She Drives Me Crazy
10 Capítulo 10 - Odiador de gatos?
Notas iniciais
— Seu amiguinho vem amanhã?
— Meu amiguinho? — Ela perguntou erguendo a sobrancelha.
— É. O dá poltrona. Ele vem amanhã?
— Vem.
— Está bem. Eu vou deixar um cheque para pagar. — Comentou secamente.
— Tudo bem. Você está bem? — Bella perguntou preocupada.
— Ótimo. Nunca estive melhor. — Respondeu sarcástico.
— Eu fiz alguma coisa que te irritou hoje?
— Hoje? Hoje não, mais ainda são só quatro horas. Vamos ver até o final do dia
— Tá bem. — Ficou cismada. — Eu estarei na biblioteca. Qualquer coisa é só me chamar. Ou ligar. — Disse mostrando o celular dele na mesa.
— Ótimo.
Ela foi até a biblioteca e quando todos os livros estavam arrumados, ela olhou para fora e viu um vulto passando. Ela olhou mais atentamente e viu que era um bicho. Rapidamente ela pensou em chamar por Edward, mas ela não queria voltar até o escritório, pois ele parecia aborrecido com alguma coisa e ela não sabia com o que exatamente. Por fim ela pegou o telefone e ligou para o numero dele.
— O que você quer?
— Você tem alguma aversão a guaxinins?
— Você está brincando, não é? — Ele perguntou.
— Não. Tem um no jardim. Estou olhando para ele. Da janela é claro, mas estou olhando. Você acha que devo chamar um exterminador?
— Você conhece um exterminador? — Ele perguntou com a voz um pouco mais leve, ainda sem acreditar nessa conversa.
— Eu não, mas o Emm sabe caçar. Ele poderia vir aqui.
— É claro que poderia. — Respondeu com a voz seca novamente e desligou. Bella olhou para o telefone sem entender nada e ligou de novo.
Ela continuou tentando até que a porta da biblioteca se escancarou de uma vez.
— Deus... Você quase me matou do coração. — Ela disse pulando da cadeira.
— Eu não acho que tenho tanta sorte. Mas se você continuar me ligando, eu posso pensar em fazer isso mesmo.
— Ei. Amigos, lembra? Você disse que eu podia ligar.
— Não a cada maldita hora do dia. E com certeza não para falar da merda de um guaxinim no quintal.
— Eu li que guaxinins podem se tornar agressivos e...
— Deus... Você é completamente surtada.
— Por que está agindo assim? Eu pensei que estávamos bem.
— Eu não sei. Eu... Eu não dormi muito na noite passada. — Explicou. — Não queria gritar com você. — Lamentou.
— Eu não estou zangada. Só quero entender qual o problema.
— Eu não sei qual o problema. E não gosto disso. Está quase na sua hora. Só me deixe um pouco sozinho, eu quero tentar dormir um pouco. — Bella assentiu e ele saiu.
Ela estava entediada e foi para o computador, checar os e-mails. Edward havia sido convidado para um coquetel, mas precisaria confirmar sua presença, porque era um evento muito requisitado.
Por fim Bella foi até a cozinha e preparou um chá que sua tia havia ensinado. Era bom para dormir. Talvez ajudasse Edward. Ela também precisava saber se ele gostaria de ir até o tal coquetel.
Ela pegou o celular e discou o número. Ele não estava atendendo o telefone, então ela seguiu o som do toque até a sala, onde o encontrou sentado na poltrona, olhando para o celular.
— Eu pensei ter dito para me deixar sozinho.
— E eu pensei que você tivesse entendido que não vai se livrar de mim. — Retrucou, sorrindo e ele revirou os olhos. — Aqui. Eu fiz um chá para você.
— Um chá?
— É. Receita da minha tia. Ajuda a dormir.
— Obrigado. — Agradeceu olhando para caneca.
— Vai me dizer qual o problema?
— Está tudo bem.
— Se estivesse, você não teria gritado pela ligação.
