Notas iniciais
desculpa pela demora, é que rolou um imprevisto, mas esse cap ta legal, gostei de escrevê-lo, e eu coloquei uns links bem daora que vcs irão gostar (eu acho...), bom, provavelmente eu nao poderei postar amanha por que eu to com uma amiga (nathalia - uma das minhas bffs) aqui em casa, entao fica dificil...
mas prometo que o proximo cap será grande e terá muitas surpresas!
E POR FAVOR, QUEM ESTÁ LENDO ESSA FIC, CONTE PRO AMIGOS/INIMIGOS, TIOS/TIAS, PRIMOS/PRIMAS, ENFIM, PRA TODOS QUE VC CONHECE!!
BEEEEEEEIJÃÃÃO PIMPOOOLHASSSS'
(me sigam no twiter: @ourbiebsmyjerry )
*NAO ESQUEÇAM DE DEIXAR REVIEWS*
"No fim ficou assim: Justin e Ryan num canto vendo o filme, Chris e Luana em outro se beijando, e eu no meio deitada no colo de Chaz com Alfredo abraçado em mim. Acabei dormindo."
(...)
De repente senti alguém se mexendo do meu lado. Fiz um grande esforço para abrir os olhos.
–Bom dia Bela Adormecida!
–Hã? Justin? Como você veio parar aqui? — Falei me levantando e o olhando incrédula.
–Ah... Você sabe... Eu sou sonâmbulo... — Senti Alfredo se mexer ao meu lado. Chaz não estava mais lá.
–Sei. Então, cadê o resto do povo? — Falei olhando ao meu redor e percebendo que Ryan, Chris e Luana também não estavam na sala.
–Ah, eles acordaram mais cedo e foram tomar café em uma padaria aqui perto com a Caitlin. — Eu o encarei confusa. — Ela é a irmã do Chris.
–Ah, tá. — Minha barriga roncou. — Também tô com fome, vamos pra lá?
–Tá bom, mas agente não vai se encontrar com eles. Já faz tempo que foram, já devem estar à caminho de São Francisco.
–Como assim, eles foram pra lá?
–Sim, foram passar o dia na chácara dos avós da Cait. E já, já o Alfredo vai também. — Olhei pro lado e vi Alfredo saindo da cozinha, já arrumado.
–Tchau Ju! — Ele falou.
–Até! — Respondi. — E agente? — Tornei a olhar para Justin. — Vai fazer o que?
–Olha, como eu e Cait já namoramos, nossa relação agora é meio... Estranha. Agente não se fala direito, então é melhor eu não ir pra lá. Mas se você quiser...
–Não — O interrompi. — Não rola, não sei onde é e nem conheço ela.
–Então que tal agente fazer algo juntos? — O olhei fazendo careta. Tentei mudar de assunto.
–Vou pra casa tomar café.
–Ok, me passa o número do seu telefone? — Não podia dizer não depois de ter passado a noite na casa dele. Passei o número, me despedi e voltei pra casa. Tia Clarisse ainda não havia chegado. Olhei o relógio e vi que já eram 14hrs00. Tomei banho, escovei os dentes e me vesti. Então meu celular começou a vibrar.
–Alô? — Falei.
–Oi Jullia, tô aqui na porta da sua casa.
–Ok, tô descendo. — Desci as escadas e notei (só agora) um bilhete deixado pela minha tia em cima da bancada:
"Querida Jullia,
Viajei com Scooter e só volto amanhã cedo. Não se preocupe comigo. Soube que você dormiu na casa do Justin... Depois quero saber disso direitinho... Hahaha. Tem comida pronta na geladeira.
Se cuida, hein! Beijos!
Clarisse."
Joguei o bilhete fora e abri a porta.
–Wow! — Falou Justin, se referindo ao meu visual.
–Oi pra você também! E aí, pra onde vamos?
–Surpresa.
–Af, fala logo. — Dei um tapinha em seu ombro.
–Uma dica: Melhor você levar um biquine.
–Hum, já volto. — Subi, abri meu closet, peguei um biquine, protetor solar, um óculos de sol, uma saída de mar, uma rasteirinha e meu celular, logo em seguida, colocando tudo dentro de uma bolsa. Demorei uns 5 minutos. — Pronta!
–Ok. — Justin me guiou até o carro, abriu a porta gentilmente para mim e entramos. Após longos 50 minutos em silêncio, chegamos em um lugar simplesmente lindo.
–Ah. Meu. Deus. Que. Lugar. Lindo. — Falei pausadamente.
–Gostou mesmo?
–Nossa, amei, como você achou esse lugar? — Falei olhando ao redor e tentando acreditar que aquilo era verdade.
–Segredo. — Bufei e Justin riu. — E, aí? Vai Entrar de roupa? — Disse ele, tirando a camisa. Deixou suas roupas em baixo de uma árvore e deitou na beira do riacho. Admito, ele até que é um pouco gost... Ah! Cala a boca, Jullia, presta atenção no que você tá dizendo! Af.
–Onde eu me troco? — Perguntei meio envergonhada.
–Pega a chave do carro. Ela tá no bolso da minha bermuda. Pode se trocar lá, juro que não olho. — Assenti com a cabeça. Claro que ele não ia olhar pra mim, dã, ele é gay!
