Shinigami

5 Capítulo 3: Pergunta que não quer calar...


Notas iniciais
Eu odiei esse capítulo, foi pura enrolação. *pedrada*
Gomen, é praticamente só uma enrolação pra eu ter tempo de escrever o capítulo realmente bom.
E quero agradecer muito pelos rewiews: Tanoshi, Kiruki_Ivi, Miss Purple Cutie, Koyuki-chan e dar boas vindas aos rewiews pra: Mih-chan, Alice e Aoi.
Brigada zente, sem vocâs eu não conseguia..
Agora vamos ao ~le capítulo retardado

Depois de uma semana inteira de eu ficar implorando para eles me dizerem o que L, ou Ryuuzaki, havia dito, eles finalmente me disseram que iriam contar. Fora por meio de um bilhete durante a aula de Física, aula a qual eu decorara o livro inteiro só para transformá-la em aula de bate-papo via bilhetinhos com Matt, Mello e, somente ás vezes, com Near. Eu mandara um bilhete a cada um deles dizendo a mesma coisa: "Me fala, por favor!". Quando vi que estava demorando demais para eles responderem, olhei para Mello, Matt e Near, sentados á minha frente, ao meu lado e atrás de mim, respectivamente. De Near eu não podia ver muito, já que a gorda professora brigaria comigo por ficar virando para trás, mas Mello e Matt eu podia ver muito claramente. Em um momento os vi trocarem algo. Bilhetinho? Será que estavam conversando entre si? Então vi Matt passar o papel a Near e sorrir perversamente para mim, me deixando mais curiosa ainda. Estavam falando sobre mim? O que era, afinal? Eu estava quase explodindo de curiosidade quando senti algo, ou alguém cutucar meu ombro, assustando-me um pouco. Quando me virei vi Near, com a mesma expressão de sempre, estender um papel para mim. Eu o peguei e virei para frente para ler, quando me deparei com a gorda professora parada ao meu lado, me encarando feio. Escondi rapidamente o bilhete para que ela não pudesse ver e encarei-a, voltando a olhar séria,fria e calculista , com a personalidade que eu assumia para com os professores.

– Sim? — Perguntei, com a voz mais inocente que pude.

– Posso ver o que era esse papel, senhorita? — Perguntou, com aquela vozinha irritante. Cara, que professora chata!

Rapidamente enfiei a mão no outro bolso, que não o qual onde havia colocado o bilhete de Near, rezando para ter algum papel pequeno o suficiente para a professora acreditar. Eu sei, com essa minha maravilhosa sorte você deve estar pensando: Puts, se ferrou!

Mas não é que tinha um mesmo?! E, para a minha sorte, era um exercício de física que eu havia colocado no bolso semana passada. Entreguei a ela, com um sorriso falsamente inocente no rosto.

– Contente agora? — Perguntei, sorrindo de canto.

– Humpf... — Ela apenas se afastou, mas não parecia muito convencida.

Esperei a sapa velha virar de costas e retirei cuidadosamente o bilhete do bolso e o abri, estourando de curiosidade para saber o que estava no quase-confiscado-bilhete-do-Near e quase dei um grito quando li o que estava escrito:


" Já que insiste tanto, vamos lhe contar. Nos espere na sala de recreação ás meia- noite e vamos contar para você o que tanto deseja saber.

Mello, Matt e Near

PS: Venha sozinha e não chame a polícia, senão... "

A última parte fora claramente escrita por Matt, na tentativa de fazer graça, com caneta e o risco, provavelmente, feito por Near. Eu me senti mais ansiosa do que nunca antes, contando os minutos até que a aula acabasse. E, como se apenas para me irritar, o tempo estava passando MUITO lentamente e pareceram séculos e não horas para a aula acabar. Ao fim da aula fui para meu quarto, sem vontade de almoçar, esperar o inferno que seriam as doze horas até a meia-noite. Por sorte eu não o dividia com ninguém, já que a maioria das pessoas da Wammy's tem um companheiro de quarto, então poderia sair de fininho sem me preocupar com a tagarelice que algumas garotas tinham. Na verdade, acho que somos apenas eu e Near a não termos alguém morando conosco, até Mello e Matt tinham um ao outro como colegas de quarto. Sorte né? Ter o quarto só pra mim e minha beleza, mas em alguns momentos era um pouco incômodo não ter ninguém para conversar ou, no mínimo, encher o saco. O exemplo perfeito desse tipo de momento é agora, estou sem nada para fazer e não podendo ir até Mello, Matt ou Near, já que eles provavelmente estariam trancados no quarto para eu não poder perturbá-los, como vinham fazendo sempre depois das aulas na última semana. Tenho que confessar que dormi umas boas quatro horas por causa da noite em claro que eu passara hoje tentando bolar, em vão, algum plano para eles me contarem o que eu queria. Mas quando acordei não tinha a mínima vontade de dormir de novo e ainda me restavam infernais oito horas. O que eu faço em oito horas? Devo ter ficado pensando por uma meia hora até que me decidi o que iria fazer. Tranquei a porta do quarto com a chave e apaguei as luzes, colocando um aviso de "não perturbe, estudando ou dormindo". Coloquei o máximo de dinheiro possível no bolso e meu celular, para o caso de emergências. Calma, eu não ia fugir pra viver nas ruas, eu só queria mesmo é ir dar uma volta na cidade e alimentar os meus vícios. Que vícios? Bichos de pelúcia e morangos. (S: não, não são as dorgas...) Nem me pergunte como uma garota da minha idade gosta de bichos de pelúcia, mas o fato é que tem um quarto na Wammy's House reservado só para minhas pelúcias! E também não pergunte sobre os morangos, nem eu mesma sei porque gosto tanto assim dessa bendita fruta. Bom, mesmo meu quarto sendo no segundo andar, eu já era precavida para situações como aquela, então havia uma escada disfarçada bem abaixo de minha janela. Desci por ela e tomei todo o cuidado possível ao sair e ir diretamente para a rua. Tudo bem, ir andando foi uma péssima idéia e eu resolvi que voltaria de táxi, mas seria bom pras pernas. Enfim, cheguei á cidade quando eram seis horas (S: depois de duas looongas horas...) então me direcionei para a minha loja de pelúcias favorita e a recepcionista logo falou comigo:

