Shh Be Quiet, You Can Scare Someone.

3 Me chame de... Synyster Gates.


Notas iniciais
Desculpa a demora, mas estava ocupada, e tentando bolar melhor esse capitulo! Espero que tenha ficado bom. Boa leitura :3

(Zacky’s POV)


Jr. – O garoto corrigiu, do mesmo modo que havia acontecido no sonho, aquilo estava realmente me assustando, eu não sei como estava a expressão no meu rosto, mas pode apostar que eu não estava contente.


– Ah, claro. Brian Haner Jr, pode se sentar lá trás, do lado daquele garoto de cabelos escuros – Ela apontou para a carteira vazia ao meu lado. O garoto apenas assentiu, e seguiu até a carteira, se acomodando ali.


Eu devia estar vermelho, suando frio, tremendo, ou algo do tipo, porque meu coração estava preste a sair pela boca. E eu simplesmente não entendia o por que daquilo tudo. Eu devia estar no auge de nervosismo. Parecia uma garotinha nerd, falando com o amor de sua vida. Mas tinha uma diferença, eu não estava falando com ele, muito menos era o amor da minha vida.


– Ei porpeta, eu e os garotos estávamos combinando uma festa, para essa sexta-feira. Topa ir? – Desviei meus pensamentos para a voz de Jimmy que vinha da carteira da frente.


– Eu tinha combinado de sair com a Gena sexta à noite. Mas tudo bem, eu convido ela para ir junto, posso?


– OPA! Claro, e diz pra ela levar a Michelle e aquela irmã gostosa dela. – O armário ambulante, que ainda não sei como é possível que consiga falar, se meteu na conversa.


– Sabe que elas são gêmeas né? – Ri pelo nariz.


– É, mas cá entre nós. A Michelle não é muito bonita não. – Ele balançou a cabeça em desaprovação. E eu apenas ri baixo do comentário do grandalhão. Tentando não chamar muito atenção do novo aluno.

– Ei grupinho ali atrás, prestem atenção! – A professora cortou nossa conversa, parecendo um pouco rígida. Queria saber se ela era assim na cama também... Não Zacky, foco.


Durante a aula, eu lançava olhares de canto para o garoto moreno ao meu lado. Mas o que mais me incomodava, era que ele também me lançava olhares, essa história toda está me deixando louco. Não quero um viado no meu pé. Nem pensar! Ignorei-o no resto dos períodos inteiros antes do intervalo, que finalmente havia chego. Fui falar com Gena, a respeito do novo garoto que tanto me incomodara. Contei os meus sonhos, e acontecimentos, e a única coisa que fizera, era me olhar. Até que ela se pronunciou:


– Vei, ele tá afim de ti, única explicação óbvia!- Ela deu gargalhada, e eu a fuzilei com o olhar, não aprovando o comentário. – Ah Zacky! Quem que não ficaria afim de ti hein? An.. enfim, quem é o garoto? – Ela pareceu tentar mudar de assunto o mais rápido possível.


Ignorei o comentário. E corri meu olhar à procura do garoto tão misterioso. Que por sinal não se encontrava por perto. Quando pude perceber, Gena nem prestava mais atenção em mim, só me restava ir comer. Quando estava pagando meu lanche, o sinal bateu. Que azar. Fui comendo até a sala de aula, quando vi a professora parada na porta, aguardando os alunos, mas minha fome falou mais alto, e coloquei todo o resto do sanduiche dentro da boca. Ao ver a expressão de desaprovação da mesma. Sorri atrapalhado, e fui logo me sentar. Percebi que meu caderno estava fora do lugar de costume. A ultima página estava aberta, e nela estava escrito um trecho de uma música:


“ I can't remember anything

Can't tell if this is true or dream

Deep down inside I feel to screem

This terrible silence stops me ”


– Quem foi o viado que mexeu nas minhas coisas?! – Gritei furioso para toda a sala ouvir.


