She Or Not?
2 Love Seddie and Carly's Back
Notas iniciais
PVO Sam
Acordei com o bip do meu celular, olhei o horário, 23hrs35mins. Quem é que liga essa hora da noite? Olhei na tela, "Freddie" estava escrito. Atendi no mesmo instante.
Lig. ON ~
– Oi amor! – Disse suavemente, essa altura minha raiva já tinha ido pro escambal. – Não que eu não tenha ficado feliz com a ligação, mais, porque ta me ligando essa hora? – Perguntei calmamente. Poxa, to conseguindo me controlar bastante ultimamente.
– Nada, é que eu to sozinho em casa, sem sono e não tem nada pra fazer aqui então pensei em ...
– Dormir aqui comigo? Claro! – Disse o cortando. – Mas se controle dessa vez, não to muito afim hoje. – Me referi a ultima noite que ele dormiu aqui, e que noite hein.
– Ok, então desce abre a porta porque eu já to aqui em baixo. – Disse ele desligando o telefone.
Lig. OFF ~
Como assim, ele veio mesmo não sabendo minha resposta? Não que eu iria negar, mas... Sai do meu quarto e desci as escadas, peguei a chave que estava no sofá e fui abrir a porta. Freddie estava com uma pequena mochila nas costas, vestido com um casaco de couro, uma pollo branco e uma calça Jeans.
– Entra. – Disse abrindo espaço para ele entrar.
– Sua mãe não está? – Perguntou ainda na porta.
– Não, ela saiu com um novo namorado dela e quando isso acontece, ela só volta no dia seguinte e olha lá. – Respondi e o vi entrar.
Freddie apenas jogou sua mochila em algum canto e se sentou no sofá.
– Então, quer fazer o que? – Falou pela primeira vez após entrar.
– Não sei, acabei perdendo o sono, então podemos assistir a uns filmes e comer pipoca, o que acha? – Perguntei. A verdade era que eu ainda estava morta de sono, claro né, sou Sam Puckett , a garota mais comilona, preguiçosa e dorminhoca de Seattle.
– Pode ser! – Disse enquanto de espreguiçava esparramado no meu sofá. Sinceramente, esse garoto tá muito folgado ultimamente, to achando que isso é porque ele tem passado muito tempo comigo.
– Beleza, vai escolhendo o filme enquanto eu faço a pipoca. – Disse.
* O HOT COMEÇA AQUI *
Já ia saindo da sala quando o senti me puxar. Me virei bruscamente e dei de cara com seus lábios. Olhei para seus olhos e vi aquele olhar que ele só tinha quando queria ‘aquilo’. Tentei me desvencilhar dele, mas antes que eu terminasse de pensar, ele já havia capturado meus lábios num beijo urgente. A essa altura já tinha me rendido, não consigo dizer não à ele e ele sabe disso, por isso não demorou para me pegar no colo e me levar para o sofá ficando por cima de mim.
Freddie começou a distribuir beijos por todo meu rosto, pescoço e colo, e eu só sabia ofegar e gemer com isso. Depois de terminar a trilha de beijos — que eu estava amando — , começou a subir minha blusa de pijama com uma mão enquanto com a outra massageava meu seio esquerdo por cima do sutiã.
Gemi alto quando ele apertou meu seio e me deu aquele beijo. Assim que terminou de tirar minha blusa, levou sua mão ate o cós do meu shortinho, fez menção de tirá-lo quando o parei e em um movimento rápido, troquei as posições ficando por cima e comecei a tirar sua blusa. Freddie agora não era mais aquele garotinho baixinho e gordinho, era forte, alto e muito musculoso — Meu Deus! — , descobri que ele vinha malhando a pelo menos uns 7 meses e estava com um tanquinho. Comecei a passar as minhas mãos por aquele corpo enquanto ia distribuindo beijos por todo ele. Freddie gemia e ofegava e isso me excitava cada vez mais. Comecei a tirar sua calça levando junto sua cueca box preta, deixando seu órgão exposto. Não demorei muito e comecei a massagear seu membro, rapidamente o abocanhei e comecei a fazer movimentos de vai e vem enquanto olhava para Freddie com meu olhar sexy. Quando percebi que ele ia gozar, parei para sua decepção. Mesmo assim, Freddie me pegou e me jogou novamente no sofá.
– Não acha que estou em desvantagem não? Estou sem roupa nenhuma e você ainda está com o short. – Ele disse enquanto tirava meu shortinho e minha calcinha e jogava em qualquer canto da sala.
