Short Fic - Sexy Dance.
12 Capítulo 12 - Uma dança sensual.
Notas iniciais
É com lágrimas nos olhos que hoje eu termino essa short fic, que como vocês sabem era para ter sido uma One short de apenas 2 capítulos. Eu nunca esperei que vocês pudessem gostar tanto dela assim, e quero agradecer primeiramente a todos que comentaram, favoritaram, acompanharam e recomendaram essa minha short que foi mais um delírio de minha imaginação fértil.
Hoje nós nos despedidos do misterioso Senhor B e da determinada e sexy Leah...
Eu falei que nesse último capitulo iria ter surpresa, então controlem o coraçãozinho de vocês, peguem um copo com água porque isso daqui pegou fogo! kkk
Nos vemos lá embaixo amores!!!
Boa leitura!
Capitulo 12 – Uma dança sensual.
Desci do taxi assim que cheguei à portaria do seu apartamento e a essa altura meu coração já batia tão desenfreado dentro de meu peito que eu mal conseguia respirar. Em meu rosto lágrimas de desespero rolavam; o medo estava estampado em minha face.
E se ele não me quisesse mais? E se ele tivesse percebido que poderia viver sem mim? Que não me amava mais? Aquelas perguntas soavam em minha mente como um grito.
Como eu pude ser tão burra ao ponto de não perdoa-lo? – Perguntei a mim mesma.
Olhei para o apartamento a minha frente e aspirei fundo puxando todo o ar que meus pulmões podiam absorver e sentindo todo o meu corpo tremer dei um passo a frente adentrando ao hall do apartamento. Na bancada da recepção estava a linda mulher de cabelos acobreados e pele clara; Nessie, lembrei-me de seu nome.
– Boa Noite. – Sua voz de menina mulher soou em meus ouvidos. – Posso ajudar? – Ela olhava-me sem expressão.
– O Senhor Black está? – Perguntei para ela e aquelas palavras foram as únicas que meus lábios conseguiram soar.
– Ele pediu para não ser incomodado hoje. – A moça chamada Nessie falou. – Peço a senhora que venha outro dia. – Ela disse mostrando o seu trabalho, como se fosse a secretária dele.
– Por favor, eu preciso falar com ele urgentemente. – Falei em desespero.
Nessie olhou para mim ainda não mostrando expressão alguma em sua face, e ali eu soube que ela não iria ceder minha entrada com tanta facilidade. Da primeira e única vez que eu estive ali, naquele apartamento eu pude ver em seus olhos a admiração que ela tinha por B. Os seus olhos mostravam um brilho diferente quando o via, ela também o amava.
– Desculpe-me senhora, mas eu não posso. – Falou se negando.
– Me desculpe menina mais eu tenho que falar com ele ainda hoje. – Falei seca para ela andando em direção ao elevador.
Antes mesmo que eu pudesse chegar ao elevador, a mulher de cabelos ruivos entrou em minha frente, bloqueando a passagem.
– Eu não posso deixar a senhora subir. – Falou séria. – Eu posso perder meu emprego se deixar. – Exclamou.
– Por favor... – Falei sentindo as lágrimas já me sufocando quando escutei atrás de mim uma voz ser soada.
– Deixe-a subir Nessie, eu me responsabilizo. – Virei-me para o homem atrás de mim assim que reconheci sua voz.
Edward estava parado agora a minha frente e abriu um sorriso em seus lábios assim que a recepcionista Nessie se retirou acanhada, voltando para o balcão da recepção.
– Estou feliz que tenha resolvido voltar Leah. – Ele falou. – Meu irmão amará vê-la novamente. – Eu ainda o olhava sem conseguir dizer nenhuma palavra. – Agora vá! Vocês têm assuntos muito importantes para resolver. – Falou.
– Obrigada Edward! – Sorri para ele.
