Notas iniciais
Estão vendo?! Reviews rapidinho = a capitulo mega rápido.
Muito obrigada a todos os reviews e principalmente a AlinneS e AndCaldas pelas recomendações.
Esse capitulo contém hentai...
Enjoy..
"O amor não começa e termina do modo que pensamos.
O amor é uma batalha, o amor é uma guerra; o amor é crescimento contínuo."
(James Baldwin)
Pov. Bella
Dois meses depois...
Hoje seria um grande dia, Edward voltaria para casa depois de dois longos meses internado numa clinica de reabilitação, depois de tanto tempo sem vê-lo a minha ansiedade era tanta que meu coração parecia não caber dentro do peito.
Alice como sempre queria preparar uma pequena recepção para a sua chegada, mas dessa vez eu bati o pé e disse que não queria. Alice quando era contrariada ficava louca, me chamou de criança mimada já que Renée nesse meio tempo ia sempre ao nosso novo lar ver como eu estava ou simplesmente cuidar de mim como ela dizia, já que na minha infância e adolescência ela tinha ‘os olhos fechados’.
Passei o dia na cozinha preparando nosso jantar, purê de batata com molho de frango e frango grelhado com legumes no vapor, sei que era uma comida simples, mas era o que eu sabia fazer e foi feita com o coração. Para beber suco de maçã, ultimamente esse é o meu suco preferido, só perde para o suco que incrivelmente Charlie sabe fazer. Quase todas as manhãs quando não havia reuniões claro, ele vinha e fazia suco de melancia com gengibre, quando ele não podia vir, Renée era quem fazia, mas devo confessar que o do Charlie era muito melhor. Emmett também aparecia principalmente as tardes quando saia do escritório. Fazíamos a maior bagunça na cozinha Emm e eu com os nossos dotes culinários fazíamos brownies ou muffins de blueberry que eram os preferidos do meu irmão e do Edward, ainda tinha alguns guardados na geladeira para ele, na realidade poucos por que pela madrugada me bateu aquela fome que me fazia comer tudo o que via pela frente, inclusive as guloseimas que fiz para ele com ajuda do meu irmão urso.
Tomei meu banho rápido, queria que quando ele chegasse eu estivesse lá embaixo a sua espera.
Vesti uma roupa confortável uma camiseta e um short. Estava calor, na realidade eu sentia muito calor, sandália baixas, deixei meus cabelos soltos molhados, passei o hidratante que Edward amava e sentei um pouco na cama respirando fundo e ignorando a vertigem que se apossou de mim assim que levantei a cabeça rápido demais.
A ansiedade de encontrá-lo era tanta que sentir meu estômago embrulhar mesmo não tendo comido quase nada o dia inteiro.
–Calma bebê, é só o papai que está chegando. – sussurrei fazendo um afago em minha barriga de dezoito semanas, já estava enorme. Meu bebê com toda a certeza puxaria ao pai.
Desci as escadas com o máximo de cuidado, como meu histórico de desastres corriqueiros eu tinha que tomar cuidado pelo meu bebê.
Entrei na cozinha com as mãos um tanto quanto trêmulas, bebi um pouco de água e esquentei tudo no microondas, preparei a mesa para dois lugares. Segui para a sala liguei a televisão, mas nenhum canal conseguiu me distrair.
Será que era mentira tudo o que ele me dizia nas cartas que me mandava por semana dizendo que estava bem e sentia minha falta?! Será que ele ficou assustado com a minha gravidez e decidiu ir embora já que ele está na boa com Carlisle?! Será que ele não me quer mais por que eu estou gorda?! E Charlie e Emmett por que mentiram para mim dizendo que Edward não parava de falar sobre mim, e que estava ansioso para me ver e fazer tudo diferente. Será que meu pai e meu irmão queriam apenas me poupar de mais uma desilusão?! Ou será que o Edward se apaixonou por uma daquelas enfermeiras gostosonas? Se isso acontecesse eu morreria de tristeza. Será, será, será...Essa merda de palavra rondava minha cabeça, maldita insegurança que me devastava.
Sem perceber lágrimas caíram sem o meu consentimento, malditos hormônios que me deixavam cada vez mais vulnerável.
Tanto Charlie quanto Carlisle disseram que no máximo às dezessete horas eles chegariam com o Edward, no entanto já se passava das dezenove horas.
Na verdade meu pai deve estar com pena de me encarar, deve ser por isso que ele ainda não veio me trazer a notícia que Edward me deixaria, ou ele estava arrumando um jeito com Renée para me contarem sem eu ter um ataque.
–Bebê eu acho que o papai não quer mais a mamãe não. – murmurei entre as lágrimas.
Levantei sem vontade e rumei à cozinha, a mesa posta apertou meu coração, tirei o castiçal que estava no meio para dar um ar mais romântico, as rosas vermelhas que eu havia comprado mais cedo no mercado.
Guardei a comida na geladeira , o purê de batata com molho de frango que ele tanto gosta, levei as louças até o armário, e lavei outras que acabei sujando.
Subi até o meu quarto arrumado para a chegada dele, edredom branco com detalhe verde, sentei na ponta da cama e levei minha mão para a pequena cômoda que tinha do lado.
Abri a pequena gaveta e tirei a última carta que ele havia me mandado há três dias. Ainda continha seu cheiro
‘’Oi minha vida...Quer dizer minhas, vida.
Bella você não tem a mínima noção do quanto estou ansioso para vê-la, ver meu filhão em sua barriga. Charlie me disse que esta enorme, ele também disse que quando eu sair daqui ou eu me caso com você, ou minha linda você ficará sem o seu playground e Deus nos livre de você ficar sem isso. – eu ri. como era bobo.
–Brincadeiras a parte, eu sinto tanto a sua falta, é como se eu não estivesse completo aqui. As coisas aqui estão bem eu deixei um pouco de lado o plantio de legumes, e isso é ótimo, nesse meio tempo voltei a ler livros de Direito, a biblioteca daqui tem enorme variedade e eu estou adorando ser um estudante novamente. Apesar de que não tive tempo de pegar o meu diploma já sou advogado, óbvio você já sabe disso. – Edward estava se formando naquele mesmo ano em que aconteceu a fatalidade com sua família, depois disso ele não voltou em Dartmouth.
