Notas iniciais
Me desculpem a grande demora, aconteceram umas coisinhas, mas já estou de volta! Aproveitem!

Pov's Percy

Enfim chegou o grande dia! O dia tão esperado durante seis meses. Se eu estou nervoso? Não, magina, só não consigo dormir direito durante uma semana. Então vamos lá, vou explicar como foram as coisas durante esses seis meses.

Uma semana depois de termos anunciado a todos que iríamos nos casar, começamos a organizar as coisas.Bom, na verdade, Annabeth, Thalia, Piper e Hazel começaram a organizar as coisas, até porque eu não tenho jeito nenhum com essas coisas. Afrodite aparecia de vez em quando para ver como as coisas estavam indo. Mesmo eu não tendo jeito em ajudar nos preparativos, Annabeth me deixava sabendo de tudo. Nós alugamos uma casa grande com um jardim magnífico para realizarmos a cerimônia.

Bom, aqui estou eu em um dos quartos da casa, um quarto bem afastado do da minha noiva, por sinal. Estava quase na hora e eu estava quase pronto, só faltava a gravata. Estou sentado em uma das cadeiras que tem no quarto, respirando bem fundo, ficando mais nervoso cada minuto que passa. Alguém bate na porta e eu dou permissão para entrar. É minha mãe. E ela está linda. Um vestido longo e vermelho, comportado, não muito chamativo mas perfeito pra ela. Seus cabelos estavam presos em um coque bem arrumado, estava com uma maquiagem leve e com joias lindas e brilhantes.

— Olá, querido. Como você está- Ela disse assim que me viu.

— Estou meio nervoso, mãe.- Confessei.

— Ah, meu filho, isso é normal. Não fique assim.

— Eu sei, mas e se ela não aparecer? E se ela desistir de tudo e sumir?- Falei desesperadamente, já levantando da cadeira em que estava.

— Perseu Jackson! Não fale mais isso!- Ela me repreendeu- Sei que você está nervoso e como já disse, isso é normal. Se acalme, ela não vai desistir e nem sumir. Vocês já passaram por muita coisa juntos. Vocês se amam. Tenho certeza que tudo vai dar certo.

— A senhora etá certa, mãe. Me desculpe.

— Tudo bem, querido. Agora venha aqui, deixa eu te ajudar com a gravata.

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Aqui estou eu, esperando a hora que a mulher da minha vida vai sair pela porta de vidro dos fundos da casa e caminhar até a mim. Já cumprimentei os convidados e agora estou observando a decoração. Ao lado dos bancos em que estão os convidados tem uma faixa com cada ponta ligada a um arranjo de flores azuis. Estou em baixo de um arco branco, também cheio de florzinhas azuis. Tudo está simples, mas lindo ao mesmo tempo.

De repente todos param de falar e uma música começa a tocar. Saem pela porta de vidro caminhando calmamente até nós Jason e Piper, quando eles estão no meio do tapete vermelho Frank e Hazel também saem pela porta e em seguida Leo e Calipso também. Eles se colocam ao lado do altar um de cada vez, de acordo com a ordem que saíram da casa.

Então, eu ouço a tão esperada música. O tempo ficou mais devagar e assim que eu botei os olhos nela, tudo sumiu. Pra mim só havia nós dois ali. Ela estava linda. O vestido não muito chamativo com uma faixa azul escuro na cintura lhe caía muito bem, uma maquiagem leve que realçava seus lindos olhos cinzas. Um lindo sorriso estava estampado em seu rosto, assim como no meu também estava. Ela estava de braço dado com o pai, caminhando lentamente até mim. Quando já estavam bem na minha frente, Frederick deu um beijo na testa da filha e a entregou a mim, dizendo:

— Cuide bem dela, rapaz.

— Eu cuidarei, pode ter certeza.- Respondi.

A partir daí eu não ouvi mais nada. Me perdi em seus lindos olhos e seu lindo sorriso. Despertei do meu transe quando ouvi o pastor dizer:

— Annabeth Chase, aceita Perseu Jackson como seu legítimo esposo?- Minha respiração sessou.

— Aceito.- Ela respondeu com prontidão e sorriu pra mim. Retribui seu sorriso da mesma forma.

— Perseu Jackson, aceita Annabeth Chase como sua legítima esposa?- Agora era a minha vez.

— Aceito.- Respondi na mesma prontidão que ela.

— Eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.- E finalmente, eu fiz o que estava com vontade de fazer a partir do momento que eu botei meus olhos nela. Todos aplaudiram, mas eu nem me importei. Tudo o que me importava agora era que Annabeth era minha esposa.

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A festa foi maravilhosa. Dançamos, nos divertimos, comemos... Algo que esqueci de falar foi que os deuses também compareceram, assim como Quíron e os colegas de acampamento, como também as Caçadoras. Depois que os mortais foram embora, ou seja, a família por parte de pai da Annabeth, a "farra divina" foi liberada. Quem nos serviu durante a festa toda foram as ninfas, aos olhos humanos, garçonetes comuns. Quando o último mortal saiu pela porta, o vinho dos deuses foi servido para todos, fiquei com dó do Sr. D. Todos dançaram sem parar, o incrível era que não se cansavam, quem olhasse não ia nem se quer pensar que eram todos deuses e semideuses, até as Caçadoras se permitiram se divertir.

Às duas horas da manhã todos foram embora, menos as Ninfas que ficaram para tirar a decoração da casa e arrumar as coisas. Nós insistimos que não precisava, mas elas não ligaram e mandaram eu e Annabeth irmos para o aeroporto. Nossa lua de mel? Vamos para Paris pela segunda vez. O presente de casamento de Zeus foi permitir que eu voasse para a nossa lua de mel.

Tudo ocorreu como o planejado, pegamos o voo às seis da manhã e partimos para a nossa lua de mel em Paris, onde passamos nosso aniversário de um mês de namoro, e agora passaríamos duas semanas como recém casados.

Notas finais
Obrigada por ler, bjos de Néctar!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.