Adentrei ao elevador e agora meu coração acelerava-se a cada minuto que eu me aproximava de seu andar. Eu estava nervosa e o meu nervosismo estava evidente em meu ser, em meu corpo. Andava para um lado e outro dentro do elevador nervosa, sentindo minha respiração desenfreada e o meu sangue fervendo. Sem que pressentisse, a porta do elevador abriu de repente, dando-me um grande susto. Não estava esperando ela abrir tão rapidamente, estava perdida demais em meus pensamentos. Saí do elevador e agora estava de frente para a sua porta. Meu corpo todo tremia e meu coração doía por não saber a sua reação e tomando coragem, toquei a campainha e esperei até que ele atendesse.
*****
Pov. – Senhor B (Jacob).
Escutei a campainha soar e uma raiva tomou meu ser. Eu havia falado para Nessie para não deixar ninguém subir, eu queria ficar sozinho e não queria que ninguém atrapalhasse a minha dor. Queria sofrer sozinho e em silencio.
Ignorei o barulho da campainha tocando e peguei o telefone com raiva, apertando o botão no telefone que levava diretamente a ligação para a recepção. Eu iria reclamar com Nessie por não ter feito o seu trabalho.
Em poucos minutos, depois de dois toques ouvi a sua voz ser soada no outro lado da linha e logo tratei de reclamar.
– Senhor Black? – Ela falou assim que atendeu ao telefone.
– Nessie eu não falei que não era para deixar ninguém subir? – Falei grosso. – Qual a parte do “não quero ser incomodado” você não entendeu? – Quase gritei.
– Desculpe-me senhor Black, eu tentei avisa-la que o senhor não queria receber ninguém, mas então o senhor Edward apareceu e pediu para que a deixasse subir, que ele se responsabilizava.
– Deixa-la subir? – Falei agora espantado. – Deixar quem subir? – Perguntei-a.
– Uma mulher morena que esteve com o senhor há alguns dias. – Ouvi as suas palavras e no mesmo instante fiquei mudo, sem reação.
Olhei para a porta quando novamente a campainha tocou e estremeci. Meu coração acelerou-se, dolorido e ao mesmo tempo empolgante, quando em minha cabeça o seu nome soou. Leah! Desliguei o telefone sem me despedir de Nessie e caminhei devagar até a porta, pois não conseguia andar mais rapidamente, minhas pernas simplesmente tremiam e não me deixavam avançar mais. Cheguei à porta, coloquei minha mão na maçaneta e abri para receber a mulher de minha vida. Sim! Eu sabia que a mulher morena que Nessie se referia era ela. E quem mais seria?
*****
Pov. – Leah.
A porta demorava a ser aberta e a cada segundo de espera, parecia uma eternidade. Minha mente já gritava que ele não queria me ver e eu lutava contra ela, contra o meu intuito para que aquilo não fosse verdade. Minhas lágrimas já sufocavam a minha garganta quando por fim, a porta foi aberta.
B, ou melhor, Jacob abriu a porta e olhou-me com seus olhos negros perdidos, olhando-me e examinando-me como se eu não fosse real. Meu coração acelerou-se quando vi o homem moreno que eu amava a minha frente, batendo pulsante, quase me sufocando. No momento em que o vi, não consegui conter as lágrimas que me sufocavam e agora elas rolavam dos meus olhos; ardentes.
– Minha pequena você voltou! – Seus lábios soaram o apelido carinhoso que ele havia me dado e por um momento eu pensei: “Como eu poderia viver sem ouvir aquilo?”.
– Eu não conseguiria partir. – Falei entre lagrimas. – Eu não conseguiria viver um dia longe de você. – Falei me jogando em seus braços como quem precisasse de carinho, e sim, eu precisava.
O abracei forte sentindo o calor de seu corpo no meu, enterrando meu rosto em seu peito, sentindo os seus braços me abraçarem. Ele abraçou-me fortemente e não ousou me soltar por nenhum minuto. Ficamos por um breve tempo; ali abraçados no silencio, ouvindo somente o pulsar acelerado de nossos corações.
