Shun Entrevista
3 Hyoga de Cisne
Notas iniciais
Digam se eu deveria ter melhorado ainda mais rs
Boa leitura!
Bem vindos a mais uma entrevista da coluna “Shun entrevista” aqui, no seu JS (Jornal do Santuário).
Na entrevista de hoje, apresentarei a conversa que tive com o cavaleiro de bronze de cisne: Hyoga. Como eu sou uma pessoa muito boa, eu sempre faço entrevistas a domicilio. Porque é muito mais fácil deixar a pessoa a vontade sabem? Mas eu agradeceria se meus amigos não resolvessem morar no fim do mundo!
Peguei um voo para a Sibéria, me perguntando por que raios o Hyoga vai tanto pra lá. Bom, eu fazia uma ideia, mas Freud explica isso e a explicação é estranha (vide a reportagem “Complexo de Édipo” na sessão médica do JS.).
Me agasalhei tanto que parecia que eu estava contrabandeando algum animal raro. Não tenho mais a resistência de antigamente. Preciso treinar mais meu cosmo.
Quando cheguei a pequena casinha no meio do nada, não tinha ninguém. Um menininho chamado Jacob me disse que Hyoga já voltava e me acomodei em frente a lareira. Meia hora depois, meu amigo chegou com uma cara de choro apavorante dizendo que tinha ido ao mar congelado onde a mãe dele descansa, depois ficou olhando para o nada por sete minutos ainda com os olhos vermelhos... Depois eu quem sou chorão! Pobre Hyoga.
Depois de ter terminado de beber o chocolate quente que ele me ofereceu e dele ter ido limpar a cara de choro, comecei a entrevista:
Shun: Hyoga, com quem você teve o treinamento afinal? O Camus ou o Cristal? Cada flashback nos diz uma coisa!
Hyoga: Assim... Digamos que meu mestre mesmo seja o Camus, mas o Cristal estava fazendo uma espécie de estágio supervisionado, entende?
Shun: Hum, entendo! Q interessante isso! De qual dos dois você gostou mais?
Hyoga: Óbvio que do... Quer dizer... O Cristal foi um bom mestre sabe,
gosto muito dele, mas... Assim, não tenho absolutamente nada contra,
mas o Camus foi meu primeiro, sabe?
(Ninguém valoriza o estagiário...)
Shun: É verdade q você foi procurado por órgãos internacionais de defesa do meio ambiente por ficar treinando seus golpes em ursos?
Hyoga: Eu? Quem disse isso?
Shun:Eu só pergunto por que foi mostrado no flashback!
Hyoga: É mentira, vocês acreditam em tudo o que a TV mostra!
(Ele quem tem o flashback e eu quem sou mentiroso!)
Hyoga: Eu nunca treinei em ursos! Eu sou vegan! Como poderia maltratar um animal?
Shun: Não sei... Como você explica que...
Hyoga: Aliás, eu queria aproveitar a oportunidade pra divulgar minha ONG de conscientização e proteção aos animais! Só usem produtos cruelty free, e comam mais soja!
(Eu sabia que Hyoga metido nesse país da Vodka não ia prestar. Comecei a encarar minha xícara de chocolate quente com desconfiança...
Ele se acalmou um pouco depois que dei o cartão da sessão de anúncios do JS para ele divulgar a ONG sei lá o que. Já tão começando a achar que minha coluna é bagunça!)
Shun: É verdade que você pegou a Freya E a Eiri?
Hyoga: Não ao mesmo tempo! Alguém falou isso?
(Hyoga e sua loirice facilitando minha profissão!)
Shun: Não, mas você achar que sim é suspeito. Aconteceu isso?
Hyoga: Ham... Então, foi uma de cada vez e não trai nenhuma das duas, que isso fique claro. Sou um homem sério e nunca faria algo que...
Shun: Você parece confuso. Porque tocou no assunto de traição?
Hyoga: Você que perguntou!
Shun: Eu não perguntei nada de traição! Nem falei que você tinha algo com as duas ao mesmo tempo!
Hyoga: Ham... Bom... Enfim! Eu tinha terminado com uma antes de ter algo com a outra. O problema é que houve uma pequena falta de comunicação. Sabe como é, né... Mulheres, sempre colocam a culpa em nós!
Shun: Sei...
Hyoga: Mas hoje posso dizer que estamos bem resolvidos: nenhuma das duas olha na minha cara.
(O Jornal do Santuário e esse jornalista que vos fala declaram que são contra a poligamia e o cafajestismo.)
Shun: Qual é a das polainas?
Hyoga: É pra evitar torção, luxação, estiramento ou qualquer outro problema na musculatura, ligamento ou articulação.
(Sim, leitores! Hyoga é hipocondríaco!)
Shun: Mas laranja?
Hyoga: Não é bonito?
