Shinigami
9 Conhecendo um Japonês e ganhando um pano
Notas iniciais
Okay, está horrível dessa vez, não me espanquem muito! >.
Eu to sem criatividade, mas vou pensar em algo, sim?
~até lá embaixo, que vai estar enorme o/~
E lá estávamos nós. Eu, os três meninos e L e Beyond, esperávamos sentados em umas das salas pelo “amigo” de Ryuzaki. Esse tal Yagami era um japonês com o QI acima da média (nem tanto como o de L, mas ok), filho de um importante policial que ajudara L a resolver um caso e de tornaram o mais parecido de “amigos” para alguém para com o nosso L. Ryuzaki nos mostrara uma foto deste tal japonês e nos dissera, mais especificamente a Beyond, que deveríamos ser gentis com ele.
– Isso quer dizer que não posso matá-lo? – Perguntou B, meio que chateado.
– Isso mesmo, Beyond. – Respondeu L, friamente.
Uns dez minutos de um silêncio constrangedor se passaram até que ouvimos um barulho na porta e o garoto entrou. Assim que o viu, L se levantou e foi até ele, apertando sua mão e dando boas vindas a Raito.
– Olá, Raito-kun, que bom que pode vir.
– Claro. É sempre um prazer vê-lo, Ryuzaki. – Disse Raito, e sorriu. Man, esse daí tem cara de galã teen minha gente. Mas não gosto dele...
Vi, pelo canto do olho, Beyond fazer uma cara assassina para o japonês e sorri em constatar que não era a única a desconfiar de Raito, mesmo que fosse aquele psicopata maldito. Assim que entrou, o japonês reparou em nós e sorriu, um sorriso que faria anjos entrarem em combustão
– Estes são meus pupilos, Near, Mello, Matt e Shay. – Apresentou-nos, apontando-nos respectivamente. — Este é Beyond Birthday... ele é...
– Não vá assustá-lo, Ryuuzaki, digamos apenas que estou em condicional.
Hm, certo, isso não acalmaria nem um mendigo. Apesar de um pouco surpreso, o Yagami se aproximou e cumprimentou á todos, mesmo que um pouco hesitante de apertar a mão lambuzada de geléia de Beyond. Assim que estávamos todos devidamente apresentados, Ryuzaki anunciou que ele e Beyond teriam que sair (provavelmente resolver algum problema na condicional de Beyond) e Raito ficaria conosco (apesar de ele ser apenas um pouco mais velho que nós, apenas). Provavelmente queria que nos conhecêssemos melhor, mas ignorei e fui com Matt explorar o lugar outra ver para procurar alguma TV enorme que certamente existia ali em algum lugar para ele jogar. E achou. E a TV era ENORME, tipo, grande mesmo. Era maior que eu! Então, como memorizei a localização da sala onde ficava a TV, voltamos ao quarto onde Matt pegou uma mala enorme e pesada e me fez ajudá-lo carregá-la até a televisão. Ao chegarmos ele a abriu e revelou o porque de mala ser tão pesada. Havia vários blocos de isopor, cada um contendo um console de game diferente. Havia um X-box (S: com kinect! :D), um Wii, um PS3, um velho Game boy e um PS2. Além do seu inseparável PSP de estimação, é claro.
– Qual jogamos primeiro? – Perguntou Matt, com os olhos brilhando.
– Hm, que tal... Mario Kart? – Perguntei, sorrindo diabólicamente.
Havia realmente poucos jogos que Matt não gostasse ou não fosse o melhor neles, e Mario Kart estava na lista. O ruivo engoliu um seco e assentiu levemente, com cara de choro.
– Ora, vamos! Assim você treina pra ficar melhor! – Jeevas me fuzilou com o olhar.
Eu ri e ajudei-o a conectar o Wii na televisão, colocando o joguinho na fenda e pegando o controle 1 antes que Matt pudesse fazê-lo. Foi um jogo divertido. Matt estava melhor e nós empatamos. Jogamos um monte de jogos até nos darmos conta de que a casa estava silenciosa demais.
– Será que o Mell matou o Yagami-kun? – Perguntou Matt, enquanto jogava Final Fantasy VII no PS2.
– Não sei, mas é melhor irmos checar. – Falei, pegando o controle de suas mãos e pausando antes que pudesse dizer qualquer coisa.
Primeiro fomos ao quarto e, como suspeitava, Near estava sentado no chão montando um quebra-cabeças de umas 700 pecinhas. Para meu alívio, o chocólatra estava na cozinha comendo chocolate.
– E então, Madonna, vai nos ajudar a achar o Raito? – Perguntei ao loiro irritado.
