Shazer ~ Um Novo Mundo.

1 Capítulo 1 - Lecionando a Morte.


Notas iniciais
Essa história eu escrevi quando tinha 11 anos, e vi minha priemira história de zumbis, H.O.T.D, depois disso assisti muitos outros como, Resident Evil, Madrugada dos Mortos...

O dialogo esta terrivel, e provavelmente a historia esta infantil, mas vou posta-la assim mesmo.

-Hora-hora, afinal, isto aqui esta mesmo uma bagunça! – Alex

- “Tsc...” – Leonardo

- Vamos, não temos tempo para bla-bla-bla, ajudem! – Carol

- Ali, uma saída, corram, lavem “eles” – Gabriel

Eu estava na escola no dia, tenho 14 anos, estou no 8° ano do ensino fundamental, reprovei um ano, mas isto não importa mais, nada mais importa agora, eu estava na sala de aula, na minha carteira, que se encontrava de frente a janela, um dos lugares mais disputados, no dia, eu estava entediado com a aula de biologia, olhava para a janela com um olhar vazio, como o de quem quer um pouco de ação, adrenalina em minha vida, estava olhando para a cidade, quando uma fumaça negra, subiu aos céus, todos perceberam, logo em seguida recebemos um chamado do diretor pelo auto-falante, ele falava:

- Atençao todos os alunos do colégio Omega, nosso pais, aparentemente esta sofrendo um ataque terrorista, sigam as instruções de seus professores de evacuação. – Diretor Manuel

A principio todos estavam indo com calma, mas ao assistirem uma repórter ser atacada, mordida e logo após se levantar e atacar outras pessoas, se formou um tumulto no colégio inteiro, pois todos sabiam do que se tratava, especialmente eu, um fa de filmes de “ZUMBI”, eu corri para o 3° andar, junto a meus dois colegas de classe , Alex e Leonardo, amigos meus fieis, fui buscar minha Irma, Carol, de 13 anos, na sala 732 no 3° andar, a encontrei no corredor, ela também já sabia do que se tratava, falei que iríamos para nossa casa, mas ela se recusou, disse que o colégio era mais seguro. Depois uma discussão, decidimos ficar no colégio ate que a situação se acalmar-se, 2 horas depois quase todos os alunos já haviam ido embora, sobraram poucos, trancamos os portões e ficamos assistindo a televisão, vendo aquelas mortes absurdas, gente comendo gente, se matando, mulheres, crianças, derrepente: “KABUMMMMMM”.

- Que diabos foi isto!? – Gabriel

- Foi no portão principal!Vamos verificar. – Alex

Fomos ate o portão principal, assim que la chegamos, vimos por trás das barras de ferro do portão, era um carro batido em um poste em frente ao portão, uma mulher saiu do carro gritando, falando que sua filha estava doente, saiu do carro com a filha no colo, nos abrimos o portão, e elas entraram, mandei Leonardo ir buscar o kit de medicamentos na sala dos professores, quando ele voltou, algo estranho estava acontecendo com a menina, ela estava roxa, como se não tivesse sangue algum, foi ai que vimos a perna dela sangrando, puchamos sua calça um pouco para ver a origem do sangramento, foi ai que vimos, era uma“MORDIDA”.

Eu, Carol, Leonardo e Alex nos reunimos para conversar:

- Vocês viram aquilo, ne? – Alex

- ... – Leonardo

- Nos vamos fazer? – Carol

- Todos de acordo? – Gabriel

- Coitada – Alex

- E mesmo nescessario? – Carol

- Que seja. – Leonardo

Mandei Carol ir buscar alguns cabos de vassoura no armário do zelador, e pedi ao Alex para buscar quatro cadeiras, se passaram alguns segundos e todos já estavam sentados e “armados”, sendo que Carol achou apenas 3 utensilius, uma vassoura, um rodo e um taco de basebol,Alex pegou o taco, Leonardo com o rodo e eu a vassoura, decidi dar a vassoura para minha Irma, para ela se proteger, eu me cuidaria sozinho.

Nos sentamos em uma roda em volta da mulher e sua filha, esperando a mulher acordar de um desmaio repentino que teve após sentar-se, ao acordar ela olhou para nos, com aqueles cabos de vassoura, rapidamente, puxou um revolver da bolsa e apontou para cada um de nos, e disse:

- Vocês querem mata-la ne? Minha filinha. Acham que ela e igual aquelas coisas la fora – Mulher

- Fique calma senhora – Gabriel

Derrepente, a menina começou a gemer e se debater no colo da mãe, depois que parou, ela levantou a cabeça e mordeu o braço da mãe que logo em seguida jogou a arma longe, que por acaso veio parar nos meus pés, Alex pegou seu taco, e acertou a menina com tanta força, que foi parar longe, a mulher correu para um canto e desmaiou, logo após Leonardo e Alex começaram a bater na garota ate ela “perder a cabeça”(literalmente). Olhamos uns para os outros e depois olhamos para a mulher sangrando desmaiada no canto:

- Eai Gabriel, oque fazemos? – Alex

- Eu? – Gabriel

- Não podemos mata-la, ainda esta viva! – Carol

- Entao oque vamos fazer? – Alex

- Quarentena. – Leonardo

- Que? – Carol

- Vamos prende-la, e estuda-la, ver quanto tempo o vírus demora para se espalhar, saber ate mesmo como mata-los corretamente – Leonardo

Levamos ela para sala de detenção, uma sala oval, amarramos ela na cadeira e ficamos observando pela porta de vidro, parece que os primeiros sintomas são: o desmaio, depois o corpo roxo, amnésia e logo após a morte, nos a matamos.

