She Wolf

14 Capítulo 14 - SURPREENDIDOS


Notas iniciais
BOA NOITE MEUS AMORES!!!
Como foram de semana? Eu estou cansada! Fim de ano é fogo ¬¬
Desculpem não ter postado ontem, mas é que o site estava fora então... Mas já estou remediando o caso! Tem cap fresquinho que espero que vcs curtam sem reservas ok?
Nos vemos ao final...

Para chegarmos logo ao hotel resolvemos cortar caminho pelo Parque. Paul segurava minha mão displicentemente, quem nos visse acharia que éramos um casal de namorados, essa idéia mexeu um pouco comigo, mas decidi deixar pra lá, afinal não estávamos em nossa cidade, onde os olhares reprovadores poderiam nos alcançar.

Íamos alegres e descontraídos, relembrando as últimas horas vividas ali no parque, falando dos lances engraçados da partida de futebol. Os amigos dele eram muito divertidos, com exceção de Jane que além da antipatia gratuita agora nutria uma raiva mortal por eu ter ganhado o jogo. Dei de ombros, ela não era importante para mim, em contra partida havia Paul... Ele estava feliz como uma criança. Ria solto, divertindo-se a valer com minhas observações ácidas sobre sua “amiguinha”. Permiti-me ser feliz também com e por ele.

Chegamos ao meio do Parque quando ele me lançou um desafio.

- E aí, garota lobo, topa uma corrida pra ver quem chega primeiro ao fim do Parque? – disse brincalhão.

- Só se você prometer que não vai ficar chateado quando eu ganhar! – disse-lhe séria, mas rindo em seguida.

- Rá. Essa eu quero ver! Nada de trapaças mocinha, é jogo limpo, Homem á Homem – disse num tom superior – Ou melhor dizendo, Homem X Garota! – corrigiu-se, fazendo questão de frisar a última palavra com o rosto bem próximo ao meu, instigando-me.

- Quando eu vencer você terá que me carregar nas costas até o hotel, como recompensa – eu disse zombando.

- Quando eu vencer, bem... Pensarei numa forma de você me recompensar regiamente – ele disse me olhando malicioso.

- Você está pronto!? – olhei-o desafiadora.

- No 3 – ficamos em posição de largada – 1... 2...3 – ele gritou disparando em seguida.

Alcancei-o rapidamente e mal tínhamos corridos poucos metros quando ambos estacamos ao mesmo tempo. Nós o sentimos mesmo antes de vê-lo. Nossas narinas queimavam, com o cheiro que ardia no ar, nossos corpos tremeram e o tão conhecido fogo abrasador, que antecedia nossa transformação, correu por nossas costas. Havia um vampiro por perto.

Paul olhou para mim, todos os seus sentidos de Lobo despertos.

- O maldito está pronto para atacar, posso sentir! Você consegue perceber? – ele perguntou enquanto farejava o ar uma vez mais para certificar-se de sua suspeita.

- Sim. O que você sugere? – perguntei concentrada, olhando em volta dei graças a Deus pela hora avançada, o que fazia com que o Parque estivesse praticamente vazio.

- Vamos cercá-lo! – disse, já me puxando para as arvores próximas, despiu-se rápido e esperou que eu fizesse o mesmo, escondemos nossas roupas numa moita, e em questão de segundos assumimos nossas formas de Lobos, passando a planejar o ataque em nossas mentes.

Você vai pela direita, e cobre a saída do túnel” disse Paul rápido, eu apenas assenti, ele continuou “Não deixe que ele perceba sua presença, deixe-o pensar que estou sozinho, eu o forçarei ir em sua direção, quando ele estiver dentro do túnel nós o pegaremos”. Acertado nosso plano, começamos a correr seguindo o cheiro insuportável do Sugador.