Senti suas mãos febris em meu rosto acariciando-me, puxando-me pelo queixo sem palavras para beija-me. O ar de sua respiração ofegante chegou quente a meu rosto, trazendo-me o cheiro do seu halito suavemente doce. Já sentia meu corpo sendo tomado pelo seu magnetismo, ficando totalmente inerte em seu corpo. Não sabia como ele fazia aquilo, não sabia como ele conseguia dominar meu corpo com tanta fúria, e talvez nunca soubesse. Entretanto, não ligava para aquilo, não ligava para a forma como eu simplesmente era atraída por ele, contanto que aquilo nunca terminasse.
Senti meus lábios sendo tomados pelos seus com fúria, desesperados. Sua língua quente adentrando em minha boca, tomando o meu gosto para si com necessidade, como se precisasse sentir o meu sabor. Eu suspirava hesitante em seus braços, sentindo o ar se esvaindo de meus pulmões, ficando completamente sem ar. Porém, eu não queria desligar meus lábios dos seus, eu queria permanecer ali, beijando-o e me deliciando com sua boca, com seu gosto.
Ele afastou nossos lábios, nos separando e por um segundo eu o odiei por ter feito aquilo, o odiei por ter desligado os seus lábios dos meus. Olhei para ele que me encarava, respirando pausadamente recobrando o seu ar, e olhei para os seus olhos, não vendo mais a tristeza de hoje cedo e sim um brilho resplandecente que acalmava o meu coração e me deixava completamente excitada. O mesmo brilho que existia antes quando ele tomava o meu corpo para si, o fazendo-o dele.
Ele se afastou de mim, soltando os seus braços de meu corpo e adentrou ao apartamento, e só então percebi que ainda nos encontrávamos no corredor. Ele virou-se de costas e passou seus dedos em seus cabelos, como que estivesse preocupado ou tivesse algo para falar. Olhou para mim novamente e seus olhos agora estavam mudados, se tornaram misteriosos, tristes e indecifráveis novamente.
Era agora que ele iria dizer que não me amava mais. – Pensei, sentindo meu coração se comprimir em meu peito. – Não! Não era aquilo que ele queria dizer, não depois daquele beijo. – Meus pensamentos gritaram novamente.
– B? – Olhei para ele, dando um passo em sua direção ainda sem entender o porquê de sua expressão ter mudado.
– Minha pequena eu preciso te falar algo. – Sua voz saiu sufocada. – E entenderei se você nunca mais quiser me ver depois disso. – Olhava-me com os olhos tristes, com dor. – Existem coisas em meu passado que eu preciso que você saiba, e é sobre Rosálie e eu. – As lágrimas rolaram sobre o seu rosto.
Dei mais um passo em sua direção aproximando-me dele, olhando-o e acariciando-o enquanto as lágrimas tomavam também o meu ser.
– Jacob, eu não quero saber sobre o seu passado com Rosálie, ele não me importa, nunca me importou de fato. A única coisa que eu precisava saber era o seu nome, eu só precisava descobrir quem realmente era o homem que mexia com todos os meus sentimentos, nada mais. – Falei o acariciando. – Eu sei que houve algo entre você e Rosálie, sempre soube, o jeito que ela te olhava não era nada parecido com um olhar de irmã e eu entendo que vocês não se tratavam assim.
– Você sabia? – Perguntou espantado.
– Desconfiei, mas quem era eu para te julgar? – Fiz uma pausa. – Como eu falei Jacob, o seu passado não me importa. E sinceramente? O mistério que paira em sua vida me excita. – Falei sentindo meu rosto corar.
Ele abriu um sorriso malicioso em seus lábios e aproximou-se de meu corpo. Com uma de suas mãos acariciou meu rosto e com a outra agarrou o meu quadril fortemente o colando ao seu. Sua mão que estava em meu rosto percorreu sobre a minha nuca, arrepiando-me e a outra novamente prensou o meu quadril ao seu, arrancando um gemido baixo de meus lábios. Minha cabeça pendeu para trás ao sentir os seus toques e ele, a puxou novamente para frente para que eu o encarasse.
