muita fome mais não aceitam a oferta, precisam encontrar Sletty.
– Desculpe atrapalhamos sua refeição senhor Selno, mais precisamos encontrar nossa amiga o quanto antes. – Anny diz lambendo os lábios ao vê a refeição farta em outra mesa à direita.
Selno dá um sorriso sarcástico.
– Não vão conseguir resgata-la de barriga vazia.
Nilton olha para sua prima e levanta a sobrancelha.
– Ele tem razão, com a fome que estou engoliria um Manuty... – Nilton afirma tentando convencer sua prima.
Ela olha em volta e quase recusando decide aceitar a refeição.
–Talvez Sletty, esteja se alimentando nesse momento... – Anny responde indo direto para a pilha de pratos em cima da mesa farta com guloseimas, carne e verduras.
– Talvez esteja... — Nilton diz para se mesmo e acompanha sua prima.
Enquanto isso Sletty está deitada em seu coma e a senhora lhe alimentando com sopa, através de um aparelho que é colocado na boca indo até a garganta. Ele suga a soba como se a pessoa estivesse se alimentando sozinha.
E no quarto ao lado está Lobivam ainda mais velho do que a ultima vez, ele está quase morrendo, sedo necessário uma maquina para ajuda-lo respirar.
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