Nós o localizamos pouco à frente escondido por trás de uma arvore. Ele esperava paciente por alguma vitima desavisada, fui sorrateiramente posicionar-me no lugar que Paul havia me indicado, de onde eu estava podia vê-lo bem, ele era jovem, supus que não deveria ter mais de 17 anos quando havia sido transformado, seus olhos carmesins estavam agitados, era a sede que o consumia e graças a ela, ele ainda não tinha percebido nossa aproximação.

Vi quando Paul tomou posição de ataque e saltou alguns metros à frente da criatura que, surpresa, se pôs a fugir vindo exatamente para o túnel, como Paul previra. Eu antecipava o prazer que seria destruí-lo, o ódio dominando meus sentidos. Quando ele chegou à metade do túnel Paul lhe deu uma pata nas costas que o fez cambalear, mas o monstro recuperou-se em seguida, girando o corpo rápido e acertando um chute no peito de Paul, vi o enorme Lobo cinzento ser arremessado por alguns metros e chocar-se contra a parede de pedra e em seguida cair de lado no chão.

O Maldito era forte, vi quando ele arreganhou os dentes nojentos se posicionando para dar o bote final, mas antes que ele se quer pensasse em dar o 1º passo eu saltei sobre as costas dele abocanhei seu braço direito logo abaixo do ombro, arrancando o membro com um puxão. Ele soltou um grito aterrador e cambaleou para trás, os olhos esbugalhados, tentando me atingir com o braço que lhe sobrará, pulei pra trás tomando distância, cuspi fora o braço que pendia de minha boca, e me preparei para investir contra ele novamente.

No momento em que íamos nos chocar Paul pulou sobre a criatura cravando as garras em suas costas e os dentes em seu pescoço, decepando-lhe a cabeça com um golpe limpo dos dentes fortes. O corpo do infeliz ficou estrebuchando no chão e nós avançamos sobre ele esquartejando-o com toda fúria que nos era peculiar.

Quando terminamos essa parte Paul olhou para mim dizendo em seguida “Corra até nossas roupas, transforme-se em humana e faça uma fogueira, tem um isqueiro no bolso da minha calça, temos que limpar essa sujeira, sua voz soou fria, seus instintos ainda estavam no comando. Sai correndo e fiz exatamente como ele ordenou, minutos depois ele surgiu sorrateiro entre as arvores, com o tronco do vampiro preso entre os dentes, jogou-o no meio do fogo, que eu tive o cuidado de fazer bem longe da trilha, onde algum curioso poderia parar para verificar o que estava acontecendo, Paul correu de volta ao túnel para buscar as outras partes que haviam ficado por lá.

Terminada a tarefa, ele transformou-se em humano, vestiu-se e ficou ao meu lado com um braço sobre meus ombros. Ficamos quietos e tensos, vendo o desgraçado queimar, seu cheiro nojento infestando o ar. Quando só restam cinzas e o fedor fomos embora em silêncio.

Chegando ao hotel pegamos a chave na recepção e seguimos para o elevador, só voltamos a falar quando já estávamos protegidos pelas paredes do quarto, longe de ouvidos curiosos.

Paul foi o primeiro a quebrar o silêncio. Encarando-me com um olhar sério parou no meio da sala voltando-se para mim. Eu podia sentir-lhe o antagonismo, algo o desgostava e mesmo sem entender por que assumi uma postura defensiva.

- Eu pensei que tinha lhe dito para ficar guardando a saída do túnel! – esbravejou zangado.

- Ahãn! E você jurou que eu ia ficar lá de patas cruzadas vendo aquele monstro atacar você? – a raiva borbulhando dentro de mim.

Ele deu dois passos em minha direção, segurou meus ombros e encarou meus olhos.

- Você faz idéia do meu desespero quando vi aquela coisa pronta para atacar você?- sua voz ainda estava zangada, mas agora também haviam angustia e temor impregnados nela.

Meus olhos suavizaram repentinamente antes de lhe dar minha resposta. Agora eu podia entender o que estava acontecendo ali.

