Notas iniciais
Bem, eu achei o último capítulo muito inútil porém não vou editá-lo e nem deleta-lo , Esse capítulo contém as mesmas informações porém é mais detalhado e na minha opinião MUITO melhor!
Boa leitura ^^

Era uma terça feira chuvosa em Londres.Holmes acabava de acordar, havia dormido em sua poltrona da sala com um cachimbo bem velho em sua boca pouco aceso ainda e um livro sobre suas pernas, Holmes teve uma noite mais que maldormida. Cambaleando em exaustão se direcionou a cozinha em busca de um café forte para se animar ao menos um pouco, colocou a água para ferver e uma fala invade o ambiente quebrando o silêncio.

-Como foi a noite caro Holmes?-Perguntou Watson que se escorou no arco que estruturava a porta da cozinha carregando um palitó marrom.

-Waaatson!-Disse Holmes bem calmo, ele exclamou como se não visse seu amigo a tempos.-Aceita um café?

-Aceito.

Holmes erguia uma xícara de café em direção a Watson logo após terminar de coar.

-O que o trás aqui?-Disse Holmes enquanto se sentava novamente em sua poltrona.

-Lhe avisar que terei de partir de Londres por alguns meses .

-Bem, pela formalidade de sua roupa você vai fazer uma viagem importante, a etiqueta ainda pendurada em seu palitó nos diz que terá um encontro com um indivíduo considerado importante ou com alguém de muito afeto quando chegar ao seu destino aliás , pelo que sei , você não gosta de fazer compras então podemos chegar a conclusão que você está indo a uma entrevista de emprego ou ver algum parente doente.

-Bem sua análise merece uma boa avaliação, digamos que você acertou um pouco.Fui convidado a um serviço em uma ONG em Washington e sim, tenho uma tia que creio estar no leito de morte então passarei em Detroit para lhe fazer uma visita.

-Então eu fui muito bem, não?-Disse Holmes- Quando você parte?

-Daqui à uma hora mais ou menos, talvez 50 minutos.

-Tempo suficiente para você me acompanhar até a tabacaria, meu cachimbo está muito gasto e velho e preciso de cigarros artesanais, se não for incomodo.

-Incomodo nenhum.

Eles saíram de casa e rapidamente entram no carro de Watson.

Quando chegaram se encaminharam até a tabacaria o que demorou um pouco pois a calçada era larga e a tabacaria se localizava em um beco próximo de umas casas abandonadas.Holmes olhava o estoque de cachimbos enquanto percebe uma mão em seu ombro, não se virou, apenas raciocinou: “Desse ângulo da para perceber os sapatos , devem ser de número 42, dedos compridos, sombra de óculos,Cartola e uma bengala feita de madeira de Pau-Brasil...”

-Olá Sr.Bellany , como vai?-Disse Holmes.

-Como nunca, Holmes, surpreso. – Respondeu o velho conhecido de Holmes , Sir Edward Bellany.

Holmes se virou com o cachimbo de sua preferência em mãos e Bellany o tomou um aperto de mão.

-Preciso falar com você, vim a Londres a sua procura. –Disse Bellany enquanto levou Holmes a um canto isolado da tabacaria. –Você é o melhor investigador que conheço, não pude confiar esse caso a nenhum outro, se é que não saiba ainda, estou morando em Barnacle Bay e o governo me confiou o dever de contratar o melhor detetive para investigar os assassinatos quem vem acontecendo por lá.Começaram mais no norte da cidade e os fazendeiros que por lá moram alegaram ter visto um enorme lobo ou urso ou coisa do gênero, um dos fazendeiros disse ver de perto um dos assassinatos e falou ver um bicho enorme arregaçar o corpo de uma donzela que por lá passava, posso confiar em você?

-Me perdoe Bellany, faço apenas investigações locais. –Holmes deu a desculpa mais esfarrapada que poderia dar, pagou seu cachimbo e seu fumo e se foi acompanhado de Watson.

No meio do caminho Watson disse:

-Bellany nunca soube falar baixo mesmo , porque você não aceitou o serviço?

-Não confio em Bellany,nunca confiei ele que arranje outra pessoa para fazer isso.-Disse Holmes.

Watson não disse nada e logo deixou Holmes em casa de novo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.