Notas iniciais
Adoro esse capítulo =3

Depois do acontecimento no quintal da casa dos Jackson quando Percy e Annabeth comemoravam juntos seus 11 anos de idade, a convivência entre os dois foi da mais pura e verdadeira amizade. Em seus horários de folga, Annabeth procurava por Percy, e se ele não estivesse ocupado com uma aula de Inglês ou Cálculo, os dois fugiam para o quintal e brincavam.

Com o passar dos meses, as duas crianças enfim perceberam o quanto seus encontros perturbavam Sally que constantemente discutia com Poseidon ou até mesmo com o filho sobre os perigos de se envolver com um funcionário. Percy não entendia o porquê, mas seu pai tentava defende-lo, e Annabeth, da melhor maneira que podia, e ele era grato por isso. De maneira ou outra, ele e Annabeth aprenderam a ser mais discretos.

Ambos pareciam depender um do outro: Annabeth não tinha mais nada a perder, afinal de contas, Afrodite era carinhosa e maternal, contudo, sentia imensa falta dos pais e dos irmãos. Pensar neles durante a noite era demasiado difícil – sempre acabava em lágrimas – e a única coisa que lhe fazia feliz era pensar em encontrar-se com Percy, e conversar com ele. Durante aqueles momentos, ela se esquecia de Dionísio e do sofrimento. Percy, por sua vez, via em Annabeth um refúgio da vida fútil em que fora criado. Sempre que Sally o perturbava com aulas de violino ou visitas forçadas ao palácio para que tomassem chá com a irritante Rachel, ele escapulia para o quintal onde ele e Annabeth se sentavam no mesmo banco debaixo da grande árvore de flores roxas.

Percy falava muito: sentia-se extremamente confortável e feliz ao conversar com Annabeth, que escutava com atenção e lhe dava os melhores conselhos, até mesmo quando ele estava nervoso e com o humor de um mini-tufão; por outro lado, Percy tinha a péssima impressão de que deveriam ser mais cuidadosos: detestaria que algo ruim acontecesse à Annabeth pelas mãos de Sally, todavia, todas as ocasiões em que Annabeth sorria com seus belos lábios cor-de-rosa de boneca, e lhe dizia “vai ficar tudo bem”, e segurava sua mão, ele acreditava cada vez mais nela.

XXX

- Ele vai fazer um ótimo rei, não acha? – o atual rei, James Dare III, comentou com Poseidon enquanto observavam Percy e Rachel tomando chá e comendo biscoitos a certa distância, em um dos centenas salões de visitas do palácio real.

Poseidon deu um longo trago em seu cachimbo, observando a cena à sua frente. Perseu parecia muito incomodado e desconfortável – como sempre ficava no palácio – enquanto Rachel segurava a sua mão, e, como sempre, tagarelava com uma voz irritante e fina sobre assuntos fúteis.

Sabia que o homem ao seu lado era o rei, porém, também se tratava de seu melhor amigo, de forma ou outra a mão de Rachel havia sigo prometida a Percy já fazia quase 12 anos e se havia um assunto que James não admitia comentários negativos ou controversos era Rachel, seu bem mais precioso, por tanto, concordaria.

- Certamente. – Poseidon murmurou. – Sally não fala em outra coisa a não ser o casamento, e os pobrezinhos ainda nem fizeram doze anos. – riu, sabendo que seu comentário não seria condenado pelo Rei James, que apenas balançou a cabeça em concordância e rei junto.

- Concordo, concordo. – James murmurou enquanto observava Rachel ainda tagarelando sobre pôneis. – Ele é um bom rapaz, esse Perseu. – ofereceu um sorriso que Poseidon retribuiu. – Sei que quando assumir o trono ao lado de Rachel será um ótimo governante.

- Não tenho dúvida disto. – Poseidon deixou escapar um suspiro ao ver a face de Percy se transformar em enjoo enquanto observava o rosto maquiado e rechonchudo de Rachel que ainda não se calara. Tinha a tremenda impressão de que eventualmente Percy expressaria o quanto detestava Rachel ou a ideia de casar-se com ela quando fosse mais velho, mas por enquanto, ficaria calado.