–Eu me sinto mal por não esta com você nesses momentos em que você está enjoando, comendo feito uma desesperada, dormindo como um urso hibernando. Okay ...É brincadeira. Mas sinto falta da sua voz, do seu cheiro, do seu corpo colado ao meu. Eu estou lutando por você, foi difícil aceitar que eu precisava de ajuda, mas agradeço a você por ter notado meu pedido de socorro mudo.
Ah...Saio daqui a alguns dias da fazenda, sei que você está no meu antigo apartamento, espero que esteja confortável aí para você e o nosso bebê.
Essa é a ultima cartinha que eu te mando desse malditos longos dois meses sem você, não sabe como estou feliz por isso.
Chego em casa as dezesseis horas em ponto, nada de fugir de mim.
Amo você e o nosso bebê, se cuida.
Muitos e muitos beijos nessa barriga.
E. Cullen ‘
Deixei algumas lágrimas banharem o papel com a caligrafia perfeita de Edward.
Ergui a mão até o criado mudo e peguei o telefone sem fio, disquei o número do meu pai, mas chamava, chamava e caía na merda da caixa postal, o do Carlisle a mesma coisa. Por Deus meu coração não vai aguentar.
Liguei para o telefone da casa dos meus pais, algum dos empregados atendeu e percebendo minha aflição passou rapidamente para Renée.
–Isabella?! Está sentindo algo filha?
–Mãe?! Cadê o papai?! Ele foi buscar o Edward? – perguntei fungando.
–Você está chorando Isabella?! – perguntou Renée visivelmente preocupada.
–Não. – sussurrei.
–Esta sim que eu sei...Quer que eu vá para aí filha?!
–Não mãe eu ...Eu só preciso saber se o meu pai estar com o Edward, só isso.
–Isabella... – ouvi quando ela respirou fundo e murmurou algo do tipo ‘Hormônios da gravidez’ – Sim, seu pai e Carlisle foram buscar o seu Edward, eles estão um pouco atrasados por que iriam resolver burocracias, se não estou enganada.
–Okay. – falei mais calma.
–Isabella, nada de ficar nervosa entendeu? – falou de jeito mandão.
–Entendi Renée.
–Vai descansar que o Edward chega logo, logo... Durma bem filha.
–Você também mãe.
Desligamos o telefone em sincronia.
Alguns minutos se passaram até que o sono conseguiu me vencer, fiquei ali encolhida com uma mão colada no rosto e a outra na barriga, enquanto eu ficava na única posição que não era incômoda.
Acordei atordoada algum tempo depois quando senti um par de mãos segurando firme em minha barriga e seus olhos cravados nela.
–Finalmente a Bella adormecida acordou, para que eu possa ver esses lindos olhos chocolates abertos. – sorri.
–Como você...
–Tenho as chaves princesa. –seu rosto não conseguia esconder a emoção de tocar em minha barriga e senti nosso filho.
–Pensei que não viesse mais. – comentei com os olhos embaçados pelas lágrimas.
–Claro que eu vinha...Shiii...- ele deixou de devotar pelo nosso filho para olhar-me. – desculpe por não avisar a você, mas Charlie e Carlisle me deixaram aqui na porta às dezessete horas e...
–Onde você estava Edward?! – minha voz embargada insistia em ficar.
– Eu não queria vir de mãos vazias, Carlisle resolveu me dar a parte da minha herança, a parte que me cabia por direito, então comprei um presente para você, na realidade comprei para os dois...Espero que goste...É algo simples, mas eu queria comprar rápido, para vir depressa. – sorriu aquele meu sorriso torto preferido, aquele que fazia as minhas pernas tremerem e meu coração disparar.
Aquele sorriso me fez arfar, ele ainda agachando, eu pulei e me joguei em seus braços, aspirando ao seu cheiro e sentindo o seu calor.
–Eu estava morrendo de saudades de você. – solucei.
Edward apertou-me mais em seus braços.
Ajeitei-me na cama e Edward me envolveu num abraço cheio de significados.
–Não sabe quantas saudades senti de você.
Edward segurou meu rosto com as duas mãos, formando conchinhas e tocou em meus lábios.
–Eu te amo Edward.
Toquei o seu rosto tentando gravar cada detalhe, dois meses longe dele, só de pensar nesse tempo sinto-me sufocar. Como doeu passar esses dias longe dele.
–Eu te amo também princesa, e nenhuma palavra nesse momento saberá traduzir a falta que você me fez nesses sessenta dias, dezoito horas e vinte e cinco minutos que você não esteve ao meu lado. – o mesmo ele fazia comigo, tentava gravar cada expressão do meu rosto.
Sorri largamente ao tocar sua barba por fazer.
Abracei-o mais forte agarrando-o pelo pescoço e enterrei meu rosto ali, Edward levantou-se comigo pendurada em seu pescoço segurando-me pela cintura, fazendo nossos corpos um só. Não queríamos nos desgrudar.
–Trouxe presentes princesa, nada elaborado, mas o que eu podia comprar no momento...Estava com saudades de você por isso decidi vir rápido.
–Não precisava comprar nada amor.
–Claro que precisava.
–Eu não comprei nada para você. – abaixei a cabeça e lhe confessei envergonhada.
Edward delicadamente puxou o meu rosto entre suas mãos e tocou os lábios em meu nariz.
–Você é meu melhor presente princesa e está me dando o presente mais lindo que alguém já me deu na vida. – retrucou dedilhando os meus lábios.
Edward me deu dois embrulhos bem feitos, um par de brincos de rubi sutil, ele sempre dizia que quando tivesse dinheiro me daria um, já que a cor contrastava com a minha pele clara. Agradeci pelo meu presente por ser lindo, não por ser caro, mas o que eu mais amei foi o presente que ele comprou para o nosso bebê.
Um lindo móbile musical cheio de bichinhos coloridos fiquei extasiada tamanho a devoção que o Edward já tinha pelo nosso filho. Ele tocou em algum botão e a quinta sinfonia de Beethoven pode ser ouvida suavemente.
Edward ficou mais babão ainda quando pela primeira vez sentiu o nosso filho mexer dentro de mim. Ficou minutos tocando em minha barriga esperando movimentos do neném, que às vezes mexia-se suavemente dentro do meu útero, como se nos lembrasse a cada momento que ele estava ali também. Agora a minha pequena família estava completa.
Conversamos amenidades, as coisas que passamos enquanto estivemos longe um do outro, esse foi o pior período para ambas as partes, a solidão mesmo estando rodeados de pessoas, mas na realidade, sentíamo-nos sozinhos por que não tínhamos um ao outro.
