Shinigami
8 Capítulo 6: Nada de novo no Front
Notas iniciais
Mas, aí está, Sim, tá retardado. Sim, tá um lixo. Sim, o nome não tem nada a ver, mas eu vi esse filme na aula de história e fiquei com vontade de botar esse aí. Mas pelo menos eu postei!
Okay nos vemos nas notas finais que saporra tá muito grande já ~o/
Pulei da cama assim que vi quem abrira a porta. Aquele maldito encapetado! Era Beyond Birthday ali, parado na porta, com um grande facão de açougueiro nas mão. Empurrei Matt para o chão para ele levantar e puxei Mello para fora das cobertas. B riu, o que me fez ferver de raiva.
– Querem brincar, crianças? – Perguntou, cínico.
Fechei a cara e sussurrei no ouvido de Mello.
– Pegue o algodão e Matt e vão chamar o L. Eu seguro esse... “coiso”. – Ele claramente não concordara, mas, mesmo assim fez o que pedi.
Assim que o albino estava “seguro” nos braços do loiro, fiz o troço dos olhos, que começara a chamar de “B eyes”,pulei para a porta e tentei dar uma voadora em Birthday. Obviamente, não funcionou. Mas, ao menos, ele foi um pouco para trás. Ótimo, uma maneira de afastá-lo daquela maldita porta. Fui dando golpes até que estivéssemos no corredor e a porta estivesse totalmente livre.
– Estão esperando o que!? — gritei para os dois, que continuavam parados no quarto olhando com cara de moscas mortas.
Ao finalmente se darem conta, saíram correndo meio pela porta e desembestaram pelo corredor, enquanto eu impedia B de impedi-los (A: não, não faz sentido mesmo, não é hora de parar com as dorgas). Até comecei a cantar vitória, mas assim que me virei encarei o sorriso cínico de B, que conseguia ser ainda mais assustador do que quando ele estava com raiva. (S: pensamento na hora: Vish!) Nos encaramos por alguns segundos e então desatei a correr. Okay, não foi uma atitude lógica, calculada e etc... mas, sério, qualquer um –exceto, talvez, L- faria a mesma coisa se ele o encarasse com aquele sorriso totalmente psicótico. (Alice: ~calafrio~) Bom, voltando ao assunto: saí correndo desembestada para uma direção qualquer com B ao eu encalço. Sim, foi loucura. Sim, a qualquer momento ele podia jogar a droga da faca em mim. Sim, eu sou MUITO idiota. Corremos pela casa toda, imagino. Inesperadamente, ele não largou a faca por um segundo sequer, ficou apenas rindo psicoticamente atrás de mim e, vez ou outra, conseguia acertar um ataque e me arranhar um pouco. Já estava ficando cansada daquela perseguição de gato-e-sapato (A: imaginem eles que nem Tom e Jerry [-not]) quando bati em alguma coisa e caí pra trás. Não, não em “alguma coisa”, mas em “alguém”. Posé, pessoas, eu esbarrei justamente no Ryuzaki. E, man, quem me dera fosse outra pessoa. Ele estava, realmente, assustador. Não um assustador maníaco-psicopata-sádico como Birthay, mas um assustador realmente... sei lá, assustador, poxa! Ele franzia o cenho e parecia emanar uma aura negra, além de as sombras em seu rosto darem um efeito “filme de terror” á cena.
– Beyond. Largue essa faca. – Mandou, a voz autoritária e meio, sei lá, sombria, creio eu. – Agora.
Inesperadamente, o psicopata obedeceu. Largou o facão e passou a encará-lo, já sem o sorriso assustadoramente sádico nos lábios.
– Shay, vá para o quarto com os outros dois. E tranque a porta. – Acrescentou esta última parte antes de se virar para B. – E você, venha comigo.
Antes de sair do alcance de suas vozes, escutei algo como “Eu avisei” e “Queria me divertir” e talvez um “sem geléia”. Povo estranho. (S: nem posso falar nada, eu sei) Cheguei, sem dificuldade, ao corredor dos quartos e girei a maçaneta de nosso quarto. Não abriu. Trancada, é óbvio, Bati a porta mas vezes e esperei. Um minuto. Três. Cinco. Sete...
– Abram já essa merda dessa porta, seus medrosos! – Rosnei, alto o suficiente para quem estivesse atrás da porta ouvir. – Sou eu!
