Notas iniciais
VOOOOOOOOOOOOOOOLTEI *U*
Eai minhas lindas como vocês estão?! Sério, tava morrendo de saudade de vocês... Mas enfim, ta aqui um capitulo gigante pra vocês.
AAAAAAAAH, sério, eu to tããão feliz, fiquei vários dias sem entrar aqui e quando eu volto, tem uma linda recomendação *u*
Muuuuuuuuuito grata a linda da Lisa Mellark. Veeeenk me abraça sua diva !! []
Então é isso, boa leitura e desculpem pelos erros (;

# PDV NARRADOR #

— Você não vai dar isso pra ele, certo?

— Por que não.

— Taylor, isso não é comida de cachorro!

— Mas é comida e ele parece querer.

— POR QUE ELE É UM CACHORRO!

— E O QUE TEM DEMAIS, É COMIDA!

— Eu não vou discutir mais com você. — Samantha pega Boomer do chão e suas chaves e vai em direção a porta, deixando Taylor e sua mistura de cereal e salgadinho sozinhos na cozinha.

— Aonde você vai?! — pergunta o garoto a seguindo.

— Comprar comida para cachorro!

— Precisa levar o Boomer?!

— Mais é claro. Não vou deixa-lo com você. Não quero um cachorro morto!

— Você é muito mandona Samantha James. — ela o encara e Boomer lati em seus braços.

— E você é chato e insuportável!

Taylor se segura para não rir, mas sua tentativa falha.

— Argh.. como eu te odeio Wonder! — pega uma almofada no sofá e joga.

— Me odeia tanto que aceitou a namorar comigo. — se aproxima dela e seus braços a rodeiam, prendendo-a contra seu corpo.

— Ainda não sei por que eu aceitei...

— Por causa disso. — seus lábios trilham um caminho de seu pescoço até sua boca.

Boomer late e lambe o queixo de Taylor que se afasta com uma careta muito feia. Sam solta uma gargalhada.

— Boomer seu fofo! — dia fazendo carinho em sua orelha.

— Ele é uma coisa feia, isso sim.

— Ta com ciúmes dessa coisa linda Taylor?! — Sam morde o lábio inferior reprimindo um riso.

— Eu?! Com ciúmes dessa coisa minúscula ai?! Sam, ele é um cachorro.

— Igualzinho a você. — pisca e Taylor mostra-lhe o dedo médio. Sam lança outra almofada mirando sua cabeça, mas ele desvia.

— Se eu sou um cachorro, você deve ser uma cadela. Deve ser por isso que nos atraímos! — ela mostra língua e sai da casa.

(...)

Não havia sido uma boa ideia ter levado Boomer. Assim que Sam abriu a porta traseira para colocar o saco de ração, o filhote saiu correndo por entre suas pernas.

— Merda! — coloca de qualquer jeito o pacote no banco e sai correndo atrás do cachorro.

— BOOMER, VOLTA AQUI!

Não adiantava gritar, ele corria sem rumo. Ela ficou grata quando um homem, alguns anos mais velho que ela, o pegou.

— Muito... obrigada. — diz tomando fôlego.

— Hei amigão. — faz carinho em Boomer que lati descontroladamente. — Qual o nome dele?!

— Boomer. — Sam retribui o sorriso do moço, mas logo o mesmo se desmancha quando se lembra que o carro havia ficado aberto. — Se não se importa, eu preciso ir, deixei o carro aberto para pegar o Boomer.

— A mais é claro. — sorri novamente, mas ao invés de entregar-lhe o beagle, o coloca no chão e ela percebe que a algo errado.

Ela olha em volta e se da conta que estava numa rua com pouco movimento e há um cara do outro lado da rua observando-a e outro a poucos metros atrás.

— O que você quer?!

— Nada. — diz com um sorriso sedutor e passa uma mão sobre a bochecha da moça.

— Tire suas mãos de mim! — da um tapa em sua mão e se afasta.

Ele ri.

— Eu quero que você venha comigo e podemos conversar com mais calma.

— Sinto informa-lo, mas não converso com estranhos, muito menos entro em carros de desconhecidos.

Boomer late sem parar e o mesmo rapaz que havia sido carinhoso e o pegado, lhe da um chute e Sam se descontrola ao ver Boomer choramingando no chão.