– Eu não quero nem saber onde foi aquele japonês nojento, prefiro ficar aqui e comer choco- Ei! – Resmungou, ao que peguei a barra de chocolate ao leite que acabara de começar.
– Vamos, seu preguiçoso! Esse lugar é enorme, precisamos. De. Ajuda.
– Vamos lá, Mellow! – Sorriu Matt, com cara de cachorrinho.
– Humpf... — o loiro resmungou, mas levantou-se da mesa e pegou o chocolate que eu segurava, indo até a porta. – Vocês vem ou não?
Eu e o ruivo demos um “Hi Five”, sorrimos e corremos até a porta, puxando Mello pelos braços pela casa.
Depois de um (S: looooongo) tempo procurando, ouvimos o som da voz do japonês.
– Não acredito que Ryuzaki me deixou pra cuidar das crianças... eu mereço. – O Yagami suspirou. – Eu deveria ver se eles estão vivos... nah.
Eu com certeza senti com se houvesse uma gota sobre minha cabeça, então puxei os dois para longe.
– Obrigada por vir com a gente, Madonna! – Apertei a bochecha do loiro e sai correndo.
– Hey, onde vai Shay? – Gritou Matt.
– Comer e jogar xadrez com o algodão! – Gritei de volta, direcionando-me para a cozinha.
Cheguei na cozinha e Watari-san estava lá, preparando algo. Cumprimentei-o e esperei-o terminar o que estava fazendo, espera que foi recompensada com um pedaço enorme de bolo de morango. Sinceramente, o melhor que já comi.
– Shi- Shay, espere um pouco, preciso conversar com você.
– Ah, claro, Watari-san. – Sentei-me novamente na cadeira de minha maneira peculiar (A: que ela plagiou do L U3U) e ele me serviu mais um pedaço de bolo.
– É sobre... as circunstâncias de quando entrou na Wammy’s. – O senhor suspiro. – Eu deveria ter lhe contado antes, mas L não achava que estava pronta, e ainda acha, mas... a escolha não é dele.
Totalmente elétrica, por nunca ter conseguido arrancar uma só palavra de sobre como fui parar no Lar Wammy, observe-o pegar uma maleta preta com um tipo de W em uma fonte estranha (S: a Old English, igual o L e o N do L-chan e do ovelha) e abri-la e retirar de lá um pedaço de pano negro, aparentemente de seda, meio esfarrapado e rasgado. Com todo cuidado do mundo, entregou-me para que eu o visse. Primeiro pensei que era apenas um pedaço de seda rasgado sem nada de estranho, até que eu vi algo escrito em vermelho. Era o meu nome, meu nome verdadeiro, Shira Nigami.
– Watari-san... o que é isso? – De alguma forma, aquele simples farrapo negro mexia comigo de alguma forma e algo dentro de mim se agitou e senti uma estranha vontade de rir, que suprimi com muita força de vontade.
– Estava com você quando... chegou. – Ele apenas sorriu fracamente e se virou. – Fique com ele, é seu. Agora vá, guarde isso e vá fazer algo melhor do que ficar aqui conversando comigo.
Eu ia abrir a boca e dizer algo como “mas é legal conversar com você, Watari-san” mas me calei. Pulei da cadeira e corri para o quarto, o qual agora estava vazio (ou a ovelha estava no banheiro, mas isso seria estranho A: de alguma forma, é estranho a gente ler que tem um personagem no banheiro então nunca narram algo assim, ces repararam?). Abri a mala e joguei o pano lá dentro. Ele me passava uma sensação estranha, talvez até boa e meio familiar, mas estranha e não gostei muito disso.Heh, agora só me resta esperar L e Beyond voltarem... eu espero que voltem!
~a foto que me deu a idéia~
Notas finais
E, provavelmente alguns daqueles consoles para jogos ainda não tinham sido inventados naquela época (é, eu não tenho saco pra pesquisar non), mas eu endoidei e fiz assim. E muito menos a TV gengantesca, mas ok *Yao Ming meme face*
Eh... eu tava pensando. Okay, a Fic ainda não tem capítulos suficientes, mas eu queria fazer uma votaçãozinha... tipo, eu to em um impasse aqui. É sobre os casais que serão formados no final (com a minha demora, provavelmente daqui a alguns anos NOT). Eu tava pensando... LXShay, NearXShay, MattXShay, NinguémX Shay... caso seja NinguémXShay, eu faria o resto tudo Yaoi... então, a opinião dos que restam? XD
(issaquê devem estar maiores que o capítulo... VISH O.O)
~le link: http://animedesmotivado.files.wordpress.com/2009/07/sorriso.jpg?w=490
Fale com o autor