— Eu já disse. Só estou cansado, não dormi a noite.
— Eu sei, mas acho que tem mais coisa.
— Não tem. — A assegurou.
— Tudo bem, mas se quiser conversar, você tem meu número. — Disse mostrando o celular.
— Está bem. Boa noite, Bella.
— Boa noite, Edward.
— E obrigado. — Ela o olhou com o cenho franzido. — Pelo chá. — Explicou e ela assentiu.
— Não por isso. — Sorriu.
Foi uma noite mais tranquila para Edward, o chá havia ajudado um pouco, mas os sonhos não o deixavam. Ele já havia perdido as contas de quantos sonhos tivera com ela. Com Bella. Mas ultimamente todos os sonhos terminavam da mesma maneira; ela ficando com o tal amigo dela. Ela sempre falava dele e tinha um brilho nos olhos quando o mencionava.
Edward estava certo que o tal Emmett era namorado de Bella. E ele não poderia culpá-la. Por que ela o escolheria no lugar do outro? Esse Emmett parecia saber de tudo um pouco e não tinha tantos problemas quanto ele tinha. Edward sabia que não tinha como competir. Bella só o via, e sempre o veria, como um amigo e nada mais.
O novo dia veio e Bella chegou animada na casa. Tinha tido uma ideia e estava doida para contar para Edward.
— Edward? — Disse entrando na casa.
Ela foi em direção ao corredor e ouviu um som. Música. Ela foi chegando cada vez mais perto e o som foi ficando mais alto. Ela encontrou Edward tocando piano. Ele estava de costas para a porta e não a ouviu chegar. Ela sabia que se fizesse algum barulho ele pararia de tocar, então ficou em silêncio. Quando ele terminou de tocar ela aplaudiu...
— Uau. Você toca muito bem.
— Obrigado. — Respondeu corando.
— Ei, você não se assustou quando eu aplaudi.
— É porque eu sabia que você estava aí desde que a música começou. — Explicou, se virando e olhando para ela, seus olhos verdes caindo sobre as peças de roupas que ela usava, mas logo ele desviou o olhar.
— Como sabia?
— Você tropeçou no batente da porta quando entrou.
— Normal. — Sorriu sem graça. — Algum problema? — Perguntou percebendo que ele desviou o olhar dela.
— Não.
— Então por que não está olhando para mim? — Ele não conseguia olhar para ela sem se lembrar de seus sonhos.
— Por nada. — Bella olhou para as próprias roupas e não viu nada de diferente. Ela usava uma regata branca de alça fina que era um pouco justa, mas fora isso nada estranho. — O que você planejou para o almoço?
— Eu pensei em pizza, o que acha?
— Está bom para mim. Tem um telefone na geladeira.
— Ah, não. Mas assim não tem graça.
— É pizza. Não é para ter graça.
— Quis dizer que é muito mais divertido fazer a pizza do que comprar.
— Você? Vai fazer pizza? Por favor, não explora minha cozinha.
— Ei, eu não sou tão ruim na cozinha.
— Você disse o mesmo sobre a direção na semana passada e agora eu não sei se quero sair novamente.
— Tá legal. Talvez eu não seja um exemplo de motorista, grande coisa. Mas minha pizza é ótima.
— Está bem. Me chame quando ficar pronta. — Pediu, se virando para o piano novamente.
— Na verdade... Eu queria saber se você quer me ajudar. — Ela disse mordendo o lábio.
— Eu?
— É. Sabe, pensei que seria divertido.
— Eu acho que não.
— Ah, vamos lá. Vai ser divertido.
— Não. — Disse com um sorriso brincando nos lábios, mas ela não viu, pois ele já estava de costas.
— Tá bem. Seu chato. Eu te chamo quando ficar pronta. — Revirou os olhos e Edward sorriu ainda mais.
Bella foi para cozinha e começou a juntar os ingredientes. Ela ia usar umas das panelas maiores para cozinhar os ingredientes, mas ela estava no alto e haviam outras panelas em cima. Quando ela puxou, tudo veio em cima dela e, quando foi tentar se apoiar no balcão, a panela de molho, que estava na beirada do balcão, veio para cima dela e ela caiu sentada, coberta de molho e arrodeada de panelas.
