Sick Of Love
36 Valentine's Days (Parte 2)
Notas iniciais
Então, sinto informar que o próximo cap é o último. É, eu tentei não sei se vai ficar bom, é bem curtinho. Talvez eu poste amanhã, e vocês tem que levar a conta que é a minha primeira fic, ok? :( Então, aproveitem o cap.
Curiosa.
Se tivesse uma palavra que pudesse descreve Park Yenni naquele momento era essa, há alguns minutos atrás JongHyun tinha pedido que ela entrasse no carro e não perguntasse nada, lógico que se ela pudesse se descrever em outra palavra seria nervosa, porque o idiota do seu namorado não abriu a boca uma vez pra lhe dar pelo menos pistas, não sabia nem ao menos se estava vestida adequadamente para que o outro planejava. Queria socá-lo por estar tão quieto.
– Já está chegando? – Perguntou morta de ansiedade.
– Já é a décima vez que você me pergunta isso, fique quieta e confie em mim – Ele disse mantendo a atenção no trânsito que pra alegria da maknae não estava tão horrível.
– Eu não te perguntei dez vezes, só oito – Fez um bico, que com certeza se Jjong tivesse a encarando iria dizer como era fofa a careta que estava fazendo só pra deixa-la irritada – Confiar em você? JongHyun você é uma pessoa muito esquisita, eu até confio em você, mas as vezes eu tenho medo de fazer isso – Riu.
– Se não se comportar não vai ter recompensa mais tarde – Virou-se para olhar a menor que estava com o rosto vermelho.
– Yah! Olha pra estrada, quer morrer? – O garoto riu, e a menina continuava envergonhada. Seu namorado fazia aquilo de propósito só pra vê-la desconfortável.
Então durante o caminho resolveu ficar calada, afinal não adiantaria nada perguntar sobre o tal lugar, JongHyun era teimoso e continuaria com sua palavra até o final. Ouviu o toque de mensagem vindo de seu celular, quando olhou pra tela deste havia uma mensagem, até ali normal, mas era uma mensagem de Annie.
‘’Estou em Seul, mas ainda não estou em casa. Estou com saudades maknae ♥ Saranghae’’
– Oh – Abriu a boca em total surpresa, estava feliz, muito feliz. – Ai meu Deus! – Não conseguia parar de sorrir.
– O que? – JongHyun olhou-a de canto desconfiado, o que a faria ficar com um sorriso tão bonito no rosto? – Quem era?
– Aish, seu ciumento, também não vou te falar, você não queria me contar onde estamos indo – E por fim fez silêncio.
O Kim resolveu na retrucar, e fez a escolha certa, não queria brigar com sua namorada justo naquele dia, então dirigiu até por fim chegar ao lugar tão misterioso, era uma casa. Yenni não entendeu no começo, mas logo a ficha caiu... JongHyun queria lhe apresentar aos seus pais! Ele saiu do carro e abriu a porta pra ela sair, ela saiu ainda meio confusa, mas logo expressou seu desespero.
– Eu não vou! – Disse séria.
Sabia muito bem que não era daquelas meninas que todos os pais sonham para o seu filho, educadas e cheias de frescuras, não iria mudar, então seria melhor que não envergonhasse Kim JongHyun.
– Por quê? – Ele falou meio triste, queria fazer aquilo há muito tempo.
– Ficou louco? Por que não me disse antes? Eu estou nervosa – Disse dando socos no mais velho só que fracos, o outro apenas riu.
– Estou com você, não estou?
Ela apenas assentiu e então os dois seguiram até a casa, JongHyun pediu pra avisar que estava em casa e ficou esperando na sala de estar da casa, não demorou muito pra que duas das pessoas mais importantes da vida de JongHyun aparecessem, sua mãe e irmã, seu pai não estava, talvez estivesse ocupado demais, JongHyun não ligava.
– Então essa é a moça que você vem falando sobre com SongDam? – A mãe do moreno perguntou, e a Park ficou ainda mais envergonhada.
– É sim – JongHyun sorriu passando os braços envolta da cintura da namorada.
– Ela é mais fofa do que você havia me falado por telefone – SongDam disse apertando a bochecha da menina, a irmã mais velha de JongHyun era do tipo que só de ver a pessoa uma vez já virava amiga, realmente encantadora.
