Notas iniciais
Oi suas lindas ;333 Esse é o ultimo capitulo gatas. Pois éé! Então nos vemos nas notas finais e boa leitura (;

Eu queria estar em casa. Queria minha mãe, alguém. Mas eu não tinha! Uma lagrima rolou pelo meu rosto, mas não me importei. William ficaria bem. aquela hora, já estaria junto com todos aqueles que o amavam.

Sabia que Tate não tirava os olhos de mim e isso me irritava. Se não fosse pelas circunstâncias, ele era a pessoa mais próxima de uma família que tinha. E agora? Só me restava lembranças.

Estávamos indo para algum lugar afastado da cidade. Tate não quis me dizer aonde. Estava com a cabeça apoiada no vidro do carro. Minha vida estava uma bagunça total, na verdade, era uma bagunça.

Fiquei imaginando o que seria da minha vida, se meu pai estivesse presente. Se o nojento do meu padastro, jamais tivesse conhecido minha mãe. Se Tate nunca tivesse se metido no mundo do crime. Se nunca tivesse me apaixonado por Taylor... Taylor! A pessoa pela qual jamais pudesse imaginar me apaixonar.

Eram tantos pensamentos que acabei pegando no sono, sem perceber.

* * * * *

PDV TATE

— Chegamos — Sam estava imóvel.

Me inclino em sua direção. Ela estava dormindo. Poderia ficar horas lhe observando. Samantha era linda de qualquer jeito. Me odiava por fazê-la chorar. Não parecia, mas aquilo acaba comigo de uma maneira sobrenatural.

Lembro de quando a vi pela primeira vez no McKinley, senti nossa faísca se acender novamente. Ela era linda, principalmente sorrindo. Quando a beijei no corredor, sabia que ela sempre seria minha. Mas então entrou o Taylor, o riquinho que consegue qualquer garota! Ele era um imbecil e jamais saberia como cuidar de Sam.

Os dois nunca poderiam ficar juntos, isso era um fato. Eu queria lhe contar a verdade, mas ainda não era a hora certa.

— Walker, precisamos entrar — David diz e volto a realidade.

— Ok. Me ajude aqui.

David abriu a porta do lado de Sam, enquanto a puxei para o meu lado. A coloquei em seus braços e ele a pegou no colo.

Sam ficaria em uma suíte ao lado da minha. Eu sabia que se a deixasse ir, ela fugiria e voltaria para os braços de Taylor. Peço para que David a coloque em sua cama e que saia do quarto.

Ela era tão linda dormindo. Me sentei ao seu lado e passei meu polegar levemente pelo seu rosto. Seus lábios rosados eram tão perfeitos, me inclinei e depositei um beijo...

PDV SAM

Senti lábios macios contra o meu. Taylor! Só podia ser. Era tão doce e ao mesmo tempo carinhoso. Com os olhos ainda fechados, retribui. Sua mão passeia pela lateral do meu corpo e minha mão entrelaça em seus cabelos.

Mas algo estava errado. Não sentia desejo e meu corpo não respondia como deveria. Abri meus olhos e me deparei com os olhos verdes de Tate. O empurrei e ele caiu no chão.

— Qual o seu problema? — digo me encolhendo do outro lado da cama.

— Você que é problemática. Porque retribuiu se sabia que era eu? — se levanta e me encara furioso.

Senti minhas bochechas arderem.

— Eu... é melhor você sair daqui.

— Você não manda em mim — se deita na minha cama e tenta me puxar, mas afasto minha mão da dele e me levanto.

— Se você não sair por bem, vai sair por mão.

Tate ri e pisca para mim.

— Tenta.

Tiro meu salto e arremesso em sua direção. Por alguns centímetros, não acertou a cara dele. Pego o outro e ele se levanta.

— Ok. Já estou saindo!

Anda em rumo a porta mas jogo o salto mesmo assim. Acerta em cheio suas costas e ele solta um grito. Confesso, fiquei com pena dele, mas ele mereceu.

Se vira para mim e sua expressão é de puro ódio.

