Sleep
1 O inicio
Notas iniciais
Ele foi dormir após um jantar terrível, ficou pensando em o porque ela não comprava um simples Fast food da "Mtt's Burger", da qual sempre quis comer, e dormiu. Estava com tanta fome que sonhou com doces, e perguntou a um cidadão local: —Ué, onde estou? Quem é você? Porque essa cidade é tão... Doce? —Eu sou Gary, a gelatina, e você está no mundo dos sonhos! Se você olhar as cidades, somos todos doces. —Eu acho que deve ser fome, minha mãe faz uma...
—...Comida horrível. Claro, sabemos de tudo pois vivemos em sua mente. Aliás, você pode criar o que quiser nos sonhos.
Com esse conselho, o menino foi ao centro da cidade, chamou muita atenção, e vários cidades, como Peter, Bob, Rosie e outros, pararam e olharam com atenção ele criar novos cidades, mas sem tomar cuidado, pisou em falso ao criar um hambúrguer da Mattos e criou algo que não devia: O pesadelo. Então Gary falou: —O que é isso...? Isso é completamente novo para mim. —Não me pergunte, mas é melhor cair fora.
Então o menino saiu correndo, e olhando de longe a cidade, percebeu que ela estava literalmente caindo aos pedaços... Casas caindo, pessoas sendo pegas pelos pesadelos. Ele ficou com medo, e com isso, pensou no aconchego de sua casa, e finalmente viu sua casa dentro do sonho..., mas ao tentar entrar, ele também foi pego pelo sonho, e ele sentiu algo se partir ao meio dentro de seu corpo.
Após uma grande "explosão" de pesadelos, ele viu apenas uma tela com seu nome, "Reiniciar", "Continuar", entre outros. Ao apertar continue, ele viu um coração em uma estranha tela, onde Gary, de uma forma estranha, estava em cima da tela.
—Por que fez isso com o nosso povo...? Por que os pesadelos...? — Gary gritava. — Ah, é claro. Você além de ser humano, é uma criança indefesa. Não sabe nada sobre nós... provavelmente nós vamos morrer aqui.
—Isso não é verdade! Vocês são fortes, como eu! -Não fique se achando, criancinha, nós só não morremos pois você está vivo. ENTÃO IREI MATAR VOCÊ PARA ACABAR COM ESSA DOR! — Nesse instante, Gary começava a "derreter" como se fosse um sorvete... Com medo, ele queria acordar logo, e então na sua frente apareceu um botão escrito “Acordar”, e ao pressionar, ele finalmente acordou, gritou chamando sua mãe, e ficou acordado o resto da noite.
No dia seguinte, falou a sua mãe o quanto sua comida era ruim, e ela disse que sabia disso, mas não tinha dinheiro para comprar aqueles tão famosos Fast foods.... Então ele foi à casa de seu amigo para comer, mas o único amigo que morava perto não era bem um amigo, na verdade, ele achava que era. Finalmente ao chegar lá com sua mãe, ele e sua amiga Marcella brincaram de casinha, comeram, e voltaram a brincar. Mas no meio dessa brincadeira ótima, e bonequinha foi comer uma grande e deliciosa... GELATINA. Ele gritou, fugiu sem sua mãe ver, voltou para a casa, se trancou no quarto e ficou pensando sozinho...
Dois dias depois, ele ainda não conseguia dormir, mas morria de sono. Ele chegou a ver coisas, e quase todo momento via dois doces: Um que parecia um anjo, e um que parecia.... Bem, o contrário de um anjo. Um dizia para ele ir dormir e enfrentar logo esse pesadelo, já o outro falava para ele entrar e fazer a vida deles pior ainda, e que isso iria o ajudar em dormir.
Então ele fez a decisão: iria dormir e tentar ajuda-los, era o que fazia mais sentido. Deitou em sua cama, sua mãe deu um beijo, e ele próprio se deu uma boa sorte.... Ao entrar no grande sonho, percebeu que quase nada tinha mudado, percebeu também que não tinha ninguém por ali, deu meia volta e tomou um susto, lá estava Gary, Peter, John e Rosie, e então todos falaram: -É claro que você iria voltar, pequenino. Só não sabíamos quando, mas ainda bem que nosso amiguinho que está do seu lado nos avisou.
—OQUE? Você está do lado deles, consciência do mal?
—Haha, é assim que você chama ele? Engraçado. – Falava Peter.
—Então vamos começar a batalha! – Gary gritou, e entrando no modo de batalha, finalmente pôde tocar na alma de Gary, pegando assim, maior parte dela.
—MEU CORAÇÃO?!
—Não, seu idiota, sua ALMA. Sem ela, você não pode acordar nunca mais, mas ainda ficará vivo, pois deixei uma pequena parte para ver você sofrer!
—Bem, acho que não irá fazer falta... Não é?
—Claro que irá fazer falta, bobinho – Falava Rosie.
Quando a batalha realmente começou, a dor que ele sentia era bem maior do que era normalmente, os “pontos de vida” dele diminuíram MUITO, mas MUITO MESMO. Ele saiu da batalha correndo e criou um buraco, onde nele iria se esconder até achar uma forma de acordar.
No lado de fora, já haviam se passado dois dias e ele não acordava, sua mãe levou ele em todos médicos de graça que havia achado, mas todos falaram que nada de errado estava acontecendo, que era um sonho normal.... Até que decidiu gastar todo o seu dinheiro em sua criança,
trabalhou em triplo e ganhou dinheiro o suficiente para uma viagem de ônibus para a grande cidade dos monstros, pois sabia que aquilo não tinha mais a ver com saúde física, e sim mental.
Após 10 dias de sonho, ele já sentia sua cabeça doendo e estava morrendo de fome... Então falou consigo mesmo: -Hm. Irei criar uma resistência aos pesadelos, começando por minha mãe, Aquele robozinho que sempre esqueço o nome, A famosa Frisk, que tal a Karen? E lá ele começou sua resistência, sem saber que um dia teria que realmente lutar com seu pior pesadelo, Gary, a gelatina. Mas ao mesmo tempo que criava as coisas, Gary, com a alma da criança, criava os mesmos itens/pessoas, mas uma.... Vamos dizer, uma releitura...
E lá se vai a esperança da pequena criança...
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