She Wolf
18 Capítulo 18 - EXORCISANDO FANTASMAS!
Notas iniciais
SURPRESAAAAAAAAAAAAA!!! aasahsudsahusdhauhduhuas
Como estamos hein??? Então, em HOMENAGEM a TODAS vocÊs, por serem as leitoras MAIS CARINHOSAS E QUERIDAS que qqer autora ADORARIA TER, resolvi antecipar o capitulo de sexta-feira! Pensem nele como um Presente de Natal Antecipado ok??? Isso é só uma pequena mostra do QUANTO sou FELIZ por tê-las aqui comigo! Vejam, She Wolf tem 34 leitoras, é a Favorita de 22 e ainda assim só poucas deixam reviews! Não sei o pq disso, mas a verdade é que as poucas que aqui vem e me deixam saber como se sentem ao lerem a estoria, tem o PODER de tornar meus dias MARAVILHOSOS! OBRIGADA por isso Minhas Queridas!
Espero sinceramente que vcs gostem e me deixem saber....Se não for o caso, tudo bem tbm, mas me deixem saber mesmo assim ok??
Nos falamos mais ao final.
À medida que nos aproximávamos da casa de Emily, meus temores aumentavam.
Era fácil dizer que ficaria tudo bem, eu mesma me ouvi repetindo isso em minha mente o tempo todo, mas outra coisa bem diferente era encarar Sam e dizer-lhe “Oi, você parece ótimo! A propósito, estou namorando seu melhor amigo!”. Argh! Só de pensar no assunto meu estômago revirava, era um milagre que eu ainda não tivesse colocado pra fora meu café da manhã.
Antes de sairmos da floresta, Paul parou por um instante, e me puxou num abraço apertado.
- Você está comigo? – me questionou ansioso, eu apenas assenti com a cabeça afundada em seu peito – Então ficará tudo bem. Confie em mim – pediu, beijando meus cabelos e soltando-me em seguida.
Saímos de dentre as árvores escuras, eu pisquei quando a claridade do dia ofuscou meus olhos. Diante de nós estava a casa da minha prima, o “Ninho de Amor” dela e do meu ex-namorado, não consegui evitar que um tremor de repulsa perpassasse meu corpo quando me vi parada frente á ela.
- Tudo bem? — Paul inquiriu, tocando meu ombro e me olhando inquisitivo.
- Estou ótima – menti, procurando me recompor.
- Certo – ele disse, mas seus olhos guardavam um pouco de incerteza – Sam? – ele chamou, parado ao meu lado, apoiando o quadril no carro de Sam que estava estacionado em frente à casa.
Sem precisar de um segundo chamado, eis que surge na soleira da porta Sam, seguido de perto por Emily, com sorrisos de boas-vindas enfeitando seus rostos.
Tão logo notaram minha presença junto a Paul, suas feições mudaram, ele me parecia tenso e curioso, ela parecia... Deslocada.
Fiquei contente em saber que eu não era a única a me sentir mal com aquela história. A traição parecia afetá-los tanto quanto a mim.
- Bem vindo de volta irmão! – Sam exclamou sincero, vindo abraçar o amigo.
- Também senti sua falta! – Paul afirmou, sem nenhum constrangimento em demonstrar sua afeição pelo amigo – Como vai Emily? – ele virou-se para sorrir para ela que havia ficado parada á porta, nos observando, eu a encarava de voltava.
- Estou bem Lobo Mal – ela cumprimentou-o sorrindo com sua face tristemente desfigurada – Vamos, entrem, venham tomar um café conosco – convidou-nos, olhando para mim significantemente.
- Isso, vamos entrar – incentivou Sam – Como você está Leah? Fez boa viagem? – ele completou, olhando-me atentamente, esperando que eu me decidisse.
- Fiz sim, obrigada por perguntar – respondi encarando-o pela primeira vez – Precisamos conversar com você em particular, pode ser? – pedi resoluta, sem sair do lugar.
Seu olhar de curiosidade e surpresa corria entre eu e Paul. Ele desviou seu olhar para a noiva que aguardava pacientemente por nós.
- Voltarei logo – ele lhe disse, já tomando o rumo da floresta atrás de nós.