Shun: Bom, é meio anos setenta... Mas se você é tão preocupado com essas coisas ai que você falou...
Hyoga: Sim, mamãe sempre pediu que eu me cuidasse.
Shun: Isso nos leva a próxima pergunta! Sua mãe, como é que o corpo dela fica lá paradinho naquela cama? Você a amarrou?
(Ham... Leitores, estamos passando por problemas técnicos. Tive que ir até a venda a quinze quilômetros de distância da humilde casa do Hyoga para comprar lenços de papel, pois ele ficou subitamente sem fala, de olhos marejados e fungando triste. Comprei os lenços e quando voltei, ele estava em um canto escuro encolhido dizendo coisas sem nexo.
Decidi que é melhor deixar essa pergunta pra lá...)
Shun: Qual a sua inspiração para o balé que você faz antes de dar os golpes?
Hyoga: Balé? Eu não faço balé pra dar os golpes, eu apenas me concentro!
Shun: Se concentra fazendo coreografia?
Hyoga: Tá... Não anota ai... Mas meu sonho sempre foi dançar no Bolshoi
(Aqui fica registrado que eu não prometi nada a ele. Meu compromisso é com a informação! Então, por todos os meus leitores, resolvi publicar. Porque a imprensa é incensurável!)
Shun: Então você, na verdade, estava ensaiando?
Hyoga: Eu tive que fazer uma escolha, né... E escolhi me tornar um cavaleiro... Abandonei meu sonho de criança, e o da minha mãe, que era me tornar um bailarino.
Sempre achei lindo.
(Percebam que esse sonho ai é o motivo das polainas. Muito coisa de bailarinos dos anos setenta!)
Agora vamos para as perguntas dos leitores!!!
Shun: Primeira pergunta é do Isaack, diretamente do santuário de Poseidon: "Hyoga, qual é a fórmula que você usou para ser o ‘preferidinho’ do mestre sendo q essa armadura ai era pra ser minha?".
Hyoga: Me dediquei, me esforcei e não faltava os treinos pra encher a cara no bar do vilarejo, não acordava ao meio dia e não saia à noite voltando só no dia seguinte.
(Podia ter dormido sem essa...)
Shun: A próxima é do Seiya "Hyoga, por que você fala manso com os inimigos?".
Hyoga: Vou me estressar com eles? Não vou alterar minha voz com os outros... Você que precisa de terapia Seiya, se revolta muito fácil! É preciso ser superior como eu, não fui treinado pra matar cachorro a grito.
Shun: A próxima pergunta eu acho pertinente. É do Jabu: “Hyoga, porque você é tão metido?".
Hyoga: Eu, metido? Você me acha metido, Shun?
Shun: Sou um repórter imparcial.
Hyoga: Ham...sei... Não sou metido, sou tímido e não gosto de me misturar com quem não tem nada a acrescentar em minha vida.
( Sou um repórter imparcial, mas vou falar mesmo assim, me ignorem: sou uma pessoa a acrescentar na vida dos outros, toma essa Jabu!)
Shun: Próxima pergunta do Saga: "Por que você decidiu ir pela casa de gêmeos da esquerda com o Shun?"
Hyoga: Tá, eu vou falar a verdade. Não gosto de esconder nada.
Shun: É, pode falar que eu sou mais útil que os outros.
Hyoga: Er... Na verdade, eu estava me sentindo muito excluído da panelinha do Seiya e do Shiryu, sabe?
Shun: Entendo como você se sente!
Hyoga: Eu tinha percebido que eles também te deixavam de fora dos papos. Aí eu pensei... Porque não me aproximar mais do Shun e formar a minha própria panelinha? Foi isso.
(Quem fez uso dos lenços nesse momento fui eu. Vou propor uma matéria contra panelinhas aqui no jornal. Precisamos de uma coluna de protestos!)
Shun: E agora, a última! Essa... Ham, não essa! Essa... Também não...
Hyoga: Nossa, o que é?
(Sinto pelos problemas técnicos novamente. Tive que ligar para a redação do jornal para perguntar o porquê raios tanta gente queria que eu perguntasse aquilo... Depois de receber uma ameaça – vou contar tudo para o meu irmão, viram? -, desliguei o telefone, parei a tentativa do Hyoga de ficar espionando a pergunta e... bom, perguntei...)
Shun: A próxima pergunta é da Freya e de um bando de menina também: "O que foi aquilo na casa de Libra?"...
Hyoga: Ham...Aquilo o que?
Shun:Também não sei.
Hyoga: Bem, eu estava inconsciente na casa de libra. Acho que essa pergunta foi pra você então.
Shun: Não, eu não posso me entrevistar! Então, a entrevista fica por aqui!
Obrigado pela colaboração!
Hyoga: Ei,espera! O que aconteceu na casa de libra??
E na próxima entrevista, meu querido e amado irmão: Ikki!
Fale com o autor