She's Gone - 2° Temporada
18 Capítulo 18
Notas iniciais
POV Ashley
Por mais que eu amasse Hanna, eu não podia continuar a manter esse segredo. Então, fui até é a casa dos DiLaurentis para falar com Jessica.
Quando estava quase a bater à porta, senti uma forte batida na minha cabeça. Cai, mas antes de ficar inconsciente, vi sangue na lateral de minha cabeça. Vi uma garota vestida de vermelho avançando a minha frente. Logo depois, ela pegou numa pedra pontiaguda e bateu três vezes com ela na minha cabeça e repente tudo ficou preto.
POV Alison
Eu, Emily, Aria e Jonay olhávamos para a tela abismados. A "Big A" tirou sua mascara e revelou um rosto bastante conhecido: o rosto de Hanna.
Hanna: Surpresa! Aposto que querem saber o que me levou fazer isso, não é?
Emily: Como você foi capaz?
Hanna: Quando eu nasci, eu fui rejeitada pela falia DiLaurentis. Eles inventaram que eu machuquei você, Ali, e me internaram no Radley só para se verem livres de mim. Isso me fez ganhar ódio de todos os DiLaurentis. Eu queria me vingar de todos vocês, mas não tinha como eu estava la dentro, sem puder fazer nada.
Aria: Como? Você esteve sempre la. E como é que você ficou com Ashley? — Perguntou curiosa.
Hanna: Até que apareceu, uma mulher que queria muito ter um filho, mas que não podia. Ela se apresentou como Ashley Marin. Ela ficou ali brincando comigo todos os dias, até que eu sai do Radley. Nem minha mão nem o meu pai foram me buscar e Ashely me levou para sua casa. O marido dela não gostou dela ter me levado para la, mas acabou concordando em me adoptar. E, além de uma família que poderia me amar, eu vi uma oportunidade de me vingar.
Emily: Mas, você é uma garota. Como é possivel que vcê seja o irmão de Ali e Jason?
Hanna: Eu nunca me dei bem com o facto de ser um garoto, sempre quis ser uma garota. Então, antes que eles me adoptassem, eu pedi para fazer uma dessas cirurgias. Charles virou Rachel, que virou Hanna.
Alison: Por quê você nunca me contou? Eu podia ajudar você.
Hanna: Eu queria destruir toda a família DiLaurentis. Mas eu comecei a me aproximar de você. Você fazia aquele bullying comigo. Eu pense que você realmente quisesse me ajudar quando me ensinou a provocar o vomito, mas não. Você me fez mal. E quando eu percebi isso, foi a gota de agua. Continuei com vocês e continuei a vomitar, mas comecei "A".
Alison: Você me infernizou a vida por isso?
Hanna: Por isso? Vai perguntar a cada pessoa que você humilhou se ela não tinha vontade de fazer o que eu fiz. A diferença entre mim e eles é que eu tive coragem de o fazer. E quer saber? Eu não me arrependo de nada.
POV Spencer
Eu reconheci a garota da foto. Fui até Delegacia.
Tanner: Espero que seja importante.
Spencer: Minhas amigas foram sequestradas e eu sei por quem.
Tanner: De novo essa historia. Qual o nome?
Spencer: Hanna Marin, ou melhor, Charles DiLaurentis.
Tanner: O quê? Como é que você acha que sua amiga é a sequestradora.
Spencer: Hanna desapareceu no mesmo dia que Aria e Emily e agora, provavelmente, Alison. Nós suspeitávamos que alguém daquela família estava nos ameaçando com coisas que só pessoas muito próximas sabiam. Hanna é uma DiLaurentis e sempre esteve muito próxima de nós.
Tanner: Faz sentido. Onde é que você acha que ela pode estar?
Spencer: Eu não faço ideia. Mas sei quem poderá nos ajudar a achar um plano.
POV Jonay
Enquanto Hanna contava sua historia, eu fixei meu olhar num canto da tela. Ela estava no Radley, assim como nós. Como eu sabia que estávamos no Radley? Numa mesa que havia na sala que estávamos, tinha muitos papeis com diagnósticos dos pacientes do Radley.
Por quê ela os trouxe para o Radley?
Senti uma corrente de ar vinda de um canto da nossa sala. Era o sistema de ar automático. Fui até onde vinha o ar e vi uma conduta de ar. Abri fazendo menos barulho possível e assim que estava aberto, esperei até que Hanna desligasse a tela.
Assim que o fez, chamei as garotas.
Passamos pela conduta e chegamos em outra sala, mas, nessa sala Hanna estava à nossa frente.
Depois que viu Alison, Hanna correu até a mesma e a abraçou chorando.
Hanna: Me perdoa, Ali. Por favor. Me perdoa.
Vi Emily e Aria surpreendidas com a mudança de humor repentina de Hanna.
Alison: Ela tem um transtorno de bipolaridade. — Disse, sem emitir nenhum som.
Essa situação está cada vez mais surpreendente.
POV Mike
Enquanto eu e Mona pensávamos em algo para atrair "A", recebi uma ligação de Spencer dizendo para eu e Mona irmos até a polca de Rosewood. Fomos até la e vimos Spencer, Ezra e Tanner.
Mike: O que se passa?
Tanner: Temos de pensar em algo para prender com Hanna Marin.
Ficamos uns bons minutos tentando descobrir algo que pudéssemos usar contra Hanna. Até que tivemos uma ideia: Mona dizia que contaria tudo à policia se Hanna não viesse até ela. O plano era bom mas eu não gostei nada da ideia de Mona ser a isca. Isso não poderia ter nenhuma falha.
POV Amy
Eu e Red Coat estávamos assistindo tudo o que se passava no Radley pelo computador. Eu estava adorando ver Emily e Alison desiludidas com Hanna. Mas eu tinha medo que Aria passasse nervoso. É como eu já disse: Eu não quero que nada aconteça a ela nem ao meu sobrinho.
Red Coat: Está quase na hora.
Amy: O quê
Red Coat: Depois que essa actuação toda acabar, Hanna pode matar todos os que estão la dentro. Incluindo ela mesma.
Amy: O quê?! Ela me garantiu que Aria sairia ilesa disso tudo.
Red Coat: "A" nunca cumpre suas promessas.
Eu não podia deixar que Hanna matasse Aria e meu sobrinho. Ela tinha me prometido que nada aconteceria com minha irmã. Como eu salvaria ela?
POV Aria
Hanna estava instável. Alison, Emily, Jonay e eu tentávamos descobrir quem estava com ela, além de minha irmã. Mas todas as respostas dela eram muito vagas ou não faziam sentido nenhum. E o cheiro esquisito dessa sala não estava a ajudar.
Aria: Pode dizer algo com sentido, por favor.
Hanna: Tudo o que ouviram aqui, vai morrer aqui.
Aria: Eu desisto.
Emily: O que você quer dizer com"vai morrer aqui"? — Sentia se medo em sua voz.
Hanna pegou um isqueiro, acedeu o mesmo e lançou o até um local da sala. Aquilo causou um incêndio que se espalhou por todas as possíveis saídas dessa sala e nos rodeou.
Aquele cheiro esquisito, era, afinal, gasolina.
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