Notas iniciais
VOLTEEEEEEEEEEEEEEEEEI MINHAS DIVAS *u*
ME DESCULPEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM, PLEEEEEEASE !
Eu sei que eu demorei uma eternidade pra escrever, mas eu não abandonei a fic, apenas estava sofrendo de preguicite aguda juntamente com uma falta imensa de criatividade e.e
Quero realmente me redimir com vocês. O que vocês querem que eu faça?? Me castiguem ! Eu sei que eu mereço /=
Eu quero dizer pra todas que eu amo demais todas vocês e a fic, por isso eu não queria que ficasse mais pior do que tá ¬¬
Gaabii Cassi você me perdooooooa ?? Geeente, essa lindas veio me pergunta sobre a fic e eu acabei enrolando e demoreeei seculos pra postar e não fiz o que tinha prometido pra ela. Buuuut, agora eu dedico todo esse capitulo pra ela e mando 2130874635 de beijoooos pra ela ;**
Entãããããããão, bora parar de enrolação e vamo com ler né?!
BOOOOA LEITURA and sorry pelos meus erros.

– Wonder, uma palavrinha para nós. Como é o estado da garota?

– Quem é ela?

– Como você está?

– JÁ CHEGA. – Charlie, o motorista, diz aos repórteres e paparazzis que não paravam de fazer perguntas sobre o incidente. Me encolho no banco traseiro do carro.

– Senhor, tudo irá ficar bem. A senhorita James vai superar isso, ela é uma ótima garota. – lhe mostro um meio sorriso que logo desaparece.

Charlie dirigi até o Vintage Park. O agradeço e saio do carro. Olho para o edifício a minha frente e suspiro, eu tinha que fazer isso, eu precisava. “Por mim” escuto a voz de Sam em minha cabeça. “Por você” sussurro e entro.

Já era costume eu frequentar o hotel, por isso entrei sem precisar me identificar na recepção. Assim que saio do elevador, meu coração dispara. Será que ela aceitaria? E se ela dissesse não? O que eu iria fazer? Sentar e esperar?

Respiro fundo e aperto a campainha. Depois de alguns minutos, ela abre a porta.

– O que você ta fazendo aqui?

– A gente pode conversar. Eu preciso da sua ajuda e você sabe disso.

Ela me olha sem demonstrar qualquer emoção. Se afasta pro lado e entro em seu apartamento.

– Quer beber alguma coisa? – pergunta indo na direção do bar.

– Não, obrigado.

Pega um copo de whisky e se senta no sofá a minha frente.

– Então, do que você precisa?

– Acho que você já sabe.

– Deixa eu adivinha, você precisa de sangue para aquela sua amiguinha?!

– Eu faço o que você quiser, apenas se candidate a ser doadora. – a olho no fundo dos olhos, torcendo pra que alguma coisa dentro dela sinta um pouco da minha dor.

Coloca o copo sobre a mesinha de centro e cruza as pernas.

– Oferta interessante... – me olha de cima abaixo e morde o lábio inferior. – mas quem me garante que você cumprira o nosso acordo depois que eu doar o meu sangue pra ela?!

– Você sabe que eu sou um homem de palavra.

– Mas apenas palavras não bastam pra mim. – pega o copo novamente e da um gole.

– Diga o que você quer e eu farei. – apoio meus cotovelos em meu joelho e abaixo minha cabeça.

30 minutos depois

– Onde você estava? – Nolan me pergunta quando entro na sala de espera.

– Eu precisei sair um pouco para esfriar a cabeça. Ela está melhor?

Nolan balança a cabeça negativamente.

Eu ainda estava preocupado com Sam, mas dentro de algumas horas tudo estaria bem, mesmo que depois não poderíamos ficar juntos.

– Taylor, você esta bem? – levanto a cabeça e Nolan me observa.

– Eu.. eu estou bem.

Me sento um pouco afastado de Nolan. Minha cabeça estava cheia. Depois de muita espera, o médico entra na sala.

– Senhor Wonder?! – me levanto rapidamente e me aproximo do mesmo. – gostaria de informa-lo, que temos um doador compatível com da senhorita James.