— Essa foi por você ter e tornado essa pessoa. Como isso pode acontecer Tate? Você era meu melhor amigo... — sinto um nó na garganta, mas continuo. — Eu amava você.

Não queria dizer aquilo, mas acabou saindo. Tate abre a boca para dizer algo mas antes digo.

— Parabéns Walker, você conseguiu se tornar a pessoa mais detestável desse mundo. Agora, é melhor você sair.

Entrei no banheiro afim de esperar que ele saísse. Após alguns minutos, voltei para dentro do quarto e estava vazio. Agradeci mentalmente e fui até o closet. Havia algumas roupas masculinas, mas me serviriam. Daria um jeito de sair dali.

* * * * *

PDV TAYLOR

Meu celular tocou pela quinta vez.

— Won, acho melhor você atender — Ashley beija meu pescoço e pega meu celular sobre a mesinha de cabeceira.

Olho para o celular e vejo cinco ligações de Cam, uma do Nolan e uma dela. Me levanto da cama e pego uma roupa no closet.

— Vai sair amor? — Ash faz biquinho.

— Eu vou e você vai embora para sua casa.

— Mas a gente pode ir pro segundo round — vem até mim e começa a beijar meu tórax.

Tirei seus braços e a afastei para longe.

— Vista suas roupas e saia daqui agora.

— Você é um ogro, Taylor! Parece que piorou com o passar do tempo — começa a vestir suas roupas. — Deve ser por isso que aquela vagabunda te traiu.

Respiro fundo para não fazer nada que me arrepende-se depois e saio do quarto. Disco o numero de Cameron que atente aflito.

— Seu filho da mãe, onde você está? Te liguei umas cinco vezes e você não atende.

— Foi mal cara. O que houve? — vou para a cozinha e escutei a porta bater. Ashley tinha ido embora.

— William foi atacado por uns caras próximo ao SkyCity.

Meu coração dispara.

— Em que hospital ele está?

— No Northwest Hospital.

— Em 10 minutos eu chego ai.

* * * * *

Peguei minhas chaves e dirigi o mais rápido para o hospital. Praguejei todos os paparazzis que estavam ali na porta esperando algo de interessante para retorcerem e lançarem a publico.

Tampei o rosto e entrei no saguão do hospital. A recepcionista me informou o quarto do Will e peguei o elevador. A ultima vez que estive nesse elevador, as coisas foram... “quentes”. Balancei a cabeça expulsando as lembranças e logo estava no meu destino.

Cam e Logan conversavam num canto do corredor, enquanto os pai de Will tentava acalmar Sue. Me aproximei dos dois. Quando me veem, a mãe de Will se levanta e me abraça.

— Obrigada por ter vindo... — diz e começa a chorar novamente.

— Não se preocupe Sue, o Will vai ficar bem.

— Eu sei.

Força um sorriso e se senta novamente. Joseph sorri para mim e vou falar com os garotos.

— Cam, como ele está?

— Os médicos ainda não deram nenhuma notícia — Logan respondeu.

Cameron estava estranho. Eu o conhecia muito bem, para saber que não era apenas por causa do Will.

— Eu vou buscar um café. Não sei por quanto tempo vamos ficar por aqui — Logan diz e entra no elevador.

— O que foi cara? — pergunto a Cam quando me certifico de que ninguém nos ouvia.

— É a Liz.

— O que tem ela?

— Ela terminou comigo — finalmente seus olhos pararam em mim. Estava muito surpreso por aquilo. Eles eram tão... unidos.

— Eu sinto muito Cam — minhas palavras eram sinceras. — Como isso foi acontecer?

— Eu não sei. Ela sofreu um acidente e quando fui vê-la, ela simplesmente disse que não podia mais levar aquilo adiante.

Algo estava errado, mas decidi não comentar.

— As coisas vão se esclarecer. Não se preocupa, ok?

Cam força um sorriso e me da um soco no braço.

— Ai! O que foi isso?

— Isso foi pela forma que você tratou a Sam hoje.

