Notas iniciais
Desculpa meus leitores ... * jogam um vaso encima de mim* Ei! Eu disse desculpa... Ta ta eu sei que demorei, mais se me matar quem vai fazer os capítulos? Ta eu sei, eu deveria ter postado uns dois dias atrás mais eu tava lendo meu novo livro!! E se eu tenho um livro o celular que se lasque ;-; mais estou aqui!! Ta ta o capítulo ;)

Pov Merida -

Era isso paz e sossêgo, agora finalmente depois de uma banho digno vou para minha cama, a punz com certeza me deve uma explicação, mais agora só me importo em dormi.

Cheguei a cama e me deitei, e quando eu finalmente fecho os olhos, meu telefone toca, me sento na cama e respiro.

— mais o que quem liga de 1h da manhã — eu resmungo, e me levanto para descer as escadas.

Eu e minha meu sono, realmente não nôs damos bem, o porque? Toda vez que tento dormi alguem ou algo, Meu deus.

Com minha lerdeza por causa do sono, meus olhos pesavam, e minha cabeça Pareci que vai explodir, acabei tropeçando na escada e caindo escada abaixo.

Quando cheguei ao chão, gemi baixou por causa da dor que senti, minha coluna alguem me ajude.

Me levantei e fui atender o telefone, meio atormentada:

— Alô? — respondi meio sonolenta

— Rida?

— punz– minha voz logo se anima — onde você esta? — eu pergunto

— nem mesmo eu sei — ela diz.

— não saia dai já estou indo– e desliga.

Desligo o telefone e com uma magica chamada Rastreador que a mãe dela me deu para nos duas só que ela mal usa a localizei, é ta que a dez minutos.

Corri ate meu carro e dirigiu até lá.

Hum 10 min depois eu avistei uma loiro encostada numa parede de uma casa, na parede não aquilo era um muro mal dava para ver a casa por causa disso.

— ola cinderela! — eu disse abrindo a porta, ela bufo e entro no carro.

— então onde esteve? — eu pergunto ela me olha com a cara de casada que nem minha mãe depois de cuidar de meu irmãos.

— rida amanhã se eu me sai bem eu falo, hoje só quero dormi — ela fala e eu riu.

— então como me achou? — ela perguntou para mim que tentava segurar os risos

— ah? Tenho meus contatos — eu digo ainda tentando segura mais o riso.

— ou, você tem o GPS do meu celular, que é o rastreador — ela diz ironicamente, e eu finalmente riu.

— ta, ta bom vamos para casa — ela diz entre os risos.

Na manha seguinte...

Acordei não com ânimos, mais o Pascal lambendo meu rosto, minhas costa doendo por causa do incidente de ontem na escada

— Pas... — tentando tira ele de cima de mim – cachorro mal desce da cama — eu digo e ele para fazendo uma carinha de cachorro sem lá.

— ta bom — eu resmungo e ele deita na minha cama sorrindo.

Tinha prometido a punz que faria o café da manhã, então vou tentar punz, minha cabeça dói porque mal dormi ontem e tenho a impressão que meu dia não vai ser para dormi.

Me levantei, e fui fazer minha higiene matinal, era já de se esperar, voltei 5 minutos depois para encontar um cachorro todo esticado dormindo em minha cama.

— Muito bem Pascal, belo cão — eu resmungo mais uma risada sai do lugar, vou ate as escadas pronto para cozinha, eu realmente não sei más, Corona diz que ama minha panquecas.

Fiz uma prato delas, com minha famosa respeita de calda (chocolate) que só eu sei fazer, torrados e um suco de laranjas. começo a cantarolar, e ouço alguem desce das escadas, a criatura rir e me viro com uma carraca.

— Que é? — pergunta punz, que pega uma bolsa e olha dentro.

— você ainda me deve uma explicação moça — eu digo olhando para as torradas.

— já disse que só vou contar quando chegar lá e for bem senhorita Dunbroch — ela diz indo ate a porta e saindo, deixa o som da batida ecoar em um eco.

— é Pareci que só sou eu – eu digo olhando para a comida ate que sinto algo molha nas minhas pernas.

Me viro e dou de cara com o Pascal que direciona seu olha para mim e para a comida.

— ta bom, só eu e você amigo — eu digo jogando uma torrada para ele que pegar no ar e come-a no chão.

Depois de comer tudo vou ate a sala e me sento no sofá olhando a tela gigante de plasma que a punz insistiu em comprar porque era a melhor da loja, hoje é meu meu dia de ficar em casa, sem fazer nada, e a Corona ainda tinha uma explicação a me falar, penso em o que posso fazer, já que hoje é o dia de punz lava a lousa, e já fiz as camas, não tem mais nada, olhei para pascal que olha pra mim e olhava para o sofá.

— já que hoje estou boa, você pode ficar no sofá comigo — eu chamei ela para o sofá, ele subiu e deitou ao meu lado.

Olhe para o controle e peguei, a televisão ligou lenta mais não fez um único som, revistei as lista de canais e procurei por filmes ate que acho o filme Guerra mundial Z, olhei para pascal que já dormia a meu lado, olhei para tela ate cair no sono sem perceber.

Acordei com um voz cantando:

"Vou cair, como avalanche vou me joga..."

" eu quero me sentir livre, depois de tudo que fiz..."

— Punz?... — chamei meio sonolenta, esfreguei os olhos e tentei levantar mais percebe que pascal ainda dormia como um bebe do meu lado, um bebe muito fofo para saber.

— aqui rida — ela diz entrando na sala enxugando as mãos no pano de prato, ela sentou meu lado e vi um sorriso no seu rosto.

— então como foi — perguntei no mesmo momento que foi me sentar com cuidado para não acorda a pela criatura que tava dormindo, ela ficou vermelha.

— Ah... O que? — ela pergunta brincando com um mecha a enrolando entre o dedo indicador.

— primeiro, o que aconteceu ontem? — eu digo seria, ela respira fundos fala:

— ontem, fui pegar bebida e eu e minha falta de jeito acabei tropeçando no chão, e esbarrando em alguém — eu mordi o lábio inferior e continua:

— a pessoa que esbarrei com um cara vamos dizer que .... — ela parou.

— que....? — incentivando a continua.

— que era bastante gato, e gostoso — ela fica vermelha de novo.

— não, Rapunzel Corona pela primeira vez acha um homem gato? Quem é você e o que com minha melhor amiga? — eu digo fingindo esta assutada.

— para com isso posso continua? — ela pergunta jogando o pano de pratos na minha cara, eu rio e tiro o mesmo.

— pode — eu digo.

— e teve que eu bebe, e ele começou a me beijar e ... — ela para de falar e eu arregalo os olhos.

— punz, você não é mais VIRGEM? — eu grito, mais tampo a boca com a mão.

— não sou — ela diz, minha boca cai.

— como foi, você usou preservativo? — eu pergunto, ainda não entra na minha cabeça isso, oh my god, e os pais dela?

— como foi, ainda sinto dor no meio das perna, e sim ela tira na gaveta, mais o caso era... — ela parou de novo.

— era... ?

— que ele é meu chefe — minha boca cai de novo.

— Não

— sim

— como aconteceu?

— não sei

— quer dizer que foi aceita? — eu pergunto segurando a felicidade.

— YES — ela grita, na mesma hora eu pulei do sofá para abraçar ela e na mesma hora derrubei pascal no chão.

— desculpa pascal — eu falo, e ele olha irritado para mim, mais depois pula entre nos.

— então como soube? — eu pergunto olhando para ela que mordi o lábio inferior de novo.

— É... — pensando.

Mais cedo naquele dia:

Continua....

Notas finais
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