Me sinto aliviado. Um sorriso se forma em meu rosto.

– E quando eu posso vê-la?

– O senhor terá que esperar mais algumas horas. Uma sugestão, acho que deveria ir pra casa e descansar um pouco. – concordo com a cabeça.

– E quem é o doador? – Nolan pergunta.

– Receio que o mesmo pediu para permanecer no anonimato.

Ashley sempre com seus joguinhos. Agradeço e o medico sai da sala.

– Tay, acho que deveria seguir o conselho do medico. Você esta parecendo um mendigo. – Nolan diz e me olho de cima a baixo.

Realmente estava um trapo. Ainda tinha sangue nas minhas roupas e não seria legal me apresentar dessa maneira a Samantha. Pego as chaves de Nolan e saio pelo fundo do hospital. Não queria mais uma avalanche de perguntas.

Dirijo até em casa o mais rápido. Assim que entro em casa, Aslan me pergunta de Sam.

– Ela vai ficar bem. – digo subindo as escadas.

(...)

Meia hora depois, já estou no hospital novinho em folha. Antes de subir para o quarto, vou a cantina do hospital compro um café e vejo umas rosas lindas. As compro e volto pro andar de cima.

– Taylor, como você ta cara?! – Will pergunta quando me vê.

– Eu to bem e a Sam?!

– Eles disseram que daqui alguns minutos podemos vê-la. – Cam diz chegando na sala de espera. – E ai cara, como você ta?

– Eu to bem, a Sam logo vai embora pra casa e isso é o que basta.

– É isso ai. Para comemorar podemos fazer um jogo de basquete pra animar ela, caras sem camisa, sarados suados,o que acha?! – Cam diz e rimos.

–Seria interessante, mas eu tenho algo em mente.

– Quer dizer que o garanhão ta pensando em dar uns pega na Samantha?! Ela não é dessas que você usa e descarta.

Olho para trás e vejo o babaca do Tate. Meu corpo fica tenso com sua presença.

– Parece que alguns minutos que eu fico fora, eles deixam qualquer ralé entrar nesse hospital.

– Suas indiretas não me atingem Wonder e se quer saber, se a Samantha está aqui a culpa é toda sua.

Aquelas palavras pareceram perfurar meu estomago. Queria responder, mas minha cabeça e meu corpo concordavam com aquilo.

– Se a Sam ta aqui, não é de culpa de ninguém. Muito menos do Taylor, agora se não quiser levar uma surra no meio de um hospital é melhor calar a boca. – Will diz.

– A mulher que eu amo, está num hospital por que um idiota como seu amigo não foi capaz de defende-la, então quem aqui tem que levar uma surra é esse ai.

Não me controlei, minha mão já encontrava-se na cara de Tate que cambaleou para trás.

– SEU IDIOTA! VOCÊ JÁ ERA. — Tate me da um soco na barriga, e começamos uma luta no meio da sala de visitas.

– WONDER PARA! – Cam e Will me seguram, mas minha raiva e vontade de socar aquele moleque só aumentava.

– EU VOU ACABAR COM VOCÊ WONDER! – Tate grita tentando se soltar dos braços de Nolan.

– EU VOU ACABAR COM VOCÊ PRIMEIRO E FICA BEM LONGE DA SAM.

– CHEGA VOCES DOIS! – Nolan grita. – Vocês estão em um hospital! Por favor, pare com essas infantilidades ou os dois querem ser expulsos daqui?!

Me solto com relutância dos garotos e me sento afastado de todos. Eu estava com muita raiva, mas não era apenas do Tate, mas pelas coisas que ele disse e que faziam sentido. Eu fui um fraco! Não consegui defender a coisa mais importante pra mim em toda minha vida.

– Por favor, senhor Taylor Wonder?! – uma enfermeira pergunta entrando na sala.

– Sou eu. – levanto uma mão.

– A senhorita James acabou de acordar e deseja vê-lo.

Meu coração dispara. Pego as rosas que caíram no chão sigo a enfermeira até o quarto de Sam.

