Notas iniciais
Boa noite amores... Tudo bem com vocês? Sejam Bem-Vindos novos leitores. Bom avisei que demorai um pouco, mas que ia voltar, por isso estou aqui. Capitulo dedicado a todos que comentaram o capitulo anterior e especialmente a Cacau M que há alguns dias me deu uma maravilhosa recomendação, não há palavras para expressar como as suas palavras me ajudaram, muito obrigado mesmo, e também não tenho palavras para me desculpar por demorar muito para postar esse capitulo. Amei tudo que você escreveu, obrigado novamente. Boa leitura!!

Draco sentiu o desespero tomando conta de seu ser, não sabendo o que fazer ele sentiu sua cabeça rodar, os olhos encherem de lágrimas, a boca secar, o medo o dominava, e a única opção que ele encontrou foi ir atrás de madame Pomfrey. E sem perceber o loiro já corria como um louco pelos corredores.

[...]

Madame Pomfrey? – Gritou Draco assim que chegou a enfermaria.

– Que escândalo e esse senhor Malfoy? – Pergunto Minerva McGonagall enquanto se levantava, já que ela e Madame Pomfrey estavam sentadas ao redor de uma mesa com alguns frascos de viro ao redor de alguns pergaminhos, com certeza vendo quais poções teriam que encomendar.

– E a Hermione ela não está nada bem. – Revelou o loiro desesperado.

– O que ela tem? – Perguntou McGonagall nervosa.

– Ela está delirando e está com febre. – Contou o menino olhando para Madame Pomfrey que já não estava mais ao lado de McGonagall, agora ela abria um armário e tirava de lá vários frascos, e algumas toalhas brancas.

– Oh eu já esperava por isso. – Falou Madame balançando sua cabeça em negativa e soltando um muxoxo no fim de sua frase.

– Como você já esperava por isso? – Gritou Draco assustando as duas senhoras.

– Ora senhor Malfoy abaixe esse tom. – Mandou a diretora.

– Essa velha louca libera a Hermione mesmo sabendo que ela não está bem, e você quer que eu abaixe o meu tom de voz? – Gritou Draco completamente transtornado.

– Me respeite senhor Malfoy, eu sei que o senhor está preocupado com sua esposa, mas isso não lhe dá o direito de me ofender. – Falou a mulher com o rosto corado em fúria por ter sido acusada de não fazer bem seu trabalho. – O que a Hermione tem é uma reação emocional, o que quer dizer só agora o subconsciente dela reagiu à violência que sofreu. – Explicou a mulher fechando seu armário.

– Não entendi. – Sussurrou Draco.

– Ela está tendo uma reação psicológica após o que aconteceu entre ele e o senhor Weasley, você não esperava que ela só tivesse dores físicas não é mesmo? Ela não está bem senhor Malfoy, pelo mesmo não psicologicamente. Talvez ela não volte a ser como era antes, mas o que ela mais precisa nesse momento e de carinho. – Falou Madame Pomfrey se virando para o menino que a olhava. Após um longo suspiro ele disse:

– Se você já tem tudo que precisa para cuidar dela e melhor nós irmos. – Falou o garoto dando às costas as duas mulheres.

McGonagall que não havia dito mais nada, pois percebeu algo que comprovou o que ela e Dumbledore já suspeitavam há algum tempo, o olhar de desespero do menino ao ouvir que a garota poderia não ser mais a mesma provava o quanto ele gostava da Grifinória.

– Tudo bem, vamos. – Chamou Madame Pomfrey.

Draco andava em passos largos em direção a seu salão comunal, as duas mulheres que o acompanhava quase corriam para andar lado a lado com ele.

Draco parou em frente a seu salão comunal disse a senha para o retrato que se abriu dando passagem a eles, em passos largos eles entraram no quarto da menina, McGonagall e Madame Pomfrey lançaram olhares de pena ao corpo encolhido da menina, que naquele momento delirava. Se adiantando Madame Pomfrey chegou perto da cama de Hermione e acariciou a face quente e molhada de suor da castanha, a curandeira começou então a cuidar da castanha sob o olhar atento de Draco e Minerva.

[...]

Draco esperava do lado de fora do quarto de Hermione, pois a diretora e Madame Pomfrey, pediram para ele se retirara para banharem a garota que estava coberta de suor.

