Notas iniciais
Aqui estou eu! E vou ficar ! O capítulo ta aqui! Eu não vou mais encomodar. Demorei, não foi! Foi desculpa, eu tava pasma com a Animals minha fic, eu ainda não sei como 4 capítulos podem pegar tanta gente para ler fique! Omg!!! Isso é macumba... Ta ai o capítulo!

Pov Rida -

Frio atingiu minha barriga, quase que perco o equilíbrio e caio para trás, isso seria uma cena linda, mais tenho certeza que não quero que isso aconteça, não agora, já que estou justamente na frente do meu ex, e bom, nos estamos pasmos chega da para notar.

— Você? — exclamei junto a ele, lá estava olhando a parti de uma enorme mesa de madeira, sua cadeira com desenhos de espirais, e ele, sentado olhando diretamente para quem? Tinha que ter muita sorte para estar aqui.

— Faz muito tempo não é Dunbroch — diz ele tirando o óculos, e entrelaçando os dedos aponhando o queixo neles.

— Err...– não posso gaguejar, não aqui Dunbroch, coloque para foras essa palavras – Sim, muito tempo– eu concordo.

— Por favor, você não quer se sentar? – ele aponta para a cadeira na minha frente, com pequenos passos caminho ate lá, e me sento.

— Então, Porque convocou essa reunião – eu pergunto, ele massageando os templos, ele olha para os papeis, mais depois olha para mim, com olhos verdes que eu amo... Amava.

— Bom, como você já sabe somos rivais e temos o mesmo percentual de gráfico, então tive uma ideia para a nova linha de carros.

— Então o que tem em mente? — levanto uma sobrancelha para ele.

— queria saber se você não queria teria como me ajudar no modelo e velocidade, fora os faróis de alta distância — espera sera que eu ouvi direito? Ele quer minha ajuda?

— Você quer minha ajuda? — eu perguntei, num ele perdiu minha ajuda ele sempre fez as coisa sóis.

— Sim, para lança o modelo, só isso — só isso, isso me irrita.

— Tudo bem só isso, eu vou pensar nisso, é que eu ainda tenho que ir para o jantar da minha família, como todo ano tem — eu digo, ele olha para mim pensativo.

— Eu poderia ir ?- ele diz, o que ele disse?

— Que? — franzi a testa, ele ta falando sério?

— eu poderia ir? — ele sorri, o que sera que minha mãe vai dizer quando eu chegar com a Punz e ele lá? A punz tudo bem ela vem comigo sempre ate que tem o próprio quarto lá.

— Isso é serio?

— Sim, porque não? Ai você me da sua resposta!? — ele diz.

— Tudo bem, agora me da licença, eu tenho que ir — eu digo me levantando e anda para trás sem olha para ele.

— Deixa que eu abro a porta — ele diz, correndo mais acaba por trapeça em mim, e caindo encima de mim.

Com os arregalados, e com o calor subindo no meu rosto, eu olho para ele que tinha que cair justamente aqui? Tem como meu dia piorar?

— Solucinho, ainda esta aqui? — eu ouço uma voz, a porta na minha cabeça se abri, para uma loira com franja cobrindo uma parte do olho olha para nós.

— o que é isso? — ela aponta para mim e ele, eu rapidamente empurrou e me levanto.

— não é nada, agora tenho ir — eu digo apontando para a porta e saiu rapidamente, com passo largos, vou para a porta, a saída, da sua empresa.

É estranho, eu não o amo, mais continuou perdendo o fôlego.

Tenho que ir para casa e pensa no que aconteceu, eu olho para a janela dele e viro para ir para o meu carro, agora.

30 minutos depois...

Bato na porta de casa.

— Rapunzel Rose Corona, Abra essa porta agora — eu grito na parte de fora da grande porta de madeira da minha casa.

— Não vou não! — ela grita.

— vou te matar — eu digo.

— Pode vir, eu quero morrer mesmo — ela grita.

— o que aconteceu com ela — eu resmungo.

— pascal vem cá garoto — eu digo na porta de cachorro, uns segundos depois ele aparece com o chaveiro de punz.

— para um cão de 3 anos você é inteligente — eu digo.

Abro a porta e vejo a punz na sala, no tapete com a cara sobre o travesseiro.

— Punz cê ta bem? — eu digo caminhando para ela.

— Estou apaixonada — é isso é nova.

— por quem?

Ela murmura algo no travesseiro.

— Não consigo ouvir — eu digo.

— pelo meu chefe — ela grita.

— UI — eu digo com uma carranca.

— Alem disso, tem uma voz na minha cabeça dizendo coisa bom isso! — ela diz nervosa.

— o que!?

— Você me acha louca? — ela pergunta.

— Talvez — eu digo.

Eu a abraço, coitada, pior que estou quase nessa situação.

— tenho que contar algo — eu digo.

— oque? — ela se afastando.

— Não tem o Soluço? — eu digo com um sorriso forçado.

— sim, que que tem ele? — ela pergunta.

— Eu falei com ele hoje! — eu digo sorrindo para ela, ele abri a boca com o 'o'.

— O QUE!

Notas finais
O acha? Me digam!!