– Ela está aqui.

– Obrigado. – agradeço e vejo a mulher se retirar.

Minha vontade era abrir aquela porta e beijar ela. Depois do que aconteceu, percebi o quanto ela era importante pra mim. Eu queria entrar naquele quarto mais do que tudo nesse mundo, mas vê-la naquela situação me deixaria mais culpado do que eu já estava me sentindo. Eu tinha que fazer isso.

Abro a porta do quarto e entro. Sam olhava para fora da janela, quando nota minha presença se vira em minha direção e sorri, não posso deixar de retribuir.

– São pra mim?! – pergunta apontando as flores.

– Flores para uma flor.

– Que fofo você Wonder. Nunca imaginei que um dia faria isso.

– Você merece muitas coisas Sam e principalmente um pedido de desculpas. – coloco as flores numa mesinha próxima a janela e me sento no pé de sua cama.

– Taylor, você não tem que se desculpar, eu..

– Me escuta Sam, por favor. – seguro sua mão. O toque de nossas peles me arrepia, como também acontece com ela. – O único motivo de você estar aqui, é por que eu fui um idiota e não acreditei no que você disse.

– A culpa não é sua, foram... Ok, continue. – diz mordendo o lábio inferior.

– Nas ultimas semanas, eu venho tentando te esquecer.

– E você conseguiu?! – sua voz falha. Me aproximo mais.

– Mas é claro que não. Você é uma das coisas que eu tenho mais sorte de ter em toda minha vida. Samantha, você conseguiu fazer o que nenhuma outra mulher já coseguiu fazer... — fecho os olhos, sinto sua mão em meu rosto.

Abro meus olhos e seu rosto está a centímetros do meu.

– O que eu consegui?

– O meu coração. – sussurro.

Dito essas palavras, a beijo. Uma onde de calor percorre meu corpo, correspondendo ao toque e ao beijo de Sam. Passo uma mão por sua cintura e ela geme.

– Me desculpa. Eu não...

– Não foi nada. Agora, cala a boca e me beija! – rio e volto a beijá-la.

– Que foi?! – pergunta quando me separo de seus lábios.

– Tem uma coisa. Acho que a gente deveria por enquanto, fingir que somos apenas amigos, mas só se você quiser e...

– É, parece uma boa. – diz sorrindo. Que sorriso!

Tento me segurar, mas preciso daqueles lábios nos meus. Em questão de segundos, Sam está novamente em meus braços e sua boca na minha. Era apenas daquilo que eu precisa, era dela que eu precisava!

– Com licen... AH, me perdoem. – a enfermeira que me levará até ali, estava na porta.

Me separo de Sam e saio do quarto, mas antes dou-lhe um beijo na testa.

# 2 dias depois #

PDV Samantha

– Eu estou bem, não se preocupem. – digo a Taylor e Tate.

Eles queriam me carregar até dentro de casa. Aquilo era engraçado, mas ver meu melhor amigo e meu ainda não sabia o que, brigando por minha causa era um pouco demais.

– Você não está em condições de andar Sam. – Tate diz.

– Infelizmente eu tenho que concordar com ele. – Taylor faz uma careta.

– Eu vou dizer pela ultima vez: “EU ESTOU BEM!” entenderam?! Agora se me derem licença tenho que tomar um banho e trocar tirar essa roupa com cheiro de hospital.

Saio do carro e os dois teimam em me ajudar. Empurro os dois do meu caminho e ando tranquilamente até meu quarto sozinha.

Depois de tomar banho e me trocar, volto ao andar de baixo. Estava morrendo de fome.

– Alguém ta afim de comer fora hoje? – me sento ao lado de Tate no sofá.

– Se é o que você quer, por mim tudo bem. – diz o mesmo.

– Taylor, você topa?

– Mas é claro Sam. Eu não vou te deixa com esse drogado sozinha!

Aponta Tate.

– Melhor ela ficar sozinha comigo, do que com alguém que quase tirou a vida dela.

– Da para vocês dois calarem a boca só por um momento?! Se forem pra ficar brigando eu vou sozinha.

