Simplesmente Complicado
8 Aceita?
Notas iniciais
Pov Rida -
Frio atingiu minha barriga, quase que perco o equilíbrio e caio para trás, isso seria uma cena linda, mais tenho certeza que não quero que isso aconteça, não agora, já que estou justamente na frente do meu ex, e bom, nos estamos pasmos chega da para notar.
— Você? — exclamei junto a ele, lá estava olhando a parti de uma enorme mesa de madeira, sua cadeira com desenhos de espirais, e ele, sentado olhando diretamente para quem? Tinha que ter muita sorte para estar aqui.
— Faz muito tempo não é Dunbroch — diz ele tirando o óculos, e entrelaçando os dedos aponhando o queixo neles.
— Err...– não posso gaguejar, não aqui Dunbroch, coloque para foras essa palavras – Sim, muito tempo– eu concordo.
— Por favor, você não quer se sentar? – ele aponta para a cadeira na minha frente, com pequenos passos caminho ate lá, e me sento.
— Então, Porque convocou essa reunião – eu pergunto, ele massageando os templos, ele olha para os papeis, mais depois olha para mim, com olhos verdes que eu amo... Amava.
— Bom, como você já sabe somos rivais e temos o mesmo percentual de gráfico, então tive uma ideia para a nova linha de carros.
— Então o que tem em mente? — levanto uma sobrancelha para ele.
— queria saber se você não queria teria como me ajudar no modelo e velocidade, fora os faróis de alta distância — espera sera que eu ouvi direito? Ele quer minha ajuda?
— Você quer minha ajuda? — eu perguntei, num ele perdiu minha ajuda ele sempre fez as coisa sóis.
— Sim, para lança o modelo, só isso — só isso, isso me irrita.
— Tudo bem só isso, eu vou pensar nisso, é que eu ainda tenho que ir para o jantar da minha família, como todo ano tem — eu digo, ele olha para mim pensativo.
— Eu poderia ir ?- ele diz, o que ele disse?
— Que? — franzi a testa, ele ta falando sério?
— eu poderia ir? — ele sorri, o que sera que minha mãe vai dizer quando eu chegar com a Punz e ele lá? A punz tudo bem ela vem comigo sempre ate que tem o próprio quarto lá.
— Isso é serio?
— Sim, porque não? Ai você me da sua resposta!? — ele diz.
— Tudo bem, agora me da licença, eu tenho que ir — eu digo me levantando e anda para trás sem olha para ele.
— Deixa que eu abro a porta — ele diz, correndo mais acaba por trapeça em mim, e caindo encima de mim.
Com os arregalados, e com o calor subindo no meu rosto, eu olho para ele que tinha que cair justamente aqui? Tem como meu dia piorar?
— Solucinho, ainda esta aqui? — eu ouço uma voz, a porta na minha cabeça se abri, para uma loira com franja cobrindo uma parte do olho olha para nós.
— o que é isso? — ela aponta para mim e ele, eu rapidamente empurrou e me levanto.
— não é nada, agora tenho ir — eu digo apontando para a porta e saiu rapidamente, com passo largos, vou para a porta, a saída, da sua empresa.
É estranho, eu não o amo, mais continuou perdendo o fôlego.
Tenho que ir para casa e pensa no que aconteceu, eu olho para a janela dele e viro para ir para o meu carro, agora.
30 minutos depois...
Bato na porta de casa.
— Rapunzel Rose Corona, Abra essa porta agora — eu grito na parte de fora da grande porta de madeira da minha casa.
— Não vou não! — ela grita.
— vou te matar — eu digo.
— Pode vir, eu quero morrer mesmo — ela grita.
— o que aconteceu com ela — eu resmungo.
— pascal vem cá garoto — eu digo na porta de cachorro, uns segundos depois ele aparece com o chaveiro de punz.
— para um cão de 3 anos você é inteligente — eu digo.
Abro a porta e vejo a punz na sala, no tapete com a cara sobre o travesseiro.
— Punz cê ta bem? — eu digo caminhando para ela.
— Estou apaixonada — é isso é nova.
— por quem?
Ela murmura algo no travesseiro.
— Não consigo ouvir — eu digo.
— pelo meu chefe — ela grita.
— UI — eu digo com uma carranca.
— Alem disso, tem uma voz na minha cabeça dizendo coisa bom isso! — ela diz nervosa.
— o que!?
— Você me acha louca? — ela pergunta.
— Talvez — eu digo.
Eu a abraço, coitada, pior que estou quase nessa situação.
— tenho que contar algo — eu digo.
— oque? — ela se afastando.
— Não tem o Soluço? — eu digo com um sorriso forçado.
— sim, que que tem ele? — ela pergunta.
— Eu falei com ele hoje! — eu digo sorrindo para ela, ele abri a boca com o 'o'.
— O QUE!
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