- Sim eu faço uma idéia. Deve ter sido do mesmo tipo que senti quando o vi acertar você com aquele chute – disse-lhe enlaçando sua cintura e recostando meu rosto em seu peito. Não queria que ele visse a minha dor través deles.

Ele respirou fundo me abraçando com força, seu calor aquecendo meu corpo, ficamos assim por tempo incontável.

- Venha, vamos nos livrar do cheiro daquele maldito antes que eu comece a vomitar – ele disse visivelmente enojado, me largando repentinamente enquanto livrava-se da roupa a caminho do banheiro.

Ele me despiu também me enfiou no Box ligando a ducha, entrei direto debaixo do jato de água quente, ele me passou o shampoo, enquanto enxaguava o próprio corpo, terminamos de nos lavar e saímos, enrolei uma toalha em meus cabelos e vesti o roupão que ele me ofereceu, Paul fez o mesmo, escovamos os dentes por longos minutos, depois seguimos para a cama. No caminho peguei minha escova de cabelos, sentei na beirada da cama, livrei meus cabelos da toalha e ia começar a penteá-los quando senti a escova sendo tirada dos meus dedos. Paul sentou-se recostando as costas na cabeceira da cama e me puxou, me acomodando entre suas pernas, de costas para ele.

- Deixe-me fazer isso – pediu, pondo-se a desembaraçar meus cabelos com toda a calma do mundo.

Concordei mansamente, me entregando ao prazer de senti-lo tão próximo. Aquilo era de uma sensualidade que nunca vi igual, sentir seus dedos deslizarem por meus cabelos juntamente com a escova, sua respiração batendo contra minha nuca, era alucinante.

- Você se saiu muito bem lá. Parabéns! – sua voz suave me deixou perceber a ponta de orgulho que a permeava.

- Obrigada, tive um bom professor – rebati feliz, principalmente por ainda estarmos juntos.

- gosto do seu cabelo – murmurou roucamente, mudando completamente de assunto – Ele é lindo. Combina com você – seu elogiou me pegou de surpresa.

Suas mãos deslizaram entre os fios soltos, depois ele afastou-os delicadamente do meu pescoço, deixando minha nuca exposta, depositando ali um beijo quente e suave, fazendo meus pêlos eriçarem, meu corpo estremeceu de encontro ao dele. Girei meu rosto em sua direção na intenção clara de beijá-lo, mas quando vi seus olhos me fitando parei indecisa.

Não havia só desejo ali, como das outras vezes em que estivemos juntos daquele jeito. Um outro sentimento, que eu não queria nomear estava tomando forma, conferindo um novo brilho ao seu olhar. Abracei-o ao invés de beijá-lo, enterrando meu rosto no vão do seu pescoço, para que ele não percebesse o quanto aquilo me incomodava, mas ele sentiu de pronto a mudança em mim.

- O que foi? – perguntou-me calmo, abraçando meu corpo me apertando junto a ele.

- Nada. Acho que é só efeito retardo do terror por que passamos essa noite – menti.

- Ajudaria se eu lhe fizesse uma massagem? – ofereceu insinuante.

- Desde quando lobisomens sabem fazer massagens? – perguntei fingindo assombro. Grata por ele não insistir no assunto.

- Você não faz idéia do que essas mãos são capazes de fazer! – disse misterioso.

- Tudo bem, desde que eu possa retribuir o favor – eu disse sorrindo.

- Mal posso esperar por isso – murmurou desejoso, já tirando meu roupão.

Ele deitou-me de bruços na cama, pegou um óleo de banho na minha necesserie, espalhou um pouco nas mãos e pôs-se a massagear meus ombros. Suas mãos desciam por minhas costas, suavemente espalhando o óleo e friccionando os músculos nos pontos certos. Meu corpo ficou completamente relaxado, entregue á suas mãos habilidosas.