Lentamente, a porta se abriu e revelou Near. Ele não parecia assustado, mas estava levemente desconfiado, eu acho.
– Yo, minha ovelhinha. – Suspirei passando por ele, não sem antes afagar-lhe a cabeçinha branca, e entrando, logo em seguida ouvi-o trancando a porta.
A cena dentro do quarto era até que engraçada. O gamer ruivo jogado na cama de solteiro, com o gameboy sobre o peito e o loiro deitado com o traseiro projetado para cima em um dos lados da cama de casal. Dei uma risadinha e apontei a cama de solteiro e Matt para Near, enquanto me dirigia para o banheiro para lavar os poucos arranhões e depois ajeitei-me silenciosamente ao lado da loira. Depois de uns dez minutos de espera, concluí que o chocólatra estava mesmo dormindo e resolvi fazer o mesmo. Ao contrário de minhas expectativas, adormeci instantaneamente.
~ — ~ — ~ — ~
Acordei sendo sacudida pelos ombros. Resmunguei irritada e abri os olhos lentamente, deparando-me com Matt.
– Ohayou, Shay! – Saudou o ruivo alegre.
– Ohayou... – Suspirei, me sentando e logo me pondo de pé, logo depois me espreguiçando e bocejando. – Ne, onde estão a Madonna e a ovelha?
– Foram tomar café, mas eu fiquei pra traz para te acordar. – Me deu um sorriso de orelha á orelha.
Sinceramente, ás vezes ele parece um cachorrinho alegre. E ruivo.
– Arigatou, Matt-chan! – Disse, me jogando em cima dele e lhe dando um abraço de urso.
– Não... consigo... respirar.. – Ginchou o ruivo e eu o soltei, rindo.
– Desculpe. Ok, agora vou me trocar! – Falei, com energia, pegando uma roupa qualquer no guarda-roupa me dirigindo ao banheiro. – E não se esqueça de esperar a milady, Sebastian!
– Sim, madame! – Sorriu Mail, fazendo uma reverência tosca.
Entrei, rindo, no banheiro enorme e me troquei, penteei um pouco os cabelos (S: que são horríveis de manhã), escovei os dentes e saí. Sorri ao ver que o ruivo ainda me esperava, parado ao lado de fora da porta jogando seu amado PSP de estimação. E assim fomos os dois explorar a mansão/casa-de-veraneio de L até que conseguimos achar a cozinha. Assim que chegamos, larguei-me numa cadeira ao lado de Near e Matt sentou-se ao meu lado.
– Ohayou... – Bocejei novamente, cumprimentando a todos.
– Bom dia Shay, Matt. – Cumprimentou L, com um meio sorriso.
O que mais me impressionou não foi o sorriso de L, mas sim ao ver B sentado na cadeira ao lado dele, devorando um pote de geléia... de MORANGO. Lancei-lhe um olhar assassino antes de pegar eu mesma um pote igual e começar a degustá-lo. O psicopata sorriu e eu quase rosnei, tipo um cachorrinho irritado, mas me contive, né gente.
– Crianças. – Diz, finalmente Ryuzaki (S: notem que ele incluiu o Beyond nesse “crianças”). – Convidei um conhecido que me ajudou em um caso uma vez para ficar um tempo por aqui.
Todos , menos o ovelha, ficamos espantados, Matt até derrubou o pedaço de torrada com manteiga na roupa. Do jeito que L falava, era como um adolescente “normal” dizendo que estava convidando um amigo pra uma festa do pijama. E, sinceramente, achava que além de nós Ryuzaki não tinha “conhecidos”, ele não era lá muito sociável.
– Nós o conhecemos, Ryuzaki? – Perguntou Near, calmamente.
– Creio que não.
– E... qual é o nome dele? – Perguntei, arqueando uma sombrancelha.
– Acho que não há problema... – Mumurrou L para si mesmo. – O nome dele é Raito. Raito Yagami.
~aqui uma imagem de Kuroshitsuji (Black Butler) pra quem nunca viu~
Notas finais
Kissus, vou tentar postar assim que(se)eu terminar. =.=
PS: aquela parte da Shay chamar o Matt de Sebastian, foi porque eu tava lembrando de Kurohitsuji, sabem. (ou não)
le link: http://www.hinata-sou.com.br/paginas/caio/imagem/kuro/kurocapa.jpg
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