– Eu te amo Leah! – Sua voz saiu rouca e baixa enquanto seus olhos novamente mudavam de cor, tornando-se mais sombrios.
A luxuria estava estampada em seus olhos, eu conseguia ver perfeitamente, e olhar para ele com os seus olhos misteriosos e sombrios me excitava.
– Eu também te amo Jacob. – Falei com a voz abafada, quando em um só movimento ele tomou os meus lábios para si.
Ele beijou-me ferozmente colando nossos lábios, levando-nos a um atrito sem igual. E eu já sentia meu corpo desfalecer sobre os seus braços. Minha excitação gritando. Os seus beijos começaram ferozes e depois se acalmaram, tornaram-se mais brandos, sua língua degustando o meu sabor lentamente. Mas eu não a queria calma em minha boca. Eu a queria me devorando, me tomando inteiramente para si; feroz. Entrelacei minhas mãos em sua nuca, passando minhas unhas levemente, arranhando-o e arrancando gemidos de seus lábios. Eu não o queria calmo, deixaríamos a calmaria para depois, agora eu o queria para mim com a mesma intensidade da primeira vez, com a mesma urgência, com o mesmo descontrole.
Afundei minhas mãos em seus cabelos, pressionando seus lábios ainda mais aos meus e ele entendendo o meu chamado, percebendo o que eu queria, agarrou os meus cabelos fortemente com uma mão e com a outra apertou os meus quadris violentamente, fazendo-me gemer.
– É assim que você quer? – Sua voz saiu sombria, maliciosa e ofegante.
– Sim. – Sussurrei.
Ele soltou os meus cabelos e levou suas duas mãos aos meus quadris pressionando-o ao seu e eu soltei mais um gemido abafado ao sentir a sua rigidez, o que o fez soltar um riso de satisfação.
Agarrando-me pela cintura ele guiou-me até a parede onde me jogou com fúria e suspendeu-me em seu colo, enlaçando minhas pernas em seu quadril enquanto movia-se descontrolado rosando a cada vez mais os seus quadris ao meu.
Os seus lábios quentes começaram a beijar meu pescoço e o caminho febril que seus lábios trilhavam me deixa extremamente louca, endoidecida. Sua mão esquerda adentrou em minha blusa apertando os meus seios com fúria e o toque de sua mão quente, foi surreal. Meus quadris moviam-se junto aos seus, intensificando cada contato, cada investida, aumentando a cada segundo mais a excitação crescente que dominava os nossos corpos.
– Por que você faz isso comigo minha pequena? – Sussurrou em meu ouvido. – Por que você me provoca desse jeito? – Sua voz saiu juntamente com um gemido quando eu passei minha língua em seu pescoço.
– Porque me excita te torturar. – Falei mordendo os meus lábios.
Eu sentia dentro de mim que a velha Leah estava de volta, só que não a mesma que namorava Sam e havia sido largada, não. Eu sentia a velha Leah dançarina stripper, a ousada, a que não tinha vergonha de dizer que estava excitada, a que não tinha medo de se entregar a um completo desconhecido e se apaixonar.
– Eu quero você dançando para mim. – Sussurrou em meu ouvido. – Dança minha pequena? – Pediu.
Meus pés tocaram o chão novamente quando ele me soltou de seus braços, e colocando minhas mãos em seu peitoral sobre a blusa branca que ele estava vestido o levei até o sofá, onde o mesmo se sentou.
– Vamos para o quarto. – Ele falou ofegante.
– Não. – Falei levando um dedo sobre minha boca. – Eu quero você no sofá, no mesmo lugar onde tudo começou. – Falei aproximando-me dele, sussurrando em seu ouvido.