Paul o seguiu imediatamente, eu olhei-a ainda uma última vez, meneei minha cabeça e lancei-lhe um sorriso apaziguador. Não queria que ela pensasse que as coisas não iam bem para mim, uma coisa era receber olhares piedosos das pessoas da Reserva, outra bem diferente era ser alvo da piedade da mulher que havia tirado de mim o homem que eu amava.
Fui atrás deles, alcançando-os na clareira, Sam sentou-se num tronco caído, e esperou que nos aproximássemos.
- Então, o que os aflige meus amigos? – pediu sério.
Olhei para Paul, parado ao meu lado, os braços cruzados sobre o peito largo, ele olhou-me pelo canto do olho antes de voltar sua atenção para Sam.
- Viemos aqui para comunicar a você, que Leah e eu estamos namorando – ele soltou num só fôlego, pegando Sam desprevenido.
- VOCÊS ESTÃO O QUÊ!?? – Sam perguntou pondo-se de pé num salto, seus olhos disparando de um para o outro, buscando uma resposta.
- Estamos namorando – repeti as palavras de Paul, aparentando uma calma que eu estava longe de sentir.
- E eu posso perguntar como isso aconteceu? – ele dirigiu a pergunta diretamente a mim.
- Embora eu não lhe deva satisfações da minha vida, saiba que começamos a nos envolver a algumas semanas atrás – esclareci com a voz pontuada pela irritação.
- Então você finalmente conseguiu o que sempre desejou, não é mesmo Paul? – A voz acusadora de Sam ressoou entre as árvores.
- Eu. Sempre. Respeitei. Você! – Paul disse entre dentes, num tom tão baixo e tão forçadamente controlado, que por um instante pensei que ele se transformaria e partiria para cima de Sam – E SEMPRE, respeite Leah! Você melhor do que ninguém sabe disso! – ele sibilou as últimas palavras com dificuldade.
- Sei sim ... Sempre tão respeitador, e protetor também não é? Fico imaginando como deve ter sido difícil para você, ouvi-la se lamentando com o fim do nosso romance! – Disse com cinismo e maldade.
Paul deu um passo em sua direção o corpo tremendo perceptivelmente, mas eu me interpus entre eles.
- Você está bancando o Idiota Sam – repreendi-o – Qual o seu problema? Esqueceu que foi você que me trocou por minha prima? – cuspi as palavras enojada.
- EU NÃO TROQUEI VOCÊ!! EU SOFRI O MALDITO IMPRINTING! – bradou raivoso – Eu não tive escolha, eu amei você, nunca duvide disso – afirmou me encarando magoado.
- E o que isso significa exatamente? Que o fato de você ter sofrido o Imprinting, mas ao mesmo tempo ainda lembrar que um dia me amou me condena a viver sem ninguém? Eu devo me resignar a passar o resto da minha vida desgraçada, vivendo dessa lembrança? É isso mesmo? – a mágoa e a indignação se mesclavam em minha voz.
- Até pouco tempo isso lhe bastava – rebateu maldoso.
- Eu vou fingir que não ouvi isso – falei respirando fundo para controlar minha ira – Eu não sabia que mesquinhez e crueldade eram traços da sua personalidade – acusei-o.
- Acho bom pararmos por aqui – Paul manifestou-se, pousando a mão quente em meu ombro, tranqüilizando-me, quando ele mesmo encontrava dificuldade em fazê-lo – Não viemos pedir sua benção Sam, só achamos que, como Líder do Bando você deveria ser o primeiro a saber – ele disse sucinto – Realmente acreditei, que sendo você meu melhor amigo, e ex namorado dela, que entenderia melhor que qualquer outra pessoa – arrematou com pesar.
- E o quê há para entender? – perguntou agressivo – Vocês já se decidiram não foi?
- Como eu lhe disse antes, não viemos pedir sua benção ou permissão, só queríamos que você soubesse disso por nós e não pelos outros – Paul falou, mantendo os olhos fixos em Sam – De hoje em diante, toda La Pusch saberá que estamos juntos – confirmou categórico.
Sam sustentou o olhar que Paul lhe dirigia, respirou fundo algumas vezes antes de voltar sua atenção para mim novamente.
- Você pensou bem no que está fazendo Leah? Tem certeza de que é isso que você quer? – Questionou-me, uma pontada de dúvida sombreava seu rosto sério.
- Tenho sim – falei firme, lançando um olhar rápido para Paul, que sorriu para mim em apoio.
