She Will Be Loved - Harry e Hermione
13 Capítulo 13 - Trapaça
Notas iniciais
Então quero agradecer vocês 113 comentários e 13 favoritos?Vocês são demais, obrigada e obrigada. Dedico esse capitulo a todas que comentam, acompanham, favoritam e recomendo, obrigada flores!
Bom até as notas finais.
Capitulo Treze
Harry havia acabado de sair da sala de Dumbledore, e seguia descidamente ao salão comunal da Grifinória. Sua mente ocupada pelas preocupações que constantemente o assombravam. Passou pelo quadro da mulher gorda e encontrou Hermione sentada em uma poltrona perto da lareira, como de costume lendo “Hogwarts, Uma História” seu livro preferido.
A poção já estava quase perdendo o efeito, mas alertou a Harry que se aproximasse devagar até ela. E foi o que ele fez.
_Ah, oi Harry, Ela disse sem tirar os olhos do grosso livro, Então como foi, conseguiu a lembrança?
_Consegui sim, ele disse propositalmente triste.
_O que houve, por que está triste? Hermione perguntou visivelmente preocupada, deixando de prestar atenção ao livro. A Felix alertou a Harry que agora era a hora certa para falar com ela.
_E que eu vinha pensando, sempre que falo com você sobre o que sinto você sempre pede um tempo e... – Ele foi interrompido nessa hora, mas sabia exatamente o que fazer.
_Harry, eu não quero falar sobre isso, ainda preciso de um tempo e...
_Hermione você não entende, nós não sabemos se temos tanto tempo assim, eu não sei se vou sair vivo de tudo isso e eu estou assustado. – Confessou Harry enquanto olhava para o fogo na lareira.
Hermione segurou o rosto de Harry em um gesto carinhoso e o fez olhar para ela.
_Não fique assustado Harry, nós vamos conseguir, eu sempre vou estar ao seu lado. – E dizendo isso beijou Harry carinhosamente.
Ela pegou seu livro e subiu as escadas indo para seu quarto. Mas parou já no finalzinho do caminho.
_Harry, você trapaceou. – Ela disse com um sorriso travesso nos lábios, e foi para seu quarto.
Harry apenas sorriu e ficou mais um tempo ali, sentado , sem acreditar no que havia acontecendo e com um vestígio maior de esperança em si.
***
No dia seguinte, Harry havia contado o sucesso em conseguir a lembrança sobre as Horcruxes para Rony, enquanto o mesmo estava mais feliz que o normal. Hermione no entanto estava voltando a ser uma pessoa com presença agradável para os dois.
A tarde todos tiveram uma surpresa com a volta de Kátia Bell do St. Mungus, Harry estava confiante, pois agora o time de quadribol finalmente teria uma chance decente contra a Corvinal.
***
Harry, Rony e Hermione seguiam para o salão comunal da Grifinória. Quando o moreno teve uma ideia. Que em sua mente parecia genial.
_Rony, Mione, eu acho que eu esqueci meu livro na sala de poções. Disse saindo em disparada sem esperar uma resposta.
Harry fez o desvio habitual pelo sétimo andar, verificando o Mapa do Maroto enquanto andava. Por um momento, não conseguiu localizar Malfoy em parte alguma, e presumiu que ele estivesse na Sala Precisa.
Então, viu o pontinho do garoto em um banheiro masculino no andar abaixo, acompanhado, não de Crabbe ou Goyle, mas da Murta-Que-Geme. Harry só parou de olhar fixamente para esta improvável parceria quando colidiu em cheio com uma armadura.
O estrondo o despertou do seu devaneio, fugindo da cena antes que Filch aparecesse, ele desceu correndo a escadaria de mármore e entrou pelo corredor abaixo. Do lado de fora do banheiro, colou o ouvido à porta. Não conseguiu ouvir nada. Então, empurrou-a silenciosamente. Draco Malfoy estava parado de costas, com as mãos apoiadas dos lados da pia e a cabeça loura curvada.
_Não — murmurou a Murta-Que-Geme, de um dos boxes. — Não... me conte qual é o problema... posso ajudar você...
— Ninguém pode me ajudar — respondeu Malfoy. Todo o seu corpo tremia. — Não posso fazer isso... Não posso... Não vai dar certo... E se eu não fizer logo... Ele diz que vai me matar... E eu tenho que protege-lá...