— Droga. — Sibilou e ouviu uma risada. — Não, Peludo! — Advertiu o gato, que tentou comer o molho. — Se divertindo? — Perguntou ao ver Edward parado na porta.
— Não seria melhor prender o gato em algum lugar?
— Eu não pretendia derrubar, mas a panela estava muito alta.
— Você disse que não ia explodir minha cozinha.
— Muito engraçado. Será que pode me ajudar? — Perguntou, estendendo a mão e ele a segurou, mas pisou no molho e caiu em cima dela, que começou a rir.
— Desculpe. — Disse saindo de cima dela.
— Tudo bem. — Ela sorriu divertida e ele olhou para sua blusa, que estava levemente transparente pelo molho. — Ela se apoiou na bancada e o ajudou a se levantar também.
— Talvez seja melhor você ter meu auxilio na preparação dessa pizza.
— Ah, é? E por que a mudança?
— Eu quero minha cozinha inteira e quero comer antes do anoitecer.
— Muito engraçado.
— Então? Por onde começamos?
— Eu ia cozinhar os ingredientes, mas talvez seja melhor eu ficar com a massa. Eu só vou limpar tudo aqui e podemos começar.
Depois de limpar, Edward começou a cozinhar os ingredientes e Bella a abrir a massa. O saco de farinha escapou das mãos dela e a farinha subiu.
— Eu já acabei de... — Edward disse se virando e ao vê-la coberta de farinha não segurou a risada.
— Isso. Ria da pessoa que se suja fácil.
— Como você conseguiu se sujar de farinha?
— Ei, eu sou um fenômeno da natureza.
— Acho que estou começando a perceber.
— Me passa o pano, por favor.
— Aqui.
— Obrigada. Você devia rir mais. Eu acho fofa essa covinha que aparece. — Comentou, terminando de se limpar e arregalando os olhos, percebendo o que havia dito.
— Você tem me dado muitos motivos para isso. — Sorriu torto, fazendo Bella sorrir também.
— Eu tenho uma pergunta. — Ela disse.
— Estava demorando.
— Por que estava tão bravo ontem?
— Por nada. Na verdade, não sei o porquê. — Ele a olhou. — Eu... — Edward se aproximou ainda mais dela. — Tem farinha aqui. — Ele limpou os rosto dela, sentindo a mão formigar com o toque.
— Você tem olhos bonitos. — Ela comentou, sentindo a respiração dele sobre sua boca, pela proximidade.
— Os seus também não são ruins. — Ele sorriu torto, deixando a cicatriz mais evidente e ela levou a mão até ela, o fazendo se encolher sobre seu toque, mas ela manteve a mão ali. — Você realmente não se importa, não é?
— Não, mas eu entendo. — Edward a olhou e se aproximou mais. Ele estava disposto a acabar com o espaço que os separavam quando a campainha tocou.
— É... É melhor eu atender. — Bella disse corando e indo até a porta.
A camisa dela ainda estava suja, mas não havia nada que ela pudesse fazer.
— Emm! — Ela disse quando um cara grande e forte a abraçou.
— Saudade de você, Belinha. — Ele disse com ela ainda nos braços, a erguendo do chão. Ele olhou para trás e pôde ver Edward olhando para os dois com uma carranca. — Que bicho mordeu ele? — Emmett sussurrou no ouvido de Bella, a fazendo virar para trás assim que o grandalhão a colocou no chão outra vez.
— Emmett, esse é o Edward, Edward, esse é o Emm. Ele é o cara que eu disse que podia consertar sua poltrona.
— Ei... Eu sei fazer muito mais do que isso. — Emmett disse balançando as sobrancelhas e Bella o empurrou de leve.
Edward olhava a interação dos dois com a cara cada vez mais fechada. Estava claro que havia algo entre os dois, mas ele ainda tinha vontade de terminar o que começaram na cozinha.