XXX

Quando Percy ia ao palácio ou tinha aulas e Annabeth ficava sozinha pela falta de serviço, geralmente jogava baralho com Afrodite ou tirava sonecas, mas com as festas de verão ocorrendo na casa dos Jackson o tempo todo, Dite estava mil vezes mais ocupada do que o normal e a garotinha já estava injuriada de solidão. Procurava-se manter ocupada arrumando o quarto ou lavando seus uniformes e os de Afrodite, mas tais tarefas eram executadas rápido e logo, ela caía no tédio novamente. Gostava de se manter ocupada para não pensar na família, mas ficar longe de Percy e procurar coisas para fazer parecia impossível.

Seu problema foi logo eliminado assim que adquiriu o hábito de passear pelo quintal, admirando as flores e mais exóticas plantas. Poucos funcionários ali transitavam e ela já havia feito amizade com os jardineiros que ficavam encantados com sua silenciosa presença. Além de tudo, Sally passava o dia todo enfiada na mansão, e Annabeth com frequência se perguntava por quê. Nas poucas vezes que a vira nos corredores, Sally sempre parecia muito cansada, ou ansiosa, quase como se estivesse doente. Percy não se parecia nada com ela, Annabeth pensava, nem em aparência, nem em personalidade. Pouco conhecia Sallina Jackson, mas já havia escutado seus gritos de impaciência com os outros funcionários, e realmente questionava por que um homem gentil – ao que lhe parecia – como Poseidon se casaria com uma mulher tão amarga.

De forma ou outra, em uma de suas ilustres caminhadas pelo vasto quintal, observava uma grande orquídea amarela quando ouviu passos na grama atrás de si. Congelou, imaginando se seria algum funcionário superior, ou pior, Sally. Não queria ser vítima dos urros da mulher. Virou-se com pressa, porém se aliviou quando seus olhos encontraram os de um menino. Estava vestido como empregado, sua pele era bronzeada e seu cabelo preto caía sobre seu olho esquerdo em uma franja; seus olhos eram tão negros quanto jabuticabas. Tinha olheiras profundas e roxas, mas sorria. Era bonito – Não tanto quanto Percy, Annabeth pensara.

- Oi? – ela disse timidamente, arrumando o laço branco na parte de trás de seu uniforme cor-de-rosa rapidamente.

- Oi. – ele respondeu, ainda sorrindo, e Annabeth sentiu um calafrio passar por sua espinha. Sua voz era grossa, sombria, linda. – Você é a menina nova, não é?

- Sim. – Annabeth respondeu, tentando parecer ao menos educada. – Sou Annabeth, Annabeth Chase. – murmurou com o melhor sorriso que podia estampar no rosto naquele momento.

- Sou Nico.

- Ah! – Annabeth exclamou com alívio, já que Percy dizia com frequência que Nico era um ótimo amigo, porém, que Sally proibira a amizade entre os dois pela diferença de classes, fazendo com que Annabeth pensasse o que seria dela sem Percy se Sally interferisse na amizade deles também.

- Você é linda. – Nico comentou com uma naturalidade que fez Annabeth ruborizar-se por completo. Em seu íntimo, ela se perguntava se Percy a achava linda também.

- Obrigada. – respondeu com outro sorriso, ainda vermelha de vergonha. Muitas pessoas já haviam comentado o quão bonita ela era, mas esta era a primeira vez que um garoto a dizia a mesma coisa, e ela se pegava gostando da sensação.

Antes que qualquer um dos dois pudesse dizer alguma coisa, um grito grosso vindo do estábulo tirou Nico do seu transe. Ele olhou para Annabeth tristemente, acenando antes de virar-se para trás e correr em direção ao seu pai, que parecia nervoso e preocupado; a garota suspirou, perguntando-se se enfim havia encontrado outro amigo além de Percy e Dite, e, em seu íntimo, esperava que sim. Talvez não fosse tão ruim ter um amigo que a achasse linda.

XXX

Três anos passaram tão rápido quanto chegaram e logo ambos Percy e Annabeth comemoravam 14 anos na mesma data, e a amizade dos dois apenas cresceu.