Diante do comentário da irmã de JongHyun Yenni deu um leve sorriso, não gostava que a chamassem de fofa, mas naquele dia iria deixar, e a sua cunhada parecia muito simpática. A Sra. Kim também era uma ótima pessoa, não parou de elogiar a menina um só minuto, o que deixava a menina mais constrangida e isso causava as risadas do namorado, afinal sabia como sua irmã e mãe eram, e ver sua namorada com vergonha era raro, e foi o plano de extrema sorte traze-la para conhecer sua família, ver Yenni corada era a coisa mais linda que já tinha visto. A mãe de JongHyun fez algo delicioso para comerem, e JongHyun que já comia pouco aproveitou, afinal tudo feito por mãe é mais gostoso, e ter sua namorada ali do lado era realmente importante pra ele.
JongHyun era completamente apaixonado por Yenni, e a menina também era apaixonada pelo garoto, eles pretendiam ficar assim pra sempre.
Depois da confraternização em família, JongHyun entrou no carro junto com a namorada de novo, mas ele não pretendia leva-la pra casa.
– Onde vamos agora? – Ela perguntou inocente.
– Comemorar o nosso dia – Sorriu malicioso e partiu com o carro.
X
– Por favor, Kibum, não seja ruim – A menor pedia balançando os ombros do loiro, e esse fazia uma cara de insatisfação.
– Mas eu odeio filme de terror – Tentava convencer de qualquer jeito, mas sua namorada era insistente demais, e nem fazendo o bico mais lindo do mundo ela iria ceder.
– Se você ficar com medo você pode me abraçar – Ela disse olhando com os olhos brilhando, pronto, Kibum iria ceder.
– Você venceu.
Não foi difícil passar despercebido, como de costume o local estava totalmente escuro e as pessoas pareciam muito interessadas no que passava na tela, ninguém iria querer ver um ídolo no cinema, imagina ninguém. Eles sentaram nem tão longe e nem tão perto, em um lugar razoável, o filme ia rolando tranqüilo, até a cena de uma menina que deveria ter seus nove anos olhar de baixo da cama, uma música sinistra começou a tocar, e Kibum apertou a mão da namorada que estavam entrelaçadas na sua. Quando de repente o espírito dá um grito de arrepiar a espinha e junto com a menina do filme Kibum levou um susto, não pensou duas vezes e se agarrou a menor, escondendo o rosto no pescoço dela.
A menina riu, era tão adorável. Depois que a talvez cena mais assustadora do filme passou Key levantou a cabeça olhando pra namorada com as bochechas vermelhas, que tipo de cara tem medo de filme de terror e ainda demonstra na frente da namorada? Mas se esse cara fosse Kim Kibum claro que ele podia, podia com muito direito. Os dois se olharam e selaram os lábios, a menina levou a mãe até o rosto do loiro e alisou ali de leve. Depois que o beijo foi quebrado, ele sorriu.
– Quer ir pra casa? – Ela perguntou.
– Não, está tudo bem, vamos espera o filme terminar.
É claro que o mais velho sentiu medo durante o filme, mas tentou o máximo pra não soltar um grito, não queria chamar atenção, a menina não mostrou ter medo em nenhum segundo, afinal terror era seu gênero de filme favorito. Depois de duas horas eles saíram, Kibum saiu vivo pelo menos.
– E agora? – Ela perguntou sorrindo olhando para o namorado.
– Vamos pra casa.
– A minha ou a sua? – Bom indagou.
– Você decide – Respondeu simplesmente.
– Por quê? – Curiosa demais.
– Qual cama é mais confortável?
X
MinHo havia ligado para Suzy mais cedo, queria passar aquele dia com ela, não queria deixa-la ao lado das amigas assistindo filme. Não sabia onde levar Suzy, então pediu ajuda a um amigo, um amigo muito próximo. E pelo contrário não demorou muito para que Suzy e MinHo se encontrarem e depois encontrarem o outro casal pra poderem comer em algum restaurante. Sentandos na mesa a conversa fluía em uma facilidade, os quatro conversavam como se fosse amigos que há muito tempo não se viam e tinha muitas novidades.
– E então, quando vocês dois se casam? – MinHo perguntou brincando, mas acabou recebendo uma resposta inesperada.
– Talvez ano que vem, Victoria ainda tem que resolver algumas coisas – NichkHun disse como se fosse a coisa mais normal do mundo, mas não era, não para MinHo.
– Espera! Você vai mesmo se casar? Isso é tão legal, mas tão repentino – Ele disse e até mesmo Victoria concordou, afinal NichkHun e Victoria namoravam a pouco tempo.
