Notas iniciais
O capítulo ficou pronto. Isso que dá ficar escrevendo de madrugada.kkk
Bom, como prometi vai ter IchiRuki.
Espero que gostem.
Kisus :*

E no capítulo anterior:

Só uma coisinha ainda me incomoda.

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“Ichigo!! Não!! Por favor Ichigo não vá embora, não me deixe aqui!! Por favor...”

– Ichigo... Onde você está?

Aquela sensação...

O mesmo sonho repetido por duas semanas...

Quase um... como se diz mesmo? Um instinto? Não, não é isso. Talvez algum pressentimento, ou um aviso, ou apenas preocupação.

Já faz dois meses desde que o Ichigo voltou para o Mundo Real com a Orihime-chan, o Sado-kun e o Ishida-kun. O que será que ele está fazendo por lá?

Às vezes tenho uma sensação de arrependimento. Eu deveria ter pedido para voltar para Karakura como a shinigami protetora da cidade. Ou será que foi melhor eu ter ficado aqui? AAAH! Dúvida cruel!

Não. Eu fiz a coisa certa ficando aqui. Se eu tivesse voltado para o Mundo Real, minha recuperação teria sido muito lenta. Talvez nem estaria completamente curada ainda. Ficando aqui, minha energia espiritual já se recuperou e agora eu já posso ser útil ao meu esquadrão.

Mas as missões para lutar contra os Hollows... não são iguais.

Sinto falta do Ichigo, perto de mim. Eu adorava dormir no quarto dele. Aquele “closet”, acho que é esse o nome, era muito aconchegante e confortável, mesmo tendo um cheirinho estranho às vezes.

A noite aqui na Soul Society é tão vazia sem ele. No Mundo Real, o céu é cheio de estrelas e tem uma lua enorme, se bem que aqui também tem, mas nem se compara. Mas o pior de tudo é quando eu vou dormir. O mesmo sonho se repete todas as noites. O sonho de que o Ichigo está sendo atacado e morto por um Hollow e eu não consigo chegar a tempo para salvá-lo.

“Que bobagem a minha. Enquanto eu fico aqui pensando nele, no seu cheiro, no seus olhos...Ele nem deve se lembrar mais de mim, do nosso beijo... Mas... será que eu voltarei a vê-lo novamente?”

Ichigo’s POV

Já faz dois meses que voltei da Soul Society.

Não sabia que minha irmã, Yuzu, me amava tanto assim. Quando cheguei em casa, ela veio correndo para me abraçar. Ela veio chorando tanto, que fiquei com peso na consciência por ter demorado e não ter dado nenhum aviso para onde iria.

Flashback’s on:

“Ichi-nii!! Você voltou!! Papai, o ichi-nii voltou!! Karin-chan, o nosso irmão voltou!! Ah, Ichi-nii... eu tava tão preocupada com você. Achei que não fosse mais voltar. Você nem ao menos nos avisou para onde iria. Eu achei que... que... deixa pra lá. Não quero pensar nessas coisas de novo. Ichi-nii que saudades!! Eu vou preparar sua comida preferida, enquanto isso, vá tomar um banho e relaxar, quando tudo ficar pronto, eu te chamo, tá? disse Yuzu, com os olhos brilhando, já com as lágrimas escorrendo pelo rosto.”

A Karin me tratou do mesmo jeito de sempre. Nem se importou muito com as palavras da Yuzu. Ela simplesmente veio em minha direção, me deu um soco na cara e disse:

“Da próxima vez que for viajar, nos avise primeiro. Você não sabe o que tive que aguentar! Esses dois... pareciam dois bebês chorões. O ichi-nii nos abandonou! O que aconteceu com ele? Buááá!!! – Karin falou, tentando imitar os dois.”

E o meu pai. Ah! Ele como sempre, veio me cumprimentar do seu jeito, e eu me esquivei dele e ele caiu de cara no chão. Coloquei meu pé sobre a cabeça dele e disse:

“Eu mal entrei em casa e você já está tentando me matar?! Que tipo de pai é você??”

Isshin respondeu:

“Parece que eu não tenho mais nada para ensinar a você. Olhe Masaki, nosso filho está de volta! Finalmente a família está completa!! disse ele, virando o rosto para ver o enorme pôster da minha mãe grudado na parede

Deixei-o se levantar e ele me perguntou:

“Ichigo, por onde você andou? Por acaso isso é algum tipo de crise de adolescência? E aí? Pegou muitas garotas? Sabe que quando eu tinha sua idade, eu...”

Não deixei ele terminar de falar e disse que ia tomar banho. Não tava afim de ouvir mais besteiras do meu velho.

Dei as costas para ele e fui para o meu quarto.

Quando cheguei lá, fiquei encarando a porta. O número 15 pendurado nela.

