Simplesmente Complicado
16 Duas horas extra
Notas iniciais
Pov Rapunzel (Extra)
Não deveria chorar, não deveria mais estou...
[...]
—Rapunzel? — diz Elsa saindo de cima dele.
Não sei explicar o senti, angústia, dor, vontade de morrer por quem não tava dando a mínima pra mim, um homem lindo, rico e muito arrogante, nunca gostaria de mim.
Respirei fundo antes de dizer.
— Porque pararam? – diz com peso em minha voz — eu já vou embora, continuem – digo fria indo para trás saindo do cômodo, assim que cheguei na parte de fora a vontade de me derramar em lágrimas era tão grande que queria fazer isso agora mesmo, mais não posso ter o luxo.
Sinto uma mão no meu pulso me puxando, olho para trás para ver meu chefe.
— Ei, E-eu não quis fazer aquilo – diz ele com pena de mim, que raiva.
— Você não precisa ter pena de mim – digo ríspida — Não quis fazer oque? Para o que estava fazendo com ela? Não vou mais atrapalhar mais, quer saber de uma coisa, eu vou embora – digo puxando meu pulso das suas mãos, ele olha pra mim com os olhos arregalados.
— Você não pode fazer isso – diz ele ficando na minha frente — Vai me deixar? – diz ele, me aproximei e dei um tapa em seu rosto.
— Você já está muito bem acompanhado, agora vou embora – digo passando por baixo de seus braços, indo para a escadas, vejo ele me seguindo, me viro e digo.
— Não.
[...]

Faz exatamente duas horas que cheguei em casa, faz duas horas que tento para de chorar, faz duas horas que tento tirar ele da minha cabeça, e faz duas horas que quero morrer.
Não, não sei o que fazer, o que ele queria que eu pensado? O que "eles", mais o que eu estava pensado? Minha prima, uma mulher linda e bem sucedida, quase foi melhor que eu em tudo, e ele, o homem arrogante, machista, dominante, foram perfeitos para estar juntos.
Me levanto e vou para o banheiro, a água e fria, parece que tudo resolveu combinar com a minha situação, lavo-me rapidamente até de colocar a toalha em volta e sair do boxe.
Vou até o espelho, continuo vendo minha forma, incrível que não veja a mim mesma, pare não estar certo, ele era tão errado que parecia ser certo, ainda poderia sentir suas mãos nos meu cabelos. Meus olhos começam a arde novamente, e me encosto na pia, olhando para a torneira. Merda, tudo me lembra ele, não posso mais continuar assim.
Abro o espelho, e vejo uma caixa. Dentro dela estão duas cores de linha, e uma tesoura. Perfeito. Aproximou ela perto do meu queixo, repartindo. Vejo que está reto o bastante para fechar a tesoura.
Ele me fez ficar assim.
Corto meu cabelo usando a mandíbula como referência, as mechas caem formando uma meia lua. Quando acabo, olho para meu minha aparência, alem do formado do meu rosto e meu cabelo, ainda há estou com os olhos inchados.
Escuto o celular tocar, vou até ele e vejo que é tooth.
— Punz? Você ta bem? O Sr.Frost chegou a meia hora e pediu para ligar para você – diz ela, além de me matar pó dentro, ainda faz isso, sindo que estou preste a chorar.
— S-Sim tooth estou bem, amanhã vou trabalhar Okay? Tchau – e desligo, sem dar chance de responder.
Minha mãe dizia que não deveria chorar por um coração partido, deveria mostra pra ele o que ele perdeu, mais esse é o problema, eu ainda gosto dele, então tive uma ideia. Peguei o celular e fui na agenda...
— Alô?
— Hans? — pergunto, ele rir.
— Oi Punz, você pareci mal.
— Preciso que venha pra cá.
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