– Basta Zachary! Pegue suas coisas e saia da minha aula! – Ela parecia me fuzilar mentalmente.


Bufei, e comecei a arrumar meu material, deixei cair o estojo no chão, me curvei para pega-lo, e ao levantar, olhei para a carteira ao lado e pude notar que as coisas do garoto estranho não estavam mais ali. Me despedi de Johnny e de Jimmy, e foi ai que notei que Matt não estava em aula. Sai da sala sem nem sequer trocar olhares com a professora. Já era a segunda vez que havia sido expulso da aula. Não quero nem saber o que minha mãe vai pensar disso. Estava indo em direção à saída, e ouvi alguns grunhidos suspeitos, segui o tal barulho, para ver qual seria o casal que eu flagraria desta vez. Avistei de longe matt, com uma garota loira, não conseguia ver o rosto, mas algo me dizia que era Gena. A raiva me subiu a cabeça, e eu apressei os passos, não podia acreditar que Shadows estava ficando com a Gena! Quando estava preste a explodir, notei que era outra garota, e não Gena, mas era tarde demais, eles já tinham notado minha presença. E eu corei.


– Hm, desculpa.. Achei que ela fosse a.. Gena.. – Estava visivelmente sem jeito. O grandalhão parecia que ia me matar. Sorri amarelo. E dei meia volta, ainda sem jeito. Algo me dizia que eu iria apanhar.


Continuei meu caminho para fora do colégio, e finalmente avistei o portão de saída. Passei por ele e olhei para o lado distraído, vi de relance um homem encostado no muro da escola. Mas não dei muita bola, depois dei alguns passos ainda distraído, me toquei de quem poderia ser, e olhei rapidamente para trás. E ele não estava mais lá. Estranhei. Como não era meio dia ainda, fui para uma praça perto do colégio, pois ia esperar a Gena sair. Sentei em um banco vazio, e peguei um cigarro, ali podia fumar sem ninguém me encher o saco, e ficar dizendo que aquilo não me faria bem.


Do outro lado da praça haviam 4 caras, entre eles, um que eu já havia visto por ai, ele tinha cabelos compridos mais ou menos até o ombro, e olhos incrivelmente azuis. Neste momento o cabeludo olhou para mim e me encarou profundamente, fingi não perceber, e virei o rosto. Eles ficaram ali até o final das aulas do colégio ali perto. Quando deu meio dia, fui para frente da escola esperar Gena. Não sei o que essa garota tanto fazia que demorava meio século para aparecer lá na frente, se ela estiver ficando com algum pilantra, eu juro que arrumo briga com ele. Dessa vez foi mais rápido que o esperado, quando a vi, meus olhos brilharam, aquela garota era realmente muito linda. Cumprimentei-a, e segurei suas mãos, tal coisa que nunca havia feito antes. Vi ela corar, e baixar o olhar. Ri da reação da garota, e continuamos andando, passamos pela praça onde eu estava há alguns minutos atrás, e os quatro caras ainda estavam lá, mas desta vez, havia um quinto sujeito, e esse era Brian.


– Ei, Gena. Olha lá, aquele cara de cabelos arrepiados é que estava nos meus sonhos, conhece ele de algum lugar? – Sussurrei para ela, apontando com a cabeça em direção ao garoto.


– Não, nunca o vi antes. Ele parece ser um cara bem sinistro, e bem... bonito também. – A garota abriu um sorriso malicioso, e essa foi a minha vez de sentir ciúmes. E acreditem, não foi pouco.


(3ª Pessoa )


O casal passou reto pela praça, foram conversando sobre coisas aleatórias, junto de sorrisos e gargalhadas, parecia um casal de namorados, que acabaram de oficializar o relacionamento. Eles andavam como lesmas, parecendo que não queriam chegar em casa e ter que se desgrudar. Gena olhava Zacky com um olhar apaixonado, todos que os vissem notariam isso, só Zacky que não. Os dois, que ainda de mãos dadas, estavam chegando perto da rua que a garota morava, ela temia que Zacky convida-se outra garota para sair. Então inventou uma mentirinha básica.