Pego as chaves do meu carro e me levanto.

– Tudo bem, por você Sam.

Tate me da um beijo na bochecha. Taylor me puxa para seu lado e me da um abraço.

– Ok, mas eu dirijo.

Reviro os olhos, saio dos braços de Taylor e vou pro carro.

Como eu odiava ter que sentar no banco traseiro, enquanto dois caras muitos lindos estavam sentados a minha frente sem se falarem. Me estico e ligo o radio para descontrair. Por coincidência, está tocando uma musica que eu e Tate, quando menores, cantávamos.

Rimos e Taylor fica sem entender nada.

– Você se lembra de como a gente fazia?! – pergunto.

– Com certeza.

(http://www.vagalume.com.br/cee-lo/fuck-you-traducao.html)

I see you driving around town with the girl I Love

And I'm like

Fuck you!

Ooo oooh ooooh

I guess the change in my pocket wasn't enough

And I'm like

Fuck you! And fuck her too.

Rimos e vejo um sorriso nos lábios de Taylor.

Yeah I'm sorry I can't afford a Ferrari

But that don't mean I can get you there

I guess he's na Xbox

And I'm more Atari

But the way you play your game ain't fair


I pity the fool

That falls in Love with you

(Oh shit she's a gold digger)

Well

(Just thought you should know nigga

Oooh oooh ooooooh

I've got some news for you

Go run and tell your little boyfriend…


Taylor estaciona em frente ao Burger King.

– Como adivinhou que eu tava louca pra comer aqui?

– Intuição.

Entramos e pegamos uma mesa afastada. Faço os nossos pedidos e tento conversar com os dois, o que é impossível sem que se alfinetem.

– Isso aqui é maravilhoso! – digo e mordo o maior sanduiche que a lanchonete vendia.

– Vai com calma. – ambos dizem juntos.

– Eu estou cheia de comida de hospital, agora eu apenas quero comer coisas gordurosas e que faz mal.

– Desse jeito vai voltar de novo para lá. – Tate diz.

– Nem brinque com isso.

Termino de comer e voltamos pra casa. Deixamos Tate no hotel em que ele estava hospedado. Agora, era apenas Wonder e eu.

– O que quer fazer? – me pergunta.

– Qualquer coisa, menos voltar para casa.

– Tem uma festa na casa de um amigo meu, o que acha?

– Bebida, musica e garotos?! Hum.. me parece uma boa.

Taylor breca o carro e vou pra frente com tudo.

– Por que você fez isso?

– Que historia é essa de garotos?!

– Fico com ciúmes Wonder? – mordo meu lábio inferior provocando.

– Você agora é só minha. – puxa meu queixo e me da um beijo. – Eu queria ter feito isso antes, mas com aquele seu amiguinho...

– Para de falar no Tate e me beija.

Ele ri e voltamos as nos beijar. O seu beijo é calmo, quente e cheio de desejo. Logo, se torna intenso. Solto o sinto e me sento em seu colo.

– Você é louca o que?

Sussurra no meu ouvido.

– Eu te quero Taylor Wonder.

Mordo seu pescoço o fazendo a se arrepiar. Eu o queria, independente do lugar que estávamos.

– Eu também te quero, mas eu acho que aqui não é um lugar adequado.

– Ok.

Me sento no banco novamente.

– Então, quer ir pra casa onde a gente pode terminar isso.

Põe a mal na minha coxa, mas dou um tapa de leve.

– E perder uma festa? Isso pode esperar.

Pisco maliciosamente e Wonder liga o carro.

Notas finais
Eaaaaai, o que acharam?? Foda né?
Agora eu to aqui imaginando o que a fedida da Ashley vai apronta *u*
Maaaaas deixem comentarios, me sigam no twitter, no tumblr, veiam ao meu face, peguem no meu pé! Hojee, não vou prometer que eu posto daqui 3 dias.. buuut eu vou tenta postar até a semana que vem !!
Beijooooooooos suas lindonas e eu voltarei em breve ;**
NÃO ME ABANDONEM !!