Six Months In Hell.
17 Finally married.
Era o dia do casamento de Abby e Timothy e Penelope havia sido felizmente liberada para participar, embora ela estivesse evitando Rossi.
Ela se sentou na parte da frente em uma cadeira feita para ela porque assim que a cerimonia e a festa acabassem, ela precisaria retornar ao hospital.
Abby vestiu o vestido preto cheio de brilhos, algumas de suas joias favoritas e prendeu um véu em seu cabelo perfeitamente arrumado.
Timothy colocou o terno e sorriu. Ele finalmente faria de Abby sua mulher hoje. Havia demorado o suficiente para isso acontecer. Embora ela já estivesse grávida dele e ele riu para isso.
— Está pronto? – Gibbs abriu a porta. – Você parece fantástico Tim.
— Obrigado chefe. – Ele tinha uma pequena tristeza. – Embora eu quisesse meu pai aqui.
— Eu também queria ter o meu pai no meu casamento. – Gibbs tirou o segundo relógio. – Isso é para você, Tim. Eu dei um a Tony e agora dei outro a você.
"Para Tim, que seus dias tenham amor e alegria. – Gibbs."
Timothy colocou com a ajuda de Gibbs e ele deu um abraço no garoto. Ele sabia o quanto McGee havia crescido em todo esse tempo e ele e Abby finalmente seriam felizes por completo.
Se posicionando em seu lugar no altar, ele suspirou.
Jenny entrou na sala onde Abby esperava e tirou algo de seu vestido. Era um colar lindo com caveirinhas e Abby tocou cada um dos cristais negros, sorrindo para mulher que se tornou uma mãe para ela.
— Eu perguntaria se está pronta. – Jenny olhou a jovem de cima a baixo. – Mas está completamente fenomenal.
— Obrigado, Jenny. – Abby sorriu. – Eu estou pronta para subir no altar.
— Claro querida. – Ela pegou a mão de Abby e a conduziu. – Seja feliz.
Esperando por Abby, pronto para conduzir a jovem para o altar, Gibbs a pegou pelo braço e deu um beijo em sua testa.
Todos se levantaram quando a música mudou e Abby caminhou para o altar, o lindo vestido evidenciando a barriga que agora ela ostentava.
Timothy parecia hipnotizado ao ver sua mulher entrar. Ele a queria pegar pelo braço e guardar apenas para ele tão linda e perfeita.
Gibbs entregou Abby a McGee e lhe deu uma cara de poucos amigos.
— Cuide bem dela, Tim. – Gibbs recomendou. – Lembre-se de que somos agentes federais, sabemos enterrar um corpo.
— Tem a minha palavra chefe. – Tim apertou a mão de Gibbs e pegou Abby em seguida. – Pronta para ser minha?
— Demorou demais. – Abby deu um pequeno beijo nele e sorriu. – Vamos.
Subindo no altar, Abby assumiu seu lugar e Tim o seu. A partir de agora era apenas felicidade.
Spencer trouxe uma garota que era um pouco mais do que apenas amiga dele ao casamento. Eles estavam ”se conhecendo” no momento com um provável futuro a frente.
— Estamos aqui para celebrar o casamento de Abigail Sciuto e Timothy Farragut McGee. – O padre começou. – Duas almas que se encontraram em meio ao que a humanidade tem de pior. Ambos trabalham buscando assassinos e os tirando da sociedade. Em meio ao amor, compromisso e laços que construíram com os outros agentes, formando uma família.
Todos sorriram. Jenny beijou Kelly que lhe retribuiu com um sorriso fofo e Gibbs deu um beijo em suas bochechas rosadas. Ziva beijou Leroy e depois Tony fez o mesmo.
Penelope olhou para Rossi e não sabia como agir de qualquer jeito. Ela ainda precisava de tempo para absorver isso.