Depois de alguns minutos abri-a e entrei.

Estava exatamente igual a antes. Mas mesmo assim ainda estava faltando algo lá dentro. Meu coração batia freneticamente quando fiquei de frente para o meu guarda-roupa.

Respirei fundo, tomei coragem e abri.

– AAAH!!

– Nee-san!!

– Kon, seu bakayarou! O que você está fazendo?

– Ichigo! Cadê a nee-san? Ela não veio com você?

– Não, ela ficou na Soul Society. E quer fazer o favor de soltar a minha perna, seu...

– Tá, tá. Por que você não a trouxe de volta? Eu queria declarar todo o meu amor a ela e...

– Chega, Kon. Para de falar assim dela.

– Por que? Ela é o amor da minha vida. Nosso amor é mais forte que tudo nesse mundo. Eu quero a minha nee-san! Eu quero sentir o templo dela com minhas próprias mãos e... Oe! Ichigo, por que você fez isso?

– Não enche o saco. Eu to cansado, quero tomar banho. Vê se fica quieto aí até eu voltar. Ou melhor vai dormir.

– Hai.

Como um boneco consegue ser tão chato. E ele não para de falar na Rukia. Ah, se ele soubesse o que aconteceu...

Kon’s POV

Eu, hein. O que deu no Ichigo? To com saudade da nee-san.

Chottomatte kora?! *espera aí*

É impressão minha ou ele ficou mesmo com ciúmes de mim?

Será que rolou alguma coisa entre ele e a nee-san lá na Soul Society?

NÃOOOO!! A nee-san é minha. Nosso amor é muito maior, o Ichigo não tá gostando dela, né? Ou será que tá? Ah não depois dessa é melhor eu dormir. Amanhã eu tiro satisfações com ele.

Ichigo’s POV

“Yuzu, o jantar está ótimo. Obrigado.”

“Que bom que você gostou. Fico feliz com isso.” Disse ela, com um enorme sorriso no rosto.

“Deixa que eu lavo a louça. Pode ir descansar.”

“Não precisa, Ichigo. Pode ir dormir. Amanhã você tem aula e já são 21:45. É melhor você ir pra cama descansar.”

“Tem certeza?”

“Claro. Pode ir. Boa noite, Ichigo.”

“Boa noite, Yuzu.” Dei um beijo na testa dela e subi para o meu quarto.

Entrei no meu quarto, coloquei meu nemaki *pijama* e fui para a cama.

Fiquei deitado de costas com as mãos atrás da cabeça de apoio.

O sono estava demorando para chegar. Ainda mais com o Kon roncando e falando coisas sem sentido, às vezes.

Fiquei encarando o teto por um longo tempo, depois fiquei olhando a noite pela janela. “Tsc. Como se a Rukia fosse aparecer aqui de novo” A noite estava mesmo linda. E era noite de lua cheia. As estrelas estavam brilhantes como sempre. “O que será que minha estrelinha está fazendo? To morrendo de saudades da minha baixinha. Do jeito que ela é, já deve até ter se esquecido de mim.”

“Amanhã será um dia longo.”

Flashback’s off.

*Toc toc*

– Ichigo, já tá na hora de acordar. Você vai se atrasar para o colégio se continuar dormindo.

– Hai, hai. Já to descendo, Yuzu.

“Melhor eu me levantar antes que o velho ou o Kon apareçam para me encher o saco.”

Com esse pensamento, levantei da cama e arrumei-a. Peguei o uniforme que estava no guarda-roupa e fui para o banheiro tomar uma ducha gelada para acordar. Assim que terminei, enrolei uma toalha na parte de baixo e fui para a frente do espelho escovar os dentes e pentear o cabelo. “Hum, acho que tá na hora de cortar. Depois eu peço para a Yuzu aparar um pouco.” Vesti o uniforme e fui em direção à cozinha.

– Bom dia, Ichi-nii. Aqui está seu café da manhã: panquecas e uma xícara de café com leite.

– Ah, obrigada Yuzu.

Mal disse isso e adivinha só:

– Ohayo, Ichi!!

– Ora, seu velho. Tá querendo me matar é? Você me fez derramar o café. Agora eu tenho que trocar a calça! E *olha o relógio* agora vou chegar atrasado!

– Não tenho culpa, se seu reflexo é rui... Itte-te-te...*aiaiai*

– Isso, é pra você ver o quanto meu reflexo é bom. Agora dá licença que eu vou me trocar, de novo.

Subi as escadas mais que depressa e peguei uma calça limpa. Já estava fechando o zíper quando sinto um poder espiritual muito forte.

– Acho que é hora de virar shinigami.

Peguei o emblema de shinigami substituto e fui atrás da tal reiatsu poderosa.

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Rukia’s POV

Parece que nada mudou aqui no Mundo Real.