Eu não conseguia pensar em mais nada, só em Paul e em suas mãos quentes acariciando meu corpo. Depois de alguns minutos ele parou apoiando as mãos no colchão, uma de cada lado do meu corpo, eu já estava pronta para protestar quando senti sua respiração tocar minha nuca e em seguida seus lábios deslizarem por ela, ele a beijou repetidas vezes, depois, sem desgrudar a boca da minha pele, ele seguiu deixando uma trilha de beijos até meu ombro direito, depois refez o caminho até o ombro esquerdo, prosseguiu com seus beijos quentes até o meio das minhas costas, minha respiração ficou tão irregular que ele não conteve o riso, perguntando em seguida:

- Você prefere que eu pare? – a voz grave e sarcástica.

- Só pare se você não tiver nenhum amor à vida! – ralhei frustrada.

Ele riu alto inclinando-se novamente sobre minhas costas pondo-se a beijá-la novamente, quando chegou exatamente ao meio das costas, ele deslizou sua língua até a base dela, virou seu rosto para o lado e começou a mordiscar meu quadril; sua mão acariciava minhas coxas e pernas, eu sabia que não agüentaria muito mais daquilo, era uma questão de tempo até que meu corpo fosse dominado pelo clímax. Pressentindo isso Paul passou a beijar e mordiscar minhas nádegas, sua mão subiu pela parte interna das minhas coxas, eu as separei instintivamente arfando em expectativa, seus dedos me tocaram intimamente, estremeci, apertei minhas coxas prendendo sua mão ali para que ele não a removesse.

Ele voltou a beijar e mordiscar minhas costas e a lateral do meu corpo enquanto seus dedos me penetravam afoitos, eu não consegui controlar meus gemidos, muito menos as sensações que seu toque despertava em meu intimo. Segundos depois senti meus músculos prendendo seus dedos com força dentro de mim, meu corpo todo sacudido por espasmos, minha respiração acelerou e finalmente um orgasmo maravilhoso me atingiu levando-me ao céu.

Ele continuou a me beijar, enquanto eu tentava controlar minha respiração e descia das nuvens. Relaxei minhas coxas, libertando em fim sua mão, ele inclinou-se sobre mim sussurrando em meu ouvido:

- E ai, foi bom pra você? – a voz rouca e divertida.

Virei meu corpo de lado na cama, prendi seu rosto entre as mãos e beijei-o como se fosse devorá-lo. Soltei-o apenas por que precisávamos respirar. Ele riu.

- Vou aceitar isso como um sim! – disse vitorioso. Rimos juntos.

Corri meus dedos por seu peito até os músculos da barriga lisa, mordi meu lábio, já antecipando o prazer que sentiria ao vê-lo torturado pelo desejo e murmurei insinuante em seu ouvido:

- Agora é minha vez!

Vi seus olhos escurecerem de desejo, ele deitou-se anunciando feliz:

- Sou todo seu!

- Então, vire-se de bruços, por favor – pedi, ajoelhando-me na cama, derramei óleo em suas costas, aproveitando para devorar com os olhos seu corpo perfeito, a pele morena e sedosa, cobria cada músculo definido das suas costas e ombros. Fechei meus olhos e toquei-o delicadamente, deixando que meus dedos percorrem-se cada centímetro dele num reconhecimento cego. Abri-os novamente e me pus a massagear cada músculo fazendo pressão para deixá-los soltos e relaxados. Ele suspirava.

Quando o senti completamente entregue e sobre meu inteiro domínio, sentei-me sobre suas coxas, passando uma perna de cada lado, inclinei-me sobre ele massageando-o com meus seios ao invés das mãos. Um gemido torturado escapou por seus lábios, vi seu corpo inteiro se arrepiar. Sorri satisfeita, ergui-me um pouco mais e mordisquei o lóbulo da sua orelha, descendo em seguida para o pescoço, beijei-lhe a nuca enquanto meu corpo serpenteava por suas costas, meus seios roçando sua pela excitada. Deslizei meu corpo pelo dele, e à medida que eu descia traçava com a língua e as unhas desenhos imaginários em sua pele, meus dentes alcançaram suas nádegas perfeitas e eu as mordi levemente, uma de cada vez, bem como suas coxas também.

