Sirius Black - My Brother Stupid Best Friend
2 2º Capitulo
Notas iniciais
Cheguei a cabines da Gryffindor e vi o meu irmão literalmente a engolir a Evans. Entrei e bati com a porta fazendo os 5 que se encontravam lá olharem para mim. Dei um dos meus sorrisos a Slytherin e reparei na cara do James que ele já sabia que ali vinha sarilho. Tinha a minha varinha da mão e olhei todos até que o meu olhar ficou no Black. Aproximei-me dele.
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– Qual foi a tua de te meteres com um dos putos da minha casa? – rosnei eu.
– Tu fazes o mesmo aos da nossa. – diz a Evans.
– Evans. Faz me um favor e vai te foder. –disse olhando para ela.
– Ella! – disse o meu irmão- Que linguagem é essa?
– Preferes esta linguagem? – peguei na varinha- Colloportus. Agora vamos ter uma conversazinha Black.
– Deixa de ser estupida Potter. – disse a Evans fazendo-me rolar os olhos – Alohomora
– Incarcerous.- disse eu criando cordas e prendendo a Evans – Isso foi por estares calada. Agora tu Black.
– Mas que raio queres tu Ella? – resmungou o James a tentar soltar a namorada – Vai te embora e deixa nos em paz.
– Isso queria eu. Principalmente estando aqui com uma sangue ruim. – disse eu com cara de enojada.
– Eu juro que se eu estivesse solta eu partia te cara. – resmungou ela fazendo me rir.
– Claro e o meu pai é o Merlin. Mas como ia a dizer Conjunctivitus. Agora sim Black, estás lindo. – ri me e vim embora para a minha cabine.
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Sentei-me no meu lugar e ouvia todo o mundo a rir-se. Provavelmente da cara do Black. Fiquei o resto da viagem calada e a olhar a paisagem. Finalmente ia voltar para a minha casa. O único sitio onde eu me sinto confortável estar.
Assim que chegamos a Hogwarts fomos direitos para o salão grande para a seleção das casas. A qual eu não estive atenta. Ficava a olhar para a cara do Black que ainda estava com conjuntivite. Ele devia ir a Enfermaria. Tentava segurar o riso e por sorte conseguia.
Depois do jantar fui andando para as masmorras. Estava cansada da visita e queria ir dormir. Foi até ao meu quarto e vesti o meu pijama http://www.polyvore.com/untitled_1297/set?id=116837208 peguei num livro e comecei a ler, o mais provável é eu ter adormecido porque eu não senti as raparigas chegar. Acordei a meio da noite e tinha fome. Com preguiça levantei-me da cama e sai da camarata das raparigas. Sai das masmorras em direção a cozinha. Estava a meio do caminho quando vou contra alguém. E tentei adivinhar a quem eu fui contra? Se disseram Sirius estão enganados.
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– Evans. Não devias estar a dormir? – disse ele com o meu sorriso malvado fazendo-a rolar os olhos.
– E tu Potter?
– Estava com fome. – disse eu a andar a caminho da cozinha.
– Ao menos sabes onde é a cozinha?
– Não. – lembrei-me e parei da meio do caminho – Mas sei o caminho e a passe da Torre da Gryffindor.
– E para que é que queres isso?
– Para o caso de eu querer ir fazer uma surpresa a alguém. – ri-me.
– Eu levo-te até a cozinha e depois vou embora. – disse ela começando a andar.
– Porque é que ainda estás de uniforme?
– Porque estive a estudar até agora e pelo facto de estares de pijama e estares a usar os teus óculos significa que estavas a dormir.
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Não disse nada e segui-a. Ela deixou-me perto de uma estatua e fez lhe cocegas no pescoço o que a fez abrir. Entrei dentro da cozinha e vi alguns elfos a trabalhar. Pedi para me darem alguma coisa para comer, olhei para o lado e vi que a Evans já não lá estava. Dei de ombros e comi o que os elfos me deixaram. Sai da cozinha e voltei para o meu quarto.
Deitei-me na cama e adormeci logo. De manha vesti-me e eu e as raparigas fomos para o salão para tomarmos o pequeno-almoço. A seguir íamos ter aulas com o Slughorn ou lá como é a porcaria do nome dele, e ainda bem que não tínhamos aulas em conjunto de poções com os Gryffindor. Saímos das masmorras e encontramos o Sev e o Reg.
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– Bom dia meninos. – disse eu e as raparigas.
– Olá meninas. – disseram em conjunto eles.
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Ficamos em silêncio o resto do caminho para o salão. Sentei-me no meu lugar de sempre que infelizmente dava para ver aquele deficiente do Black. Vi que ele me olhava e eu reparei que a cara dele já não estava como antes. O que significa que ele já deve ter ido a enfermaria. Dei lhe um dos meus sorrisos á moda Slytherin e ele rolou os olhos fazendo me rir.
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– O que mete tanta graça? – perguntou o Sev.
– Nada, esquece.
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Acabei de comer e fui andando para a aula sozinha. Sentia que alguém me estava a seguir. Eu sabia quem era mas nem me dei ao trabalho de falar. Estava toda a gente a comer menos nós os dois. Continuei a andar até que fui encostada a uma parede e eu comecei-me a rir.
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– Achas graça ao que me fizeste ontem? – resmungou ele.
– Queres que seja sincera contigo Black? – disse eu e ele confirmou – Ficaste mais bonito como estavas ontem. Assim ninguém tinha que olhar para as tuas bentas de cão.
– Há alturas em que só me apetece mandar te com um Avada ou com um Crucio. Mas tens sorte, pois eu por mais que te odeie nunca faria mal a alguém da família do meu melhor amigo.
– Oh o menino Sirius odeia-me? – disse eu ironicamente – Tadinho do cãozinho. Queres biscoitos ou uma festinha na barriga para o menino ficar melhor. Queres?
– Para de gozar Elladora. – rosnou ele.
– Para de me chamar Elladora! – rosnei eu.
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Ele riu-se de mim e eu empurrei-o no chão e sentei-me em cima dele. Comecei-lhe a tentar bater mas ele agarrava me as mãos. Até me admiro que ninguém soubesse que estávamos ali.
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– Eu sei que me adoras. – disse ele parando os meus braços e pegou em mim, com medo de cair eu agarrei-lhe a cintura com as minhas pernas.
– Palerma. Poe me no chão! – rosnei, ele ia me deixando cair e eu agarrei lhe o pescoço e ele ia caindo e empurrou-me contra a parede – Essa doeu palerma.
– Desculpa cobra. – riu-se ele.
– Palerma.
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Eu fiquei a olhar para ele com cara de má e ele ria-se de mim. Ouvimos o meu irmão e os seus amigos a chamarem-no, mas ele não me deixou. Vi que eles nos encontraram e que o meu irmão estava a olhar para nós com cara de mau.
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– A minha irmã? Eu disse te que ela era proibida. – rosnou o meu irmão.
– Eu sou o que?
– Proibida para os meus amigos. – de repente eu tive uma ideia fantástico.
– Não me parece. – ele rolou os olhos e eu olhei para o Black e agarrei lhe o cabelo aproximando-o de mim e beijei-o. Beijei-o até que ouvi o meu irmão a gritar. Sentia as mãos dele a pousarem no chão e agarrou-me mais perto dele.
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Larguei-o e sorri para ele. Compus a minha roupa e segui caminha mandando um sorriso ao meu irmão que me olhava com cara de má. Caminhei até a minha aula e fiquei a espera que a aula começasse.
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