Percy já não era mais o menino nanico que um dia fora; o estirão havia lhe pego de surpresa e agora já era tão alto quanto Poseidon, e levemente mais bronzeado; seu cabelo preto brilhante e seus olhos verdes, além da personalidade gentil e humilde foram as características que não mudaram. O déficit de atenção que um dia possuíra diminuía a cada dia, mas seu ódio pelas aulas de Inglês, Cálculo e Francês apenas aumentavam. Ele não sabia dizer por que, mas enquanto deveria estar pensando em assuntos importantes de Estado e política só tinha cabeça para Annabeth. Pegava-se muitas vezes se perguntando quando teria tempo para escapar até o quintal e vê-la, se ela conseguiria entrar de fininho em seu quarto para que os dois conversassem. Percebia com frequência o quanto ele estava feliz por ter adquirido posse dela quando fizeram 11 anos, do contrário, não teria a melhor amiga em que tanto confiava.

Annabeth, por sua vez, florescia como a mais bela rosa cada vez mais. A maioria de suas características ainda prevaleciam, como o cabelo encaracolado dourado de princesa, os olhos profundos e cinzas, as feições delicadas como as de um anjo, e, ainda, sua personalidade amável que todos os criados adoravam. Todavia, não era mais a menina magrinha que era quando chegara à mansão em seus 11 anos: seu corpo estava mais carnudo da boa alimentação, e seus seios agora eram levemente proeminentes e firmes, e a curva acima da parte de trás de suas coxas, maior. Tais mudanças não passaram despercebidas a Percy, que se sentia constrangido quando a via em seu uniforme cor-de-rosa e sentia uma tremenda sensação em seu estômago – e em outras partes de seu corpo também. Annabeth, no entanto, nunca parecia perceber, e amava seu melhor amigo mais do que qualquer outra coisa. Também havia ficado próxima de Nico, mas não próxima o suficiente para possuir a mesma intimidade que tinha com Percy.

Os dois continuavam com sua pequena tradição de aniversário todos os anos: Depois que as chiquérrimas comemorações para as festividades de Percy terminavam e todos já estavam dormindo, e quando Annabeth já havia recebido os parabéns e um pequeno bolinho do resto dos empregados, os dois discretamente se encontravam no banco de madeira debaixo da árvore de flores roxas e trocavam pequenos presentes, lembranças. Os presentes de Percy sempre eram mais generosos, e os de Annabeth, artefatos simples que ela conseguia encontrar pelo jardim ou pela casa. Ele não se importava, pois, secretamente, havia guardado todos os presentes que Annabeth havia lhe dado, e aquele ano não seria exceção.

Depois da enorme festa que Sally e Poseidon hospedaram na mansão em honra ao décimo quarto aniversário de Percy, o garoto estava exausto. Os pais o obrigaram a dançar com Rachel Elizabeth Dare, que só ficava mais irritante e redonda a cada ano que passava. Percy a detestava, e procurava ignorar quando escutava o Rei falando sobre casamento com Poseidon; em seu íntimo rezava para que aquele dia nunca chegasse. Enquanto girava na pista de dança de mármore com os olhos dos nobres todos colados nele, só conseguia pensar em Annabeth, e mais uma vez, perguntava-se por que. De forma ou outra, quando todos os convidados estúpidos foram embora e Sally e Poseidon finalmente estavam dormindo, ele saiu discretamente de seu quarto e foi encontrar-se com Annabeth. Um sorriso apareceu em seu rosto quando a encontrou de pé sobre o luar, na frente do banco de madeira e iluminada pela luz. Estava linda, como sempre; nunca, nos três anos de convivência, Percy havia parado de acha-la a menina mais bonita que já havia visto.

- Ei. – ele sussurrou, e, quando ela virou-se para ele, o quintal todo pareceu iluminar-se com o seu sorriso.

- Feliz aniversário. – Annabeth disse da mesma forma quietamente e abraçou-o fortemente quando ele chegou mais perto, fazendo com que a cabeça de Percy girasse.

