Notas iniciais
Ok, gente linda!!! Vim uma noite mais cedo postar este capítulo porque não sei se terei como fazer isto amanhã (domingo). Então... ÓTIMA LEITURA!! Ps: Sei que este ficou curtinho; minha inspiração foge à galope sem tanto retorno (...) Mas não se preocupem! Compensarei a curiosidade de vocês, all right?! *---* DIVIRTAM-SE !

Depois das poucas descobertas e da conversa com o Sr. Borges rumo aos mistérios, o trio seguiu em busca de mais pistas, como Sherlock havia planejado naquele dia mais cedo. O detetive, Watson e Rita logo caminhavam mata adentro atrás de indícios do desaparecimento da expedição de Marcos Ribeiro e do homem que meses atrás buscava pela tribo. Enquanto caminhavam, ora refletiam ora conversavam:

– Não temos muito o que pensar, Sherlock. – Começou Watson afastando uns galhos secos do caminho com sua espada. Holmes seguia logo atrás afastando também o que conseguia facilitando o caminho para Rita que estava em seu encalço.

–Explique-se, Watson. – Falou Holmes um pouco ofegante.

– Segundo o que pude perceber, o louco que ameaçou o Sr. Borges tentava encontrar alguma cura para a filha... – Explicou o doutor Watson relembrando o recente relato.

– Esto faz sentido. – Rita pensou alto – Sherlock, alguma coisa matou a filha daquele homem e o motivo está acá, nestas tierras. – A espanhola pulou um fino riacho.

– Sim, isto está claro para mim. O tal homem passou a viver em função desta cura e algo me diz que não mediu consequências para isto. – Sherlock continuou enquanto caminhava agora com gotículas de suor escorrendo pelo corpo.

– Quizás ele tenga se sentido culpado por não ter conseguido salvar a filha e... Enlouqueceu. – Rita retomou pensando na dor da perda.

– Concordo com você, Rita. – Watson expôs retirando o chapéu e enxugando as gotas de suor do seu rosto – Mas ele me pareceu bastante agressivo no relato do Sr. Borges e isto só o torna suspeito... Onde devemos parar, Holmes? Este sol é escaldante, homem! – Concluiu ofegante.

Sherlock segurou a mão de Rita enquanto esta levantando o vestido atravessava um pequeno barranco, e falou em seguida:

– Justamente, meu caro. Só o torna suspeito. – Holmes falou rápido observando as plantas ao seu redor sem soltar uma das mãos de Rita – Tudo isto que vocês disseram eu já concluí desde que conversávamos ainda com o Sr. Borges--

– Nossa, como você é modesto, Holmes. – Watson o interrompeu enquanto Rita riu discretamente.

– Sei que não sou modesto, meu caro. Poupe-me de suas ironias – Sherlock respondeu asperamente e no momento em que fez menção de continuar, Watson o interrompeu novamente:

– Não entendo... – Começou falando enquanto cortava mais galhos e a sua frente – como Rita... – Olhou de relance para ela que riu novamente – o aguenta, meu amigo! – Watson cansava e parou por instantes apoiando-se na espada cravada ao chão.

– Não me venha com esta agora, Watson! E não coloque Rita nestas suas baboseiras. – Sherlock receava que seu amigo tivesse razão.

– No o leve a mal, mi amor. – Rita sorriu em meio a um grande suspiro a fim de recuperar o ar.

Watson piscou maroto para Rita antes de continuar enquanto Sherlock apoiava-se nos joelhos:

– Se eu fosse a Rita o largav--

– Ah, mas que ÓTIMO que não é! – Sherlock o interrompeu irritado – EU que o devia largar aqui no meio desta mata sob este sol de 50 graus!

Watson riu abertamente.

– Caro Holmes, eu só precisava me distrair um pouco e oxigenar meu cérebro. – O doutor e amigo confessou simples – Você já devia se acostumar. – E olhou o detetive com um misto de apreensão e divertimento.

– Ora, seu... – Holmes o empurrou desequilibrando-o do apoio na espada.

– No se preocupe con as brincadeiras de Watson, Sherlock – Rita posicionou-se de frente para o detetive olhando-o de maneira gentil e persuasiva – Vocês son amigos de longas datas... – Continuou à medida que desabotoava alguns botões da camisa do detetive tocando-o levemente – Así está melhor?

Sherlock Holmes não conseguiu responder apenas encarando-a a centímetros de si.

Ela, por sua vez, retomou o assunto principal:

– Pienso como un grupo inteiro simplesmente se perdeu ou... Morreu sem deixar nenhuma pista... – Afastou-se alguns passos.

Watson estalou os dedos para o amigo em sinal de atenção.

– Bem, vocês estão se esquecendo de um detalhe ou de mais algumas pessoas. – Sherlock focou-se no assunto – Um grupo de expedição não pode ter sumido de repente e é aí que o ameaçador homem de meses atrás torna-se o principal suspeito. O Sr. Borges nos falou que o grupo estava com ele e depois não foram mais vistos. – O detetive, inconscientemente, retomou sua postura altiva e austera de sempre – Além do jovem intérprete, o Marcos Ribeiro, que deve saber de algo que não sabemos sobre toda esta Expedição.

– Isso mesmo, Holmes. Lembro-me que Borges falou ainda que Ribeiro era do grupo daquele homem. – Watson refletiu.

– Verdad, Sherlock. Temos que nos aproximar deste Marcos Ribeiro. Ele pode ser útil. Perigoso, porém útil. – Rita sugeriu.

– Tudo indica também que, como percebemos, o tal homem da Expedição perdida pode ser o suposto falecido marido daquela mulher.

– Sim... Estella Lavoie. – Completou Watson pensativo.

– Exatamente. O caçador a quem a Sra. Lavoie se referiu como marido. – Holmes assegurou — Só pode ser ele.

– Creo que es melhor continuarmos e voltarmos ainda enquanto estiver claro, mi amor. – Rita mirou o céu percebendo o sol mais ameno.

– Sim. Vamos. Para encontrarmos algumas pistas é só questão de tempo. – Sherlock pensou alto.

– E espero que não seja muito tempo. – Watson prosseguiu abrindo caminho.

Notas finais
Fantasminhas, cadê vocês e seus comentários?! Tô sentindo falta de mais opiniões! Então, nem que seja apenas UMA palavra, façam esse favorzão à esta autora quase desistente, please. Espero ver TODOS em breve! Os reviews nos aguardam!! ;))