Edward resolveu tomar um banho e claro que eu o acompanhei, não teve nenhuma conotação sexual, apenas ficávamos nos sentimos enquanto nos ensaboávamos e deixávamos a água cair em nosso corpo.
Vestimo-nos e seguimos para a cozinha, Edward comeu de tudo um pouco do que eu lhe preparei, inclusive os doces, dando-se por satisfeito rumou a pia e lavou a louça enquanto eu a enxugava e guardava em um dos brancos armários.
–Sabe?! Senti falta desse seu jeito. – agarrou-me por trás. Arfei ao senti-lo tão próximo de mim. – do seu cheiro... Quase fico louco sem ter esse seu cheiro. — passou o nariz levemente em minha nuca, para logo em seguida distribuir beijos molhados no local.
Senti meu corpo tremer mediante as investidas do meu namorado em meu corpo, com os hormônios gritando.
–Também senti de você. – sussurrei.
–Mas, o seu gosto, eu quero provar do seu gosto toda hora Bella, você foi feita especialmente para mim.
Virou-me deixando meu corpo de frente para o seu, nossos olhos se conectaram não precisávamos de palavras o nosso olhar já dizia o que sentíamos um pelo outro e queríamos.
Edward pressionou seus lábios contra aos meus, cedi ao meu impulso de gemer e meu namorado o aprofundou, deixando sua língua devastar minha boca.
Ele desceu a mão até meu pescoço, sentia sua respiração quente ali e involuntariamente arrepiei-me, ele percebeu e veio se aproximando cada vez mais, segurou meu rosto entre suas mãos másculas, foi aproximando seu rosto até que encostou seus lábios nos meus.
Senti um choque e um calor percorrer todo o meu corpo, logo aconchegou minha cabeça novamente, encostou seus lábios nos meus novamente. Eu ansiava por aprofundarmos o beijo.
Edward começou a introduzir novamente sua língua dentro da minha boca. Acabamos nos beijando mais e mais, meus braços o abraçaram. Em um desses beijos eu já estava quase em transe, tremendo, ofegante, deixando escapar gemidos de prazer.
–Edward... – gemi.
–Hum...
–Eu quero você, eu preciso de você.
–Hmmm...Esse é um daqueles desejos de grávida?! – perguntou com a boca colada ainda na minha, sorrindo.
–Humhum...Você não imagina como estão meus hormônios. –comentei.
–Hmmm...Então acho melhor atender esse desejo não é?!
–Você ainda acha?
Meu namorado começou a passar a mão nos meus seios por sobre a blusa, os mamilos já estavam duros saltando na blusa fina, ele me beijava mais e mais.
–Eles estão bem maiores... Prefiro-os assim. – comentou safado, em relação aos meus seios inchados.
Confesso que aquilo me dava um prazer quase que desconhecido, era uma delícia sentir nossas línguas se encostando enquanto ele apertava meus seios. Aquilo refletia no meu centro entre as pernas.
Ele pegou minha mão e colocou sobre seu pênis que já estava duro, eu não aguentei em apenas arranhar e alisar, fechei a mão e apertei, sentindo-me umedecer toda, fiquei segurando um pouco já ficando louca, ele tomou meu gesto como aceitação da situação e puxou minha blusa, enfiou uma mão dentro do bojo do sutiã e segurou meu seio na mão, com a outra mão começou a abrir o zíper da calça dele, estava tão tomada pela luxúria que quando percebi, eu estava segurando o pênis quente dele direto na mão, levei um choque, um estremecimento percorreu meu corpo, soltei um gemidinho baixo.
Já sem blusa, abraçou-me, nossas línguas se encontravam, suas mãos foram às minhas costas e desabotoou meu sutiã. Depois com toda delicadeza, abaixou as alças pelos meus braços, com um sorrisinho sacana, deixando meus seios que não são pequenos agora, livres. Suas mãos começaram a segurar, apertar, ele foi se abaixando, dando beijinhos em meu pescoço, orelha, colo, ombros, braços, até que segurando meus seios, ficou vidrado os olhando.
–Puta que o pariu Bella, seus seios estão lindos, perfeitos.
Começou a lamber meus mamilos e a puxar entre dentes. Era demais, eu estava com a respiração ofegante, não conseguia me conter e meus gemidos escapavam pelos meus lábios, por mais que eu tentasse não lamentar, acabei soltando. Ele lambia os bicos dos meus seios de uma maneira delicada que só aumentava meu tesão. Ele começou a chupá-los de uma maneira tão maravilhosa fazendo barulho a cada chupada, foi me puxando para me deixar em pé, até que começou a acariciar minhas nádegas, abaixando o meu short. Nem senti ele tirar suas calças, eu estava totalmente entregue, sendo acariciada e beijada. Quando percebi, estava sem o short e sem calcinha, totalmente nua abraçada a ele que totalmente nu apresentava um pênis ereto apontado para cima, que se comprimia entre nós. Como eu sentia falta de tê-lo pulsando dentro de mim.
Ele me fez sentar-se à mesa com cuidado, se abaixou, abraçou minhas pernas e começou a beijar minhas coxas. Edward sabiamente, não me forçava a nada, só beijava e acariciava minhas pernas, minhas coxas, minha barriguinha, passava as mãos nos meus seios me fazendo arrepiar toda, até que depois de quebrar toda minha resistência, eu mesma acabei abrindo as pernas, abri minhas coxas lentamente já sem nenhum pudor em mostrar minha vagina a ele depois de tanto tempo se aproximou do meu ventre protuberante acariciou o local, beijou e falou algo como ‘papai esta de volta filhão’.
Lentamente minha vagina ficou completamente exposta para ele, Edward ficou parado alguns segundos olhando a minha vagina completamente depilada sem nenhum pelo. Ele separou os lábios vaginais com os dedos cuidadosamente e começou a lamber minha vagina vagarosamente, com toda delicadeza, me arrancando gemidos, eu não conseguia abafar e acabava gemendo alto.
–Oh...Meu Deus Edward... Que gostoso amor, continua...
Ele vinha lambendo tudo, o rasgo da vagina, até o buraquinho do ânus, e isso me arrepiava. Eu não parava de gemer. E nem ele com a boca colada em minha intimidade.
–Uhm...Você esta mais deliciosa do que antes.
Ele continuou, até engolir e lamber meu clitóris, não parava de chupar o meu clitóris, fazendo barulho da chupada.