O senti abrindo minhas pernas e o vi se abaixando ficando entre elas, nesse momento, senti minha intimidade sendo invadida por sua língua e meu clitóris sendo massageado por seus dedos. Gemia descontroladamente enquanto chamava seu nome. Já estava prestes a gozar quando senti seu membro dentro me mim, me completando. Essa sensação sempre me deixava em êxtase. Rapidamente o senti se movimentando contra mim, lentamente me fazendo implorar para ele ir rápido. Atendendo meu pedido, acelerou o ritmo me fazendo arquear as costas e gemer seu nome. Freddie continuou estocando até que atingimos nosso limite juntos chamando nossos nomes. Freddie caiu exausto ao meu lado, aproveitei e deitei minha cabeça em seu peito.
*PRONTO, TERMINO, PODE LER DAQUI PRA BAIXO *
– Eu disse no telefone que não estava afim hoje. – Disse me lembrando do que disse no telefone.
– Eu sabia que você não resistiria a mim. – Disse convencido. Dei um tapa em seu peito e me levantei para olhá-lo.
– Você está muito convencido ultimamente não acha? – Perguntei retoricamente.
– Aprendi com você. – Ele disse rindo.
– Pois bem, sou uma ótima professora. – Disse me gabando.
– Viu só. – Dei língua para ele e o vi fazer o mesmo para mim. Voltei para minha posição anterior e fiquei olhando para o teto da sala como se tivesse algo muito interessante lá, quando o ouvi falar:
– Sabe, nunca imaginei que estaríamos aqui um dia, eu você, juntos, depois de uma noite de amor. Quem vê assim nunca imaginará que brigávamos feito gato e rato.
– Verdade, mas acho que fazíamos aquilo porque erámos infantis. A verdade é que eu fazia aquilo porque você não me notava, então comecei a te bater, pelo menos você percebia que eu estava ali e não ficava só babando na Carly. – Disse me lembrando de quando Freddie “amava” Carly e nem olhava para mim.
– Awwn, minha loirinha malvada tinha ciúmes da Carly? – Disse zombando de mim.
– Claro que não. Só queria que você me notasse. Acho que já gostava de você naquela época.
– Eu também, acho até que nunca gostei da Carly de verdade, assim, desse jeito. – Disse fazendo um movimento com as mãos. – Acho que eu me encantava com o jeito fofo, delicado e frágil da Carly e por isso pensei que estivesse apaixonado por ela, e você tinha aquele jeito ‘seu’ de ser e por ficar me batendo e implicando sempre comigo, eu achava que te odiava, mas acho que a verdade é que sempre te amei. – Ele terminou me fazendo olhar para ele novamente, mas dessa vez com um sorriso de orelha à orelha.
– Sério? – Perguntei sorrindo feito boba.
– Aham, e sabe de uma coisa?
– O que? – Perguntei chegando mais perto de seu rosto.
– Eu ainda te amo e sempre vou te amar, não importa o que aconteça.
– Eu também te amo, muito! – Disse e o beijei. Um beijo cheio de paixão, carinho, amor e muito desejo. Depois me rendi ao sono e pelo jeito ele também.
No dia seguinte...
PVO Freddie
Acordei por volta das 10:30, olhei para o lado e percebi que tínhamos dormido na sala, nus e Sam em cima de mim. Queria sair de lá e preparar um café, mas com ela naquela posição, não tinha como fazer isso sem acordá-la, então fiquei esperando que ela acordasse. Fiquei olhando para ela, parecia um anjo. Meu anjo.
A senti remexer em cima de mim e então percebi que ela havia acordado.
–Bom dia! – Ela disse piscando se acostumando com a claridade.
– Bom dia princesa. – Disse e dei um selinho nela.
– E ai, o que vamos fazer hoje? – Ela disse se levantando e vestindo seu pijama.
– Não sei, acho que podíamos ir no Spencer ver como ele tá, não acha? – Perguntei também vestindo minha roupa.
– Boa ideia, aí aproveitamos e almoçamos lá. – Essa menina só pensa em comer mesmo, eu mereço.
– Você ai ainda nem tomou café da manha e já tá pensando no almoço?
–Claro ué, a mamãe aqui tem que pensar no café, no almoço, no jantar, no lanche. – Disse indo para a cozinha.
– Claro! – A segui sorrindo.
Sam começou a preparar o café, fritou ovos, bacon e pegou as torradas enquanto eu fazia o suco de laranja.