Andei até o seu Homer theater e coloquei a musica para tocar, a mesma musica que eu dancei na boate pela primeira vez, a música que eu dancei para ele sem mesmo o conhecer.
(Musica: Naughty Girl)
A música começou a tocar e eu me senti inebriada, entorpecida, envolvida no embalo da música com o corpo mole com o tamanho de minha excitação. Comecei a mover os meus quadris lentamente, rebolando para ele de forma sexy e ousada. Eu amava tudo aquilo, o jeito como me encontrava e me perdia somente com seu olhar, o jeito como ficava extremamente molhada somente em saber que ele estava me olhando, o jeito como eu era desejada por aquele homem.
Descia até o chão movendo os meus quadris, ouvindo-o suspirar e enlouquecer, vendo em seus olhos o desejo tomar conta de seu corpo. Eu agradecia a mim mesma por ter colocado um vestido hoje, ele facilitava os meus movimentos e enquanto eu me movia ele levantava e mostrava sem ajuda as minhas pernas nuas. Eu senti falta do mastro do pole dance naquela sala, senti falta de fazer as manobras somente para ele, mas aquilo não me limitava. Eu poderia enlouquecê-lo muito mais sem aquilo.
Caminhei em sua direção lentamente, eu queria que cada movimento meu fosse torturante para ele. Aproximei-me dele, olhando-o e senti minha intimidade latejar ao ver o volume grandioso em sua calça. Fiquei de costas para ele, ainda movendo os meus quadris e mexendo em meu cabelo eu o pedi.
– Abre o vestido para mim? – Perguntei sentindo-me hesitante.
Atendendo o meu pedido ele abriu o meu vestido sem dizer uma palavra se quer e acariciou meu corpo quando por fim o vestido foi ao chão.
– Leah... Leah. – Sua voz saiu fraca e rouca de excitação e ouvir o timbre de sua voz me excitou ainda mais.
Sentei-me em seu colo e comecei a rebolar sentindo o seu membro em contato com minha intimidade, o que me fez enlouquecer. Suas mãos percorriam totalmente desequilibradas sobre o meu corpo, quentes e tremulas. Ele apertava o meu quadril para que eu me movesse mais rapidamente e eu gemia agora em seu colo, tomada pelo prazer que possuía todo o meu corpo. Eu estava perdendo o controle de meu corpo, dominada por aquele desejo e prazer imensurável que a cada minuto me consumia ainda mais, entretanto, eu não queria que aquilo ali acabasse tão rapidamente, eu queria mais, sem pressa, quando uma ideia louca veio em minha cabeça.
– Jake. – Minha voz saiu abafada.
– Oi minha pequena. – Ele respondeu com dificuldade, a sua excitação estava tanta que eu sabia que se continuasse, ele iria explodir.
– Dança para mim. – Eu falei levantando de seu colo e olhando-o.
– O que? – Ele perguntou digerindo minhas palavras. – Ta falando sério? – Ele riu baixo. – Eu não sei dançar.
– Eu quero ver o seu corpo se movendo para mim. – Falei.
– Você pode ver de outra forma. – Ele abriu um sorriso torto e malicioso mordendo os seus lábios.
– Agora não. – Abri um sorriso para ele, puxando-o para se levantar.
Jacob ficou de pé e só então eu percebi como ele estava maravilhoso. Ele não estava vestido com os ternos como eu geralmente via, e sim com uma blusa social branca e uma calma larga que mostrava uma barra da sua cueca box.
– Dança. – Falei para ele, vendo-o morrer de vergonha. – Tire sua roupa para mim. – Falei mordendo os lábios.
Jacob entendendo o meu pedido, mesmo envergonhado começou a desabotoar a sua blusa lentamente, botão por botão, olhando para mim fixamente com seus olhos negros perdidos em luxuria. Eu me deliciava vendo aquela imagem, o homem misterioso que estava acostumado a observar, agora estava sendo observado. B começou a mexer os seus quadris, mordendo os seus lábios e abrindo a sua blusa, mostrando o seu peitoral moreno perfeito. A cada botão de sua blusa que ele abria e a cada parte do seu abdômen que ia sendo exposta eu me sentia mais inebriada, perdida. Mordia meus lábios para tentar me controlar, porém era quase impossível e eu já salivava olhando-o e queria provar o seu sabor.