Ótimo! Ele tinha que ter falado nela. Me sentia culpado, mas como pode ficar com o Tate Walker depois de me mandar um bilhete dizendo que queria conversar comigo? Aquele garoto, Lewis me entregou seu bilhete pouco antes de deixar o refeitório com Tate. Precisava esquecê-la.

— E então doutor? — escutei Sue dizer, Cam e eu nos aproximamos do medico que havia acabado de entrar na sala.

— O Sr. Moseley fraturou uma costela, fora isso nada demais. Se vocês quiserem o vê-lo, mas ele ainda está sob efeito de remédios.

— Obrigada doutor — diz Sue e o medico se afasta.

— Sue, se importa se o vermos primeiro? — Cam pergunta.

— Podem ir, eu irei pegar um café — sorri e sai da sala acompanhada por Joseph.

Uma enfermeira nos leva até o quarto do Will.

Ele estava horrível! Os olhos roxos, uma das mãos estava enfaixada e sua boca tinha um pequeno corte. Não sabia dizer se estava acordado ou não, mas assim que nos aproximamos mais tive certeza de que estava dormindo.

— Cara, eles acabaram com ele — Cam sussurra para não acorda-lo.

— Isso não vai ficar assim.

— O que você vai fazer?

O encaro.

— Vamos achar os culpados e devolver na mesma moeda.

Cameron confirma com a cabeça e Will se mexe. Pensei em chamar a enfermeira, mas congelei quando escutei o que parecia ser um gemido de dor.

— S.. Sam...

Olho para Cam que parece surpreso tanto quanto eu.

— O que tem a Sam? — pergunto me aproximando de Will.

— Sk.. Sky... City — diz e apaga de vez.

Me sento na poltrona mais perto. Ele tinha dito SkyCity? O que tinha haver a Sam com o restaurante mais refinado da cidade?

— Taylor, você se lembra de onde te disse que Will tinha sido encontrado?

Levanto os olhos e Cam está com os olhos fixos em William.

— Próximo ao... SkyCity — Me olha. — Eles disseram que uma mulher havia telefonado para a emergência. Será que foi a Sam?

— Se tivesse sido, porque ela não estaria com ele?

Não fazia sentido.

— Não sei cara. Você não acha melhor... ligar para ela?

— Não, sem chances.

— Qual é Taylor — se senta na poltrona do meu lado. — É por uma boa causa. Além do mais, vocês precisam se falar. Ela é sua namorada.

— Você quer dizer ex — isso saiu como um sussurro. Dizer aquilo alto, era meio doloroso.

— Eu não sei o que aconteceu, mas isso é mais importante do que uma simples briguinha. Taylor, pense no seu amigo que quase foi morto e que agora está deitado em uma cama por causa de uns idiotas que podem estar com sua namorada ou ex-namorada.

Ele tinha razão. Eu devia aquilo a Will e também gostaria de ouvir a voz de Sam. Pego o celular no bolso e o encaro por um longo tempo. Olho para Cam, que me incentiva com o olhar. Disco o numero e espero a coragem aparecer.

— Vai se ferrar Taylor! — Cam pega o telefone da minha mão e liga.

— Cameron me devolve esse telefone!

Vou até ele, mas me impede de se aproximar do celular com o outro braço.

— Shiii... fica quieto.

PDV SAM

O sono voltava lentamente. Fiquei encarando o teto até não ver mais nada. Tudo estava quieto, até escutar o som do toque do meu celular. Me sentei e corri os olhos pelo cômodo, não vi nada de diferente. O som vinha de fora do quarto. Eu precisava do meu celular!

Saio do mesmo e o som se torna mais alto. Sigo o barulho e paro de frente a porta do quarto ao lado. Ótimo! Eu não sabia de quem era aquele quarto, mas não me importei. Abri a porta e me enfiei silenciosamente dentro do quarto.

Logo de cara avistei o celular em cima da cama. Quando penso em correr até ele, Tate sai enrolado em uma toalha do banheiro. Me encara confuso, mas depois olha em direção a cama. Droga!

Corro em direção a mesma e ele também.

— TATE DEVOLVE MEU CELULAR! — pulo em cima dele quando pega o mesmo e tenta correr para o banheiro.