Finalmente consegui me tornar a shinigami guardiã de Karakura. Mais tarde vou fazer uma surpresa para o Ichigo... epa, parece que tem um hollow aqui perto. “Ichigo, você vai ter que me esperar.”

Ichigo’s POV

Quando cheguei ao local, vi que era o lugar onde minha mãe tinha sido morta pelo Grand Fisher. De repente aparece um hollow correndo atrás de um espírito plus.

– Getsuga Tenshou!!

“Droga, ele é rápido. Parece que vai ser uma luta difícil.” – Oe! Por que você não procura alguém do seu tamanho?

– Ora, ora. Parece que tem alguém querendo me enfrentar. Huum, pela reiatsu, parece ser um shinigami delicioso. Depois eu vou atrás daquele espírito. Vamos ver se você vale a pena, shinigami.

– Parece que não tenho escolha. E não me chame de shinigami. Eu tenho um nome, que é Kurosaki Ichigo e não se esqueça dele, já que você vai ser morto por mim.

– Sabia que quem fala demais é porque tem medo de morrer?

– Cala a boca.

– Hahaha! Venha, dê o seu melhor ataque.

Parti para o ataque. “Vamos lá Zangetsu. Eu não quero chegar atrasado para a aula.”

Usei o shunpo para chegar por trás dele e corta-lo ao meio, mas ele foi mais rápido que eu e se desviou.

– Nada mal, moranguinho.

– Você ainda não viu nada e não me chame assim! Seu...

– Hahaha! Minha vez.

– O... quê!!! – ele... me... cortou... não pode ser.

– O que foi? Tá com os pés amarrados? Hahaha!

Olhei para o chão e vi meus pés presos em alguma coisa, parece até uma raiz? É o que parece.

– O que você fez? Por que meus pés estão presos?

– É apenas uma habilidade que tenho. Bom, eu tinha que arranjar um jeito de sobreviver nesses últimos 80 anos.

– 8-80 anos?

– Sim. Agora chega de papo. Eu vou sugar sua energia espiritual. Adeus, Kurosaki Ichigo. Pensei que você era mais forte. Ah, já ia me esquecendo, como é você que vai ser morto por mim, eu o deixarei saber meu nome. Me chamo Root-sucking Life.

– É por isso que meus pés estão presos no chão com essas... raízes estranhas?

– Bingo! Agora, adeus.

Rukia’s POV

A caminho do local de onde vinha a reiatsu do Hollow, senti uma outra reiatsu. “Não pode ser dele. Mas quem mais teria uma energia espiritual tão forte assim? Só pode ser dele e parece que está em perigo.”

Corri o mais rápido que pude. Quando cheguei lá, meu coração bateu mais forte. Não porque eu vi uma cabeça laranja, mas sim porque eu vi seu corpo caído no chão com um pouco de sangue do seu lado.

“Ichigo... Não. Eu não posso deixar que isso aconteça. Não, não posso. Eu não vou.”

– Vamos lá, Mae Sode no Shirayuki. Some no mai, Tsukishiro.

– O que é isso? – disse o Hollow, conseguindo se desviar.

– Essa é a habilidade da minha zanpakutou. – Mal disse isso, cortei seu braço, que saiu rolando até cair no rio.

– AAAH!! O que você fez? Sua...

– Pelo visto você ainda não quer desistir. Então vai ter que ser do modo difícil. Mae, sode n... – Não pude continuar o ataque porque ele pegou o corpo inconsciente do Ichigo.

– Ora, ora. Parece que sua salvadora chegou, moranguinho.

– Ru...kia? É você?

– Ichigo! Me desculpe. Espera só mais um pouquinho que já vou acabar com tudo isso, tá?

– Não Rukia, ai. É perigoso demais, eu não quero que você morra no meu lugar, ai, isso dói. – disse ele tentando sorrir.

– Não fale besteira. Eu...

– Err... o casal de namorados já terminou a conversa? Ah, que seja. Eu to faminto e não quero ouvir vocês conversando. Isso é irritante.

Bakudou n° 4: Hainawa!

– O que você tá fazendo? Meu braço, não consigo mexê-lo! – Ichigo caiu no chão e o monstro já podia ser atacado.

– Desculpe a demora, ahn... qual é o seu nome mesmo?

– Eu sou Root-sucking Life, o único hollow que sobreviveu por 80 anos e...

– Certo, Root-sucking Life. Mae, Sode no Shirayuki. Tsugi no mai, Hakuren.

– NÃOOO...

– Adeus, Hollow. Ichigo!!

Assim que o Hollow se foi, fui até onde o Ichigo estava caído e fiquei ajoelhada do seu lado, segurando sua mão.

– Rukia, eu estou um trapo, né. – disse ele rindo de sim mesmo.

