Sixteen
14 Despair
Notas iniciais
Anteriormente em Sixteen...
"– Pops, vamos segui-los! – Disse Seeley inconformado. – Logo a polícia estará ai, e então ligamos novamente e pedimos para fazerem o caminho contrário, para encurralarmos eles... Não sei! Só não podemos ficar parados enquanto eles se afastam cada vez mais!
O velho Booth ficou em silencio por uns instantes, olhando para o volante.
– Você tem razão baixinho. – Ele deu a partida e arrancou a todo vapor estrada adentro."
O celular de Angela foi posto no viva-voz.
– Polícia de D.C. Joanne falando, em que posso ser útil?
– Oi, meu nome é Angela Montenegro e há menos de 15 minutos pedi uma viatura, por conta de um sequestro.
– Sim senhorita Montenegro, a sua viatura saiu de nossa base há exatos 13 minutos. Há mais alguma coisa em que posso lhe ajudar?
– Sim Joanne, gostaria de uma ligação direta com a viatura, pois precisamos lhes dar informações diretas sobre a perseguição.
– Vocês estão perseguindo os sequestradores?
– Escute Joanne. — Respondeu Hank. — Primeiramente, me chamo Hank Booth, e segundo, não podíamos deixar que aqueles homens se afastassem demais, pois assim poderíamos perder o rastro deles e sabe lá Deus como e quando encontraríamos a pobre menina que foi sequestrada. Então Joanne, sim, estamos perseguindo eles e queremos, por gentileza, uma ligação direta com a viatura que está a caminho, para podermos lhes dar coordenadas. Seria possível?
– É... Bem senhor Booth, vocês não poderiam estar fazendo isso, é muito perigoso e espero que tenha esta consciência. Mas farei o que o senhor pediu.
Aquela música instrumental de linha em espera começou a tocar. A paciência de Booth ia se esvaindo a cada arcode da canção.
– Viatura 384472. Policial Otto Taylor na escuta.
– Policial Taylor, aqui quem fala é Hank Booth. Gostaria de lhe passar coordenadas para a perseguição dos sequestradores de Temperance Brennan.
– Prossiga senhor Hank.
– Estamos em uma estrada de chão, que fica atrás de um galpão abandonado no quilometro 15 da Interstate 66. Vou tentar ler o nome da rua para lhe passar. Espere um instante. — Após 5 minutos. — A rua se chama Aime Zuck. Sugiro que faça o caminho contrário ao nosso para encurralarmos eles.
– Entendido Sr. Booth.
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– Pô Will, não tem nenhum lugar aqui para comer? To' com fome!
– Porra, você só reclama. — Will sentiu o próprio estômago reclamar de fome. — Pararemos daqui há 10 km.
Temperance sentiu seu corpo tremer de felicidade e esperança. Sabia que essa poderia ser sua única chance de ser salva e sabia que Booth não iria a decepcionar. Sentia que ele estava por vir, que aquele pesadelo estava prestes a terminar. Parecia que a bombeada de sangue uma dose de esperança era bombeada junto.
Após uns 5 minutos eles pararam numa lanchonete mal higienizada de beira de estrada.
– Fique aqui e vigie ela. — disse Will para James. — Se algo suspeito acontecer, não hesite em atirar. — E lhe entregou uma 9mm.
Ele saiu do carro e foi afastando-se. Assim que Will entrou na loja James virou-se para Temperance, com aquele sorriso nojento e malicioso no rosto.
– Sabe Temperance, cansei de esperar a ordem do Will. Você é bonitinha e gostosa demais para se desperdiçar.
Ela apavorou-se na hora e começou a chorar e remexer-se, em vão, no banco. James avançou para a parte de trás do carro, abrindo a fivela e o zíper da calça. Ele ficou sobre a garota e começou a beijar seu rosto, rasgar sua blusa, beijar seus seios sobre o sutiã.
Temperance só conseguia chorar e pedir mentalmente para que Booth não demorasse.
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