— Timothy Farragut McGee. – O padre começou, depois de um breve silêncio. – É de livre e espontânea vontade que você aceita Abigail Sciuto como sua legitima esposa, na alegria e na tristeza, na saúde e na tristeza até que a morte os separe?
— Sim. – Ele sorriu. – Aceito.
— Abigail Sciuto. – O homem se virou para Abby. – É de livre e espontânea vontade que você aceita Timothy Farragut McGee como seu legitimo esposo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte os separe?
— Com toda a certeza. – Ela jogou um beijinho. – Aceito.
— Acho que vocês podem trocar os votos. – O padre pegou e abençoou as alianças e depois deu a Tim a primeira.
— Abby. – Timothy limpou a garganta. – Quando eu te conheci, acho que eu precisei de todas as forças para não gritar para o mundo o quanto eu te amava. Eu até tatuei meu traseiro por isso e eu ainda tenho. – Ele ouviu algumas risadas. – Quando aquele homem armado tentou te matar por minha causa, eu soube que eu precisava te fazer minha assim como Amy Sutton e o agente especial McGregor.
Ele colocou a aliança em seus dedos e os beijou.
— Timmy. – Abby pegou a aliança para pôr em McGee. – Quando eu te conheci eu lembro que o que me conquistou primeiro foi o seu coração. Eu lembro de ver a tatuagem e lembrar que ela foi feita para mim foi uma das coisas mais românticas. Quando meu ex tentou me sequestrar e você me protegeu, aquele carro assassino e o homem armado vieram quase em sequência, eu sabia que éramos destinados a ficar juntos. Como Amy Sutton e o agente especial McGregor.
Nenhum dois resolveu citar o sequestro em seus votos. Eles queriam apagar a existência de Ana e do mal que ela fez a Abby e a Pen. E a McGee indiretamente.
Abby colocou a aliança no dedo de seu marido e o beijou levemente.
Ziva sorriu e beijou Tony e Jenny fez o mesmo. Emily e Hotch também e Spencer e a bela Angel também se beijaram. Ele perdeu uma amiga, mas ganhou uma namorada.
— Se alguém é contra esse casamento, que fale agora ou se cale para sempre. – Todos se viraram para a porta durante os 30 segundos mais angustiantes. – Pelo poder investido a mim, eu os declaro marido e mulher. – Ele sussurrou para McGee. – Pode beijar a noiva.
— Eu acho que vou te beijar. – Ele puxou Abby para seus braços. – Sra McGee.
— E eu vou adorar. – Abby sorriu. – Sr McGee.
Ele curvou Abby e deu o melhor dos beijos entre eles até hoje. Uma de suas mãos desceram ao seu ventre e ficou lá, como se tivesse protegendo o bebe.
— Ei! – Tony gritou. – Peguem um quarto, antes de se empolgarem no altar!
Todos riram com a brincadeira e então, McGee conduziu sua esposa para fora, liderando a fila de apoiadores, como ele gostava de chamar.
Derek levou Pen antes de Rossi chegar perto dela e Dave apenas sussurrou. Ele sabia que ela estava magoada com ele.
— De um tempo a ela, Dave. – Gibbs o alcançou. – Ela está confusa demais.
— Só queria que ela soubesse porque tudo aconteceu. – Rossi murmurou. – Eu não posso dizer a ela que ela era uma linda menina e que um maníaco homicida ameaçou matar ela.
— Talvez você deveria contar a ela. – Gibbs tentou ajudar. – Durante a festa. Faça com que ela te escute, Dave.
— E se ela não me perdoar. – Rossi viu Gibbs suspirar. – Eu vou entender.
— Estamos falando de Penelope Morgan aqui, Dave. – Gibbs riu. – Aquela mulher pode te odiar, tentar liberar um vírus no teu computador, mas ela não pode odiar ninguém. Assim como quando Jenny me faz dormir no sofá porque eu disse algo que ela não acha certo.
Rossi sorriu quando olhou para filha ao lado de Morgan. Gibbs tinha razão. Ele falaria com Pen.
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