– Eu também acho MinHo, mas sabe NichkHun me faz bem e se nós realmente nos amamos não vejo mal nenhum em se casar – Victoria disse simples.
– Mas e a carreira de vocês? – MinHo perguntou interessado.
– Nossos fãs vão tem que entender que ídolos também se apaixonam, e que um dia nós vamos nos casar também, afinal somos seres humanos como eles – Nichk completou.
– Isso é lindo – Suzy exclamou sorrindo.
– E vocês? Isso já é um namoro? – Nichk voltou a dizer.
– Ah... – MinHo coçou a cabeça envergonhado, que tipo de amigo o deixava naquela situação? – Ainda não, quem sabe.
Suzy ficou meio triste, gostava realmente de MinHo, não o amava pois ainda era muito cedo, mas realmente queria tê-lo como namorado, pois o Choi era gentil, carinhoso e cavalheiro, mas todo o desejo de Suzy pareceu impossível ao ouvir aquelas palavras, afinal aquele ‘ainda não, quem sabe’ de forma fraca era como se MinHo dissesse: Não, não, não. A menor dali decidiu ficar quieta, até o encontro acabar.
Ela insistiu pra ir sozinha pra casa, mas o Choi claro que não deixou, fez questão de levar a menina até a porta de casa como tinha feito da outra vez, Minho pegou no queixo da menor delicadamente e a fez o encarar.
– Por que ficou triste de repente? – Ele perguntou inocente.
– N-não é nada – Ela disse tentando desviar o olhar.
– Foi por causa do que eu disse no restaurante? – Indagou.
Mas não houve resposta, então ele riu, sim, riu. E Suzy ficou irritada, pois sabia que o oppa tinha levado aquele silêncio como um ‘sim’, e ele estava rindo, rindo de si. Ela já ia entrar quando MinHo a segurou pelo braço e a beijou, um beijo lento e com bastante carinho, ele separou o beijo com vários selinhos.
– Boba, eu disse ‘ainda não, quem sabe’ – Ele sorriu e ela também – Aliás, você sabe. Você quer namorar comigo? Pelo menos, tentar?
– S-sim.
E então se beijaram de novo, nunca é tarde pra recomeçar.
X
E mais uma vez a loira estava ali, naquele lugar, naquela praia, onde teve seu primeiro encontro com Onew, mas justamente a coisa mais importante não estava ali, Onew. Ele pediu pra que esperasse ali, mas já estava cansada de esperar, estava ali a mais de meia hora e já estava começando a escurecer, onde o idiota do seu namorado tinha ido? Estava cansada, queria ver suas amigas, desde que aterrissou na Coréia nem conseguiu ir pra casa, fora direito praquele lugar pela insistência de Onew, mas ele não estava lá, o que a deixava irritada.
Estava tão distraída xingando o Lee mentalmente que nem sentiu quando uma pessoa se ajoelhou atrás dela e abraçou por trás, sabia muito bem quem era, reconhecia o cheiro muito bem, aquele cheiro já estava gravado em suas narinas.
– Demorou – Ela disse manhosa enquanto observava o namorado vir para sua frente se sentando.
– Eu sei, desculpe.
– Parece nervoso, o que houve? – Ela perguntou preocupada.
– Eu não sei se consigo fazer isso – Ele disse nervoso.
– Fazer o que? Onew está me assustando.
– Eu não quero mais ser seu namorado. – Ele disse e ela arregalou os olhos, como assim? Desde quando ele impede que ela fique no Brasil e depois vai dizendo aquelas coisas?
– O que? – E quase que as palavras não saem da sua boca, estava tão espantada, lágrimas começavam a embaçar sua visão.
– Eu não quero mais ser seu namorado – Repetiu – Porque eu quero ser seu marido – E tirou uma caixinha aveludada azul e as lágrimas que a menina tinha nos olhos caírem, mas de felicidade agora – Quer casar comigo?
– S-sim, e-eu te amo.
– Te amo. – Onew respondeu abraçando Annie e beijando seu rosto.
“Quero fazer você se apaixonar por mim todos os dias. Quero mostrar para todos que o nosso amor não foi uma coisa passageira, mas sim algo que vai durar até nossos corações pararem de bater. E eu vou estar aqui pra você, até quando não quiser, até mesmo quando não merecer. Porque querendo ou não, eu te amo, ou talvez seja até mais que amor.”
Notas finais
BYE LEITORES LINDOS DO MEU CORAÇÃAAO, EU AMO VOCÊS, ATÉ AMANHÃ♥
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