— Tem certeza que não quer que eu pegue o kit de gibis? – McGee disse, explodindo em uma risada. – Tem seus preferidos.

— McGee, eu estou tendo um bebê. – Abby o tranquilizou. – Está tudo bem.

— Bem, a casa já está toda equipada para a chegada dela. – Tim repassou a lista item por item. – Banheira, trocador, fraldas, mamadeiras...

— E o seu seguro de vida se não relaxar. – Abby explodiu em outra contração. – Deus, estamos quase lá filha.

McGee acelerou em uma velocidade segura e Abby suspirou. Ele era tão protetor agora e ela não queria ver quando ele tivesse a filha por aqui.

Todo o resto da equipe seguiu atrás de Tim e Abby. Penelope estava feliz, agitada e receosa porque se tudo desse certo, nos próximos meses ela seria uma mulher grávida.

Jenny apertou o ombro de Pen a lembrando que a outra mulher também poderia estar grávida e ela sorriu.

Tim pegou Abby em seus braços, a levando para o pronto socorro. Ele chutou a porta em medo e frustração e parou no meio da sala de emergência procurando uma maca.

— Você pode me ajudar? – Ele ainda tinha Abby em seus braços. – Ela está tendo um bebê.

— Tragam uma maca. – A enfermeira gritou. – Certo, querida, quantos meses?

— Faltam dois dias para os nove meses. – Abby gentilmente falou. – Mas ela quer nascer agora.

— Bem, vamos te fazer confortável na sala de parto. – Ela rolou a maca. – Se importa de ajudar? Suponho que você seja o pai.

— Claro. – Tim pegou e ajudou a empurrar. – Eu suponho que ela está indo para a sala de parto.

— Sim, exatamente. – A mulher riu. – Você querida está pronta para dar à luz ao bebê.

Os olhos de Abby ganharam um brilho extra ao ouvir isso. Os olhos de Tim pareciam em chamas ao ouvir que sua esposa estava prestes a dar uma filha.

— Bem-vinda ao centro de alegrias. – O médico alegremente cantou. – Você entra sem bebês e sai, bem, com um bebê.

Ele removeu as roupas de Abby para acesso. Ele viu quando Abby começou a empurrar e começou a calçar as luvas rápido.

Aquela criança era ansiosa.

— Faça força, por favor. – O médico pediu. – Mais força, senhorita.

Abby segurou na barra da cama e em dez minutos o bebê nasceu, feliz e saudável.

— Timmy. – Abby sorria com amor. – Ela é linda.

— Assim como a mãe. – Tim beijou Abby. – Você sabe do que gostaria de chamar ela?

— Que tal Kate? – Ela olhou para o marido. – Eu gostaria que ela estivesse aqui para ver isso.

— Você pensou muito nisso, não é? – Tim beijou sua bochecha. – Kate. Ela vai se chamar Kate.

Eles sorriram um para o outro e depois para a filha. Era a concretização de um sonho.

Oito meses depois...

Penelope descansava na casa de Gibbs uma vez que Morgan e a equipe estavam longe. Ela resolveu seus problemas com seu pai e agora estava esperando ambos para voltar.

Sua barriga de bebê rivalizava com a de Jenny. Não rivalizava em termos de rivais e raiva, mas de tamanhos. Ok, justo que Pen havia conseguido gêmeos e Jenny um menino para fazer par com Kelly.

Ziva e Tony faziam planos para aumentar a família, assim como Emily e Hotchner. Reid também conseguiu um bebê. Ele e sua esposa estavam de quatro meses. E esperavam um menino.

Penelope esfregou círculos na barriga, tentando fazer a cólica parar quando Jenny entrou com Gibbs, Derek e Tony a seus pés. Gibbs segurava Kelly apesar dela já ter mais de um ano.

— Ela não se sentiu bem o dia todo. – Jenny esfregou a própria barriga. – Eu já senti isso antes, Jethro, mas ela está grávida de gêmeos.

— Pen. – Derek se ajoelhou ao seu lado. – Qual o problema?

— Minha bolsa estourou. – Ela falou e a água inundou seus pés. – Derek...

— Sim, eu sei. – Ele a puxou para seus braços.

Gibbs sorriu de volta para Jenny, mas ele viu água a seus pés, pegou a esposa nos braços e olhou para Tony.

— Cancele a pizza, Tony. – Ele falou com calma. – O bebê não precisou.

— Eu vou levar para Ziva! – Tony riu. – Acho que terei outra grávida.

As duas mulheres deram entrada na emergência e cada uma foi acomodada em seus quartos de parto.

Penelope tinha fios a mais por causa de seus problemas passados e Jenny já estava completamente ciente.

— Senhorita Gibbs, eu quero que empurre. – Ele se abaixou. – Empurre o quanto conseguir.

Ela segurou a mão de seu marido enquanto sentia as dores. Enfim, ela sentiu a criança passando por ela e um choro alto de criança invadiu o espaço.

— Esse é o seu filho. – O médico entregou o bebê. – Parabéns.

Tomando o menino em seus braços, Gibbs se virou para a esposa e colocou ele a vista dela.

— Leroy Jethro Gibbs, Jr. – Jenny viu o sorriso se formar em Gibbs. – Pelo pai maravilhoso que ele tem.

— Acho que deveríamos fazer outro. – Gibbs riu. – Eu adorei. Muito.

Eles se beijaram, pensando que poderiam ter no mínimo cinco filhos.

Penelope foi completamente ajudada por dois médicos devido sua condição de gestante de gêmeos.

Quando ela e Derek descobriram que estavam esperando gêmeos, ela quase não acreditou no médico.

— Está pronta Senhorita Morgan? – Ele a viu assentindo. – Hora de dar à luz ao primeiro.

— Você pode apostar que sim. – Pen se preparou. – E você hot Stuff?

— Sempre Baby Girl. – Derek beijou a esposa. – Estou sempre pronto.

—Empurre o quanto puder. – O médico pediu. – E repita o processo, de novo e de novo.

Penelope fez o que o homem pediu e sentiu suas entranhas serem explodidas quando o primeiro bebê finalmente nasceu.

Era uma menina. Ela sabia no fundo que teria ao menos uma filha e ela sorriu.

— Eu acho que você precisa empurrar. – O médico viu o bebê ainda dentro. – Esse está ansioso por nascer.

Outra vez, ela empurrou com a ajuda de Morgan e um choro alegre encheu a sala de parto.

— Parabéns. – Ele lhe passou um pacote azul. – Vocês têm um menino.

Penelope começou a chorar de emoção ao ver o pequeno presente que ela ganhou.

— Ele parece com você, Derek. – Penelope olhou para o marido. – Nós temos uma mini Baby Girl e um mini Hot Stuff agora.

Derek se encheu de orgulho, mas foi orgulho de sua linda esposa. Ela lhe dera dois filhos e ele não estava ansioso em parar. Ele queria outros com ela.

— Que tal nomear o menino de Hank Spencer e a garotinha de Alissa Jennifer? – Penelope sugeriu. – Ou que tal Elizabeth Jennifer?

— Você ainda quer o Jennifer? – Derek brincou. – Em homenagem a JJ ou a Jenny?

— Em homenagem a ambas. – Penelope sorriu. – E Hank Spencer pelo seu pai e pelo nosso cérebro.

— São perfeitos. – Derek a beijou. – Elizabeth. Guarde Alissa para o futuro.

Todos se reuniram no quarto das duas mulheres. Eles sabiam que agora era a hora de ser feliz. E muito.