Aquilo me levava à loucura, quanto mais Edward chupava, mais eu rebolava em sua boca, eu não aguentei tanta carícia, senti uma onda vindo e percorrer todo o meu núcleo.
–Edward, eu vou amor... Vou gozar, vou gozar.
Fiquei sem fôlego, meu corpo se estremecendo todo, gozei soltando gemidos, gritinhos, vibrando, eu não consegui controlar bastou à língua quente e molhada do meu namorado tocar meu o clitóris, que atingi um orgasmo arrebatador, que me deixou de pernas ba
bambas e quase caí.
Sem nenhum vestígio de dificuldade, Edward pegou-me com cuidado em seu colo e seguimos para o nosso quarto. Com delicadeza excessiva deitou-me na cama ajeitando-se no meio das minhas pernas.
Alisou minha barriga com devoção para logo em seguida enchê-la de beijos. Rir da sua barba por fazer tocar minha pele provocando cócegas.
Toquei em sua ereção e comecei a punhetá-lo. Abaixei minha cabeça, beijando a sua protuberância. Olhei em seus olhos e dei um logo beijo e uma lambida naquela cabeça avermelhada. Líquidos de excitação deram um sabor especial a cada lambida. Seus dedos mexiam magicamente dentro da vagina apertada. O meu clitóris foi agraciado por seus dedos arteiros, logo, comecei a me desmanchasse gozando entre seus dedos outra vez.
Edward beijava-me e acariciava-me, deixando-me mais louca por senti-lo, eu precisava dele, senti-lo pulsando dentro de mim.
Dois longos meses sem meu namorado invadir meu corpo e me amando como fazia. Eu queria matar as saudades que sentia da sua voz rouca falando palavras sujas e doces ao mesmo tempo em meu ouvido enquanto nossos corpos suados chocavam-se na dança erótica e mais antiga do mundo.
Abri mais minhas pernas o convidando enquanto ele fazia uma vistoria em meu sexo, deixando-me completamente mais molhada como se fosse possível e envergonhada ao mesmo tempo.
Seus olhos escuros de desejo fitaram-me, como se eu tivesse o tirado do seu transe.
–Vem Edward, vem...- chamei, mordi o lábio mediante expectativa.
–Bella.- respirou tentando acalmar-se.- Será que não vai fazer mal? – apontou para a minha barriga de quatro meses.
–Não, é até bom...Você vai abrir a passagem para ele passar depois. – ri.
–Bella isso é sério. – realmente ele estava preocupado.
–Okay...Já falei com a doutora Bree e ela achou tudo normal em todos os exames que fiz, então sexo a vontade. – pisquei o olho para ele, que riu, infiltrando-se no meio das minhas pernas.
Edward beijou cada perna e se ajoelhou antes de seu membro viril introduzir a minha vagina pulsante e senti minhas paredes engolirem o pênis molhado de que tanto eu estava saudosa.
Ágil e cuidadosamente Edward sentou-se me colocando em seu colo, cavalguei-o com seu pau completamente enterrado em mim, meus seios intumescidos encontraram seu lugar na boca macia do meu namorado. Gememos pelo choque que percorria nosso corpo, sua boca encontrou-se a minha, deliramos com os beijos de língua! Nossos corpos suados e muito excitados. A sintonia perfeita e maravilhosa. Senti minhas pernas fraquejarem, meu baixo ventre se contrair e minha vagina morder o membro do Edward.
O seu pau pulsou dentro do meu canal vaginal! Ele estocou mais algumas vezes antes que o êxtase tomasse conta de nós e eu visse pontinhos brilhantes na minha frente.
Cai cansada sobre o seu corpo, depositando a cabeça em seu pescoço, um sentindo a respiração do outro se acalmar.
Apenas paramos quando nos sucumbimos à exaustão.
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Acordei com os seus braços ao meu redor, meu estômago estava doendo, levantei rapidamente de seus braços e corri para o banheiro.
O vaso nunca esteve tão atrativo como naquele momento. Foi apenas me aproximar para que os jatos azedos saíssem da minha boca. Até quando essas náuseas iriam durar?!
Quando percebi Edward estava ao meu lado segurando os meus cabelos em um rabo de cavalo.
–Edward...- falei com a voz entrecortada.- você não precisa ver isso.- assim que terminei de falar, mas um jato quente saiu de minha garganta fazendo-a arder ainda mais.
–Nada disso Bella, estamos nessa, juntos. — falou enquanto acariciava minhas costas, e segurava meus cabelos.
Quando não havia mais nada no meu estômago, tirei meu rosto do vaso sanitário e segui até pia, aonde Edward ajudou-me a escovar os dentes de tão fraca que eu estava.
Meia hora depois eu já estava com fome e devorando tudo o que tinha na geladeira.
Edward estava trabalhando na clínica com Carlisle e auxiliava algumas coisas em questão jurídica para Charlie, mas nesse dia eu fiquei meio manhosa, queria Edward ao meu lado me dando carinho, na realidade nem era manhosa, era sensível, chorona, comilona e tantos outros adjetivos.
Então meu namorado ligou para nossos pais para avisá-los que não iria, pois não queria deixar-me sozinha no apartamento, vinte minutos depois Renée chegou acompanhada pelo meu pai e Emm que não perdia uma oportunidade de me chamar de manhosa, e meus pais sempre lhe dando bronca.
Ficamos jogando conversa fora, até uma Alice esbaforida entrar porta adentro sem ao menos bater. Essa é Alice.
Eu já havia avisado ao porteiro que a entrada de Alice poderia ser feita a qualquer momento sem precisar anunciá-la, mas já estava me arrependendo disso.
–Boa tarde família... – respondemos em uníssono. — Ficaria muito feliz se algum dos homens aqui presentes me ajudassem com as sacolas.
Edward e Emm foram ao seu encontro pegar as duas sacolas de lojas de marca infantil que ela tinha em mãos. Emmett pegou de sua mão e ela puxou imediatamente, rolando os olhos.
–Essas não idiota.
–Então quais baixinha?... – falou meu irmão provocando.
–Baixinha é...- iria retrucar Alice.
–Mãe a Alice ia dizer que baixinha...
–Não ia não Renée. – Alice virou-se para Emm mostrando a língua num ato infantil.
Rimos daqueles dois.
Edward abriu a porta e lá estavam sacolas enormes com logotipos diferentes.