– Você está livre agora à tarde?


– Estou, só algumas tarefas para fazer, coisa que não vou fazer. – Ele riu de sua própria incompetência.


– Eu tenho um trabalho para fazer, poderia me ajudar?


– Claro, só não garanto que vou ajudar mesmo. – Ela riu.


–---


A garota loira estava na frente do fogão aceso cozinhando um macarrão instantâneo, enquanto conversava com esfomeado sentado a mesa. Depois dos dois terem almoçado, tiveram que limpar a bagunça que tinham feito na cozinha. Enquanto a garota lavava a louça, ele secava. O garoto rechonchudo avacalhou com a loira, pegou um pouco de espuma e jogou na mesma. Ela ficou puta, e fez o mesmo. Ficaram nessa de guerrinha por algum tempo. Quando notaram a bagunça que fizeram, eles pararam.


– Você tá cheio de espuma! – Ela riu da desgraça do outro, que só revirou os olhos. – O que foi? Foi você que começou!


– Mas você não devia ter continuado, achei que fosse mais madura que eu. – Ele se emburrou, mas logo riu da situação dos dois.


– Há-há-há.. muito engra-


– Tem espuma no seu rosto. – O garoto chegou mais perto do rosto da menina, e limpou a espuma com as costas da mão, segurou o queixo da garota, trazendo-a para perto de si. Ela parecia perdida naqueles orbes verdes e brilhantes do garoto que parecia que iam sugá-la para outra dimensão, de tão penetrante que era aquele olhar. Quando faltava alguns centímetros para eles selarem os lábios, a garota se afastou, olhou mais alguns segundos para o mesmo que antes estava quase a beijando, e foi para o quarto.



No caminho para o quarto a garota estava se odiando por ter feito aquilo. Mas sabia que talvez era o mais o certo a fazer. Não queria ficar com ele só por ficar, queria mais que isso. Queria um relacionamento com o garoto que ela gosta em segredo, há muito tempo.


Na cozinha, o moreno estava apoiado a pia, pensativo. Ele se deu conta da bagunça daquele lugar, e como a culpa era do mesmo, o mínimo que podia fazer era limpar tudo aquilo. Depois de dar uma de faxineira. Ele foi ao quarto de Gena, antes de entrar, ele bateu na porta. Mas não obteve sucesso, ela não respondeu, então entrou. A loira estava sentada na cama, com os cabelos molhados, visivelmente ela havia saído do banho faz pouco tempo. Ele se sentou ao lado dela, ainda sem trocar uma sequer palavra.


– Zacky, eu tenho uma coisa para te falar, e não é de agora, já faz um tempo.. – Ela falou super baixo, mas dava de se entender.


– Diga.


– Bem, não sei se você já percebeu, mas eu, meioquegostodevocê. – Falou depressa.


– Você o que? – Fez uma cara de confuso.


– Eu meio que gosto de você, Zacky. – A garota estava parecendo um pimentão.


– Eu também gosto de ti Gena, como não gostar da minha melhor amiga? – Ele abriu um enorme sorriso, e abraçou a garota, meio atrapalhado.


– Não zacky, me larga. Não desse jeito porra! Eu gosto, gosto mesmo. Ah, qual é. To parecendo uma criança... – Ela o encarou, e correu uma lagrima do seu rosto. — Zacky, eu te amo.