Sai de cima dele e pedi para que ele virasse de frente para mim, ele tentava desesperadamente controlar a respiração, sua excitação era visível, ele me fitava através dos olhos semicerrados, seu lábio inferior preso entre seus dentes, provavelmente para evitar que algum gemido mais alto escapasse, ele ergueu suas mãos para me tocar, mas eu as capturei no ar e afastei-as de mim, sentei sobre sua barriga, seu membro ereto cutucando minhas nádegas, ignorei-o, inclinei-me sobre seu peito prendendo suas mãos pelos pulsos nas laterais da sua cabeça, meus seios ficaram a centímetros da sua boca, mas me desviei antes que ele os pudesse tocar.

Esfreguei meus seios em seu peito, e aquele gemido que ele havia reprimido antes fugiu, ecoando alto pelo quarto, aproveitei para lamber seus lábios, escorreguei minhas mãos por seus braços até alcançar o seu peito, apoiei-me nele e desloquei meu corpo mais para baixo sentando-me sobre suas coxas, meus seios e lábios tocavam agora sua barriga, sua virilha, seu membro latejando era um sinal claro de que ele estava no limite, quando o toquei com os lábios todo o autocontrole que ele tinha mantido até aquele momento evaporou-se, suas mãos agarraram meus braços me erguendo, ele jogou-me de costas na cama me penetrando em seguida com certa violência, seu quadril arremetia contra o meu com força e rapidez, sua boca se apossou da minha com fúria e de repente estávamos os dois arfando e gemendo palavras desconexas até sermos arrebatados pelo êxtase violento de um só golpe.

Meu corpo esmagado sob o peso do dele, ainda estremecia satisfeito.

- Ah Leah, Leah – ele murmurou com ternura, as mãos desprendendo suavemente alguns fios dos meus cabelos, que tinham ficados grudados ali no calor do momento.

Abri meus olhos devagar, sorrindo e ele me beijou, delicadamente.

- Paul? Não. Consigo. Respirar — gemi dolorosamente.

- Oh! Perdão Amor – desculpou-se olhando para mim e sorrindo, enquanto afastava seu corpo do meu.

Estremeci, não pelo frio, ou pelo fato de ele ter se afastado e, sim pela surpresa e pelo choque por ouvir a palavra carinhosa que ele usou para se referir a mim. Ele percebeu a súbita mudança em meu comportamento e ficou quieto, esperando que eu me manifestasse.

Ao invés disso, me sentei na cama de costas pra ele, pronta para fugir dali, ele segurou meu pulso antes que eu pudesse me pôr de pé. Olhei para baixo, observando a mão que me detinha, não ousei encará-lo.

- Não vá. Fique comigo! – suplicou.

Meu coração apertou-se de tal maneira que as lágrimas inundaram meus olhos. Eu lutei bravamente para detê-las e conseguir falar sem trair minha emoção. Fracassei nisso.

- Eu já volto – minha voz falhou, soltei meu pulso e sai rápida, sem olhar para ele, indo em direção ao banheiro, tomei o cuidado de fechar a porta.

Notas finais
E aí? O que acharam? Confesso que meu coração ficou pequenininho com esse final...Tá que vcs podem pensar : "Ué Key, mas foi vc quem escreveu ora essa!" mas lhes digo, Leah nunca foi fácil pra mim, lidar com ela é como ter uma bomba relógio prestes a explodir em mãos!! Paul é mais simples, ele ama e encara, já a Leah...Eita loba complica viu?
bom espero mesmo que vcs tenham gostado...mas só saberei se vcs comentarem né?? Alguém aí, além da Lany, BabySuh e da Vivi acham que a fic merece ser recomendada? Se sim, por favor não se acanhem, o façam ;)
Bom fim de semana queridas!
Bjs,
Key