Slave to Love

4 AMor'te do Amor


Notas iniciais
Olá, queridos leitores! Essa poesia é de minha autoria. Peço por gentileza, que não plageiem a obra. Um abraço a todos!

A morte veio, e te levou,

Tão de repente quanto chegou.

Te levou nessa inconstante e invariável onda de dúvida e dor.

Veio sorrateira, até levar o seu valor.

De mansinho foi se instalando nas paredes do seu coração.

Degradando os sentimentos de mais pura emoção.

A dor foi tomando lugar da paz,

Foi se tornando cada vez mais rarrefeito esse sentimento capaz.

A insegurança e o medo deram as mãos,

Entrelaçaram os dedos, aptos a interferirem nessa nossa união.

O amor estava relutante e persistente,

Mas foi ficando cada vez mais desobediente.

A evasão o pegou e o arrancou de seu coração.

Acabou ficando doente.

Foi se afastando e se distanciando devagarinho,

Quase que imperceptível aos olhos.

Mas a alma como é esperta,

Sentiu tudo,

E viu que havia algo de errado com o encanto daquele coração desavisado.

Ela tentou ajudar, mas sem sucesso.

Ele não queria ser ajudado por um retrocesso.

A morte, por sua vez, ficou cada vez mais próxima.

Se aproveitou dessa cilada e ficou cada vez mais aliada.

E, quando a alma se deu conta,

O amor já tinha ido, sem que ao menos ela pudesse vê-lo uma última vez.

Oh! Um instante,

Um segundo que alma adormeceu,

E eis, que num piscar de olhos,

O amor ali desfaleceu.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.