- E você está preparada para o fato de que, a qualquer momento Paul poderá sofrer o Imprinting? – sua voz firme traia sua preocupação e dor.
E pela primeira vez, desde que iniciamos aquela conversa, eu me senti vacilar, imediatamente, como em resposta aos meus temores, Paul entrelaçou seus dedos aos meus, mantendo minha mão pressa a dele como se dissesse, sem pronunciar uma única palavra, que nada iria nos separar. Respirei fundo e encarei Sam calmamente.
- Eu sobrevivi uma vez não foi? O que o faz imaginar que, eu não resistiria a uma segunda queda? — Perguntei-lhe altiva – A diferença nesse meu novo relacionamento Sam, é que tanto eu quanto Paul, estamos seguros dos sentimentos que nos une, e sabemos exatamente o que podemos ou não viver juntos – disse-lhe confiante.
- Você fala como se fosse simples, mas não é – Sam afirmou categórico – Você realmente está disposta a passar por tudo aquilo de novo? – perguntou mais uma vez – Pense bem no que você está fazendo Lee-lee – pediu, seus olhos suplicando meu entendimento.
- Nunca. Mais.Me.Chame.Assim – falei rancorosa, os tremores fazendo minha voz falhar – Você perdeu esse direito quando me deixou, e eu já pensei bastante sobre Paul e eu, e se ele está disposto a enfrentar essa situação eu estarei com ele, fui clara? – perguntei raivosa.
- As coisas não são assim, o envolvimento de vocês implica numa série de fatores que afeta todo o bando – ele disse olhando diretamente para Paul, ele parecia decidido a nos demover de nossa decisão – Você pensou que a estará expondo para o restante do bando? Que eles compartilharão seus pensamentos mais íntimos? – perguntou sério – E como será numa eventual batalha? Você protegerá seu líder ou o deixará na mão para cuidar dela? Já pensou sobre isso Paul? – sua voz irritada ofendia meus ouvidos.
-Eu manterei meus pensamentos referentes a Leah sobre controle, afinal estamos juntos há semanas e nem você, nem nenhum dos rapazes se quer desconfiou disso – Paul falou irônico – Além disso, eu nunca dei motivos para que você ou bando não confiassem em minhas habilidades numa luta – Paul rebateu rancoroso – A pergunta certa é: Por que você está tão relutante em aceitar nosso namoro Sam? Diga-me, o fato de vê-la remoendo seu sofrimento lhe causava algum prazer mórbido? — questionou-o.
- Pro Inferno você com isso – Sam grunhiu colérico – Você acha mesmo que tê-la feito passar por tudo aquilo me deu alguma alegria? Eu a AMEI profundamente, mas do que você possa vir a amá-la um dia, e me culpo todo maldito dia pelo sofrimento que causei a ela – confessou derrotado.
- Se você a amou tanto assim não seria natural que desejasse vê-la feliz? – Paul perguntou desconfiado – ou você espera que um dia esse lance de Imprinting simplesmente termine como num passe de mágica e você a tenha lá, disponível esperando por você? É isso Sam? Você está com ciúmes dela, mesmo sendo comprometido com outra? – as indagações de Paul exigiam uma resposta que Sam relutava em dar.
Eu fiquei de lado, olhando o duelo de olhares entre eles, e por 1 segundo oscilei diante da idéia de que um dia Sam poderia estar livre para mim novamente; então fixei meus olhos em Paul e senti meu coração se expandir de afeto e gratidão pelo que ele estava fazendo, ele estava se expondo por mim, lutando por mim, arriscando sua amizade com Sam, arriscando sua posição de Beta, como o segundo no comando do bando, me amando verdadeiramente.
- Meus sentimentos em relação à Leah só dizem respeito a ela e á mim – Sam disse sério.
- Errado amigo, Eu sou o namorado dela agora, se você tem algo a dizer é melhor desabafar tudo de uma vez por todas, você não terá outra chance depois de deixarmos a clareira – Paul disse, aproximando-se mais de Sam, uma expressão desafiadora no rosto bonito.
Minha respiração ficou suspensa, o clima estava tenso por demais. Sam encarava Paul tão seriamente que, temi que ele aceitasse o desafio que este lhe lançava. Eu odiaria vê-los partindo para os finalmente, por minha causa. Rezei a todos os Santos para que isso não acontecesse.