Estava anoitecendo e decidimos ir dormir, deixamos uma linha amarrada a um sino no portão principal, para sabermos se algum deles se aproxima-se, em fim, dormimos.

Fui o ultimo a acordar, senti cheiro de fogo em direção ao refeitório, Alex estava preparando ovos fritos para o café da manha, estávamos conversando quando o assunto surgiu:

- E os nossos pais?! – Alex

- Os meus são deputados, estavam em viagem no Hawai – Leonardo

- Nossa mãe morreu a sete anos, nosso pai e delegado de uma cidade longe. – Gabriel

- Minha mãe e professora de um colégio do outro lado da cidade — Alex

Derrepente: “Trilim-Trilim”

- Que isso? – Carol

- Não sei, mas esta assim desde manhazinha – Alex

- So faltava essa! Acho que e o sino que eu pus para evitar ataques enquanto durmiamos – Gabriel

- Galera, acho que vão querer ver isto! – Leonardo

Ele nos levou ao telhado, la tinha um telescópio, que provavelmente teria pego no laboratório de astrologia, do 3° ano, nos mostrou o portão principal, haviam 3 zumbis(mortos-vivos) la, e logo após nos mostrou a direção para qual o telescópio estava apontando, era para escola onde a mãe do Alex trabalhava, parece que a policia local, estavam fazendo um tipo de resistência no lugar, o Alex ficou super feliz em saber que sua mãe estava fora de perigo, pelo menos por enquanto, então nossa “meta” estava estabelecida, chegar ao local da resistência, e evitar perdas, mas isto não seria nada fácil, eram 2 km de distancia.

Elaboramos um plano, iríamos eliminar os zumbis do portão, pegar as chaves do carro com a mulher na sala de detenção, pois Leonardo aprendeu a dirigir aos 14 anos com seu pai, iríamos botar o carro para dentro do colégio, e veríamos se estava em boas condições, caso estivesse nos iríamos ir dirigindo ate la.

Antes reunimos as pessoas que ficaram no colégio, alem de nos, os que provavelmente ficaram esperando seus pais, ou algo do tipo, haviam apenas 2, um garoto do 3° ano do ensino médio, e outro do 2° ano, contamos o plano para eles, o do 3° ano não aceitou, disse que ficaria no colégio, o do 2° disse que sua prima estudava no colégio que queríamos ir, então ele decidiu ir conosco, então estava feito.

Corremos para o portão, encravamos as estacas na cabeça dos três zumbis, abrimos os portões, Leonardo entrou no carroetentou ligar, enquanto Alex ficou do lado de fora, dando “cobertura”, Leonardo conseguiu ligar o carro, parece que com o barulho do motor, alguns zumbis coreram para rua do nosso coelgio, eles estavam chegando, e Leonardo já com o carro para dentro, mandou fechar os portões, Carol e eu, fechamos a tempo.

O carro estava em boas condições, mas o novo problema eram os 8 zumbis que nos aguardavam no portão principal, decidimos encrementar nossos instrumentos, pusemos facas na ponta de cada cabo, e no taco de basebol pusemos alguns pregos grandes.

- O que faremos com os zumbis no portão principal? – Alex

- Matamos ? – Gabriel

- São muitos para 2 meninos e uma menina – Leonardo

- E você? Não vai ajudar não? – Alex

- Claro que não, vou ficar no carro, para apressar a nossa fuga – Leonardo

- Esqueçam, tive uma idéia – Carol

- Que idéia? – Gabriel

- Estas coisas reagem ao som, e não a visão, vamos jogar algumas coisas, na rua de trás, pelo muro de trás do colégio, e ver se eles vão – Carol

- Pode dar certo. — Leonardo

Seguimos o plano da Carol, pegamos a caixa de som da sala de musica, e jogamos por trás do muro, e ligamos no volume Maximo, estávamos em frente ao portão, acho que se eles pudessem enxergar, não teriam corrido para rua de trás, assim concluímos que eles são segos. Eles correram para rua de trás, o carro era uma pikpe, Leonardo dirigindo, eu no carona, Carol se espremia no meio magra do jeito que ela e.

- E eu na capota! – Alex

- Pode ser, mas tome cuidado. – Gabriel

- E eu? – Marcos

Droga, havíamos esquecido o “novato do bando”.

- Pode ir na capota também? Tome pegue isto para se proteger – Leonardo

- Claro – Marcos

O carro escolheu o momento errado para demorar a ligar, mas ligou, arrancamos com o carro.

As ultimas imagens do colégio Omega foi do nosso amigo do 3° ano fechando os portões.

Notas finais
Eu tinha escrito ao todo 7 capitulos, irei posta-los de uma vez, provavelmente não haverá continuação pois agora que a re-li, odiei-a.