Shooting Star

4 Felizes Para Sempre?


Notas iniciais
huheauheaeuehauheuaeh demorei??????
sla
nao sei
nem lembro
AVISOS:
lemon
fluff
comedia

Aquele era o último sinal que tocara, Blaine estava indo para o carro quando seu celular tocou, era Kurt.

“Oi, baby.” Blaine atendeu com um sorriso enorme no rosto, só de saber que poderia ouvir sua voz.

“Eu contei pra eles, Blaine! Dá pra acreditar que eles gostaram? Não apoiam, mas estão de bem com a ideia. Isso não é ótimo?” sua voz estava algere, Anderson ouvia o sorriso de Kurt do outro lado da linha. Mas seu próprio sorriso desaparecera quando se lembrou que tinha que contar aos seus pais. “B? Você está aí?”

“Sim, sim. É ótimo mesmo, amor. É só que...” ele suspirou. Olhou para baixo.

“Seus pais?” Kurt sabia que isso iria ser difícil. Tá, os pais de Blaine nunca bateram nele, nem abusaram dele, mas Blaine não tinha certeza se ele era querido na própria casa, sem contar as vezes que os pais viajam e o imploram para ficar em casa. Blaine suspirou de novo.

“É... Eu estou com medo, Kurt. E se eles quiserem deixar de ser meus pais? E se eles nos machucarem? Eu não sei o que pensar.”

“Ah, querido... Vai dar tudo certo. Mas nossos “E se...” realmente têm que parar.” Blaine riu. “Concorda?”

“Total. Vou passar em casa antes. Se tudo correr bem eu ligo de novo, se tudo correr mal eu ligo do mesmo jeito. Vou sair do estacionamento, é melhor eu desligar. Te amo, a gente se fala.”

“Okay, amor, vai lá. Até!”

Anderson desligou e dirigiu para fora do estacionamento. A ida até Westerville para contar tais notícias foi preocupante.

Mas levou apenas quarenta e cinco minutos (geralmente ele faria essa viagem em uma hora e meia, duas), e em pouco tempo Blaine estava em casa, o ar levemente mais quente do que do lado de fora.

“Mãe? Pai? Cheguei!” ninguém respondeu. Blaine subiu as escadas depois de deixar a mochila no sofá. Degrau a degrau ele foi ouvido um rangido, uns... gemidos.

Ele não se importou, bateu na porta. Ele ouviu alguns sussurros e encontrou seu pai na porta do quarto de roupão.

“Blaine! Filho! Eu estava prestes à entrar no banho. Sua mãe está no trabalho e...” Blaine parou de ouvir. Alguma coisa estava errada, seu pai estava simpático demais. Geralmente ele falaria “Olá Blaine. Tem comida de ontem na geladeira.” Mas hoje vai de papai querido pra cima dele? Não. Blaine entrou no quarto, abriu o armário direito, o esquerdo. Checou atrás das portas, e finalmente o banheiro. Tinha um pedaço de lençol para fora da banheira. Sério, pai? A banheira?, Blaine pensou, entrando e puxando a cortina, revelando uma mulher que definitivamente não era sua mãe.

Ela era loira, cheia de plásticas e botox, peitos (e provavelmente o resto do corpo) de silicone, barriga com tanquinho... Ela fazia Blaine querer vomitar. Aquele ser era apenas um lembrete do porquê dele ter virado gay.

“Oi. Você deve ser a amante do meu pai. Eu sou Blaine, é um prazer.” Ela sorriu, dentes “perfeitos”.

“Owwwwwn, você é tão bonitinho, seu fofão! Quantos aninhos você tem?” ela perguntou, com uma voz de retardada do cacete.

“Dezessete, dona. E você? Sessenta?” o garoto ouviu seu pai reclamar atrás dele.

“Mas que grandinho! A tia Nicole tem trinta e dois! Trinta mais dois! Foi muuuuito legal conhecer você, viu, garotão? Mas o papai e a Nicole estão fazendo uma coisa muito legal, você vai poder fazer também depois de casar, enquanto estiver vivendo feliz para sempre com seu grande amor!” Mas aquela puta sabe até que eu vou casar com Kurt mas não sabe que eu já fiz sexo?, ele se indignava. Depois congelou, nervosismo passando pelo seu corpo.

“P-pai?” ele sussurrou.

“Sim, filho?” o homem pôs seu melhor sorriso.

“Eu pedi Kurt em casamento.” Todos na sala congelaram. Até mesmo Nicole (pelo visto alguém inventou que o filho era hértero. De novo).

“Isso é... ótimo. Nicole, nos dê licença um minuto?” dona botox assentiu e se enrolou no lençol, saindo do quarto. “Blaine. Eu sei que vocês se amam, mas isso não é precoce?”

“Não, pai. Nós só vamos casar quando eu completar 21. E pare de tentar me fazer virar hétero, ou bi, ou qualquer coisa! Eu sou Blaine Devon Anderson, gay cinco estrelas. E eu amo o Kurt. Então se não aceita isso, sugira alguma coisa que não inclua a: deixar de ser gay ou b: terminar com ele. Eu sei que nossa relação não é muito boa, mas você ainda assim é meu pai.”

“Está bem, filho. Eu não vou intervir, mas também não vou apoiar. E se você está feliz... Acho que posso viver com isso.”

“Obrigado, pai.” Blaine soltou a repiração que estava comprimida em seu peito, sorrindo. Agora ele tinha que ligar para Kurt.. “Uh... Pai, se importa de Kurt dormir aqui hoje?”