De repente a atitude de Sam mudou, ele suavizou sua expressão, seus olhos clarearam e ele me fitou calmamente. Reconheci em sua fisionomia o homem sério e caloroso por quem me apaixonei ainda menina. Meu coração acelerou. Ele abaixou a cabeça e fixou seu olhar nos tênis, como se buscasse neles a resposta para o que estava sentindo. Sua voz soou clara algum tempo depois.
- Para o seu próprio bem, espero que você esteja segura da sua decisão – falou resignado, sem com tudo me olhar – Apesar de não aprovar, por motivos óbvios, eu não interferirei no namoro de vocês, mas levarei isso ao Conselho dos Anciões. Até lá, peço que vocês não se precipitem. Nada de se exporem por aí, espero que vocês mantenham isso somente entre suas famílias e o Bando – pediu sério, então finalmente voltou seus olhos para nós – Desejo que vocês sejam felizes – vi a sinceridade brilhar em seus olhos. Esse era o Sam que eu conhecia e admirava, sempre maduro e conciso.
Olhei para Paul e sorri para ele. A tempestade havia finalmente passado, o confronto estava terminado. Sabíamos que Sam não seria mais problema, precisávamos somente saber da opinião do Conselho, o que na verdade pouco me importava, por que eu não deixaria Paul por nada, assim como sabia que a recíproca era verdadeira.
- Esperem um pouco aí... Essa viagem de vocês foi forjada? – Sam perguntou, seu tom passou do sincero ao acusatório em um milionésimo de segundo.
Engoli em seco, pensando no que dizer e optei pela verdade.
- Paul ia mesmo visitar sua irmã e me convidou para ir com ele, mas antes que eu me decidisse por ir ou não, meu chefe me incumbiu de levar uns documentos urgentes para Seattle na mesma época então... – falei dando de ombros.
- Aí vocês aproveitaram para passar o fim de semana juntos – ele concluiu estreitando os olhos.
- Sim, e pode apostar que foi ótimo! – Paul falou com um sorriso enorme no rosto, enquanto eu ficava vermelha até a raiz dos cabelos.
- Poupo-me dos detalhes Paul – Sam grunhiu entre os dentes – Aliás, essa é outra coisa que quero pedir a vocês, poupem a todo o Bando dos detalhes do namoro de vocês, já é bem difícil controlar os garotos sem que eu precise de mais isso ok? – pediu autoritário.
- Por mim tudo bem – concordei rápida.
- Farei o possível – Paul prometeu com um sorrisinho maroto – Mas você sabe, melhor do que eu, o que ela é capaz de fazer com a mente de um cara – ele confidenciou a Sam, completamente recuperado da conversa difícil que havíamos tido minutos atrás.
- Se sei! – Sam concordou revirando os olhos, pelo jeito ele também havia superado.
- Hei! Qual é? – chamei-os – Eu ainda estou aqui – falei constrangida.
Era só o que me faltava, meu ex e meu atual namorado, trocando figurinhas sobre mim. Bufei.
- Desculpe – Paul falou rápido, virando-se para mim fazendo um carinho em meu rosto.
- Ahhh! Por Favor! Eu não estou confortável com isso – Sam admitiu desgostoso.
- Pois trate de se acostumar – Paul alertou, piscando para ele e me dando um selinho em seguida.
Eu tive que rir com a careta que Sam fez ao presenciar o gesto.
- Pelo Amor de Deus! – Sam resmungou rabugento, mas em seguida veio até nós e colocou o braço sobre o ombro de Paul.
- Você é um cara de sorte – disse batendo nas costa de Paul – Só me prometa que cuidará bem dela – pediu sério, e sorriu diante do assentimento de Paul.
Sam virou-se para mim, seus olhos negros e profundos prenderam os meus, naquele momento revivi, em minha memória, nossa história de Amor e Dor, e entendi que não fui a única a sofrer com a separação. Ambos fomos vítimas daquela situação bizarra e totalmente inesperada que nos afetou de tal modo que nada poderia reparar.
Vislumbrei em seus olhos, um rápido lampejo do amor que ele me dedicou um dia, e deixei que o amor que eu nutria por ele até aquele momento, encontrasse repouso e sossego num recanto do meu coração, afim de que ele passasse a ser somente uma lembrança.
