Sixteen

3 Findings


Notas iniciais
Bom, vocês devem ter percebido ~ou não~, mas eu mudei a classificação da fic. Porque por enquanto não tem nada demais nela. Se acontecer de tiver algo, eu mudo de novo.

"- Oi Temperance.

A voz dele vez ela se arrepiar."

Ele toca-lhe o ombro, o que a fez sentir um calor bom.


– Oi Angie.

– Oi Booth. Senta aqui conosco. – ele sentou-se ao lado de Temperance.

– Temperance, seus olhos estão vermelhos... Você estava chorando? – ele tocou-lhe o braço e de novo aquele calor bom, que dava vontade de abraçá-lo e não soltá-lo nunca mais. “O que está acontecendo comigo? Por que estou me sentindo assim?” Pensou ela.

– É... Não, não estava. Só cocei meus olhos, tinha um cisco neles.

– Você não me engana Bones. – ele sorriu ao lembrar-se do apelido, sendo seguido por ela. Seus olhos estavam fixos um no outro, um olhar sustentando o outro. Booth percebeu que o olhar dela suplicava, de alguma forma, ajuda. Um brilho de sofrimento estava escondido por trás da íris perfeitamente azul.

Ela não era muito boa em relação a contato social, mais sabia que Booth era uma boa pessoa, e ele também tinha algum problema, afinal, Angela havia dito que ele abandonara a escola.

– Que história é essa de Bones? Vocês estão mais íntimos do que eu imaginava.

– Angie, Bones é o apelido que eu dei a Temperance porque ela quer ser antropóloga forense, que, basicamente, estuda ossos. – ele repetiu as palavras dela sorrindo.

– Ah ta! Entendi. Bones é um apelido estranho, mas legal.

– Hey, pode parando Angie, só eu posso chamá-la assim.

– Ué, por que?

– Porque foi eu quem deu o apelido para ela. Conheci ela primeiro, e também que ela é a minha Bones.

– Eu não sou propriedade de ninguém Seeley.

– É só um modo de dizer Bones. É que você é a primeira pessoa que me falou sobre antropologia forense, e isso torna você especial para mim. Por isso disse que você é a minha Bones.

– Ah...

– Eu vou lá buscar algo para nós. O que vocês querem? – perguntou Angela se levantando. Se Seeley era “sensitivo”, Angela era muito mais. Ela sentiu que havia algo a mais entre os dois. Uma energia difícil de explicar. Como se eles fossem almas gêmeas ou algo do tipo. Resolveu deixá-los sozinhos.

– Eu quero uma batata frita e um refrigerante, Angie.

– Eu quero um suco de laranja.

– Só um suco Tempe?

– Sim, não estou com fome.

– Tudo bem.

Ela pegou o dinheiro dos pedidos deles e foi para o balcão. Assim que ela estava há uma certa distância, Seeley começou a questionar Temperance.

– Bones. – ele tocou a mão dela, para chamar a atenção – Por que você estava chorando?

– Não foi nada, já disse.

– Bones, confia em mim. Eu quero ser seu amigo. Eu gostei muito de você. – ela ruborizou com a menção das palavras dele.

– Falaram algo para mim, que eu não gostei. Mas a Angela já me ajudou. Eu estou bem.

– Quem foi que te chateou? Juro que vou atrás dessa pessoa e faço ela lhe pedir desculpas.

– Não precisa me defender Seeley. E eu já disse, estou bem. Juro.

– Bom, eu não vou te forçar a falar nada. Quando você estiver pronta, pode contar comigo.

– Obrigada.


~.~.~.~.~.~.~.~.~.~


Ao voltar com o lanche deles, Angela encontrou Temperance e Seeley rindo.

– Do que os pombinhos estão rindo? – ela falou sorrindo, curiosa.

– Não somos pombos, Angela.

– “Pombinhos” significa namorados Bones.

– Ah... Espera, nós não somos namorados!

– Não é o que a Hannah acha. – disse Angela olhando para a mesa onde a loira estava sentada, observando-os com cara indignação. Quando percebeu que estava sendo observada por eles, ela virou o rosto.

– Eu não to nem ai para o que a Hannah pensa ou deixa de pensar Angie. Ela não significa nada para mim.

– Ela te magoou, não foi? – disse Angela sentando. – O que ela fez?

Temperance observava atentamente a interação de seus dois novos amigos enquanto tomava seu suco.

– Ela me traiu. Com o Sully. – Angela abriu a boca e tapou-a com a mão, em sinal de surpresa. – O pior não foi à traição dela, e sim do Sully, que eu julgava ser meu amigo. Por isso me afastei dos caras do basquete. Eles são todos iguais. Só querem as garotas como “prêmios”. Objetos sexuais. E não estão nem ai se a garota está ou não namorado. Ou para os sentimentos delas. São os idiotas.

– Concordo com você.

– Para mim, garotas não são prêmios. Elas são mais que isso. Não namoro com uma garota só por causa de sua beleza. Isso me atrai, claro, mas a inteligência dela, o caráter e a personalidade, me chamam muito mais a atenção. – Temperance sentiu-se aquecida com as palavras de Booth, não sabia muito bem o motivo, mas ela apenas sentiu.

– Por isso você namorou a Cam.

– Exato. Você sabe como ela está?

– Soube que ela vai voltar a estudar aqui. O contrato que o pai dela tinha naquele hospital de N.Y., era apenas de um ano. Acho que ela retorna mês que vem.

– Que ótimo. Estou com saudade dela.

– Você ainda sente algo por ela? – Temperance que estava até então quieta, resolveu falar. Não queria perguntar aquilo, mas as palavras simplesmente saltaram-lhe da boca.

– Nada além de amizade, Bones. Porque a pergunta?

– Nada. Apenas curiosidade.

Eles continuaram conversando até o sinal tocar.

– Bom senhoritas, acho melhor nós irmos para as nossas salas.

– Você tem aula de que Seeley?

– Matemática. Geometria Analítica. Tenho que sentar bem na frente pra ver se consigo entender aquela matéria.

– Se você estiver com muitas dificuldades, eu posso te ajudar.

– Ah, Temperance, você é muito gentil, mas não tem como você saber. Você ainda está no 2º ano.

– Isso não muda nada. Eu sei geometria analítica.

– Ah é? Então eu quero ver!

– Eu vou ao banheiro, você sabe o caminho para a sala Tempe?

– Sei sim, Angela. Nos vemos lá.

Seeley e Temperance estavam rumando para suas salas quando Hannah passa por eles, esbarrando e empurrando Temperance, de propósito, que cai no chão.

– Ei adotada. Vê se olha por onde anda! – ela saiu rindo.

Seeley a ajuda a se levantar.

– Está tudo bem?

– Sim.

– Por que ela te chamou de adotada?

– Bom... É que... Eu tenho que ir para a aula. No intervalo nos falamos.

E ela sai praticamente correndo em direção a sua sala, deixando um Seeley confuso no meio do corredor.


Notas finais
Well, well, well... viram, eu nem demorei para postar! não precisam me matar agora :) e tbm que, se vocês me matarem, você ficarão sem fic, muahahahaha.
Meninas, ou meninos se tiver algum, eu vou fazer um pedido pra vocês.. teria como vocês deixarem o user do twitter de vocês na review? é que dai eu posso atualizar, identificar e seguir vocês!
beijo grande