Notas iniciais
Não gritem, não chorem, se controlem.
FIFTH HARMONY!YAAAAAAAAAAAAAH!
Minha primeira fic sobre essa banda mais que perfeita, e bom, claro que seria sobre CamRen/Norminah. Por que sim, eu sou louca por couples. U_U
E falando sobre couples, quero dizer que a coautora, vulgo Stefanny, me pedindo gentilmente para informa-lhes que ela não irá participar por enquanto pois está atarefada demais para isso, todavia, está de olho nos comentários. (E sim, ela é possessiva e me ama, então, cuidado!)
SEM MAIS ENROLAÇÃO! Aproveitem o prólogo, porque nós temos pronto até o capítulo 2. Sooooo, se a fic tiver mais de 7 comentários, eu posto o capítulo 1 no dia 25. Estamos combinados? Então, please, comentem. ♥

A batida sensual da música que eu não fazia ideia de quem era chegava aos meus ouvidos, fazendo com que eu transformasse minha careta de apreensão em uma careta de dor. Não gostaria de estar ali! Só gostaria de uma noite divertida para meu aniversário de 21 anos. Porém, meu divertido e o divertido de Dinah são completamente diferentes.


Tem muitos e muitos dias que ouço DJ falar o quão mágico foi à experiência naquele clube apenas para mulheres. O Heels Club era uma boate destinada apenas para mulheres, porém, não uma boate comum. Era um clube de stripper! Ainda não entendo o que diabos Dinah foi fazer naquele lugar, mas, quando voltou para o apartamento que dividimos, chegou eufórica dando a certeza que nunca havia se divertido tanto na vida inteira! Não sei como nem porque ela foi parar naquele lugar, porém, está me arrastando junto para comemorar meu vigésimo primeiro aniversário e claro, ver a mulata gostosa que dançou no colo dela a primeira vez.


Duas regras do clube. Em primeiro lugar, a divulgação é apenas verbal, de mulher para mulher. A segunda regra é: divirta-se.


Creio que a segunda regra foi criada para mulheres como eu, que tem medo de se soltar demais. Claro que quando se vai a um clube apenas para mulheres, apenas mulheres estão dentro do clube! As clientes, as garçonetes, as bartender e, por último, mas não menos importantes, as strippers. Esse tipo de boate foi feito exatamente para mulheres que querem “experiências variadas”, como a própria Dinah me disse. Porém, para aquelas mulheres que não se envolvem com outras mulheres, mesmo sendo cliente, subir no palco e criar sua própria performance sexy, não é o problema.


Até Dinah me convencer desses detalhes sobre o clube, eu achava a ideia louca demais. Parece sim divertido, porém, é meio insano as próprias clientes poderem fazer parte do show! Não que eu não goste de mulheres... afinal, para que tanto rótulo no mundo? Pessoas são pessoas. E esse é exatamente o meu ponto. Que tipo de pessoa eu conheceria estando num clube desses?


Deixando minha insegurança de lado, e focando nas experiências divertidas que quero levar do meu aniversário, acabei cedendo a vontade de Dinah e me deixei levar por ela. A mesma guiou-me para o bar primeiro, em que uma bartender loira com piercing no lábio inferior, sorrio para nós duas, olhando para o decote de Dinah, perguntando o que queríamos.


— O que você quiser dar, mas que seja bom! – Dinah, maliciosa! Mas a bartender gostou, pois sorriu fogosa para minha amiga e pediu um minuto pra trazer a tal bebida. Olhando em volta da boate, parece uma boate bem normal, apenas com a diferença nítida que só tinha mulheres ali. De calças sociais, de jeans, shorts, saias, até mulheres que parecem muitos com garotos novinhos!


— Então, Mila, deixou o preconceito de lado? – Nem olhando pra mim essa cachorra está.

- Que preconceito? Você sabe que não é preconceito, DJ. É só... um pé atrás. – Dinah me conhece desde que me entendo por gente. Somos amigas de infância! Sabe tudo sobre minha insegurança, mas, também adora torrar minha paciência.

- Então deixa sua insegurança de lado pelo menos essa noite, Mila! Esse é meu presente de aniversário pra você e hoje fica tudo por minha conta. – Realmente é um bom presente. Eu deveria beber esse bar inteiro de vodka pra falir minha melhor amiga, porém, quero ficar sã, apesar de sempre beber. E na verdade, Dinah está sendo uma ótima amiga, pois está me tirando da minha bolha de preocupações da faculdade e da vida e me fazendo rir e me divertir.


— Aqui, moças. Flying Violet. Aproveitem que esse é por conta da casa. – A bartender deixou na nossa frente, duas taças de Martini geladas e com liquido roxo. E claro, piscou pra Dinah entregando um pedacinho de papel pra mesma, que pegou junto com a taça e mandou um beijinho no ar pra loira, virando-se.


- Obrigada, loira! – Gritei pra moça enquanto lutava para ficar em pé no salto e segurar a taça enquanto Dinah me arrastava para perto de uma mesa alta e redonda de madeira escura.


— Acho que uma das garotas já vai se apresentar! Tomara que seja aquela mulata linda... – Dinah ficou encantada na mulata, falou nessa mulher a semana inteira! Até Sofi ficou cheia de tanto que ouviu sobre a mulata que dançou Beyoncé igual a Beyoncé!


— Todas estão preparadas para La Morgado? – Disse uma voz rouca e empolgada, feminina, claro. E todas as outras clientes começaram a gritar e dizer coisas bem explícitas. Não tenho ideia de quem seja essa La Morgado, mas deve seduzir demais, pois a maioria das mulheres que estavam bebericando e conversando, e até outras que estavam dançando pararam completamente tudo para ir mais a frente do palco. Dinah beliscou meu braço, atraindo minha atenção.


— Essa mulher... Camila, tenta não morrer, ok? Disse que você era aniversariante e foi por isso que disse pra que viesse de camisa preta, Mila. – Ela disse tudo com receio e posso ousar em afirmar que com medo também.


— O que estar de preto... – Parei de dizer quando uma música completamente diferente soou mais auto e pareceu que todos dentro da boate pararam de respirar por um momento. Essa música eu reconhecia. Partition.


A luz sobre o resto da boate diminuiu, deixando quase tudo escuro. A batida estava muito alta e consegui perceber que era um remix. O palco era bem grande e ficava elevado do resto da boate, mas não chegava a ser nem um metro de elevação. Mastro de pole-dance a direita do palco, e uma cadeira preta a esquerda. No fundo, um pano branco estava suspenso e uma luz avermelhada que provinha do fundo, deixando o lugar bem sensual.


A sombra de uma silhueta surgiu fazendo com que todas gritassem de uma vez só. Na mesma batida, a sombra mexia o braço, estralando os dedos e mexendo no cabelo que mesmo apenas sendo a sobra de uma silhueta, percebi que o cabelo era grande e pouco amassado, dando um ar de rebeldia. Em determinada batida da música, a silhueta mexia seu quadril de um lado para o outro, fazendo movimentos muito sensuais. Olhei para Dinah um momento e a mesma virou o rosto com um sorriso malicioso em minha direção e consegui ler seus lábios.


“Me agradeça depois.”

Notas finais
Lembrando que estou muito empolgada pois é minha primeira fic sobre CamRen e já tive a ideia (que na verdade foi da linda da Fanny) de fazer uma long. Então relevem, please. KKKKKKKKKK