P.O.V. Justin
Mas é claro que eu ia olhar! Esperei ela entrar no carro, e, após alguns minutos, andei cautelosamente até lá. Ela já havia tirado o vestido e estava prestes a tirar o sutiã. Mas aí a mesma virou para o lado e eu não consegui ver, bom, digamos, "o mais interessante". Logo ela tirou a calcinha, mas como estava sentada, também não vi nada. Resolvi voltar para o riacho. Logo ela chegou, e... WOW! CARA! QUE GAROTA GOSTOSA! Ok, acalme-se Justin, você AINDA tem namorada... Que saco. Que bom que falta pouco tempo pra eu terminar com a Selena, mas vai ser difícil não aprontar nada com essa gata aqui comigo. BEM difícil.
P.O.V. Jullia
Saí do carro e encontrei Justin, que parecia estar quase babando. O que deu nesse menino??
–Então, vamos entrar? — Ele pareceu despertar no "tranze".
–S-Sim. Ah, e... Você está... Muito... Muito bonita... — Falou quase gaguejando.
–Ãm, é... Obrigada. — Disse e sentei à beira do lago.
–Não vai entrar? — Disse Justin levantando e se aproximando.
–A água tá meio fria.
–Ah, não! Você vai entrar sim! — Disse se aproximando. Antes que pudesse escapar, Justin me segurou no colo e me levou até o riacho, mergulhando comigo na água. Começamos a rir, ainda submersos, até que eu, como sempre, pra estragar a diversão, comecei a engasgar.
(...)
–JULLIA? JULLIA?? FALA COMIGO! — Gritou Justin. Minhas pálpebras pesavam.
–J-Justin? — Consegui ver um sorriso aparecer em seu rosto, de ponta à ponta.
–GRAÇAS A DEUS! VOCÊ NÃO SABE O QUANTO EU FIQUEI PREOCUPADO! — Disse me abraçando enquanto eu cuspia um pouco de água.
–O-O que aconteceu? — Falei levantando do chão.
–Nós começamos a rir em baixo d'água, mas aí você começou a tossir, e eu achei que fosse brincadeira, mas aí você fechou os olhos e foi afundando, então eu te puxei, te deitei aqui e fiz respiração boca a boca em você.
–Você o que?! — Falei alterada, e ele riu.
–Você preferia isso ou a morte?
–Depende, se for... — Ele tapou minha boca com dois de seus dedos.
–Vamos entrar novamente?
–Se você não me afogar de novo...
–Mas eu não...
–Deixa pra lá, vamos sim. — Entramos e começamos a conversar. Ele era muito brincalhão, tinha muito senso de humor. Fizemos guerrinha de água e apostamos corrida de uma margem à outra. O perdedor virava "servo" do outro por um dia. E adivinha quem perdeu?
–HAHA! Vai ter que me obedecer por um dia!! — Gritou Justin.
–Ah... Mas...
–Mas nada, apostamos e você perdeu. — Ele sorriu malicioso.
–E que dia vai ser? — Perguntei.
–Hoje, até meia-noite.
–Ok.
–Bom, agora eu quero uma massagem nos ombros.
–O que? — Perguntei.
–Você ouviu, serva. — Ele riu e segurou minhas pernas, virado de costas. — Pode começar. — Revirei os olhos e comecei a massageá-lo. Começei bem devagar, mas logo que senti sua pele macia passei a fazer movimentos circulares mais fortes e precisos. Já haviam se passado uns 15 minutos. Ele continuou me segurando. A posição em que estávamos era meio estranha, eu estava com minhas pernas envolta dele, que estava encaixado perfeitamente nas mesmas, me sustentando com seus braços fortes. — Awn... Mais forte... — Ouvi ele sussurando, e obedeci. Aquilo estava ficando realmente muito estranho, quer dizer, ele praticamente gemeu pra mim. Ok, é só uma massagem, mas isso está me incomodando. Apesar de eu também estar gostando, eu acho, melhor parar. Tentei afastar nossos corpos, mas ele não permitiu, e prenssou-os selvagemente. Logo me fez virar de frente pra ele. Não entendi o por que da posição, mas só consegui dar risada da sua cara de safado. Ele foi se aproximando. Quase não resisti.
–O que vai fazer? — Perguntei fingindo estar indignada.
–O que parece que eu vou fazer? — Disse se aproximando mais ainda.
–Você tem namorada. — Sussurrei e nossos lábios praticamente se encostaram enquanto eu falava isso, mas não chegou a ser um beijo.
–Por que você me provoca desse jeito? — Perguntou Justin (mais indignado do que eu), coçando a cabeça.
–Por que VOCÊ me provoca desse jeito? — Ri com a minha própria pergunta e sai de seu colo, indo em direção à margem.
–Qual é... Você sabe que eu não gosto dela... — Ele saiu da água e se sentou ao meu lado.
–E nem de mim, AFINAL, acabamos de nos conhecer, NÃO É MESMO? — Falei (lê-se berrei) dando a entender que ele não devia gostar de mim. Não ainda.
–É... — Disse Justin tentando imitar o modo como eu falava. Dei um leve tapa em seu ombro. Ficamos conversando por mais duas horas, até que Chris ligou nos chamando para jantar no BG's. Eu adoro esse restaurante. Demos mais um último mergulho e entramos no carro. Dormi o tempo todo. Quando chegamos, Justin me acordou e nos despedimos.
–Passo aqui em uma hora. — Ele falou. Assenti com a cabeça. — E não se esqueça... — Olhou-me maliciosamente. — Você é minha serva até meia-noite. Bufei e entrei em casa. Pois é, essa seria uma looonga noite.
Notas finais
*POSTEM REVIEWS*
;D
Fale com o autor