Quando terminamos de comer — depois de muitas brincadeiras e bagunça — arrumamos a cozinha e a sala e Sam foi trocar de roupa, enquanto eu escovava os dentes.
– Sam, vou ligar para o Spencer ver se tá tudo bem irmos lá. – Gritei da sala para ela no quarto.
– Tá bom. Aah, aproveita e pede ele para preparar o almoço de uma vez porque a mamãe aqui odeia esperar. – Gritou de volta.
– Tudo bem esfomiadinha!
Peguei meu celular e disquei o número do Spencer.
Lig. ON ~
– Alô, Freddie?
– Oi Spenc, sou eu. Tudo bem cara?
– Tudo. O que foi, aconteceu alguma coisa?
–Não, nada. É que eu queria saber se dá pra eu e a Sam irmos almoçar aí hoje?
– Claro cara, até bom porque tenho uma coisa pra mostrar pra vocês.
– Tudo bem então. Daqui a pouco chegamos aí. Tchau.
– Beleza, tchau.
Lig. OFF ~
Desliguei e vi Sam descendo as escadas.
– Você tá linda! – Disse a admirando.
– Que nada, tô normal.
– Por isso mesmo, você é linda ‘normal’. – Disse chegando perto e dando um selinho nela.
– Para seu bobo. E você também tá um gato. Só meu gato. – Ela disse me abraçando.
– Só seu princesa. Vamos? – Perguntei.
– Aham.
– Ah, o Spencer disse que tem uma coisa pra nos mostrar, o que será que é? – Perguntei enquanto chamava o elevador.
– Não sei, mas agora fiquei curiosa. – Ela disse.
Saímos em direção a meu carro. Sim, eu dirijo, minha mãe permitiu já que já tenho 17 anos e ainda me deu um carro, um EcoSport Titanium 2014 preto.
Entramos e fomos para o Bushwell enquanto conversámos e cantávamos as músicas que passava no rádio.
Quando chegamos, subimos direto para o 8C para ver o que o Spencer queria nos mostrar.
Entramos sem bater como de costume e logo vimos uma figura morena sentada no sofá conversando animadamente com Spencer.
– Carly! – Dissemos juntos.
POV Sam
Assim que entramos no apartamento do Spencer, vimos uma pessoa sentada conversando com ele, logo vi quem era.
– Carly! – Eu e Freddie dissemos juntos e felizes.
– Carly, você demorou, senti muita a sua falta! – Disse a abraçando. Ela nada dizia apenas me olhava estranhamente.
– Ah, oi Sam. – Ela disse apenas. Estranho, muito estranho.
– Oi Carly. –Vi Freddie a abraçar também e vi seu rosto mudar de desentendida para animada.
– Oi Freddie! – Ela disse ainda o abraçando.
– Então gente, era isso que eu queria mostrar a vocês. – Spencer disse pela primeira vez. Meu Deus, até esquecemos de cumprimentar ele.
– Oi Spenc, desculpa não ter te dado oi antes. – Disse dando um abraço nele.
– Tudo bem, sabia que vocês estavam com saudades uns dos outros.
– E ai Spencer. – Freddie disse batendo na mão de Spencer.
O tempo todo eu via Carly olhando para Freddie de um jeito, digamos, estranho.
– Então Carly, quando você voltou? – Perguntei tentando disfarçar.
– Ontem a noite. – Ela disse e virou para Freddie.
– Então Freddie, como estão as coisas? – Ela perguntou para ele.
– Bem, agora que você voltou podemos voltar a fazer o iCarly. – Ele disse.
– Ahn.. – A vi fazer uma cara de confusa. – Ah sim, claro.
– Ótimo. Depois você tem que me contar tudo o que aconteceu lá ok? Quero saber tudo. – Disse pra ela. – Então Spencer, o almoço tá pronto? A mamãe aqui tá cheia de fome. – Disse passando a mão na barriga.
– Que isso Sam, a gente acabou de tomar café. – Freddie disse. Dei um soco em seu braço e o vi reclamar.
– Aau! Por que fez isso? – Disse passando a mão onde eu havia socado.
– Porque me deu vontade. Mas você sabe que eu te amo né?! – Disse enquanto fazíamos beijinho de esquimó.
– Ei.. Ei gente, vocês são muito fofos, mas o almoço tá esfriando. – Spencer disse nos interrompendo. Vi Carly olhar feio pra mim.
– Rangoo! – Disse correndo para a cozinha ignorando o olhar de Carly sobre mim. Tem algo muito estranho acontecendo e eu vou descobrir o que é.
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