— Então? Dá para consertar? — Ele perguntou impaciente depois de mostrar os estragos.
— Claro que dá. Eu sou muito bom. Vai ficar ótimo. É só não deixar o Peludo chegar perto.
— Peludo?
— É, o gato. É como se chama, não é? Bella me contou que escolheu esse nome. Eu amo aquela menina, mas ela tem um senso de humor estranho.
— E quando fica pronta?
— No começo dá semana que vem.
— Pode começar então. — Edward disse dando as costas. —Isabella vai lhe dar o cheque com o pagamento. — Acrescentou, saindo e indo para a biblioteca.
— Qual o problema dele, Belinha? E, o mais importante, o que foi que aconteceu? Parece que sacrificaram uma ovelha na sua camisa.
— Muito engraçado. Estávamos fazendo pizza e eu derrubei o molho. Eu não sei o que deu nele. Estava tudo bem até você chegar. Não sei o que aconteceu.
— Vai ver ele ficou com ciúmes. — Emmett disse levantando as sobrancelhas, sorridente.
— De que?
— De mim, oras. Olha para esse corpinho, Bella. É difícil uma garota resistir.
— Felizmente eu sou a minoria. E eu estou falando sério, Emm. Deixa de palhaçada.
— Eu também, Belinha. Pensa bem, você mesma disse que estava tudo bem antes dá minha chegada.
— Por que ele... — Bella ia dizendo, mas parou para pensar em quando eles estavam na cozinha. — Burra, burra, burra!
— Ei. Vai com calma aí. Qual o problema?
— Eu acho que ele ia me beijar. Que droga, Emmett, ele estava progredindo e agora está se fechando de novo. Ele me chamou de Isabella.
— Se ele te conhecesse saberia que você odeia esse nome.
— Ele sabe.
— Tá com ciúmes, tá com ciúmes. — Emmett começou a cantar e dançar.
— Quer parar com essa dancinha?
— Eu só queria saber por que você ainda está aqui na minha frente.
— Porque eu tenho medo que você quebre alguma coisa se eu te deixar sozinho.
— Isso magoa. — Disse com a mão no peito. — E não foi o que eu quis dizer. Quero saber por que agora que já constatamos que o odiador de gatos está com ciúmes, por que você não está lá com ele realizando suas fantasias?
— Shh! — Bella colocou a mão sobre a boca de Emmett. — Primeiro, não o chame de odiador de gatos. Eu o chamava assim antes. Ele é um cara muito legal e não odeia o peludo. E, em segundo lugar, que fantasias, seu lunático?
— Você sabe que fala dormindo, não sabe? — Emmett perguntou e ela arregalou os olhos.
— Oh, não. Não. Não.
— Oh, sim. Oh, Edward. — Ele imitou a voz dela.
— Cala a boca. — Ela voltou a tapar a boca dele com uma mão e com a outra deu um tapa na cabeça do moreno.
— Eu contaria mais, mas o que eu ouvi chega a ser impróprio para os ouvidos do Peludo.
— Eu sabia que era uma má deixar você dormir lá em casa.
— Mas se não fosse isso, eu não saberia de muitas coisas. Como, por exemplo, que você quer que ele...
— Já chega, Emmett. Mais uma palavra e eu juro que vou fazer o Peludo atacar você.
— Tá bem. Estraga prazeres. Então, o que você vai fazer?
— Eu não sei. Não sei. — Colocou a mão nos olhos e Emmett a afastou.
— É muito simples. Se joga, Belinha.
— Isso não tem graça. Você não está ajudando.
— Por que não? Vai por mim, se você não sabe o que fazer com um cara, só o beije. Eu diria para fazer mais coisas, mas é melhor ir com calma.
— Eu estou falando sério, Emmett.
— Eu também. Você já viu um cara triste sendo beijado? Não! Vai por mim, abre o jogo com ele e se joga.
— Será? — Perguntou ainda em dúvida.