- Pra você também. – Ele murmurou seu rosto pegando fogo após o apertado abraço, seu coração batendo da mesma forma desconfortável, doída, e, de certa forma deliciosa de quando via Annabeth ou conversava com ela. – Aqui, o seu presente. – Disse rapidamente para disfarçar, tirando a pequena caixa prateada de trás de suas costas. Como sempre, os olhos de Annabeth se arregalaram.

- Oh, Percy. – Ela sorriu um sorriso grande novamente a lentamente abriu a caixa, arfou quando viu seu conteúdo, um delicado colar prateado com um pequeno pingente de estrela em seu centro. – Percy, não! – ela exclamou, fingindo estar brava e fechando a caixa novamente, fazendo com que Percy revirasse os olhos. – Não posso aceitar. Sabe que eu nunca, nunca poderei pagar algo assim e –

- É por isso que é um presente, Annabeth. – Percy lembrou-a gentilmente, segurando o colar e hesitantemente colocando-o em volta do pescoço macio de Annabeth. Enquanto realizava o ato, tentava desesperadamente não olhar para os seios dela, e como era tão fácil vê-los sobre o tecido cor-de-rosa do uniforme. Não queria estragar o aniversário dos dois com uma tenda sobre suas calças. – Pronto.

Annabeth olhou para seu peito, sorrindo quando o coração de prata brilhou contra a luz da lua, ela sorriu acima para Percy, soltando um suspiro de satisfação, abraçando-o novamente. Não havia sido até aquele momento que havia percebido o quanto ela o amava, e como ele era importante e sua vida, independente do dinheiro que possuía ou de sua posição social, Percy sempre seria seu salvador, o único que havia lhe dado uma segunda chance quando sua família havia sido tão injusta.

Dessa forma, olhou dentro dos belos olhos verdes do melhor amigo, hesitantemente enroscando seus braços contra o pescoço rijo de Percy. Não houve tempo para pensar: Rápida e ternamente pressionou seus lábios contra os dele. Seu coração bateu forte em seu peito, já que aquele era seu primeiro beijo, e, provavelmente, o de seu melhor amigo também. De uma maneira estranha, Annabeth sentia-se muito bem, apesar de que não sabia se estava esmagando seus lábios contra os dele da maneira certa, mas como ele não a interrompeu, ela prosseguiu com suas ações. Os lábios bem cuidados e bonitos de Percy massageavam os dela e ela pensava que nunca poderia se cansar de beijá-lo. Infelizmente, o ar de deus pulmões acabou, e ela teve que lentamente desgrudar-se dele.

Enquanto isso, Percy sentia seus interiores pegando fogo; Estaria mentindo se dissesse que nunca havia pensado na possibilidade de beijar Annabeth, mas nunca esperara que ela fosse tomar a iniciativa, e também tão de repente. Nunca havia beijado uma garota antes – ele nem gostava de Rachel Elizabeth Dare e até seus lábios pareciam ser rechonchudos – e a sensação não só era maravilhosa fisicamente, mas também emocionalmente. Havia gostado de Annabeth por tanto tempo, e os dois eram tão amigos, que tinha certeza que poderia beijá-la pelo resto de sua vida. Para sua tristeza, Annabeth parou suas ações, e os olhos cinza dela encontraram os dele novamente.

- Feliz aniversário. – Ela disse novamente.

XXX

Os dias novamente viraram meses, e os meses, quase mais um ano. Percy e Annabeth estavam prestes a completar quinze anos, e desde seu aniversário passado, nenhuma palavra foi dita sobre o beijo trocado entre os dois debaixo da árvore de flores roxas. No fundo, ambos não se arrependiam, contudo, tinham medo de e estragar a amizade entre eles, uma amizade de que ambos tanto precisavam e se apoiavam em qualquer situação, portanto, nada mais foi dito sobre o assunto, todavia, quando Percy se pegava nos confins da noite pensando sobre aquele aniversário ele muitas vezes tinha sensações queimantes dentro de si ao lembrar-se da maneira pela qual Annabeth o beijara como se fosse o último dia de suas vidas, e, Annabeth por si mesma perguntava-se se algum dia, os dois fariam aquilo novamente – Internamente ela esperava que sim, e pouco sabia que Percy pensava da mesma maneira.