– Shay! Que bom que está aqui, a encomenda que você fez na semana passada acaba de chegar. — Desse, sorrindo.

Sim, eu ia tantas vezes naquela loja que todos os funcionários me conheciam. Fui até os fundos da loja com Julie, a recepcionista, e paguei a encomenda. O que eu encomendei? Um panda de pelúcia importado. Bem, depois segui para a loja de Yogurts onde comi Yogurts de morango por umas três horas até resolver ir embora. Eu estava caminhando pela cidade quando resolvi, sabe-se lá porque, olhar para o céu e vi uma coisa realmente MUITO bizarra.Era uma forma disforme voando sobre a minha cabeça, algo estranho voando, com asas e um corpo estranho, com o que pareciam longos... braços? O mais esquisito foi que ninguém mais pareceu ter visto. Estranho... Depois de o taxista me deixar a alguns metros do orfanato, quando cheguei em meu quarto eram quase dez horas.

– Só mais duas horas, só mais duas horas... — Eu mumurrei para mim mesma.

Eu já havia perdido o jantar, então minha única opção foi o Frigobar que eu tinha no quarto. O que eu comi? Geléia. Geléia de morango. Depois comi uma barrinha de cereais, também com morangos, e quando vi eram onze horas. Nossa, quando o tempo passa rápido quando como coisas que tenham morangos, ainda mais quando se acaba com todos os potes de geléia da sua geladeira! Fiquei admirando meu novo panda de pelúcia por meia hora e o restante eu passei contando os minutos. Quando faltavam cinco minutos, disparei porta afora, quase me esquecendo de tomar cuidado para não ser pega. Cheguei arfando á sala de recreação e abri a porta, estava tudo escuro. Havia 15% de chance de ainda não terem chegado e 85% de Matt estar querendo me assustar, então liguei a luz rapidamente para me garantir e ri ao ver o ruivo parado á alguns passos de mim, decepcionado.

– Há, eu sabia! — Cantei vitória, enquanto Mello ria da derrota do amigo e Near continuava sem expressão. — Então vamos logo, contem antes que eu exploda!

Matt e Mello riram e me aproximei deles, ansiosa pela resposta.

– Tudo bem, não fique tão eufórica. — Disse Mello, rindo-se. — Eu conto se...

– Cale a porra da boca, passei a semana inteira querendo saber, então pare de me provocar! — Cortei, fazendo Mello e Matt rirem e Near dar um quase-sorriso.

– Olha o palavreado! — repreendeu o ruivo, ainda rindo, fazendo-me rir e Mello cair de vez na gargalhada.

Com essa eu juro que vi um sorrisinho passar bem Flash pelos lábios do garoto-ovelhinha-nuvem. Quando nós três conseguimos parar de rir, encarei os três garotos, séria.

– E entãããão...? — Perguntei, fazendo uma cara totalmente kawaii, ao menos do meu ponto de vista.

Os três se entreolharam rapidamente antes de responderem.

– Foi bem estranho... — Começou Mello.

–...e muito repentino... — Continuou Near.

–...foi realmente esquisito, é sério. — Completou Matt.

– Mas o L, ou pode chamá-lo de Ryuzaki, bem... — Disse Mello, como se envergonhado de terminar a frase.

–...ele, hum... nos convidou para, érr... — Este também não conseguiu falar.

Vendo que seus companheiros haviam falhado miseravelmente, Near se adianta e diz tudo logo de uma vez.



~eu peguei uma equação física random na Net LOOOOOOL~

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Continua... >.


Notas finais
Curiosos? Pois então mandem rewiews e contem pros seus amigos sobre a Fic que já tou começando o capítulo e quando der o 7° rewiew eu posto (isto é, se eu já tiver terminado).
Okay, bejus e mandem rewiews pra mim de presente de Natal! ^^
PS: Indireta ao Beyond com a geleia de morango,perceberam? KKK, achei legal colocar, mesmo tendo ficado beeeeem sem noção.