Os olhos de zacky estavam arregalados, e o clima ali estava tenso. Ele não sabia o que fazer, muito menos o que dizer. Estava paralisado. Todas as indiretas agora faziam sentido. Todos os ataques de ciúmes, e brigas, vieram a fazer algum nexo. Ele se perguntava de como era tão burro, e de como não havia percebido aquilo antes? E a única coisa que veio em mente do garoto, foi levantar, e ir tomar um ar na janela. Ele ficou ali por alguns minutos, apenas refletindo, naquela simples 3 palavras. “Eu te amo” As palavras giravam na sua mente, tentando fazer conexão com alguma outra palavra. Era um sentimento que ele nunca havia sentido antes. Ele sempre fora o cara durão, pegador sem sentimentos. Talvez porque de certo nenhuma garota havia dito isso antes para ele.

–---

(Gena’s POV)


Ele já estava ali sem reação faz uns 5 minutos. Será que eu o pressionei demais? Talvez eu não deveria ter dito isso para uma mente tão pequena, mas alguém deveria abrir a cabeça daquele garoto, ele tem que ver que a vida não é só pegar, e transar com qualquer uma. Uma hora ele teria que abrir os olhos, e saber que teria que escolher alguém para passar o resto da vida. Mas que merda eu estou pensando? Zacky não é desse tipo. Me levantei da cama, e fui ao lado do Baker. Ainda sem trocar nenhuma palavra. Ele olhava para o lado de fora da janela sem piscar. E eu apenas ali, o observando. Ficamos assim por mais alguns minutos, até que a criatura resolveu dar um sinal de vida. Ele olhou para mim. E segurou meu rosto do mesmo jeito que a um tempo atrás na cozinha. Só que dessa vez, ele me abraçou forte, fiquei surpresa, mas logo devolvi o abraço. Aquele garoto tinha o melhor abraço de todos, era reconfortante, sincero, e aconchegante. Meus olhos se encheram de lágrimas, percebendo que ele não sentia o mesmo por mim. Por mais que eu não quisesse, minhas lágrimas insistiam em cair. Quando ele me soltou. Ele percebeu meu estado e se assustou.


– Meu Deus! – Ele secou as ultimas gotas de água salgada que escorriam dos meus olhos, e por fim disse alguma coisa. – Gena eu também te amo... Mas... Como amigo... – E eu tornei a chorar. – Eu acho... Eu não sei, estou confuso demais. Me de um tempo. Preciso pensar a respeito.


Eu engoli o choro, e sequei minhas próprias lágrimas, o encarei por alguns pequenos segundos e por puro impulso, eu o beijei. Senti meu corpo se estremecer ao toque gélido de seus snikebites encostando nos meus lábios quentes, o beijo começou calmo, e não demorou muito para que ele corresponde-se o mesmo, e ele me colocou contra a parede, grunhi ao sentir nossos lábios se separando. Não o sentia mais perto de mim. Abri os olhos, e vi que ele estava sentado na cama...


– Gena, não posso fazer isso. Você é minha amiga, isso... É estranho. – Ele franziu o cenho ao olhar nos meus olhos.


– Entendo... – Desviei o olhar. – Esquece o que aconteceu aqui... Não precisa mais tocar nesse assunto.


– Tudo bem, vou para casa. Preciso pensar. Tchau pequena. – Ele me abraçou, e me deu um beijo na testa. E eu apenas assenti.


Eu o vi dando as costas, e foi ai que perdi meu chão. Como pude gostar de uma baleia como aquela? Eu deveria saber que baleias não têm sentimentos. Mas não, eu tive que ficar ali, cutucando aquele sentimento, até ele virar algo maior e mais intenso... Deitei na cama, fechei os olhos, e mergulhei em um sono profundo.

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(Zacky’s POV)


Peguei meu celular, e olhei as horas. Eram 5h da tarde, o tempo passara muito rápido. Eu estava indo para casa quando alguém me puxou pelo braço para dentro de um beco escuro.


– PORRA! ME SOLTA!


– Calma merda! Sou eu, Johnny, seu viado. – Ele estava só de cueca. Comecei a rir da situação do gnomo de jardim.