Sem conseguir me segurar eu caminhei em sua direção e passei minhas mãos em seu abdômen já exposto, sentindo a quentura de seu corpo pela minha mão. Beijei o seu pescoço, distribuindo beijos marcados por onde eu passava e comecei a descer lentamente passando meus lábios em seu peitoral e descendo até o seu abdômen. Jake gemia, a cada contato de meus lábios em seu corpo e eu amava ouvir aquilo e me dava forças para continuar. Coloquei as mãos sobre as suas calças, enquanto ainda o assentia imóvel; parado no mesmo lugar como se não tivesse forças para continuar e já ia descendo as suas calças quando suas mãos me interromperam e seus braços me puxaram, colocando o seu corpo no meu.
– Acabou a brincadeira Leah. – Ele abriu um sorriso torto perfeito, e meu coração se assediou.
Seus lábios tomaram os meus novamente, desesperados e impacientes. Suas mãos apertavam o meu corpo violentamente, levando-o ao encontro do seu. Eu me perdi novamente ali em seus braços, sentindo o calor de sua pele arrepiar meu corpo. Eu já me encontrava enlouquecida e fraca demais para continuar lutando e não fazia nenhum esforço para me desvencilhar de seus braços que a cada minuto me apertavam mais. Novamente ele me ergueu em seu colo caminhando comigo até o quarto, enquanto eu me encontrava presa em seus braços, com os braços envolta de seu corpo, beijando-o apaixonadamente.
Assim que adentramos ao quarto ele me aninhou na cama e se livrou da sua calça ficando apenas de cueca que mostrava sem pudor o seu tamanho. Mordi meus lábios ao imagina-lo dentro de mim e gemi, mesmo não sentindo nenhum toque seu. Jacob deitou-se encima de mim, aninhando os nossos corpos e olhou-me por um tempo, com seus olhos negros como a noite.
– Você é perfeita. – Ele olhou-me me admirando. – Eu não sei o que seria de mim se você não voltasse. – Falou.
– Eu vi o jornal. – Falei com a respiração desregular. – E percebi que você fez aquilo somente por mim. Você arriscou tudo somente para dizer a mim quem realmente era, e sacrifícios como esse tem que ser reconhecidos. Eu te amo Jacob Black. – Falei selando minhas palavras com um beijo.
– É tão bom ouvi-la me chamando pelo meu nome. – Ele sorriu.
– É bom estar nos seus braços novamente, Jacob. – Pronunciei o seu nome o sussurrando. – Agora me faça sua Jacob, eu quero sentir você em mim. – Falei fechando meus olhos.
Senti seus lábios mais uma vez nos meus, invadindo minha boca, levando nossas línguas e nossos corpos em um atrito delirante. Jacob esfregava o seu corpo no meu em movimentos de vai e vem e eu sentia nossas intimidades se chocando, entrado em um atrito torturante. Já não aguentava mais ansiar ele em mim, já não aguentava mais esperar para ser penetrada e possuída por ele. Minha excitação era tanta que por um momento, quando Jacob aumentou o ritmo de seus movimentos, senti meu corpo tremer e explodir antes mesmo de ser penetrada de fato, e agora estava mais fraca do que antes, sentindo o meu corpo se diluindo em seus braços.
Ele abriu um sorriso de satisfação pelo meu orgasmo e provocando-me novamente começou a beijar meu pescoço e desceu com seus lábios até que os mesmos chegassem aos meus seios. Ele tirou o meu sutiã libertando os meus seios e mergulhou seus lábios neles, lambendo-os, mordiscando-os e chupando-os intensamente. Gemidos e mais gemidos eram extraídos de meus lábios e a cada segundo que passava; eles ficavam mais agudos, mais intensos e mais desesperados. Meu coração batia pulsante e desenfreado, minha respiração estava desregular, ofegante e eu me perdia em desejo a cada vez mais em seus braços.
