Simply Love - Dramione
39 Capítulo 39 Você jura?
Notas iniciais
Com seu coração apertado e seu corpo tenso e enjoado sobre o do loiro que cheirava a álcool a menina se deixou levar pela inconsciência após algum tempo, mesmo com seu estômago revirado.
[...]
Duas semanas depois...
Hermione acordou quando já se passava das nove horas da manhã, ela abriu seus olhos vagarosamente e assim que seu olhar se focalizou ela teve o vislumbre de Draco a sua frente ainda dormindo, a menina se espreguiçou lentamente sentindo seus ossos protestarem por estará a tanto tempo na mesma posição.
A castanha passou algum tempo deitada, sentindo o sono a consumir, mas após algum tempo ela se sentou e fez um coque em seu cabelo, a menina se lentou correndo ao sentir sua bexiga cheia.
Após sair do banheiro quando terminou suas necessidades ela andou no quarto olhando para o cesto de roupa suja, onde viu uma blusa de Draco jogada, a consciência da menina dizia que ela não devia bisbilhotar as coisas de seu marido, porem seu lado ciumento e Grifinório pensava o contrario, a menina olhou para o corpo inerte do loiro.
Durante essas duas semanas a menina quase não dirigia a palavra a Draco, que estava desesperado por um toque, um olhar ou qualquer outro ato vindo da castanha para consigo, a menina não fica atrás, ela estava tão carente e desesperada quanto o loiro.
Tomando coragem Hermione obrigou suas pernas a se mover em direção ao cesto, ela se abaixando sobre o mesmo para bisbilhotar nas roupas sujas de seu esposo.
Os joelhos da menina se encostaram ao chão ela pegou a blusa de Draco que estava por cima e a levou até seu nariz aspirando o cheiro que ali residia, a castanha sentiu se estomago se revirar em felicidade ao constatar que não havia perfume feminino ali, mas a alegria dela durou pouca, já que seu subconsciente a lembrou que aquela era primeira peça.
Ela continuou sua inspeção minuciosa por mais algum tempo, porém não encontrou nada relevante, mas continuo a procurar.
Sem que ela percebesse o garoto acordou preguiçosamente ele esfregou seus olhos com dorso de suas mãos e demorou alguns segundos para situar-se, mas quando o fez deu de cara com Hermione abaixada perto de do cesto de roupa suja.
A consciência dele demorou poucos segundos para perceber o que estava acontecendo ali, um sorriso contido aparece no canto dos lábios do menino, que logo deu um jeito de escondê-lo.
– Isso tudo e saudade? – Questionou o loiro com a voz intempestiva ainda mais rouca que o normal.
Hermione congelou no local que estava por alguns instantes, seu subconsciente trabalhava furiosamente para encontrar uma resposta plausível para a cena que Draco tinha diante de seus olhos, a respiração dela era quase inexistente enquanto suas mãos que tremiam ainda segurava a blusa do loiro rente a seu nariz.
– Só estava procurando minha pulseira que cai seu idiota. – Respondeu a menina se levando rapidamente.
– Serio? E você a encontrou cheirando minhas roupas? – Questionou o menino sorrindo.
– Não seja ridículo Malfoy. E claro que eu não estava cheirando as tuas roupas. – Respondeu a menina se apoiando na escrivaninha perto da janela, ficando de costas para o loiro na intenção dele não perceber o quão nervosa ela estava.
– Não foi isso que pareceu. – Respondeu o loiro, agora abraçando a menina, a sobressaltando já que a mesma não havia ouvido nenhum barulho que denunciasse que seu marido já estava de pé.
– Me s.. sol.. solta. – Pediu a menina gaguejando. Draco estava brincando com a mesma, ele raspava seus dentes sobre a pele sensível da nuca da menina, e depois chupava a pele vagarosamente, acendendo uma chama dentro de Hermione, que logo se alastrou pelo corpo musculoso do jovem, e logo se converteu em uma ereção matinal que tinha contato direto com a coluna da menina que tremia levemente nos braços de seu marido.
O sangue da castanha se concentrou em seus seios e feminilidade que já pulsava, os mamilos da castanha ficaram duros e por Hermione estar usando pijama eles ficaram evidenciados, deixando o loiro anda mais excitado, os lábios dele sugaram o nódulo da menina que sentiu todos os pelos de seu corpo se arrepiarem a deixando em brasa viva, os lábios dela se separaram e lufadas de ar foram soltas dali.
As mãos gélidas e másculas de Draco que antes se mentiam paradas na cintura de sua esposa, começaram a percorrer a superfície plana que era a barriga da menina, a sentindo se contrariar sobre sua palma em expectativa, quando as mãos do menino chegaram ate o começo dos seios dela o mesmo recuou e passou a ponta de seus dedos sobre da lateral do mesmo os contornando fazendo eles ficarem ainda mais duros e pesados para a menina que tremeu em excitação.
A abstinência de sexo estava deixando os dois loucos, no entanto o loiro não tentava uma aproximação maior, o que deixava tudo ainda pior.
Um suspirou alto deixou os lábios da menina quando o loiro passou a descer seus beijos até onde conseguia, para facilitar e se favorecer a menina tombou sua cabeça no ombro de seu esposo que ganhou mais espaço, e sem que a menina esperasse as mãos do loiro se fecharam sobre os seios dela e os aperou com força prendendo os mamilos entre seus dedos os torcendo com força, fazendo a castanha ofegar de prazer e dor, e as pernas tremerem fazendo o loiro a apertar mais contra si.