De forma ou outra, assim como crescia Percy e sua maturidade, crescia sua responsabilidade. A pressão sobre ele com relação ao reino, à Rachel Elizabeth Dare e ao futuro ficava mais forte a cada dia que passava, e Sally não permitia que ele descansasse nem mesmo por um segundo. Poseidon sempre retrucava, dizendo que um moleque de 15 anos não tinha obrigação alguma de saber sobre política. No entanto, todos na mansão e no reino sabiam que quando Perseu Jackson completasse 18 anos, seu casamento com Rachel não era apenas um destino, mas sim, uma obrigação.

Há muito tempo Annabeth já havia desistido de encontrar a família. Se não foram procurar por ela, era porque estavam felizes e bem, ela sempre pensava, e isso era o suficiente para ela – apesar de que ela não podia esconder que muitas vezes se pegava pensando em como seus irmãos haviam crescido no período de quase quatro anos, e se seu pai ainda era alfaiate, ou se sua mãe ainda lavava roupas. De maneira ou outra, os outros criados dos Jackson se tornaram sua família, e todos o tratavam com carinho e amor. Ainda dormia no mesmo quarto com Afrodite, e a mulher era a única que ainda sabia sobre os sentimentos de Annabeth com relação à Percy, e, naquele caso, era a única que incentivava que Annabeth investisse neles independente da classe social dos dois. Por mais que Annabeth fosse a mais rica senhorita, ela pensava que não seria justo com Percy incomodá-lo se ele não se sentisse da mesma forma com relação a ela. Afinal de contas, ele era seu melhor amigo, mas nunca a havia chamado de linda, ou a cortejado antes.

Nico, por outro lado, se mostrava muito interessado em Annabeth desde que se conheceram. Sempre que ela estava no jardim ou no quintal e Percy não estava por perto, Nico usava a oportunidade para conversar com ela, ou dizê-la o quão bonita ela estava aquele dia. Algumas vezes, Nico roubava flores do jardim para dar-lhe de presente, ou quando seu pai John não estava por perto, ele permitia que ela desse uma volta ao redor do pasto com um dos cavalos mais velhos. Annabeth, por outro lado, procurava ignorar os sentimentos de Nico. Amava-o como um querido amigo, mas não o suficiente para abrir-se completamente a ele como desejava abrir-se para Percy. Quando se sentia sozinha, ela e Nico conversavam dentro do estábulo, e ele fazia ela se sentir melhor. Annabeth fingia não perceber o ciúme nos olhos negros dele quando ela falava de Percy, portanto, procurava evitar o assunto.

Enquanto Poseidon parecia impassível e conformado com relação às amizades do filho, Sally foi rápida ao perceber que Annabeth e Percy ficavam mais próximos com o passar dos anos em que a menina esteve lá. Sentia suas carnes queimando-se de raiva todas as vezes que procurava pelo filho e o encontrava no jardim com a bela menina loira, sabendo que, pela maneira que Percy olhava para ela, que ela atrapalharia muito no quesito Rachel Elizabeth Dare, um conceito tão crucial na vida de Sally. Ela repetia a si mesma, no entanto, que esperaria seu filho crescer um pouco mais para que mandasse Annabeth para longe. Assim que Percy enxergasse que havia muito mais em sua vivência que uma bela serva, ia abrir os olhos para a vida com que deveria acostumar-se.

Poucos sabiam que, na cabeça de Percy, estava sempre Annabeth, e, que na cabeça de Annabeth, sempre estava Percy, e que no fim da história, isso seria o que machucaria ambos deles.

Notas finais
Então, vamos combinar mais 10 reviews pro próximo cap? :3
Espero que estejam gostando.
AVISO: Já tinha falado pra algumas de vcs em reviews, mas essa fic vai ser mais hot. Meh, nao acho que vcs vão ligar... ;) Quem nao gostar saia pq né rs
BEIJOS
Ju
PS. LEMBREM-SE, 10 REVIEWS!!!!!!111111111!!!