Notas iniciais
Heey.. Essa Aqui É Minha Segunda Fic.. E Não Se Preocupem.. Não Esquecerei "Atração Fatal"
Bom Espero Que Gostem...

Damon abriu os olhos de uma vez. Sentiu a cabeça girar ao olhar pro teto de seu quarto enquanto ouvia aquele som irritante do despertador de seu celular. Ergueu o braço e buscou o aparelho, desativando o som do mesmo. Ficou deitado por mais alguns minutos tentando se acostumar com despertar repentino. Levantou-se da cama coçando os olhos. Respirou fundo sabendo que seu dia ia ser corrido. Além da escola e do treino de futebol americano, ainda tinha suas obrigações na clínica do padrasto, ou como ele mesmo gostava de chamar, seu pai. Abriu a porta do banheiro e se olhou no espelho. As olheiras estavam denunciando que não havia dormido direito. Deu com os ombros, nunca ligou para o que os outros pensam dele, mesmo. Tomou seu banho, escovou os dentes e colocou suas roupas. Desceu as escadas da luxuosa mansão onde vivia. Sorriu ao ver os empregados correndo pra lá e pra cá. Viu sua mãe sentada à mesa folheando uma revista e sorriu se aproximando.


– Bom dia! – Falou beijando a bochecha dela.

– Oh meu amor! Bom dia. – Disse Lis sorridente.

– Vai sair hoje? – Damon se sentou pegando um pedaço de pão.

– Sim. Vou até New Orleans resolver umas pendências da casa da ultima venda que eu fiz. – Damon concordou com a cabeça e olhou no relógio de pulso. – Está atrasado?

– Não. Tenho mais alguns minutos. – Falou bebendo o suco que acabara de por no copo. – Onde está Caroline?

– Dormiu na casa da Vick ontem. – Lis se levantava. – Seu pai chega de Nova York hoje. Então quero você em casa às 7, pro jantar.

– Pode deixar. – Terminava de comer o pão. – Estarei aqui.

– Se quiser pode trazer a Rebekah. – Lis pegava sua bolsa. – Vocês fazem um ótimo casal.

– Já disse que Rebekah não é minha namorada mãe. – Damon esclarecia aquilo pela milésima vez.

– Tudo bem, tudo bem. – Revirou os olhos. – Se cuide ein! Juízo. Bom dia. – Deu um beijo na testa do filho e saiu.

– Bom dia Damon. – Uma senhora já de idade entrava na sala.

– Bom dia Olivia. – Damon sorriu simpático. – Jeremy ligou?

– Não. – Começou a tirar a mesa. – Você vai se atrasar menino!

– Eu sei. – Riu. – To indo lá! – Deu um beijo na bochecha da mulher que sorriu. Pegou sua mochila, as chaves do carro e saiu.


Damon era um rapaz adorável. Além de lindo, era educado, integro e amável com as pessoas. Nascer em um berço ouro não fizera muita diferença para a formação de caráter dele.

Os Salvatores eram ricos. Rico é até pouco. Eram podres de rico. Joseph era filho de médico. Seguira a mesma profissão do pai, e queria que Damon seguisse a mesma profissão dele. Investiu ao abrir um clinica na Califórnia, e quando deu por si sua clinica expandiu, se tornando a clínica mais freqüentada por famosos e pessoas com dinheiro. Tinham sedes por todos Estados Unidos. Mas agora Joseph estava centrado na política. Candidatou-se ao congresso e ganhou, e agora tentava concorrer ao senado, e ao que tudo indicava, ele seria um dos novos senadores da Califórnia. Joseph e Lis se conheceram quando Damon tinha apenas alguns meses de vida. Por isso para ele Joseph era seu pai e ponto final. Quando Damon tinha 2 anos, Lis ficou grávida e deu a luz a sua irmã, Caroline. Damon acenou para um dos jardineiros e entrou em seu carro. Um Aston Martin amv01. Assim como Joseph, ele era apaixonado por carros. Dividiam essa paixão, como várias outras. Saiu do luxuoso condomínio localizado em Hollywood Hills. Viu uma jovem e famosa atriz passeando com seu cachorro, mas nem ligou pra isso. Aquilo já era comum por ali. Após dirigir por alguns minutos chegou até sua escola. A Hollywood School era uma escola caríssima, localizada em Bel Air. Talvez a mais cara de toda Califórnia. Ele não sabia muito bem quanto era, mas já chegou a escutar uma conversa dos pais sobre algo como 200 ou 300 mil dólares ao ano. Estacionou o carro e sorriu ao ver a ‘amiga com direitos’ vindo até ele.