— Claro. Vai com tudo, garota. — Ele disse dando um tapa na bunda dela.
— Você sabe que eu não sou a Rosalie, não é?
— Claro que eu sei. A Rosalie é alta, loira, olhos azuis e não tropeça sempre que tem uma chance, mas eu ainda amo você. Não se preocupe.
— Você não tem jeito. — Ela disse sorrindo.
Bella estava indo em direção a biblioteca quando Emmett a chamou, ela olhou na direção dele e ele estava imitando alguém se beijando.
— Vê se cresce, Emmett — Ela revirou os olhos.
Ela abriu a porta da biblioteca, mas ao mesmo tempo Edward a abriu pelo lado de dentro e ela se desequilibrou, caindo em cima dele e os dois foram para o chão.
Ela mal teve tempo de registrar o impacto quando a boca dele procurou a dela.
Aquele beijo a pegou desprevenida e de todas as coisas que ela imaginava que podiam acontecer quando entrasse na biblioteca, essa não era uma delas.
Ele usava calça de moletom, mas ela podia sentir sua ereção debaixo dela e não conseguiu evitar se esfregar nele, o fazendo gemer.
Edward a apertou mais em seus braços com medo que ela escapasse. E os dois ficaram ali, deitados.
— Odiador de gatos? — Ele perguntou com um sorriso nos lábios.
— Você ouviu... — Ela disse sem conseguir desviar o olhar.
— Uou, Belinha. Quando eu disse para se jogar no cara, não quis dizer literalmente. — Emmett entrou na biblioteca e Bella corou.
— Você não tinha uma poltrona para arrumar, Emmett? — Ela perguntou ainda sem graça.
— Tudo bem. Eu entendi. Eu sei quando não sou querido. Você podia levar o cara para o quarto pelo menos.
— Emmett McCarty!
— Saindo. — Ele disse fechando a porta.
— Não liga pra ele. Ele tem tanto filtro quanto eu, mas eu sei a idade que eu tenho, ele não. E eu ainda estou em cima de você. — Ela disse ainda corada.
— Não tem ninguém reclamando aqui. — Edward disse sorrindo.
— Você me beijou.
— Beijei.
— Por quê?
— Eu achei que fosse meio obvio.
— Você... Gosta de mim?
— Gosto. — Edward disse sem conseguir tirar o sorriso do rosto.
— Mas ontem...
— Eu menti. Disse que não sabia por que estava zangado. Mas eu sabia. Sei há algum tempo na verdade.
— E por que você estava zangado?
— Talvez, exista uma pequena chance de eu ter pensado que seu amigo e você fossem mais do que amigos.
— Belinha e eu? Ew, ela é como uma irmã para mim, cara. — Emmett disse de trás da porta.
— Emmett Deny McCarty, se você não sair de trás dessa porta agora, eu juro que vou fazer o Peludo deixar você igual àquela poltrona. — Bella gritou, fazendo Edward rir.
— Eu só estava passando. — Emmett respondeu.
— Meu Deus, ele não tem jeito. Você realmente estava com ciúmes? Do Emmett? — Ela perguntou e Edward deu de ombros.
— Talvez.
— Emmett é como um irmão para mim. Nunca passou disso.
— Agora eu sei. Sua conversa com ele foi... Esclarecedora. — Ele disse com um sorriso presunçoso se formando.
— Sobre isso. O quanto você ouviu? — Perguntou sabendo que não gostaria da resposta.
— Eu ouvi a conversa toda. — Respondeu com um sorriso maior e ela cobriu os olhos.
— Está bem. Eu acho que não consigo falar disso agora. — Disse se levantando e estendendo a mão para ele que aceitou, se levantando. — Vem.
— Onde vamos? — Ele perguntou confuso.
— Terminar a pizza. Podemos conversar quando ela estiver pronta. Até lá eu já vou saber o que dizer.
— Mal posso esperar pra ouvir o que você tem a dizer. — Ele disse indo para a cozinha com ela. Eles teriam muito o que conversar.
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