–Cadê a minha barriguda predileta?
Rolei os olhos.
Minha amiga pulou ao meu lado abraçando-me forte, logo em seguida abraçou aos meus pais, o Emm e o Edward que estavam com as mãos cheias de sacola.
–Alice que sacolas são essas? – perguntou Renée polida.
–São para o meu afilhado, por que se depender dos pais dela que só vivem agora como coelhos...
–Alice...- a interrompi, antes que falasse mais besteiras.
Meus pais e meu irmão logo foram embora, Charlie tinha uma reunião importante com o partido.
Alice me arrastou escada acima e dando ordem para que o meu namorado trouxesse as sacolas.
Ela despejou tudo em cima da nossa cama, cada coisa mais linda do que outra, macacões, calças, camisas, casacos, gorros, luvas, meias até mesmo dois pares de tênis adidas, e como ainda não sabíamos o sexo, ela trouxe dois vestidos lindos, um rosa e outro lilás.
Minha amiga me pediu para ver o quarto que seria do bebê, óbvio ela fez mil e um planos de como decorar assim que soubéssemos o sexo do nosso filho.
Conversamos algumas amenidades antes dela ir embora.
Deitei-me no sofá com a cabeça nas pernas do meu namorado, as pontas dos dedos de Edward faziam mágicas e logo eu estava no baile dos sonhos.
Um mês depois...
–Edward?!
Nenhum músculo do seu corpo mexeu.
–Edward... Amor?!– toquei levemente seu ombro.
Nada. Merda ele é surdo ou esta em coma?
–EDWARD. –dei um estalado tapa em seu ombro nu.
–O quê?! – acordou atordoado, olhando fixamente para mim, que estava sentada com as costas na cabeceira da cama com cara de choro. – O que você tem?! Está com dor Bella?! Pelo amor de Deus não me esconda nada. – ajeitou-se com a cara amassada pelo sono, sentando-se ao meu lado.
Neguei com a cabeça.
–Então o que foi?! – sua voz ainda estava grogue pelo sono.
–Eu estou com fome.
Edward deu-me um olhar incrédulo, puxou as cobertas e voltou a deitar-se novamente.
–Isso é fácil Bella, a geladeira está cheia de comida, vai lá e faz um sanduiche.
Não lhe respondi.
Um soluço alto brotou da minha garganta, eu estava me sentindo horrível com ele virando as costas para mim e dormindo novamente nem ligando para a fome que fazia meu estômago revirar. Quando percebi lágrimas manchavam meu rosto.
–Amor?! Você esta chorando?! – perguntou virando-se para o meu lado, eu permaneci sentada do mesmo jeito que antes.
–Não. – respondi com a minha voz embargada.
–Está sim Bella, eu quero saber o por quê?
–Simples Edward eu estou MORRENDO de fome e você está pouco se fodendo. – respondi entre meus soluços entrecortados.
–Isso não é como se eu estivesse escondendo a comida e te negando. É só ir até a cozinha e pegar. Quer que eu pegue?!
–Não, o que eu quero não tem lá.
–Bella...- Edward respirou fundo segurando na ponta do nariz. – seja o que for amanhã assim que eu sair da clínica eu vou e compro. Certo?!
Funguei.
Eu sabia que isso fazia parte da minha gravidez, todo esse choro por besteira, mas a vontade era tão grande que eu podia sentir o gosto em minha língua.
–Isabella, pode ser amanhã ou eu tenho que sair morto de sono e cansaço em plena três da madrugada com as ruas desertas?!
–Não precisa ir Edward. – deitei e virei de costas para ele.
Voltei a chorar não só pela vontade insana de sentir o gosto das comidas que eu queria em minha boca, mas Edward agora trabalhava ao lado de belas mulheres e eu com certeza estava feia, gorda, inchada ele não se sentia mais atraído por mim, mesmo nós tendo feito amor pela manhã, ele não me tocou agora que chegou e isso já me deixava insegura.
– Desculpa bebê... A mamãe amanhã compra para a gente comer. – Toquei minha protuberante de quase cinco meses.
Ouvi Edward respirar fundo.
–Bella...
– Pode confessar Edward que você me acha uma gorda que só pensa em comida, mas a vontade é insuportável. – continuei a chorar, eu estava me sentindo uma ridícula por isso.
Edward girou meu corpo vagarosamente fazendo com que eu ficasse de frente para ele. A vergonha era tanta que pousei minhas mãos em meu rosto.
–Você não se sente mais atraído por mim, pode dizer Edward ...Eu estou horrorosa, andando como uma pata e nem mesmo estou no último mês de gestação, eu entendo se você quiser uma mulher com tudo em cima... –solucei. – e que não tenha uma barriga imensa para atrapalhar na hora de transar, que não vomita toda manhã e que chora o tempo inteiro. – chorei mais ainda quando ouvi, sua risada.
–Bella para com isso, eu te amo, e você não esta gorda, está gostosa, apetitosa e saborosa e grávida. Nós fizemos amor pela manhã Bella... – ele voltou a preenche o quarto com sua risada deliciosa. – Eu amo você, e quanto a essa barriga linda fui eu que implantei ai dentro lembra?! – Edward falava comigo como se eu tivesse cinco anos de idade. – tira essa bobagem da sua cabeça, por que a única mulher que eu sinto e desejo é você. – saiu do meu lado beijando minha testa.
Levantou da cama e seguiu para o banheiro, pegou a calça jeans que estava na poltrona preta e vestiu.
–Para onde você vai? – perguntei manhosa.
–Compra sua comida, alias o que é?!
Sorri com gosto.
–Edward anota para não esquecer, por favor, por que tem que ser tudo junto.
Ele estreitou os olhos, mas depois acabou assentindo, abriu a gaveta do criado mudo tirando um bloquinho de notas e uma caneta.
–Fala Bella. – tadinho, falou bocejando.
–Pizza de atum, abacaxi e chocolate...
–Uma de cada?!
–Não, Edward tudo junto óbvio.
Ele olhou para mim como se eu tivesse três cabeças.
–Bella isso não existe. Vou comprar cada uma, um sabor diferente ai depois você corta e mistura... você vai acabar passando mal.
–Edward eu quero pizza de atum, abacaxi e chocolate misturada com um pouco de queijo também. Já estou até salivando só de imaginar.
–E eu já estou vendo você vomitar. — comentou.
–O que Edward?!- eu ouvi, mas queria que ele repetisse.