E Harry percebeu, com um choque tão colossal que pareceu pregá-lo no chão, que o garoto estava chorando, realmente chorando, as lágrimas escorriam do seu rosto pálido para a pia encardida. Malfoy ofegou e engoliu em seco e, então, com um estremeção, olhou para o espelho rachado e viu Harry encarando-o por cima do seu ombro.
Draco girou nos calcanhares puxando a varinha. Instintivamente, Harry sacou a dele. O feitiço de Malfoy passou a centímetros dele e quebrou um lampião na parede ao seu lado; Harry se atirou para um lado, mentalizou Levicorpus. E acenou com a varinha, mas Malfoy bloqueou o feitiço e ergueu a varinha para revidar...
— Não! Não! Parem com isso! — guinchou a Murta-Que-Geme, sua voz ecoando nos azulejos do banheiro. — Parem! PAREM!
Houve um forte estampido, e a lata de lixo atrás de Harry explodiu; Harry experimentou um Feitiço das Pernas Presas, que ricocheteou na parede do lado da orelha de Malfoy e partiu a cisterna embaixo da Murta, fazendo-a berrar; a água vazou para todo lado, e Harry escorregou na hora em que Malfoy, de rosto contorcido, exclamou:
— Cruci ...
— SECTUMSEMPRA! — urrou Harry do chão, agitando a varinha freneticamente. Se lembrando do feitiço que havia achado no livro de poções do Príncipe Mestiço.
O sangue espirrou do rosto e do peito de Malfoy como se ele tivesse sido cortado por uma espada invisível. Ele recuou, vacilante, e caiu no chão inundado, espalhando água e deixando cair a varinha da mão direita.
— Não... — exclamou Harry.
Ele se levantou, escorregando e cambaleando, e se precipitou para Malfoy, cujo rosto agora brilhava escarlate, suas mãos pálidas apalpavam o peito encharcado de sangue.
— Não... eu não...
E antes de cair na plena inconsciência, Draco Malfoy desejou poder ver aqueles olhos azuis safiras novamente.
Harry não sabia o que estava dizendo caiu de joelhos ao lado de Malfoy, que estava desacordado e mais pálido que o normal. Murta-Que-Geme soltou um urro ensurdecedor.
— CRIME! CRIME! CRIME NO BANHEIRO! CRIME!
A porta se escancarou e Harry ergueu a cabeça, aterrorizado; Snape invadira o banheiro com o rosto lívido. Empurrando Harry com violência, ajoelhou-se ao lado de Malfoy, tirou a varinha e passou-a por cima dos profundos cortes que o feitiço de Harry produzira, murmurando um encantamento que parecia quase uma canção. O fluxo de sangue pareceu diminuir. Snape limpou o coágulo do rosto do garoto e repetiu o encantamento. Agora os cortes pareciam estar fechando.
Harry continuava a olhar horrorizado o que fizera, sem se dar conta de que ele também estava empapado de água e sangue. Murta-Que-Geme soluçava. Depois de executar o contrafeitiço pela terceira vez, Snape observou as cicatrizes no rosto do garoto.
— Você precisa da ala hospitalar. Talvez fiquem muitas cicatrizes, mas, se tomar ditamno imediatamente, talvez possamos evitar até isso... Disse Snape murmurando para si mesmo, já que Draco estava desacordado. Ele levitou o garoto pelo banheiro, virando-se à porta para dizer com a voz gelada de fúria:
— E você, Potter... Você espere por mim aqui.
Nem por um segundo ocorreu a Harry desobedecer. Ergueu-se lentamente, trêmulo, e olhou para o chão molhado. Havia manchas de sangue boiando como flores carmim à superfície. Ele nem sequer conseguiu arranjar forças para mandar a Murta-Que-Geme sossegar, pois ela continuava a chorar e soluçar.
O que eu fiz? Era a pergunta que retorcia na mente de Harry.
Notas finais
Veremos, kkkkk' ~le tentando ser misteriosa. A próximo capitulo vai ter a música Accidentaly in Love, já disse que adoro ela gente?
Bom a mesmice de sempre, comentem por favor, se não um elfo domestico será morto haha (Mione não aprova isso, mas okay)...
Então por hoje é só, acho que responderei seus rewiews amanhã, mas não fiquem tristes comigo ok?
Agora é oficial,
Fuii
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