— Você não precisa dele...

— SOLTA ELE!

Pulo em suas costas e tento pegar o celular. Tate bate nos moveis tentando me derrubar, mas apenas enfio mais minhas unhas em seu peito e puxo seu cabelo.

— ME SOLTA SUA LOUCA!

— ENTÃO DEVOLVE MEU CELULAR.

Anda para trás desengonçadamente e caímos na cama. Ele tenta se levantar, mas o puxo pelo ombro e ele cai novamente. Fico por cima dele que estica o braço com o celular para fora da cama, enquanto o outro me empurra para longe.

— ME DEVOLVE!

— NÃO!

Mordo seu braço com todas as minhas forças e ele grita de dor.

O celular para de tocar e ele o deixa cair no chão. Tento passar por cima dele para pegá-lo, mas Tate segura minha perna e fica sobre mim. Tento sair, mas segura meus pulsos acima da minha cabeça. Poço ver claramente a marca da minha mordida.

—PORRA SAMANTHA! — sua cara era de puro ódio. — Já estou cheio de você e suas infantilidades. Se você não colaborar, as coisas terão que ser mais rígidas. Estou cheio de você me odiar e dizer coisas horríveis. Você ao menos sabe a verdade, e se soubesse não ficaria correndo atrás daquele babaca do Wonder.

Minha respiração estava desregulada. Não era apenas pela nossa guerra pelo celular, mas estava nervosa com o que ele dizia e como nos encontrávamos. Eu estava com ódio. Senti meus olhos marejarem, desviei meu olhar do seu e Tate me soltou.

Me sentei na cama pronta para escuta-lo.

— Então, comece desde o inicio — digo e ele se senta ao meu lado.

— Pode demorar um pouco — um pequeno sorriso se forma em seu rosto mas logo desaparece. — As coisas começaram desde que você entrou no reformatório.

— Disso eu já sabia.

— Apenas escute! — diz e reviro os olhos. — Quando eles te pegaram, pensei em todas as formas possíveis de tirar de lá, mas nada era possível. Então eu comecei a procurar alguém que pudesse me ajudar e isso me levou ao meu pai.

O olhei surpresa. Tate me disse que seu pai havia morrido quando era criança ainda, mas nunca havia entrado em detalhes. Ele fez uma careta seguida por um pequeno sorriso.

— Eu menti. Meu pai nunca morreu! Ele vive em Los Angeles. Eu nunca te contei sobre ele porque... — respira fundo e encara o chão. — Ele trafica drogas e... mulheres.

Estava surpresa para dizer qualquer coisa que fosse.

— Ele concordou em me ajudar a tira-la do reformatório se fizesse um serviço sujo para ele.

— O que ele te pediu? — pergunto olhando para o chão. Não tinha coragem suficiente para olha-lo nos olhos.

— Que eu mata-se Charles Wonder.

— E você... Ai meu Deus! — me levanto e passo a mão pelos cabelos.

Eu não conseguia acreditar naquilo.

— Sam... por favor, sente-se.

— Como você pode fazer isso Tate? — digo andando de um lado para o outro.

— Sam... deixe eu terminar, por favor...

— Não... eu não posso acreditar!

— SAM, PARA! — segura meus braços e olha em meus olhos.

— Eu não o matei!

— O que? — tudo estava confuso.

— Charles Wonder, está vivo.

— Como?

— Eu disse para o meu pai que ele estava morto, mas eu nunca o matei — se senta na cama e fico de frente a ele. — Sam, eu jamais faria isso com alguém, pelo menos não mataria uma pessoa que estivesse tentando fazer o certo. Wonder estava prestes a falir, então começou a trabalhar para o meu pai, transportando apenas drogas. Então ele descobriu sobre as garotas e ameaçou meu pai, disse que se aquilo não parasse, ele o denunciaria mesmo que se acabasse com os negócios da família. Quando o encontrei pela primeira vez, ele sabia quem eu era e fez questão de me contar toda a historia. Eu confesso que fiquei dividido, mas o que meu pai fazia era tão... nojento e horroroso. Charles e eu concordamos que nos ajudaríamos a desmascarar meu pai. Então ele fingiria que havia morrido enquanto tentava o desmascara-lo. Mas as coisas fugiram um pouco de rumo. Tive que começar a estudar no McKinley para fingir que buscar informações sobre o paradeiro de Charles e então descobri que Taylor fazia parte do esquema. Mas quando vocês ficaram juntos, ele tentou sair para que nada de mau lhe acontecesse. Quando meu pai soube que foi por causa de você, disse que se eu não fizesse algo o mais rápido possível ele a mataria.