–Nada. Mais alguma coisa?
–Sim.
–Fala Bella eu estou cansado, acordei às seis da manhã com você me violentando. – riu.
–Edward por que você não vai...
–Tô indo agora, diz logo mulher.
–Hm...Quero o suco de melancia com gengibre do papai...
–O QUE?
–O bebê esta morrendo de vontade daquele suco... Eu quero o suco que o papai faz. – exigir.
–São três horas da manhã Bella, Charlie esta dormindo o que era que nós deveríamos fazer também.
–Você é um merda de um grosso, ogro, eu e meu filho não queremos mais nada.
–Bella, amor, como eu vou à casa dos seus pais há essa hora, pedir para o Charlie fazer um suco?- ponderou com paciência.
–Eu ligo para o meu pai, Edward, isso tudo é estranho, mas eu estou realmente com vontade de comer, parece que eu não vou conseguir viver sem comer essas coisas, a culpa não é minha. – as malditas lágrimas começaram a embaçar minhas vistas.
–Desculpe princesa. – meu namorado afagou meus joelhos. – Ligue para o seu pai e fale sobre o suco sim?!. Mais alguma coisa?
Assenti.
–O que Bella?
–Além da pizza, do suco, eu quero uma fatia de torta de nêspera e geleia de blueberry com tacos picantes.
–E se não tiver de nêspera e sim de maçã?
–Você vai até a outra lanchonete comprar.
–Bella...
–EDWARD.
Mais uma vez ele respirou fundo.
–Vou ligar para o papai.
Peguei o telefone do criado mudo e digitei o número da casa dos meus pais.
Tocou umas quatro vezes até Renée atender.
–Sim?! – minha mãe falou com a voz rouca.
–Mamãe...
–Filha?! O que aconteceu?
–O papai esta aí?
–O que aconteceu Isabella Marie?
–Nada mãe, eu estou com vontade de tomar o suco do papai. Ele está?
Charlie querido é a Isabella.
–Filha?!
Ao ouvir a voz de Charlie me bateu uma vontade de chorar. Malditos hormônios.
–Você pode fazer suco para mim papai?! O Edward já está indo buscar.
–Claro, Bells são três da manhã filha não acha melhor deixar o dia clarear?
–Eu sei Charlie mais o bebê quer.
–Já vou descer para fazer, pode mandar o Edward vir buscar.
–Te amo papai.
–Também te amo filha.
–Edward pode ir... — falei sorrindo.
Ele já estava na porta segurando a carteira e a chave do carro que Carlisle devolveu para ele, e as chaves de casa.
–Claro o escravo tem que sair a porra das três e meia da manhã, para que dormir? Você é de ferro Edward. – ele estava chateado por ter sido acordado e o pior por sair de casa esse horário.
–Edward, nós amamos você. –sorri tristonha.
Senti-me mal por pedir a ele isso, Edward acordava antes das seis horas, porque sempre a essa hora eu queria sexo, os hormônios deixavam minha libido aflorada, só de sentir o cheiro dele próximo a mim, eu me sentia derreter. Ia para a clínica, depois para o escritório, voltava para casa às vinte horas, no momento do banho eu me juntava a ele para mais uma vez minha libido seria satisfeita.
–Eu também te amo, amo aos dois. Volto logo. – sorriu largamente para mim, voltou dando-me um beijo cálido em meus lábios e foi à procura do alimento da sua mulher louca grávida.
...
Quatro horas da manhã nada do meu namorado chegar, eu tentava aguentar firme, mas o sono estava ficando insuportável, eu queria lutar contra o sono, assistindo tevê, mas as imagens faziam menos sentido para mim, cada vez mais, até que aquele mundo colorido saiu de foco, deixando-me numa escuridão acolhedora.
Pov. Edward.
Eu entendia o que minha mulher estava passado. Bom... Pelo menos eu tentava entender. Só que porra, três da manhã?! Rodei por toda a cidade até encontrar minha tarefa mais difícil, encontrar a tal torta de nêspera, eu olhava aquela lista como os meus mandamentos preciosos, eu não queria que minha mulher tivesse um ataque de nervos e me matasse, sim Bella está violenta, e nem queria ficar sem sexo, com ela me provocando o tempo inteiro, andando de calcinha pelo apartamento ou andando nua do banheiro até o quarto e vice versa, como da vez em que me esqueci de comprar os brioches de presunto e a torta de uva que ela me ordenou a comprar quando eu estava no meio de uma reunião.
Ela estava ansiosa, quando me viu de mãos vazias quase me matou, ainda tentei argumentar que eu havia esquecido, mas iria voltar para ir comprar, mas nada, ela estava irredutível, que mulher difícil.
Encontrei um restaurante mexicano aberto, graças aos céus rapidinho eles fizeram os tacos picantes.
Agora faltavam apenas dois itens da minha lista a pizza e o suco que o Charlie ia fazer.
Três pizzarias se passaram pelos meus olhos, mas estavam fechadas, batia no volante com uma porra de uma raiva do cacete.
Passei uns quinze minutos entrando por ruas desconhecidas até encontrar uma aberta.
Entrei sem ao menos olhar para os lados.
–Boa noite...Quer dizer Bom dia.
–Bom dia senhor, já estávamos fechando a pizzaria.
–Meu senhor, pelo amor de Deus, eu tenho uma grávida ensandecida em casa, chorando porque esta com vontade de comer pizza... Eu pago o dobro do valor da pizza, mas pelo amor de Deus...
O senhor grisalho de meia idade riu.
–Eu te entendo filho. De que é a pizza? – perguntou.
–Senhor eu sei que é nojento, mas ela quer de atum com abacaxi e chocolate, há e também um pouco de queijo salpicado.
–Nossa! – exclamou o senhor.
–É eu sei, fiz essa mesma cara que o senhor esta fazendo, mas ela começou a chorar. – confessei. –Pelo amor de Deus, faz?
–Claro. – sorriu.
O senhor com mais algumas pessoas fecharam a pizzaria e ali ficou eu por cerca de trinta minutos esperando a pizza ficar pronta, cochilando.
Quando o senhor chegou com a pizza nas mãos, só faltei abraçá-lo.
Dei-lhe os setenta dólares que era o pagamento por duas, mesmo ele dizendo que não precisava, e sai em direção à casa dos meus sogros.
Quando cheguei fui recebido por Renée que sorriu contida.