– Cara! Que merda é essa?! – Minha risada já havia chego ao estágio de gargalhadas. E ele estava com cara de quem ia me matar. – Como você fez essa proeza?


– Longa história... – Ele começou a me contar o que havia acontecido.

FlashBack ON

(Johnny’s POV)

Eu tinha saído da aula já fazia uns 35 minutos quando Lacey me ligou pedindo para que eu fosse a sua casa dar uns amassos, pois a mãe dela iria ficar trabalhando até mais tarde. Achei a ideia ótima e não pensei duas vezes antes de ir para a casa da mesma, afinal, já viu os peitos que aquela morena tem?... Cheguei lá com atitude de garanhão pois não queria saber de preliminares, toquei a campainha, ajeitei o cabelo e abri um botão da camiseta que estava usando. Ela abriu a porta com um sorriso malicioso no rosto, me puxando pra dentro pela gola da blusa. A morena selvagem me jogou no sofá e começou a me dar pequenos beijos, descendo pelo meu corpo e passando a mão por mim, quando me dei conta já estava sem roupa e ela, em cima de mim fazendo movimentos bruscos para frente e para trás. Soltei alguns gemidos aproveitando o momento, mas fui brutalmente interrompido por um barulho de chaves do lado de fora da porta, joguei Lacey no chão sem me preocupar se ela fosse se machucar ou não, peguei a única peça de roupa que estava em cima da mesinha de centro da sala e pulei a janela.

Flashback OFF

( Zacky’s POV)

– Porque você não se camuflou no meio dos anões de jardim? – Eu ria feito louco da cara do gnomo.


– É que os anões não são tão gostosos feito eu. – Ele fez uma cara de sou foda, o que me fez rir mais ainda. – Chega porra! Me ajuda a sair daqui.


– Beleza cara, entra aqui na minha mochila. – Ri mais ainda.


– Cala boca seu gordo! Nem deve ter espaço ai dentro para mim, aposto que só tem comida.


– Claro, eu tenho que sobreviver, não posso morrer desnutrido. E por acaso, tem uma calça da ed. Fis. Pega ai. – Apontei para a mochila em minhas costas.


– Porra porpeta, isso é enorme, que tamanho tu usa?!


– Não reclama, e poe essa merda.


– Tá, tá. – Ele revirou os olhos, e vestiu a calça.


– Cara, você tá parecendo um palhaço! Vamos logo para a minha casa. Não quero que alguém me veja com você nesse estado. – Olhei para os lados, para me certificar que não havia ninguém conhecido por perto.


Fomos meio que correndo até a minha casa. Não é que eu tenha vergonha do Johnny, mas ele não estava muito apresentável. Quando nós chegamos a minha residência, mandei ele vestir uma outra roupa, que por acaso serviu nele. Preparei algo para comer, e depois ficamos jogando vídeo game e conversando sobre coisas aleatórias.


Ouvimos a campainha tocar, e eu fomos atender. Desci as escadas sem nenhuma vontade de receber qualquer visita. Olhei pelo olho mágico e não havia ninguém.


– Crianças malditas! Parem de tocar campainha dos out...- Foi ai que vi uma carta no chão. Não tinha destinatário, nem remetente. Peguei o estranho pedaço de papel.


Fechei a porta, peguei o molho de chaves, e tranquei a mesma. Subi as escadas, olhando para o papel, que não sei de quem, havia acabado de receber. Entrei no quarto, e o anão estava me trapaceando no jogo! Dei de ombros, e sentei na cama. Abri a carta, e pela minha surpresa, nela dizia:


“You close your eyes and try to wish it all into place,

You never open them, so it passed you by.

You close your eyes, so you may never fall from grace

You open just in time to say goodbye.”


“Me chame de Synyster Gates.”


Era outra parte de uma música. Só que dessa vez, estava assinada. Mas o que diabos estava acontecendo?!


Notas finais
Está ai :D Reviews?! *-*