— SEU DESGRAÇADO! MEXE COM ALGUÉM DO SEU TAMANHO FILHO DA MÃE.

Suas mãos se fecham e socam com toda força seu maxilar, o fazendo cambalear para trás. Os outros dois que apenas observavam , se aproximam e Sam da socos e chutes os mantendo afastados, mas um dos três segura seus braços, enquanto o primeiro se levanta do chão limpando a boca suja de sangue.

— Sua filha da puta! — ele lhe da um tapa em sua face. A força foi tanta, que foi capaz de machucar os lábios de Sam.

Ela ri ironicamente e cospe seu sangue no chão.

—Você bate que nem uma vadia!

Ele faz um sinal com a cabeça para o terceiro homem. Os dois seguram os braços de Sam a deixando imóvel. Ele soca seu estomago com tanta força que ela cai no chão com falta de ar. Boomer corre em sua direção e começa a lamber seu rosto.

Com muita dificuldade, ela se levanta no chão, mas é surpreendida com outro golpe em sua barriga. A dor é indescritível, Sam cai novamente.

— Acho que já esta bom, Jack. — o cara do outro lado da rua diz, depois de Sam levar mais um chute.

— Essa vadia tem que aprender quem é que manda!

— Jack, já chega! O chefe quer ela viva, por que morta, ela não vai servir para nada. — o outro que apenas observava, diz e Jack se afasta arrumando o terno cinza.

— Levem ela pro carro.

— E o cachorro?

— Sei lá, mata ele ou deixa ele ir.

Em quanto Jack abria a porta do carro, os outros dois se apresavam para tirar Sam da sarjeta, antes que alguém percebe, mas essa tentativa falha. Parecia sorte, mas Tate e alguns amigos se aproximavam e o garoto a reconheceu.

— SAMANTHA! — grita e sai correndo em direção da garota.

Os caras que a seguravam, prestavam a rápida aproximação de Tate seguido por seus amigos. Samantha aproveitou essa distração e conseguiu se livrar das mãos dos homens e saiu correndo com dificuldade. Eles não sabiam o que fazer, entraram no carro e saem em disparada.

Assim que Sam vê que não esta mais em perigo se joga no chão e as lagrimas começam a escorrer pelo seu rosto.

— Sam, você esta bem? Eles te machucaram?! — Tate se ajoelha na frente da garota que enterra sua cabeça em seu peito. — Hei, calma. Onde está seu carro, você precisa ir até um pronto socorro e depois até a policia...

— Não, a policia não! — ela se afasta e seca as lagrimas, seu corpo todo doía.

— Sam, você foi agredida! Vamos, eu te levo. — ele passa um braço pela sua cintura e ela geme de dor.

— Tate, eu não vou. Só me leva para casa!

Ele a conhecia muito bem para saber que ela não mudaria de opinião, apenas deixou que o guiasse até o carro. Os garotos que estavam com Tate a ajudam a levar Sam até o carro e um deles leva Boomer.

Sam se afunda no banco do passageiro, enquanto Boomer pula em seu colo. Tate dirigi calado e em alguns momentos lançava um olhar de preocupação para Sam, ele a conhecia muito bem para saber que a garota não estava bem.

— Obrigada por me trazer até aqui. — agradece quando o carro para na frente da mansão.

Abre a porta e sai, mas suas pernas falham e ela se apoia na porta do carro. Tate sai do carro e corre em seu auxilio.

— Tate, eu estou bem.

— Cala a boca Samantha! Você não está bem, você mal consegue ficar em pé. — passa um braço ao seu redor.

— Por favor, não comenta nada com o Taylor... eu não quero preocupa-lo.

— Você se preocupa demais com esse garoto Sam!

— Por favor Tate... — sussurra o encarando.

Uma lagrima rola pelo seu rosto e ele a limpa com o polegar.

— Ok. Mas promete que responderá todas as minhas perguntas depois?

Assente com a cabeça e caminham para dentro da casa.

# PDV SAMANTHA#

Assim que Tate fecha a porta atrás de nós, coloco Boomer no chão e me separo dele, sinto todos os músculos das minhas pernas tremerem. Eu sabia que deveria procurar um médico, mas como explicaria depois a Taylor?! Ele iria querer ir a policia, mas eu não podia.