Livrando-o de sua cueca, eu liberei o seu pênis acariciando-o e o masturbando com uma de minhas mãos e Jake sentindo os meus toques em sua intimidade arfava em meu ouvido, gemendo e urrando. A sua voz abafada em meu ouvido estava me deixando louca e eu não aguentava mais, precisava ser penetrada.
– Jacob, faça-me sua agora! – Quase gritei o pedindo.
Ele atendendo ao meu pedido, livrou-me de minha calcinha rapidamente, aninhou o seu corpo no meu e me penetrou sem dó, fazendo-me fincar minhas unhas em suas costas, arrancando de minha garganta um gemido profundo de prazer. Seus movimentos de vai começaram já desesperados, e eu sabia que assim como eu, B estava louco de excitação. Em seus olhos eu via o desejo, o descontrole que ele não fazia nenhum esforço para esconder.
Seus movimentos de vai e vem ficaram mais intenso e o ritmo de suas estocadas; absurdos. Eu me perdia em seus braços, movendo os meus quadris automaticamente, intensificando sua investida em meu interior, perdida e sendo consumida por aquele desejo ardente que crescia dentro de mim. Meu corpo vibrava sobre o seu e eu sentia minha explosão vindo ao encontro de meu corpo, meu êxtase, meu ápice chegando com fúria, violentamente. Seus lábios tomaram os meus enquanto ele ainda movia-se sobre mim, e beijando-me intensamente com o corpo cansado ele alcançou o seu ápice também. Seus braços falharam, ele estava exausto assim como eu e deitou-se ao meu lado com a respiração ofegante, me abraçando.
Eu estava em seus braços novamente e não sairia deles por nada, pois em seus braços eu finalmente me completava, eu me sentia preenchida. Não era mais a velha Leah ao seu lado e nunca mais seria; não depois de ter provado do doce desejo de tê-lo em mim, não depois de provar os seus lábios, não depois de sentir o seu corpo. Eu amava e desejava aquele homem em todos os sentidos, a cada terminação nervosa de meu corpo e iria continuar amando-o e desejando-o até os últimos de meus dias.
– Eu te amo minha pequena. – Sua voz soou em meus ouvidos, sua mão acariciando meu rosto.
– Eu te amo meu eterno Senhor B. – Falei selando nossas palavras com um beijo.
Eu olhava para Jacob, para o homem moreno, misterioso e sexy que havia roubado meu coração e meu corpo intensamente; admirada e pensativa. Uma dança sensual havia juntado nossos corpos e nossas vidas, havia nos fundido e completado. O que era apenas um desejo ardente, magnetismo, simples luxuria de dois corpos inflamáveis, tornou-se paixão desmedida, tornou-se um amor imensurável de dois corpos em simples volúpia.
Notas finais
Eu me perdi na parte do STRIPPER *ú* e estou até agora tentando me achar!!! Alguém viu a Milleyd ai? kkkk
EU QUERO O SENHOR B PARA MIM!
~#~#~
Eu falei que iria fechar essa short na mesma altura que eu a comecei, espero ter alcançado e espero que vocês tenham gostado! Amei escrever cada palavrinha nela, amei criar o Sr. B a Leah ousada e até a Rose má. kkk
Muito obrigada por tudo meninas!
Bom, como chegamos ao ultimo capitulo está na hora das minhas leitoras fantasmas aparecerem, neah! Quero conhecer vocês!!!
Comentem a fanfic, foi o último capitulo eu quero saber o que acharam!! Recomendem se amaram, e indiquem aos inimigos se odiaram kkk!
Hoje eu me despeço por aqui amore!
Beijinhos...
By: Milleyd ♥
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