Skinny Love
5 Capítulo 4 - Você me desculpa?
Notas iniciais
Cee
Susy_W
BaHrose
BelleDiniz
PARABÉÉÉÉÉÉÉEÉÉÉÉÉNS PRA VOCÊS *-----------* HEHEHE E EU VOU MANDAR UMA MP PRA CADA UMA EXPLICANDO ALGUMAS COISINHAS ^^
E você que não ganhou, não tem problema, eu tenho outras brincadeiras em mente ^^ Até as notas finais (:
Bati na porta dele, e esperei. Nada. Bati de novo, e de novo, e ele continuava a não me atender. 'Foda-se' pensei. Abri a porta e entrei no quarto. Estava escuro e ele estava deitado na cama provavelmente dormindo. Ok, definitivamente ele não se dava bem com camisas.
– Eu vou dar algumas camisas de presente pra esse garoto. Parece que ele não tem. — eu reclamei baixinho comigo mesma.
– Eu uso ou deixo de usar o que eu quero, já que eu estou no MEU quarto. — ele disse e eu dei um pulo pra trás.
– Se quiser me matar, pega uma arma e atira na minha cabeça, é mais prático. — eu disse com ironia.
– Não quero ser preso por sua culpa. Respirar o mesmo ar que você já é castigo suficiente. — uma pausa — Sai do meu quarto Taylor. — ele falou com a voz abafada pelo travesseiro.
– Hm... er... — ok, por onde eu começava? Eu nunca tinha feito aquilo antes — eu queria te dizer uma coisa...
– Eu aposto que não é nada tão urgente que não possa esperar até amanhã.
– Na verdade, tem que ser agora, se não eu não consigo dormir. — eu parei e pensei — Qual é o nome daquela coisa que você sente quando você faz uma coisa que você sabe que é errada e não se desculpa com a pessoa?
– Peso na consciência?
– É, acho que estou com isso. — eu disse meio em dúvida.
– Eu tenho a receita. Toma um chá de vergonha na cara e vai pedir desculpas pra pessoa. E ME DEIXA DORMIR.
– Eu to tentando. Mas você não colabora. — senti meu rosto ficar quente. Mas que merda, eu não conseguia ficar mais que quinze minutos com esse garoto sem corar?
– Ah... — ele sentou na cama e esfregou os olhos de forma fofa. Fui até o interruptor para acender a luz. — Nem pense em acender essa merda.
– Mas eu não quero ficar no escuro. — eu disse fazendo bico.
– Então sai do meu quarto!
– Argh! Ta, eu fico no escuro. Eu odeio esse negócio de peso na consciência. — sentei do lado dele na cama, mas não estava olhando para ele. Depois de séculos em um silêncio mais que constrangedor, finalmente decidi fazer o que fui fazer ali.
– Me desculpa. — eu disse baixinho.
– Que? — ele peguntou. Estava fazendo aquilo de propósito. Revirei os olhos.
– Me desculpa, Harry.
– Ué, mas pelo o que Taylor? — eu me sentia uma criancinha de cinco anos tendo que pedir desculpas para o pai por ter aprontado. Eu sempre fui uma criancinha de cinco anos aprontando. Mas essa era a primeira vez que eu pedia desculpas. Geralmente meus pais desculpavam o meu comportamento doido e descontrolado, porque pensavam que eu só queria chamar atenção. Mas no fundo, eles estavam certos.
– Olha só, eu to me esforçando aqui, você não pode facilitar as coisas?
– Eu acho que você ainda não entendeu. — de repente ele estava muito, muito perto de mim, eu conseguia sentir a respiração dele — As coisas nunca vão ficar mais fáceis pra você se depender de mim. — eu não conseguia dizer nada, e muito menos entender porque ele estava fazendo aquilo. Mas eu sabia de uma coisa. Eu estava gostando. Senti a boca dele se mover pelo meu ombro, depois pelo meu pescoço de forma lenta. Ele ia passando e deixando leves beijos. Nunca chegava à minha boca.
– Então você me desculpa? — perguntei com a voz fraca, fechando os olhos.
– Hm... — ele pareceu que ia pensar. — Acho que sim. — ele disse com a voz rouca, bem perto da minha boca.
– Ótimo — empurrei ele e levantei da cama — Boa noite. — sai do quarto dele fechando a porta atrás de mim e fui correndo para a minha cama. Acho que Harry não me conhecia bem o suficiente para saber que se ele pensasse em querer alguma coisa de mim, ele teria que se esforçar muito mais.
Depois do episódio quase-beijo no quarto de Harry, a semana foi razoavelmente tranquila. Acho que estávamos envergonhados demais para provocar um ao outro. Até a Dora estranhou. Mas eu sentia que aquela vergonha não ia durar para sempre.
– Toc, toc! — ouvi uma voz seca e baixa. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, a porta se escancarou e Dora colocou a cabeça velha dela pra dentro.
– Não é irritante quando uma pessoa bate na sua porta, e antes de você responder, ela já abriu a sua porta? — eu disse ironicamente.
– Desculpe querida, mas você precisa se apressar.
– Pra que? É feriado. Todo mundo sabe que os feriados eu uso pra fazer absolutamente nada.
– Assim como você faz na segunda, terça, quarta, quinta, sexta e sábado? — ouvi a voz risonha de Harry passar pelo corredor.
– Não, isso é o que você faz, babaca.
– Pelo menos eu tenho vida social. Qual é o seu grupo de amizades? Um garoto que pensa que é um príncipe encantado, e outro que te come só de te olhar? Parabéns.
– Prefiro isso do que ter um par de chifres. — de repente ele apareceu atrás de Dora, com o cabelo molhado e pingando, sem camisa (típico) e com uma toalha amarrada na cintura. É, pelo que eu via, ele tinha acabado de sair do banho, e decidiu justo o momento em que ele não podia estar mais sexy, pra entrar no meu quarto. Ele fazia isso de propósito. Só podia.
– Eu não sei de onde você tirou que a Sopie me trai, Taylor. E fecha a boca. — ele acrescentou feliz saindo do meu quarto. Percebi tarde demais que a minha boca estava escancarada, e meus olhos arregalados.
– O que você quer, Dora? — fiquei tão entretida com a minha briguinha matinal com Harry, que tinha esquecido da presença do ser velho e irritante que estava agora dentro do meu quarto.
– Querida, se arrume, porque eu você e o Harry vamos passar o feriado na casa de praia dos Fosters.
Dei meu típico e conhecido sorriso diabólico. Algo me dizia que aquilo não ia acabar bem, mas que eu ia gostar de como acabaria.
Notas finais
Ultimamente eu só tenho escrito, escrito, escrito... e isso tem me cansado ): eu quero ler também!!! Ainda mais agora que eu sem querer magoei um amigo/irmão (ele é meu amigo, mas é mais como um irmão) meu e eu to me sentindo um lixo e inútil >< masenfim kkk bjxx e até o próx. cap (:
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