– Ichigo, me desculpe. Se eu tivesse chegado mais cedo...

– Não, tá tudo bem. Foi minha culpa tê-lo subestimado. – Ele tentou se levantar, mas é um bakamono mesmo.

– Fique deitado, eu vou curar os seus ferimentos.

– Não precisa, eu... estou... bem... ai.

– Não está nada bem. Olhe só pra você! Fica quietinho aí, meu morango, não vai demorar muito.

– D-do que você me chamou?

– De Ichigo, ué! Agora cala a boca, tentei disfarçar, mas fiquei com o rosto pegando fogo.

– Me faça calar então, ele disse me provocando.

Não sei o que deu em mim, mas respirei fundo e fui colocando meu rosto para mais perto do dele e depois disso, nossos lábios se colaram.

“Ah, como bom é bom sentir essa boca macia. O gosto dela ainda é o mesmo de antes: doce e viciante.”

Ichigo’s POV

– D-do que você me chamou? – perguntei a ela. Acho que eu não ouvi direito porque eu não sei o que aquele Hollow tinha feito comigo. Talvez eu estivesse delirando.

– De Ichigo, ué! – ela respondeu ficando com as bochechas rosadas, que cena mais linda – Agora cala a boca.

– Me faça calar então, disse não aguentando mais ficar olhando para aqueles lindos lábios. Eu queria provar de sua doçura mais uma vez.

“Ela caiu direitinho no meu jogo.”

Rukia foi aproximando seu rosto para perto do meu, senti sua respiração quente perto de mim. Meu coração estava palpitando rápido demais. Finalmente senti o gosto daqueles que eu tanto desejava. Sua boca se encaixou na minha de um jeito, que eu pude ouvir até o barulho dos fogos de artifício. Ela pediu passagem com a língua e eu mordi seu lábio inferior antes dela colocar sua língua em minha boca e vice-versa.

Já estava ficando sem ar, mas eu não queria soltá-la. Tudo estava ótimo, mas tive que fazê-lo porque meus cortes começaram a doer, pois eu tinha me sentado para senti-la melhor em meus braços.

– Rukia... – eu disse, com um sorriso de bobo apaixonado no rosto e voltando a me deitar.

Rukia’s POV

“Há quanto tempo que eu não sinto esse prazer de beijá-lo... Melhor eu parar por aqui. Preciso de ar e ele ainda está ferido.”

Ele me soltou meio que relutante e voltou a se deitar por causa dos ferimentos.

– Rukia... – aquele mesmo sorriso que eu adoro... não pude evitar de sorrir também. Ele é tão lindo.

– Shh. Fique quietinho. Eu vou curar seus ferimentos. – disse colocando um dedo em sua boca.

Comecei o processo de cura e fiquei fitando-o dormir enquanto isso.

“Como é que alguém pode ser tão perfeito e ainda gostar de uma pessoa como eu?”

Tenho que curá-lo logo e levá-lo para casa descansar.

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Já estava terminando o processo quando ele acordou.

– Olá, dorminhoco.

– Por quanto tempo eu dormi?

– Não sei. Mas o sol já está no meio do céu, então deve ser meio-dia, agora.

– Já? Que droga. Eu perdi a prova de química.

– Que coisa feia hein. Perder uma prova para lutar contra um Hollow? – ri da cara dele, que mostrou a língua para mim.

– Fazer o que, né? Essa vida de shinigami estudante é difícil, mas dá pra continuar.

– É claro. Bom, eu já terminei. Agora vou te levar pra casa.

– Pode deixar que eu vou andando. Você não vai aguentar me carregar.

– E quem disse que eu vou te carregar? Eu só vou te acompanhar, tenho muito trabalho pela frente como shinigami protetora de Karakura.

– O que você disse?

– Isso mesmo o que você ouviu. Tenho licença permanente para proteger Karakura.

Mal disse isso, ele me abraçou e me girou no ar. Quando me soltou, ficou com o rosto vermelho.

– Desculpe, é que eu fiquei feliz.

– Não, não me desculpo por isso. Por que eu deveria fazer isso se eu gostei?

– Ora, ora. Então vem cá.

Ichigo me puxou para perto dele e sussurrou em meu ouvido:

– Rukia, eu te amo.

Senti cócegas quando ouvi, mas também senti que meu coração ia explodir de tanta felicidade.

– Eu também te amo, meu morango.

Ele riu do apelido e depois nos beijamos apaixonadamente.

Naquele momento, eu não queria mais nada. Só de estar com ele, eu já me sentia a pessoa mais completa do mundo. Sentir seu beijo, suas mãos abraçando a minha cintura... ai como eu amo esse garoto.

Continua...

Notas finais
Então? o que acharam?
Tá uma droga né?
Me digam o que tenho que arrumar, ok?