– Hey babe. – Disse ele.

– Hey Doc! Sentiu minha falta? – Rebekah sorriu ficando na ponta dos pés para beijá-lo.

– Como sempre. – Sorriu e pegou na mão dela.

– O que vai fazer hoje a noite? – Rebekah perguntava empolgada.

– Ah, meu pai ta chegando de NY, então já sabe. Jantar em família. – Falou sem muita empolgação.

– Ah sim... – Pareceu ter murchado depois disso.

– Se você quiser ir, está convidada. – Damon falou depois de ver a cara dela.

– Ótimo! Estarei lá. – Sorriu e deu um selinho no garoto. – Tenho que ir, te vejo mais tarde.

– Tudo bem. Vou procurar o Pequeno Gilbert. – Sorriu e foi pra outro lado.


Damon e Rebekah foram criados juntos, o pai de Rebekah era um dos médicos na clinica de Joseph, por isso sempre estavam juntos nas festas de família, reuniões e tudo mais. Eles estavam ficando há quase cinco meses, mas nenhum dos dois queria rotular aquela relação, nem dar nome aos dois. Damon rodou a escola inteira e não viu Jeremy em lugar nenhum. Deu com os ombros e ouviu o sinal tocar. Hora de estudar!


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O sinal bateu e Damon suspirou aliviado. Hora de ir embora! Saiu apressado da sala e começou a buscar Jeremy com os olhos, inutilmente. Não o achou em lugar nenhum. Viu Matt conversando com uma menina e se aproximou.


– Donovan! – Gritou pra Matt que virou sorrindo.

– Salvatore! – Abraçou o amigo de lado.

– E ai Anna. – Damon sorriu pra menina que se derreteu por dentro. – Você viu o Jeremy? – Voltou o olhar pra Matt.

– Nem vi cara. – Respondeu coçando a cabeça. – Deve ter perdido a hora, sei lá.

– Acho que sim. – Viu Rebekah do outro lado do corredor. – Valeu então cara! Tchau.


Damon saiu dali antes que Anna o agarrasse. Passou os braços pelo ombro de Rebekah e foram andando até a saída, enquanto conversavam sobre o jantar de hoje.


– Quer que te leve em casa? – Damon indagou.

– Não. Estou de carro. – Respondeu enquanto mostrava a chave do carro.

– Tudo bem. – Sorriu e se aproximou encostando os lábios com os dela. Foi um beijo rápido, mas qualquer menina – e alguns meninos também – daquele pátio dariam tudo pra estar no lugar dela. – Te vejo as sete então?

– Com certeza. – Sorriu e cada um entrou em seu carro.