–Bom dia Edward.
–Bom dia Renée.
–Charlie esta na cozinha. – gesticulou apontando para o cômodo.
Segui o caminho já conhecido por mim, e estaquei na porta ao ouvi Charlie cantarolar uma canção das quais Bella adorava quando menina, e até hoje me pedia para cantar quando ela não conseguia dormir. Sorri.
–Oh meu jovem. – Charlie sorriu em minha direção.
O convívio com Charlie fez-me admirá-lo, sei que quando ele estava contra mim era apenas para proteger sua menina. Com Renée era diferente ela ainda não me perdoara, mas eu não a julgava ela era mãe.
–Como vai Charlie? – perguntei educadamente.
–Com sono. – riu. — e você? E a minha filha? – indagou, virando-se para olhar o suco e derramá-lo em uma garrafa de vidro.
–Estamos ótimos, mas se eu não chegar logo com esse suco, garanto que não estarei vivo até as dez. – brinquei.
–Olha aqui Edward... — me entregou a garrafa. – Obrigada por cuidar da minha filha.
–Quem só tem a agradecer aqui sou eu, Bella me salvou, esta me dando um filho, eu a amo Charlie.
–Eu sei... Só em estar vindo a quase cinco da manhã, para atender um desejo da Bella. – falou divertido.
–É o que eu posso fazer.
Seguimos conversando até a porta onde nos despedimo-nos.
Entrei em meu carro e dirigir o mais rápido que pude para a minha mulher, cheguei ao apartamento em silêncio, o local também estava, olhei meu relógio cinco e vinte da manhã, minha menina deve ter adormecido depois de tanto esperar.
Rumei para a cozinha lavei as mãos, levei as coisas até a mesa e distribuir algumas fatias em recipientes, o suco no copo, os depositando em uma bandeja de madeira.
Vagarosamente subi as escadas tomando cuidado para não derrubar nada. Equilibrei a bandeja pesada em uma mão e na outra tratei de abrir a porta.
Deixei a comida perto da cama em uma penteadeira e deitei-me ao seu lado, beijando aquela barriga redondinha perfeita.
Aproximei-me de seu ouvido e mordisquei a sua orelha, fazendo-a acordar com um sorriso que iluminou todo o meu dia.
–Bom dia, dorminhoca. – debrucei-me até alcançar seus lábios, que logo formaram um biquinho perfeito.
–Bom dia amor...Hm...Trouxe minha comida? –perguntou exultante.
–Interesseira.
Ela fez uma caretinha, beijei seu nariz e lhe ofereci a bandeja com toda a comida que ela queria, os olhos da minha menina brilharam mediante toda aquela gororoba.
A cada mordida que dava na pizza era nítido o prazer que ela estava sentindo em comer aquilo, a cada golada do seu suco a mesma coisa.
–Vem amor, tem muito...- falou de boca cheia.
Eu não estava com fome e nem ia comer aquela pizza nojenta, mas para não chateá-la acabei experimentando um pedaço da torta de nêspera com a geleia de blueberry e tomei um pouco do seu suco no único copo que eu havia levado, que era o dela. Até que estava gostoso, mas a pizza que ela comia como se saboreasse a melhor comida do mundo, nem fodendo eu provaria.
–Hmmm...Essa pizza está simplesmente DELICIOSA.
Deitei-me ao seu lado observando-a comer enquanto fazia trilhas imaginarias em sua barriga.
Ela sorria para mim satisfeita, e só o seu sorriso fazia-me sorrir também.
Já fiz tanto mal a essa mulher, beijei seu pescoço e enterrei-me ali aspirando ao seu cheiro.
–Não vai comer mais?- perguntei.
–Estou satisfeita, vou ao banheiro e depois vou tomar minha sobremesa. – piscou o olho e correu até o banheiro.
–Bella?! Nessa barriga ainda tem espaço?! Por que você comeu demais, pode passar mal.
–Não vou passar mal Edward... — disse emburrada. — além do mais deixei um lugarzinho especial para a minha sobremesa.
Bufei. Ela vai passar mal. Nota mental levá-la a uma nutricionista.
Bella saiu do banheiro e subiu manhosa na cama, para a minha direção, tocou seus lábios nos meus aos quais reagi prontamente beijando-a com paixão, tudo nessa mulher era quente, amável, delicado, muitas vezes até inocente, forte, um misto de sentimentos que me faziam amá-la mais ainda.
–Hm...Que gostoso.
–Queria que eu te beijasse com gosto de atum? – riu com a boca colada na minha.
–Hm...Você é deliciosa de qualquer jeito amor.
Deitou-se na cama ao meu lado e sem perder mais tempo a beijei com muito gosto e ela fez o mesmo, fui salpicando beijos pelo seu rosto e descendo pelo pescoço, outra hora na orelha a qual mordisquei, Bella se arrepiava e gemia de excitação, cheguei aos seios deliciosos e bem maiores que há quase três meses atrás e saboreei com muito tesão e carinho, fui descendo pela barriga redondamente linda , até chegar em sua feminidade linda, cheirosa e suculenta, chupei incansavelmente até que ela gozou pela primeira vez, não tirei minha boca de sua vagina perfeita ,suguei todo o mel que ela me oferecera.
Continuei a enfiar minha a língua sorvendo todo o seu líquido doce, mas quanto mais eu tentava limpá-la, mais ela gemia, aumentando a minha vontade de tê-la se derramando em minha língua novamente, voltei a chupar o seu clitóris, ela gemia, fiquei alguns instantes apenas chupando seu grelo que estava durinho e vermelho prontinho para que se derramasse, ela mais uma vez gozou gritando e esfregando minha cabeça contra sua boceta. Fantástico. Eu estava adorando esses hormônios da minha mulher, não que ela fosse inibida ou algo assim antes, mais agora ela estava mais solta, não se envergonhava de gritar ou me atacar na madrugada para transar.
Rapidamente as mãos afoitas da minha mulher nos despiram, ficamos completamente pelados eu por cima dela, sem por meu peso em seu corpo, meus braços ficavam um de cada lado da sua cabeça. Essa era uma das posições preferidas dela e minha também, pelo menos o meu peso não cairia em seu corpo, principalmente no nosso bebê.
Quando cheguei ao seu pescoço, meu pau encostou-se a sua boceta.
– Não mete não Edward, me deixa te chupar primeiro, quero sentir seu gosto em minha boca primeiro. – murmurou.