Me sento ao seu lado. Era muita coisa para se absorver. Taylor que estava tentando me proteger? Eu queria vê-lo, poder toca-lo. Mas penso em Tate, em tudo o que ele havia feito e passado apenas para estar comigo.

— Porque você fez aquilo no restaurante? Digo... — fecho os olhos lembrando da cena. — Will e eu?

Tate fica em silencio e depois de algum tempo, segura minhas mãos e me olha nos olhos.

— Eu jamais quis fazer aquilo, entenderei se você não me perdoar — olha para as minhas mãos. — Aqueles caras que você viu, trabalham para o meu pai. Desde que você saiu do reformatório, você tem sido observada, mas apenas descobri quando te vi sendo arrastada por eles naquele beco. Eu nunca os tinha visto. Depois daquilo, eu sabia que se fizesse algo errado, eles descontariam em você ou fariam você sofrer. Eles contam tudo, absolutamente tudo para o meu pai e ele sabia, que se algo acontecesse a você, ele me machucaria. Fiz aquilo no restaurante, porque precisava mostrar que estava tudo sobre controle e que você faria qualquer coisa que eu quisesse.

Agora as coisas começavam a fazer um pouco de sentindo. Estava enjoada com tanta informação.

— Mas como ele descobriu que Charles está vivo?

— Porque ele precisou voltar para Seattle. Meu pai tem olhos e ouvidos espalhados por toda cidade.

Novamente, tudo não fazia sentido.

— Então para ele ter voltado, deve ter sido algo bem importante.

— Sim, você.

Franzo o cenho e o olho. Não fazia sentido. Qual era minha importância para Charles Wonder?

Tate suspira e se levanta, ficando de frente a mim.

— Sam, você é filha de Charles Wonder.

Notas finais
APOSTO QUE NÃO ESPERAVAM POR ISSO! ASKJOILÇKALSLDJEOISLA Pleaaaaase... me contem o que vocês acharam ;p Não me matem, não me espanquem ok? Agora vamos lá. 1 º Quero agradecer a todas vocês por terem me aturado por tanto tempo. 2 º Quero agradecer a linda da Nathy e da Min por ter me dado ideias que eu já mais imaginaria. 3 º Peço desculpa por todos os erros, demoras e pelos capítulos chatos. 4 º Me desculpem se a fic não chegou no final que vocês queriam e por ultimo, não irei abandonar vocês tão cedo. Estão prontas para a 2ª temporada? :D Espero que sim! uehuheeh Quero ver todas vocês lendo e comentando a próxima, tudo bem? Não tenho ideia de quando começarei a 2 ª temporada, mas deixarei o link aqui pra vocês. Qualquer coisa me mandem convite no anime spirit (http://socialspirit.com.br/leticiacesion) ou aquelas que quiserem, me sigam no twitter ou no tumblr. Quem quiser, pode me adicionar no face (só pedir o link). Acho que até o final de 2013 começo a 2 ª temporada ((: Então, é isso! Espero que tenham gostado de Sim, Eu Sou Uma Guarda-Costas! (da fic com nome estranho) tanto quanto gostei de escreve-la. Mais uma coisinha antes: Já que a 2ª temporada vai demorar um pouquinho, leiam a minha outra fic: The Choice ( http://fanfiction.com.br/historia/441572/The_Choice/). Eu simplesmente to amando escreve-la junto com a minha amiga (: É isso sua Divas ft. Gostosas Beijoos sabor framboesa ;33
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!