Damon estava preocupado com Jeremy. Ele era um pouco “porra-louca”, mas não era de faltar aula. Então resolveu passar na casa do melhor amigo pra saber se algo tinha acontecido. Eles moravam perto, então nem era tanto desdobramento assim. Parou o carro na entrada e o porteiro logo o reconheceu, soltou um aceno com a cabeça e entrou no condomínio de luxo, indo até a casa do amigo. Jeremy era filho de um famoso empresário do ramo da televisão, Alaric Gilbert. Sua mãe, Jenna, não fazia nada da vida. Só cuidava da casa e do filho. Depois que Elena, a irmã mais velha de Jeremy fugiu de casa, Jenna ficou desolada, chegou até mesmo a ficar um tempo internada numa dessas clinicas de reabilitação. Mas aquilo era um assunto que ninguém tinha o atrevimento de tocar. Nem mesmo Damon que era como um irmão pra ele. Viu a moto caríssima de Jeremy estacionada na entrada e mais um carro, que julgou ser barato demais para ser de alguém daquela família. Estacionou o carro e logo saiu, andando em direção a casa do amigo. Bateu duas vezes e viu a Senhorita Gilbert abrir a porta.


– Oh, olá Damon! – Falou sorrindo. – Entre.

– Oi Tia Jenna. – Damon devolveu o sorriso. – Jeremy está em casa?

– Sim. – A mulher fechou a porta. – Esta no quarto dele. Vá lá. Ele precisa de um amigo agora. – Falou fechando o sorriso.

– O que houve? – Damon indagou preocupado.

– Acho melhor ele dizer. – E saiu sem mais explicações.


Damon não entendeu e achou melhor ver o que estava acontecendo. Subiu as escadas e foi andando em direção ao quarto de Jeremy. Franziu a testa ao ouvir um barulho no quarto que estava abandonado a quase seis anos. Curioso como sempre, Damon seguiu o barulho e viu que tinha alguém dentro do quarto da irmã mais velha de Jeremy. Arregalou os olhos. Ninguém entrava naquele quarto! Será que era o dono do carro que estava do lado de fora? Enfiou a cabeça um pouco e viu que era uma mulher. Ficou mais curioso ainda ao ver que a menina estava de toalha e que essa tinha ido pro chão. Damon sorriu malicioso e se lembrou de uma cena quase igual a essa.


Flashback


Damon estava na casa de Jeremy para comemorar o Aniverario do amigo e estava achando aquilo tudo muito intediante. Até que resolveu passear pela casa e achou algo muito mais divertido de se fazer: Espiar a irmã mais velha de Jeremy trocar de roupa. Ele sempre achou Elena perfeita e tinha quase certeza que aquela era a primeira paixão dele. O único problema é que ela tinha 17 anos e ele só tinha 12. Deu com os ombros. Por enquanto só queria ver a menina trocar de roupa. Por hora só aquilo estava bom. Mas ouviu um barulho vindo da escada, arregalou os olhos e saiu correndo dali. Escondeu-se no quarto de Jeremy, mas deixou a porta um pouco aberta. Viu que era Stefan, o namorado de Elena. Para ele, Stefan era imenso. O cara tinha 18 anos, era quarterback do time de futebol do Hollywood School . Viu Stefan abraçando Elena – que já estava devidamente vestida. – por trás e viu como ele ficava mais enorme ainda ao lado dela. Sempre ouvia os outros dizerem que Elena era pequena, mas ele não achava isso. Elena era maior que ele! Naquela tarde mesmo tinha se queixado com o pai que ele não crescia. Damon era pequeno. Pequeno até demais para um garoto de 12 anos. Às vezes parecia ter 10 anos de tão magrelo que era. Joseph já tinha explicado que ele iria crescer quando entrasse na puberdade, e foi o que aconteceu. Dois verões depois, Damon cresceu quase 40 centímetros ficando maior que Jeremy. Resmungou qualquer coisa ao ver eles se beijando e saiu dali discretamente.


Fim do Flashback


Damon perdeu a noção do tempo observando aquela menina se trocar, até que acordou de suas lembranças num estalo ao ver que a intrusa no quarto de Elena, era a própria.


– Ele-Elena? – Sussurrou mais pra si do que pra ela.

Notas finais
Damon.Gentil... Elena Revoltada..Uheuhe' Sou Meio Louca.. Mas.. Espero Que Tenham Gostado.. ~xoxo ^^