Ele me tomou num abraço apertado cheio de carinho e respeito, beijando meus cabelos.
- Espero que você seja feliz! Amo você irmãzinha! — sussurrou emocionado.
- Obrigada! – disse retribuindo seu gesto, a voz embargada.
Olhei para Paul que nos observava calmamente, sem afetação.
Desvencilhei-me de Sam e peguei a mão que meu namorado me estendia, um sorriso brincando em seus lábios.
- Vejo que Seattle fez bem á vocês – Sam concluiu divertido – mas a mamata de vocês acaba hoje, os dois irão dobrar o turno – avisou-nos.
- Por falar nisso Sam, preciso lhe dizer que durante nossa estada em Seattle, tivemos um encontro bem desagradável com um Sanguessuga – Paul anunciou – Bom, pelo menos foi desagradável para ele – arrematou, com um sorriso sarcástico.
- Como foi isso? Conte-me tudo – pediu sério, sentando-se novamente.
Paul narrou-lhe o acontecido minuciosamente.
- Estou preocupado com minha família que vive lá – arrematou, passando as mãos pelos cabelos num gesto nervoso.
- Tivemos relatos e estamos acompanhando pela mídia, noticias de alguns desaparecimentos e mortes bizarras naquela região – disse calmo – Mas isso que você acaba de me contar reforça minhas suspeitas de que algo de muito estranho está acontecendo por lá – disse pensativo – Precisamos ficar de olho nisso, e buscar mais informações – arrematou levantando-se.
- Você acha que existe alguma relação entre essas mortes e o Vampiro que matamos? – Perguntei curiosa.
- É provável que sim. Vamos ficar atentos e ver o que acontece – disse cauteloso — Quanto a sua família, trate de dar um jeito de trazê-los para La Pusch, não posso dispensá-lo para cuidar deles em Seattle, preciso de você aqui, as coisas têm andado agitadas e estranhas por aqui também, e eu não tenho um bom pressentimento sobre isso – arrematou sucinto.
- Seth me disse que a vigilância foi redobrada! Por quê? – questionei-o.
- Ele falou a verdade, alguns acontecimentos recentes atraíram nossa atenção, Forks tem sido alvo de visitas indesejáveis ultimamente – informou-nos – E não queremos ser pegos de surpresa, então, enquanto alguns vigiam as fronteiras outros montam guarda na casa dos Swan – ele disse calmo.
- Ah! Mas tinha que ser – resmunguei exasperada – Aposto que Jacob deve estar pirando com isso tudo. Por que o idiota não deixa que os amigos Sanguessugas dela se ocupem com isso hein? Eu que não vou bancar o cão de guarda para aquela garota imbecil! – bufei, minha irritação á toda.
- Por favor, Leah, eu espero não ter que lembrá-la de que nosso grupo é uma Irmandade e que nós cuidamos uns dos outros – Sam falou firme – Se for necessário você irá sim, goste ou não, render guarda na casa do Chefe Swan, por que você, assim como o restante de nós, é antes de tudo uma Guardiã da vida humana! Fui claro? – perguntou-me, seu tom Alfa imperioso.
- Como água – resmunguei resignada.
- Ótimo! – ele concordou – Agora, aproveitem para descansar um pouco, logo mais faremos uma reunião para discutir esse assunto e. — ele parou olhando de um para o outro em suspense – Vocês poderão aproveitar para comunicar ao grupo sobre a decisão de vocês de namorarem – Ordenou, dando um sorrisinho safado, sabendo de ante-mão que isso nos renderia algumas incomodações.
- Faremos isso – Paul afirmou categórico.
- Farão mesmo – ele disse – Nos vemos mais tarde – despediu-se voltando para a casa de Emily.
Paul olhou para mim, e eu o encarei de volta.
- Foi melhor do que imaginei – ele disse sorrindo.
- foi sim — concordei.
- Agora só falta os outros – disse resignado.
Eu apenas gemi em resposta, já podia imaginar o que teríamos que enfrentar. Abracei-me a ele buscando conforto.
- Dará certo – ele disse, alisando meus cabelos – O pior já passou.
- Certo, vamos pra casa então – convidei-o me pondo a caminho, enquanto minha mente fervilhava com os últimos acontecimentos.
Notas finais
Bjs,
Key.
PS: Até o final de semana trago o outro ok?
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