— Taylor?! — grito me apoiando no corrimão da escada.

— Achei que você nunca ia ... o que ele ta fazendo aqui?! — diz vindo da sala para o hall.

— O Boomer acabou correndo de mim e o Tate salvou nossas vidas.

— Eu disse para você não leva-lo... e Sam, está tudo bem?! — estreita os olhos me avaliando, mecho no meu cabelo tentando disfarçar.

— Melhor impossível. — Tate me lança um olhar de reprovação. — Eu preciso de um banho, pode pedir uma pizza?!

— Claro. Tem certeza que você está bem Sam?! — se aproxima com cara de preocupação e sorrio.

— Eu já disse que sim! Tate, quer ficar e comer com a gente?! — tento mudar de assunto.

— Eu preciso ir, mas depois precisamos conversar e você, — se dirigi a Taylor. — cuida bem dela.

O fuzilei com os olhos e me virei pra subir as escadas.

— O que ele quis dizer com aquilo?! — Taylor pergunta.

Paro de andar para olha-lo e também para descansar, eu estava quase morrendo subindo aquilo tudo no ritmo normal.

— É só o Tate. Não liga para o que ele fala!

— Certeza?!

— Absoluta. — sorrio e bato continência.

Taylor ri e vai para a cozinha. Suspiro fundo e volto a subir as escadas.

Nunca fiquei tão grata por entrar no meu quarto. Entro no banheiro e começo a me despir. Nunca foi tão difícil fazer isso. Quando termino, vejo as marcas dos chutes e socos que havia levado. Haviam muitas marcas vermelhas espalhadas pelo meu corpo, principalmente em minha barriga.

— Ai! — digo quando aperto minha barriga.

Entro debaixo do chuveiro e fico um bom tempo para relaxar.

Me enrolo na toalha e me deito na cama. Meu corpo começava a doer cada vez mais, eu teria que fazer alguma coisa.

— Nolan! — ele deveria ter algum remédio ou algo do tipo.

Me troco e vou até seu quarto. Nunca havia entrado ali, era muito confortável e não muito diferente do que o meu, apenas pela cor. Paro de observar e vou ao banheiro. Encontro alguns analgésicos, tomo alguns comprimidos e desço as escadas.

Taylor estava deitado assistindo TV com Boomer em seu colo. Assim que me vê, levanta os pés e me sento.

— Daqui a pouco a pizza chega.

Sorrio e volto minha atenção para TV.

— Sam?!

— Hum?! — volto a olha-lo e ele se senta.

— Sam, o que ouve com seu lábio?!

— O que.. a isso! — ponho a mão sobre o mesmo me lembrando do tapa que havia levado. — Eu... hum, eu me mordi.

Taylor franze o cenho e segura minha mão.

— Você sabe que pode me contar qualquer coisa, certo?!

— Mas é claro. — dou lhe um beijo e sorrio. — eu apenas me mordi, foi isso.

Pego Boomer e apoio minha cabeça em seu ombro. Eu não iria conseguir esconder aquilo por muito tempo, mas eu precisava pelo menos tentar.

(...)

— Eu estou cansada, vai você.

— E deixar minha namorada aqui sozinha?!

— Eu tenho o Boomer. — sorrio e o mesmo late.

— Eu posso ligar para ele e desmarcar. Ele vai entender. — me abraça por trás e me viro, ficando de frente.

— Ele vai entender que Taylor Wonder, o garoto mais lindo e cobiçado de Seattle não quer ir em uma festa lotada de putas e bebidas, por causa da sua mais nova namorada, que por em quanto é uma desconhecida pela sociedade. Hum.. acho que ele não vai entender! — rio e beijo sua bochecha.

— Mas eu não quero deixar você aqui e eu já me decidi, eu não vou. Eu vou ligar para o Logan e eu invento alguma desculpa. — sorrio e logo seus lábios estão no meus.

A mão de Taylor desce alguns centímetros e aperta minha bunda. Passo meus braços ao redor de seu pescoço e o puxo, acabando com o espaço entre a gente, mas me arrependo quando me pressiona mais contra o seu corpo. Para não grita de dor mordo seu lábio com força, mais do que o normal.

— Ai!