A ereção do loiro se pressionava contra as costas da menina com força, a fazendo sentir a protuberância da mesma, e deixando Draco com um pouco de dor, que mais parecia prazer, já que o aperto que estar naquela posição lembrava de certa forma o calor e o aperto que era estar dentro da castanha.
A respiração dos dois era ofegante, a menina sentia seu clitóris inchado e pulsante, ele estava louco por atenção, e a prova disso e que sua calcinha estava encharcada a ponto de estar quase ultrapassando a fina seda que era o short da menina.
Uma das mãos de Draco desceu até o short da menina e puxou o mesmo colocando sua mão por dentro dele, neste momento Hermione pareceu acorda de um transe, ela tentou se afastar porem não conseguiu, ela tentava recuperar sua voz que estava perdida em algum lugar dentro de si própria.
– Me solta. – Pediu ela com a voz falha, mas decidida.
– Como? – Questionou Draco meio tonto por conta da nevoa de prazer que o entorpecia. Ele puxou a calcinha da menina, porém ela se afastou em um safanão, batendo sua cintura contra a escrivaninha que balançou fortemente.
Vendo o desespero de sua esposa para se afastar o loiro deu o espaço que ela precisava ao dar três passos para trás.
– Até quando iremos ficar brigados? – Questionou o loiro irritado com a atitude da menina.
– Até você me dizer quem foi à vadia que te beijou, e me falar toda a verdade. – Respondeu Hermione irritada, quase gritando. Ela ainda estava apoiada na escrivaninha em busca de apoio.
A castanha sabia que não devia falar sobre isso agora, pois eles estavam como os ânimos alterados por conta da excitação, isso com certeza os faria ter outra briga talvez ainda mais feia que a primeira.
– Vadia? Beijo? Verdade? Pelas barbas de Merlin do que você está falando? – Perguntou o loiro já completamente irritado.
– Não se faça de desentendido, eu encontrei marcas de batom em uma de suas blusas e você mentiu para mim quando disse que havia se casado comigo por estar apaixonado por mim. – A voz da castanha embargou assim que a mesma começou a falar.
Ela se mantinha de costas para Draco, que viu o corpo de sua esposa tremer levemente, e ela baixar a cabeça.
Aos poucos o membro dele ia ficando flácido novamente, seria doentio ele continuar excitado em um momento tão tenso e de tanta dor para a castanha como aquele.
O loiro respirou fundo e se concentrou nas palavras de Hermione, ele demorou algum tempo até se lembrar de como possivelmente essas marcas de batom foram parar em sua roupa, até que a mente dele vagou até a noite que antecedeu seus briga com Hermione.
– Amor, as marcas de batom foram feitas pela Dafne, na noite que antecedeu nossa briga, ela queria ficar comigo mais eu dei um fora nela. – Explicou o loiro sendo completamente sincero.
– Você espera mesmo que eu acredite nessa desculpa esfarrapada? – Gargalhou a menina em descrença ainda de costas para o loiro que neste momento marchava em direção à castanha.
O loiro virou a garota de frente para si e olhando nas grandes orbes castanha ele disse com toda a sinceridade do seu coração.
– Hermione eu já disse isso uma vez, mas parece que você não entendeu. Eu estou completamente apaixonado por você, nenhuma outra mulher me excitou como você, ninguém nunca me fez sorrir só de olhar para mim, nunca sentir um aperto no peito como sentir nestas últimas duas semanas, nunca havia passado por minha cabeça implorar a atenção de alguém como pensei nos últimos dias. Eu te amo Hermione.
Hermione nem piscava e muito menos respirava, ela ainda digeria as palavras de seu marido, ela não sabia como reagir diante daquelas palavras, mesmo que ela sonhasse com aquilo a algum tempo a realidade era infinitamente melhor.
– Você jura? – Questionou a menina com a voz falha e frágil.
– Juro. E você me promete que irá me dar uma chance de te fazer se apaixonar por mim? – Respondeu o loiro receoso com a resposta da menina.
– Não precisa, porque já estou apaixonada por você. – Sussurrou a castanha sorrindo.
Ela ficou na ponta dos pés e selou seus lábios aos do loiro, que a abraçou pela cintura, deixando mais perto de si.
O beijo deles era calmo e cheio de carinho, suas línguas se entrelaçavam com carinho e calma, o beijo era molhado e cheio de saudade.
Os dois passaram algum tempo se beijando, até que caíram na cama que dividiam com Draco ficando por cima da menina, que assim que teve a oportunidade terminou o beijo e espalmou suas mãos no peito de seu marido o afastando.
– Hoje não. – Sussurrou a menina receosa.
Draco franziu sua testa em confusa, o primeiro pensamento de foi que a castanha não sentia saudade, mas ao se lembrar do beijo que haviam acabado de trocar o mesmo descartou essa hipótese, e percebeu que a garota só queria passar aquela manhã de sábado com ele, sem fazer nada mais depravado.
Draco se deitou e pôs à cabeça da menina em seu peito, ele acariciava os cabelos da mesma enquanto ela falava o que havia acontecido com ela naquelas duas semanas, os dois passaram o dia todo assim, conversando amenidades e trocando carícias tímidas e calmas, naquele sábado eles só deixaram seu quarto para comer.
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