– O senhor já pode entrar. – Avisou a diretora pondo sua cabeça para fora do quarto, o loiro então entrou no recinto vermelho e dourado, tendo logo a visão de uma Hermione dormindo calmamente, com os cabelos molhados, mas não de suor.

– Ela vai ficar bem? – Perguntou o loiro se aproximando da cama da menina e lhe acariciando a face corada.

– Vai sim querido. – Respondeu Madame Pomfrey passando o braço em sua testa suada. – Dê essa poção a ela de duas em duas horas, se a febre voltar me chame. – Instruiu a mulher arrumando seus pertences de deixando o quarto da garota, mas não antes de depositar um beijo carinhoso na testa da garota que ela aprendeu a admirar.

Draco tirou seus sapatos e se deitou colocando a cabeça de Hermione em seu colo, minutos se passaram e a castanha acabou acordando.

A menina soltou um muxoxo e se virou para o lado oposto do de Draco, então percebendo que algo estava errado ela se sentou vendo que não estava com a roupa da noite anterior, ao se sentar bruscamente a castanha sentiu sua cabeça rodar mais tentou disfarçar ao ver que estava sob o olhar atento de Draco.

– O que houve? – Questionou a menina.

– Você teve febre altíssima e alguns delírios, e como um recurso para abaixar sua febre eu e Madame Pomfrey demos banho em você. – Respondeu Minerva mostrando-se presente.

– Qual foi à causa dessa febre? – Pergunto Hermione não se lembrando de mais nada além de ir dormir chorando.

– Segundo Madame Pomfrey algo relacionado ao seu emocional. – Respondeu a diretora vendo a castanha abaixar a cabeça. – Senhorita Granger, desculpe, senhora Malfoy, quero esclarecer os motivos para não ter expulsado o senhor Weasley. – Falou a diretora olhando para a menina.

– Não precisa diretora.

– Claro que precisa senhora Malfoy, após uma discursão com Alvo, eu achei melhor não expulsar o senhor Weasley, para que ele tenha uma segunda chance. Mas quero deixar bem claro que ele está terminantemente proibido de chegar perto da senhora. – Explicou a mais velha.

– Claro, por que um velho caduco e morto sabe o que e melhor para a escola. – Resmungou Draco também se sentando.

– Senhor Malfoy olha como você fala de Alvo. – Reprendeu McGonagall indignada.

Draco fez uma careta que fez Hermione sorrir.

– Eu entendo diretora, mas aviso que se ele chegar perto de mim eu não irei responder por mim. – A visou a castanha com a voz rouca, por está há muito tempo sem usa-la.

– Eu lhe entendo, com licença. – Pediu a mulher já se retirando, mas voltou ao se lembrar de algo importante.

– Por conta do Decreto do ministério teremos que admitir casais dentro dessa escola, então como temos dois neste salão, vocês não iram precisar dos dois, então eu irei cedê-lo ao outro casal que há na escola, escolham o de vocês, pois o outro casal se muda pra cá na segunda. – Avisou a diretora a contragosto vendo o casal ficar boquiaberto. – E o avaliador do ministério virar aqui há duas semanas. – Concluiu a diretora deixado o salão do casal.

– Como assim um avaliador do ministério? – Perguntou Draco confuso.

– Acho melhor você ler o contrato do nosso casamento. – Falou a castanha pegando o contrato que estava na gaveta do criado mudo e entregando a Draco que olhou para a garota antes de abrir o contrato e começar a lê-lo.

Notas finais
Capitulo meio parado, mas prometo que logo isso vai mudar. Então o que vocês acharam? E essa revelação da MGonagall? O que mais chocou ou agradou vocês o arranjo no salão comunal ou a inspeção do Ministério esta próxima? Agora o casal vai ter que dormi juntos, Obaa! Será que agora vai? E como será que o Draco ira reagir após ler o contrato? Pergunta: O que vocês acham de no hot ter P.O.V do Draco? Opiniões são importantes em gente. Assim como como criticas, duvidas e comentários construtivos. Vamos fazer uma meta? Vinte comentários e eu posto o próximo? Eu sei que vocês são capazes de fazer essa autora feliz, e lembrem-se talvez a partir de Agosto eu não tenha mais internet então... E isso, até logo. Beijos!