Sinners...
6 Chapter Six - Keep careful!
Notas iniciais
Sinners...
(Pecadores...)
“A força desproporcional de Israel vem matando tantos civis Palestinos, que pra mim é difícil contar... Foi feita uma soma, em dois dias, uma criança morreu por hora com bombas e misseis Israelitas."
Anônimo
(...)
Chapter Six– Keep careful...
A grande torre da igreja possuia apenas uma entrada, uma grande escadaria levava até onde o imenso sino estava pendurado por algumas cordas bem grossas, cada degrau feito de uma madeira antiga rangia á cada simples passada. Os dedos de Carol tremiam enquanto ela seguia meticulosamente os passos de Daryl, pisando exatamente onde ele pisava, agarrada ao bastão de basebol tentando conter a ansiedade. O fato de terem chego á rua da Igreja e tê-la encontrado vazia, á havia deixado extremamente inquieta, as ruas estavam desabitadas, tanto de errantes quanto de humanos. Ela odiava lugares vazios, odiava não poder vê-los. Mais assustador do que lugares infestados de mortos-vivos, eram aqueles lugares onde não tem nenhum sinal deles.
O sino era acionado manualmente, era somente impulsionar o corpo e puxar a corda com força. Daryl se virou e lhe empurrou o radio comunicador, ele acionaria o sino e ela teria de comunicar aos outros o momento que eles deveriam sair da mercadinho. O barulho ensurdecedor do sino não atrapalhou a Peletier de conversar com Penny e instruir a pequena menina a ir até o pai. Logo dezenas de errantes estariam ali, Daryl e Carol desceram as escadas o mais rápido que puderam, se enfiaram no primeiro beco que encontraram, deram de frente com alguns errantes, que foram derrubados facilmente. Enquanto a pequena Penny era carregada por Brian para a saída, e Philip com o auxilio de T-Dog derrubava a maior parte dos errantes. Carol tremia enquanto subia na ambulância e pelo comunicador falava com Penny onde se encontrarem.
A ambulância estacionou no lugar marcado, uma esquina longe o suficiente da Igreja, mas perto o suficiente para os grupo a pé os alcançá-los logo. Daryl olhou pelo retrovisor tentando enxergá-los. Carol tremendo tentou se comunicar com a pequena penny pelo radio novamente.
__Penny! – Carol chamou e esperou alguns segundos até a menina responder um “Oi...” timido e baixo. __Onde vocês estão, Penny...? – Carol perguntou num pedido mudo enquanto Daryl avisava sair para dar uma olhada.
__Shiu... Fala baixinho... – Penny pediu. __Estamos presos num beco, alguns errantes estão por aqui, não queremo alertá-los, não tem como darmos a volta, a rua está cheia, estão indo para igreja. Vamos esperar um pouco até eles saírem daqui... – Penny sussurra baixinho.
__Eu vou até vocês, me escute, não saiam daí... – Carol pede e cerra os olhos com força. Se agarra fortemente ao bastão e coloca o radio preso na calça. Seria dificil...
(...)
O primeiro disparo atingiu em cheio o crânio úmido de um dos errantes, parecia que Philip não entendia muito sobre o silêncio. Mais outros disparos procederam o primeiro, T-Dog não possuía muita munição em sua pistola 9mm, mas conseguira derrubar alguns, enquanto corria querendo salvar o próprio traseiro. Brian mantinha Penny em seu colo com total proteção enquanto seguia o irmão que abria passagem matando todos os errantes possíveis. O rádio comunicador nas mãos da pequena Penny chiou, ela rapidamente começou a falar com a tal mulher que agora fazia parte do grupo indicando o lugar onde estava e para onde estavam indo. Carol explicou onde a ambulância estava e avisou que voltaria para o automovel. Chegou á ambulância e procurou por Daryl com os olhos, ele não estava por ali. Carol subiu em cima do teto da ambulância e gritou por Daryl, ela sabia que não devia fazer barulho, porém precisava que Daryl voltasse logo, não poderia garantir que conseguiria esperar por ele quando o grupo perdido chegasse, eles apareceriam com uma horda os seguindo, seria dificil se manter ali até a chegada de Daryl. Pouco tempo se passou até ver o caipira despontando dos destroços de uma loja em destruição. Ela ouviu um grito e se virou, assistindo o grupo saindo de um beco correndo desenfredamente. Ela saltou do teto e abriu a porta de trás da ambulância, Daryl se postou ao seu lado com a Crossbow perfeitamente imponente e preparada. Philip parou perto da saído do beco e começou a derrubar os errantes que vinham atrás, enquanto Brian saía e vinha em direção ao carro. T-Dog parou ao lado de Philip e também se pôs a lutar, dando tempo suficiente de Dale e Brian alcançarem a ambulância. Carol girou o bastão e foi em direção aos dois que lutavam, com o bastão ela atingiu o primeiro que cambaleou antes de cair de joelho ainda “vivo”, Carol gingou e atingiu a lateral do crânio do errante e viu quando o tecido desmanchou em seu bastão e o sangue espichou.
O estampido soa alto na arma de Philip, ele tenta atirar outra vez, mas nota que suas balas terminaram. Olha para frente onde cerca de 20 errantes vinham vorazes em sua direção. T-dog pisca lentamente e empurra algumas balas nas mãos de Philip. O tempo em que Philip leva para carregar a arma é suficiente para mais errantes surgirem. Carol pisca languidamente, e sente uma flecha passar rente ao seu rosto, atingindo um errante perigosamente perto. Daryl empurra a chave nas mãos de Dale e ao lado de Brian tentam ajudar o grupo no beco.
Os tiros continuam, até o momento que T-dog é agarrado por um dos bichos, Philip empurra o errante para longe, antes que ele pudesse cravar os dentes na pele de T-dog. Daryl agarra o braço de Carol assim que vê que os errantes estão em maior numero e com certeza falatava pouco até que alguém fosse pego. Ele puxou a mulher e a mandou correr enquanto derrubava outro errante. Avistou Philip e T-dog encurrálados correndo para o lado oposto á ambulância. Brian para estoico, seguiu o irmão.
Os errantes languidos se dividiram, uns seguindo Philip, T-dog e Brian. E outros seguindo Carol e Daryl que iam em direção á ambulância. O odor pútrido intoxica o ar, seria pouco até que os mortos alcançassem seu objetivo. Carol está parada ao lado do carro, os olhos brilhando em espanto. Teriam ido ali por nada? Daryl á encara buscando algo em seu olhar.
__Vai pra ambulância! – Ele vocifera enquanto gasta suas ultimas flechas para derrubar os mais próximos. Carol lhe ignora completamente. __Entra na porra da ambulância, Carol! – Ele grita outra vez e a mulher adentra o automovel. Ele entra no banco do motorista e a chave estava na ignição. Deixada por Dale. Ele solta todo o peso de seu pé no acelerador. Ele segue pela estrada, ziguezagueando pelos carros abandonados e os corpos espalhados. O coração aos pulos enquanto ele manobrava para longe da horda e da cidade...
__Meu pai! – A pequena Penny gritou apontando copiosamente para trás onde um Philp esbaforido corria em direção ao carro. Daryl pisou no freio com lentidão e esperou, Dale abriu a porta de trás com rapidez enquanto via os três correndo lá trás. Philip é o primeiro a entrar e agarra a filha num abraço. T-dog chega em segundo e logo atrás vem Brian. A porta é fechado e Daryl acelera, enquanto a horda de quase quarenta mortos vem lentamente em sua direção.
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