Seus olhos chocolates estavam escuros como chocolates derretidos, assim deveriam estar os meus olhos também. A minha excitação era tanta que até minhas bolas ardiam, Bella era a minha direção e a minha perdição.
Trocamos de posição, fiquei deitado na cama e ela desceu e chupou meus mamilos, ora mordia com carinho, ora chupava, foi descendo até chegar ao meu pau, passou a língua na cabeça e engolia-me com uma fome, uma volúpia que jamais seria esquecida. Bella nunca fez isso antes. Pediu que eu olhasse para ela, já que ela adorava ver as minhas expressões, quando a via fazendo sexo oral.
–Porra Edward, delícia de sobremesa, vou querer todos os dias.
–A hora em que você quiser amor.- falei em uma lufada de ar.
Ouvir aquelas palavras soou como um aviso de que um vulcão estaria entrando em erupção dentro de mim, meus gemidos vinham inevitavelmente invadindo aquele quarto, puxei-a para ficar cara a cara com ela, a posicionei sentada em meu colo. Bella sorriu safada.
Beijou minha boca, puxando meus lábios entredentes.
Senti a temperatura quente do seu músculo inchado. Meu pau pulsou ao ver aquela bocetinha brilhando de excitação.
Mergulhei meu pau em seu núcleo fodidamente apertado, Bella arfou para em seguida soltar um gritinho, que fez meu pau pulsar ainda mais como se fosse possível.
Investi meus quadris contra sua deliciosa boceta, fazendo minha menina girar as órbitas. E ela rebolava enquanto me apertava tirando-me qualquer resquício de sanidade que existisse em mim.
–Deus Bella, você esta queimando o meu pau.
–Oh...Edward...Forte. – pediu entre arquejos.
Minhas investidas eram mais fortes e duras, mais ainda sim com cuidado e delicadeza para não machucá-la, nem a ela e nem ao nosso bebê.
–Goza minha gostosa?
–Ohh...
Eu gemia e rebolava freneticamente até que senti meu pau latejar e quando mais o sentia latejar mais ela cavalgava esfolando meu membro, pedindo para que eu gozasse dentro dela, pois ela queria sentir meus jatos se sêmen a invadindo. Nem precisava pedir, eu sempre fazia isso. Senti suas paredes se fecharem ao meu redor. Bella gozou molhando o meu pau com todo o seu mel, enquanto mais duas investidas gozei também, invadindo-a com o meu líquido morno.
Deitamos arfantes, deitei a minha mulher em meu peito enquanto espalmei minhas mãos em seu ventre duro causado pelo o orgasmo recente. Acarinhei até voltar ao seu normal.
Assim que a sua respiração se normalizou, deitei seu corpo com cuidado de lado na cama do jeito que ela gostava e não ficava com falta de ar.
Beijei sua boca que estava em formato de biquinho, e o ventre onde nosso bebê estava se desenvolvendo. Ajeitei o edredom em seu corpo desnudo, e seguir para o banho.
Lavei todas as partes do meu corpo lembrando-me do momento delicioso que tivemos juntos. Balancei a cabeça para espantar aquele pensamento, não era nada bom, meu amigão já queria ganhar sinal de vida.
Vesti uma calça de moletom e deitei-me ao seu lado. Não sei por quanto tempo dormimos, mas sei que foi ótimo passarmos esse tempo apenas abraçadinhos.
Quando acordamos já era tarde, hora do almoço Bella preparou uma macarronada para a gente enquanto brincávamos e conversávamos na cozinha sobre o futuro do nosso filho.
Se a minha mulher não tivesse prestado atenção em mim, eu não estaria aqui desfrutando da sua companhia maravilhosa e da sua risada que preenchia minha vida.
Bella era a minha vida, e estava me proporcionando ser pai de uma nova vida.
Abracei seu corpo e beijei o tempo da sua cabeça.
–Amo você. – falei de surpresa.
–Amo você também. – respondeu tocando seus lábios nos meus.
–Você é a minha vida... Quero dizer vocês dois são a minha vida. – botei mais força em meu abraço, eu não queria soltar nunca, queria ficar assim para sempre.
Os dias ao seu lado passavam rápido, sentamos na varanda a tarde para tomarmos chá, e contemplar o crepúsculo que se fazia presente no céu alaranjado.
Dei-me conta de que não preciso de drogas para me sentir bem e feliz, não preciso daquelas porcarias para me livrar dos meus problemas. As drogas só me fizeram machucar a pessoa que eu mais amava e se importava comigo.
Ocultei a Bella o fato de Jacob ter me procurado há uma semana para, segundo ele ver a ‘lavagem cerebral’ que me fizeram , e para me testar ofereceu-me uma porra de uma maconha. Aquilo não era mais atrativo para mim, pelo contrário eu me enojava e me envergonhava de ter feito daquelas merdas minha válvula de escape. Tentei ajudar o Jacob, dizendo que poderia levá-lo até a clínica, mas ele mandou me foder e voltar para a minha vidinha de merda. E era o que eu mais queria.
Agora eu era um homem realizado, tinha meu emprego, uma mulher que por Deus era tudo em minha vida e um filho como presente.
Drogas não servem para nada, apenas para te deixarem no fundo do poço. Se ela não houvesse me resgatado, nesse momento eu estaria em alguma calçada cheirando algo, ou tendo uma overdose no meio da rua.
Ela foi a minha salvadora, nem que se eu vivesse mil anos poderia agradecê-la por ser uma mulher tão perfeita e entender os meus sinais de que não precisava disso para viver.
Minha vida era Isabella Swan e por ela jurei a mim mesmo que drogas em minha vida, nunca mais. Não suportaria saber que fui o causador das suas lágrimas pela segunda vez.
Sentir-me em paz e feliz como há muito tempo não me sentia e isso era obra da mulher da minha vida.
E ali aconchegado nela, sentindo o seu cheiro inebriante eu me sentia no meu verdadeiro lar.
Notas finais
Se os reviews vierem rapidinho o novo capitulo chega mais rápido ainda.
P/ quem perguntou quantos capítulos ainda faltam. Bom...Só mais dois caps e o epilogo. Eu disse que seria curtinha.
Enfim...Gostaram?! Amaram?! Odiaram?! Mandem reviews, não terei como saber sem os comentários de vocês.
Ps: Próximo capitulo apenas para quem tem coração forte! Muah/ =/
Beijos!!
Priscila =}
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