“Sem gracinhas, porta ab-“

“Aberta desde as sete, sim, nós sabemos. Vou ligar pra ele. E, pai?” ele parou, antes de sair do quarto. “Nicole não parece mais legal que a mamãe.”

“Está bem, Blaine, vai ligar pro seu namorado logo. Diga-lhe que disse oi a Burt.”

“Pode deixar, pai.” Blaine correu para seu quarto, apenas parando na sala para Nicole poder entrar de novo. Ele fechou a porta e pôs música alta, sabe-se lá o que aqueles dois fariam agora.

Ele ligou pro noivo, sorrindo. Ele fez jantar, sorrindo. Ele ouviu mais música, sorrindo. Estava tudo dando certo, pelo menos uma vez na vida de Blaine Anderson, as coisas dariam certo.

Alguns minutos depois, Kurt tocou a campanhia, em algum lugar da casa alguns rangidos cessaram. Blaine desceu as escadas, abrindo a porta e colapsando contra o corpo de Kurt.

“Eu estou tão feliz por você, amor. Muito feliz, mesmo.” Blaine apenas assentiu, pegando a mão do namorado e o guiando até seu quarto, onde Love Somebody (Maroon 5) tocava.

Kurt puxou Blaine para o quarto e chutou a porta com o pé, tirando a camisa polo roxa, depois as botas até o joelho de couro, por último a calça justa branca com listras pretas na vertical, ficando só com um lenço vermelho estampado de branco e cueca box azul marinho.

Blaine seguiu os passos, tirando a camisa social de manga curta e o colete sem manga xadrez ao mesmo tempo, depois as calças jeans simples e justas (ele estava descalço) e ficou igual seu noivo, com uma cueca normal preta e uma gravata borboleta listada de roxo, branco e vermelho.

Os dois avançaram e começaram a se beijar, braços, mãos, línguas, rostos, querendo, precisando tocar, sentir o outro. Algum tempo depois, duas ereções eram pressionadas contra os corpos e as próprias ereções.

“B-Blaine... Cama.” Kurt murmurou, Blaine obedeceu, os guiando para o móvel e se jogando em cima de Kurt, continuando os beijos.

O castanho virou o jogo, subindo em Blaine e lambendo todo o torso, chupando cada mamilo devagar e prazerosamente. Ele ia descendo, e encontrou o membro de Blaine por cima da cueca, e abocanhou-o. Blaine jogou a cabeça no colchão, olhos fechados de prazer.

Kurt desceu a roupa íntima do moreno e a jogou do outro lado do quarto, demorando na execução de cada movimento, fazendo Blaine praticamente explodir de excitação.

Hummel começou a chupar Blaine, sobe e desce, chupa, lambe, chupa mais rápido. Anderson sorria, suas mãos puxando a cabeça de Kurt para mais perto, e impedindo seus quadris de se moverem, ele estava quase fodendo a boca de Kurt.

“Kuh- Kurrrrt... Eu- e- Ahhhh!” um líquido braco se espalhou pela boca do mais velho, que engoliu.

“Hmmm, gosto de Blaine.” Mas Kurt ainda estava excitado, então Blaine abriu as pernas para o noivo, e o olhou com um olhar sedutor. Nesse momento, a música Sexy Silk (Jessie J) começou a tocar, e Kurt ficou ainda mais excitado.

I will be your sexy silk, wrap me around round round round!

Kurt então pegou uma camisinha e colocou um pouco de lubrificante em seu membro e, ignorando o procedimento “colocar dedos antes do pênis”, foi devagarinho provocando a entrada de Blaine como sempre. O mais novo não duraria muito, nem Kurt.

Hummel, depois de alguns segundos, começou a penetrá-lo bem devagar. De pouco em pouco, Blaine se acostumou com o pênis de Kurt dentro dele (como já fizera tantas outras vezes), assentiu para o castanho começar os movimentos.

O mais velho começou alguns movimentos de vai e vem, estocadas lentas. Então o ritmo foi aumentando, os dois prendendo gemidos altos demais.

Blaine não ia aguentar muito mais tempo. Kurt foi o mais rápido e forte que podia, indo até não conseguir mais se segurar, jogou a camisinha no outro lado do cômodo, e deixou o líquido branco despejar no abdome do mais novo, indo para o banheiro e limpando o próprio sêmen do corpo definido do noivo com papel higiênico.

Após jogar o papel fora, voltou e se deitou ao lado de Blaine, que o puxou em seus braços fortes e bronzeados, então começando a cantar uma música, baixinho:

Never knew I could feel like this

Like I’ve never seen the sky before

Want to vanish inside your kiss

Everyday I love you more and more


Seasons may change


Winter to spring

But I love you

Until the end of time


Come what may


Come what may

I will love you

Until my dying day

Kurt começou a cantar com ele:


Suddenly the world


Seems such a perfect place

Suddenly it moves

With such a perfect grace

Suddenly my life doesn’t seem such a waste

It all revolves around you


And there’s no mountain too high


No river too wide

Sing out this song and I’ll be there by your side

Antes que o casal pudesse perceber, estavam dançando (nus) pelo quarto, cantando, sendo felizes.


Storm Clouds may gather


And stars may collide

But I love you

I love you


Until the end of times


Eles acabaram a música por aí, e se jogaram de novo na cama, um nos braços do outro, e assim dormiram.

Kurt Hummel pressentia alguma remota possibilidade de um “Felizes para sempre” em sua vida. E Blaine também.

Notas finais
gostarammm??? comentem (nos comentarios, nao no face, galera do KLM)!!
adios bitches, vejo vocês no próximo cap aqui ou em JGMARTS
beijos