— Me desculpa. — sorrio sem graça e me separo de Taylor.

— As vezes eu acho que você é maluca.

— Um pouquinho... — faço bico e ele ri.

— Só um pouquinho. — sorri e me beija o topo da minha cabeça. — Eu vou ligar para o Logan.

— Ok.

Termino de lavar louça e depois coloco comida para Boomer que late e em seguida se delicia com sua ração. Faço pipoca e pego latas de refrigerante, volto para sala e coloco em um canal de filmes.

Bem, parecia que meu sábado a noite seria calmo e tranquilo ao lado de Taylor, até meu celular tocar.

— O que você quer?

— Oi para você também. Eu quero conversar e lembre-se você prometeu. — Tate diz do outro lado da linha.

— Mas agora?

— Bem, estou na porta da sua casa. Se quiser posso entrar e conversamos na frente do seu amiguinho querido.

Tate era um filho da mãe quando queria.

— Ok. Me de 5 minutos e eu estarei ai!

Pego minhas chaves na mesa de centro e me levanto para sair.

— Você vai em algum lugar? — Taylor pergunta descendo as escadas.

— Bem... Liz me ligou e precisa da minha ajuda.

— É grave?!

— Não, apenas coisas de garota. — sorrio e lhe dou um beijo. — É coisa rápida, daqui a pouco já to aqui.

Saio de casa e caminho até os portões. Logo avisto o carro de Tate estacionado.

— Satisfeito?! — sorrio ironicamente e me afundo no banco.

Ele não diz nada, apenas dirigi até a lanchonete mais próxima.

(...)

— O que quer saber?

— Vai me contar o por que não quis ir a um medico e muito menos prestar queixa?!

Como uma batata frita e suspiro.

— Eu sai a pouco tempo do reformatório, não queria que eles pensassem que eu havia me metido em uma briga.

— Sam, ta escrito idiota na minha testa?! — arqueia uma sobrancelha.

— É acho que não precisa ta escrito.

— Engraçadinha. — mostro língua e como outra batata. — Sam, eu sou seu amigo. Você sabe que pode contar qualquer coisa para mim.

Era verdade. Tate era meu melhor amigo, mesmo que por muito tempo ficamos afastados.

— Eu não posso entrar em uma delegacia, faz parte de um acordo que eu fiz para sair do reformatório.

— E...?

— E você sabe que se eu voltar para lá, nunca mais eu saio. Eu vou fazer 18 daqui a alguns dias e se eu voltar provavelmente eu acabarei em uma prisão pelo assassinato daquele homem. — eu não queria pronunciar o nome do canalha do meu padastro, mas Tate entendeu perfeitamente.

— Qual é esse contrato? — bebo meu Milk-shake. Não sabia se deveria contar, mas eu precisava desabafar com alguém e eu confiava nele.

— Nolan fiz um trato comigo, eu devo proteger Taylor e toda minha ficha criminal será apagada dos registros.

Parecia que Tate havia levado uma bofetada.

— Você.. o que? — ele diz alto chamando atenção de algumas pessoas.

— Fala mais alto.

— Samantha, você não pode fazer isso.

— Por que não?! — sua feição era seria.

— Sam, você se esqueceu do que aconteceu hoje com aqueles caras?! Se eu não tivesse chegado a tempo, você provavelmente estaria...

— Tate você me conhece o suficiente, para saber que eu sei me cuidar muito bem. Hoje eu fui pega desprevenida por três caras!

— Mas isso é perigoso. Você não pode simplesmente bancar a heroína e sair querendo defender um garoto idiota...

— Não fala assim do Taylor! — digo mais alto do que o esperado e todos olham. — Que foi?! Perderam alguma coisa aqui?!

— Sam...

— Tate, você tem que entender que essa é a minha única chance que eu tenho de recomeçar de novo.

Ele segura minha mão e confirma com a cabeça.

— Se é para você poder ter continuar tudo do zero, eu vou te ajudar.

Sorrio e termino de comer.

Notas finais
Entããão, o que me dizem ?
Eu não gostei muito do capitulo //=
Mas o que importa é opinião de vocês *U*
PS: quem tiver conta no AnimeSpirit, me adicionem lá ;))
http://animespirit.com.br/leticiacesion

Beijo suas gostosas ;**